sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Alfabeto do Amigo



A ceita voce, como voce é.
B ota fé em você.
C hama-o ao telefone só pra dizer "OI".
D á-lhe amor incondicional.
E nsina-lhe o que sabe de bom.
F az-lhe favores que outros não fariam.
G rava na memória bons momentos passados com você.
H umor não lhe falta pra fazer você sorrir.
I nterpreta com bondade tudo o que você diz.
J amais o julga, esteja você certo ou errado.
L ivra-o da solidão.
M anda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.
N unca o deixa em abandono.
O ferece ajuda quando vê sua necessidade.
P erdoa e compreende suas falhas humanas.
Q uer vê-lo sempre feliz.
R i com você e chora quando você chora.
S empre se faz presente nos momentos de aflição.
T oma suas dores e evita que o maltratem.
U m sorriso seu basta para fazê-lo feliz.
V ence o inimigo invencível junto com você.
X inga e briga por você.
Z ela, enfim, pela jóia que você representa.

A Maior Flor do Mundo por José Saramago

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Oração de Micael (Arcanjo Miguel) para a Era de Micael (Antroposofia)


Arcanjo Miguel Por Guido Reni


"Temos que erradicar da alma todo medo e temor
do que o futuro possa trazer ao homem.

Temos que adquirir serenidade
em todos os sentimentos e pensamentos
a respeito do futuro.

Temos que olhar para a frente
com absoluta equanimidade
para com tudo o que possa vir.

Temos que pensar somente que tudo o que vier,
nos será dado
por uma direção mundial plena de sabedoria.

Isto é parte do que temos que aprender nesta era:

Viver com pura confiança
sem qualquer segurança na existência.

Confiança
na ajuda
sempre presente
do mundo espiritual.

Em verdade,
nada terá valor se a coragem nos faltar.

Disciplinemos nossa vontade
e busquemos o despertar interior,
todas as manhãs e todas as noites".

Rudolf Steiner

Micael e o Mal (Lenda procedente da Bulgaria)



E Satanael viu que todos os anjos veneraram e louvaram a Deus, o Senhor.
Preso de inveja ele decidiu igualar-se a Deus.

Em seu orgulho pensou: “Meu trono estará nas nuvens do céu e serei venerado como Deus”.

O Senhor, adivinhando seus pensamentos, enviou o Arcanjo Michael para que o afastasse dos Céus. Mas Satanás o atacou chamuscando-o com seu fogo. Disse Michael para Deus: “Fiz como ordenaste, mas Satanás me queimou com fogo”. Então aumentou Deus o poder de Michael, e seu nome, que antes era Micha, desde esse momento se tornou Michael.

Satanael passou a se chamar Satanás. E ordenou Deus que Michael com o cetro divino tocasse Satanás no ombro e o atirasse fora dos Céus e com todo o seu séquito do mal. Porém, Michael ainda assim não conseguiu acercar-se do trono de Satanás, por causa do fogo que emanava dele. Então, criando coragem bateu com toda força no ombro de Satanás com o cetro de Deus e o afastou dos Céus, juntamente com seu séquito do mal.

Os adeptos de Satanás voaram durante três noites e três dias pelos ares como gotas de chuva. E no terceiro dia reuniram-se os anjos dos Céus, e Deus nomeou Míchael como chefe dos exércitos celestiais. 

E os portais do Céu foram fechados, mas os anjos caídos foram deixados de fora. Muitos ficaram presos nas rochas ou caíram nos abismos, outros ficaram no ar e ainda outros chegaram a Terra para aliciar os homens, cada um à sua maneira, e até hoje estão aí.

Lenda proveniente da Bulgaria

Micael / Arcanjo Miguel / Micha'el / Mîkha'el


Jacó lutando com o Anjo (Rembrandt - 1659)
Atenção, abrir em uma nova janela. 


Micael (em hebraico: Micha'el ou Mîkha'el)

A tradição cristã do povo hebreu, 
venera, 
desde longa data, 
a seres divinos, 
enviados por Deus, 
denominados anjos ou arcanjos.
Entre eles Miguel ou Micael, cujo nome significa: Quem é como Deus? – na Comunidade de Cristãos preferimos esta última denominação, foneticamente mais próxima à forma original - nos é apresentado como o condutor das milícias celestes, empreendedor da luta contra as forças do mal (Ap 12, 1 - 12).
São poucas as passagens do Velho Testamento que diretamente o identificam pelo nome.
A tradição hebraica porém vê a Micael em muitos outros lugares onde os textos sagrados apenas mencionam a manifestação de um "Anjo do Senhor". 
Um exemplo encontramos no Gênesis 32, 25ss: O patriarca Jacó, ao regressar a sua terra natal, para recebê-la em herança pela primogenitura conquistada a seu irmão Esaú, enfrenta-se com um "homem" que lhe impede a passagem. Na luta Jacó percebe que se trata de um ser divino e não o solta até que ele (Micael) lhe concede a benção. Dádiva de dupla consequência : Jacó passa a se chamar Israel (e torna-se assim o fundador das doze tribos do povo judeu), mas ao mesmo tempo recebe um golpe no quadril que o deixa coxo. Ambos - nome e mutilação - marcam profundamente não só o destino do patriarca, como também de todo o povo: os filhos de Jacó passam a se chamar israelitas e desde então não comem o músculo da articulação da coxa de nenhum animal que abatem (Gn 32,33).
A história de Jacó pode ser entendida como uma imagem, como uma parábola sobre a maneira como Micael intervém no destino humano. A vida nos coloca frente a situações em que devemos vencer obstáculos, superar dificuldades. Invocamos a ajuda divina. Nem sempre, porém, estamos conscientes das possíveis consequências.
Certas decisões ou posicionamentos na vida exigem mudanças profundas. É necessário assumir um compromisso com as forças do alto que querem nos ajudar. "Israel" significa "aquele que luta com Deus", no sentido de lutar ao lado de Deus. O mundo espiritual quer ajudar ao homem nas "batalhas" que venha enfrentar, mas é o homem quem deve lutar.
Através de uma compreensão moderna do Cristianismo sentimos que não é ajuda quando alguém ou alguma força "resolve" nossos problemas e nós passivamente apenas observamos o acontecer dos fatos. 


Verdadeira ajuda é quando nós mesmo aprendemos a vencer dificuldades, sentindo em nosso interior a coragem para lutar. 


Micael quer ser o companheiro de batalha do ser humano, ajudando-nos a não esmorecer, a permanecer na peleja até o final. Ao mesmo tempo sabemos bem, que ao empreendermos algo, ao tomar decisões, ao assumir responsabilidades o destino nos impõe seus desafios. 


Os caminhos a trilhar não são fáceis. Adversidades ou desânimos podem nos fazer claudicar. Golpes e cicatrizes não são sinônimos de erros, ao contrário, muitas vezes são a confirmação do nosso próprio esforço. As marcas no corpo do guerreiro são a prova da luta.


Jacó, ao medir forças com Micael, torna-se um exemplo para o homem moderno: conquista o patriarcado de um povo com grande missão, mas a cada passo é lembrado do significado dessa conquista.


Por Pastor Renato Gomes / Botucatu (SP) Brasil

Limpeza de 21 dias de Arcanjo Miguel - Locução de Vera Ghimel

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Prece por Ana Jácomo




Que Deus ouça as preces que lhe dirijo quando estou mansidão e ternura. Quando estou contemplação e respeito. Quando as palavras fluem, sem esforço algum, sem ensaio algum, articuladas e belas, do lugar em mim onde eu e ele nos encontramos e brincamos de roda. Quando nelas incluo as pessoas que têm nome e aquelas que desconheço existirem. E os meus amores. E os meus desafetos. E os bichos. E as plantas. E os mares. E as estrelas. E

Que Deus ouça as preces que lhe dirijo quando o medo me acompanha sem que a coragem se ausente. Quando as coisas seguem o seu rumo sem que eu me preocupe em demasia com o destino desse movimento. Quando eu me sinto conectada com o amor e reverente à vida. Quando as lágrimas nascem apenas de um alegre e comovido sentimento de gratidão. Quando caminho com a rara confiança que só as crianças que ainda não doem costumam experimentar, já que, infelizmente, algumas começam a doer muito cedo.

Que Deus ouça as preces que lhe dirijo quando sou capaz de pressentir o sol mesmo atravessando uma longa noite escura. Quando posso cruzar desertos com a clara convicção de que a vida não é feita somente deles. Quando consigo olhar para todas as experiências, sem que aquelas que me desconcertam me impeçam de valorizar as que me encantam. Quando as tristezas que repentinamente me encontram não atrapalham a certeza da sua impermanência.

Que Deus ouça as preces que lhe dirijo quando amanheço revigorada e anoiteço tranqüila. Quando consigo manter uma relação mais gentil com as lembranças difíceis que, às vezes, ainda me assombram. Quando posso desfrutar do contentamento mesmo sabendo que existem problemas que aguardam eu me entender com eles. Quando não peço nada além de força para prosseguir, por acreditar que, fortalecida, eu posso o que quiser, em Deus.

Mas eu desejo, profundamente, que Deus também ouça as preces que lhe dirijo quando eu não consigo elaborar prece alguma. Quando a dor é tão grande que minha fala não passa de um emaranhado de palavras confusas e desconexas que desenham um troço que nem eu entendo. Quando o medo me paralisa e perturba de tal forma que eu me encolho diante da vida feito um bicho acuado. Quando me enredo nas minhas emoções com tanta confusão que parece que aquele tempo não vai mais passar.

Que Deus ouça também as preces que lhe dirijo quando só consigo chorar e, mesmo depois de já ter chorado muito, tenho a sensação de ainda não ter chorado tudo. Quando me sinto exaurida e me entrego a esse cansaço completamente esquecida dos meus recursos. Há momentos em que a gente parece ignorar tudo o que pode nos ajudar a lidar melhor com os desafios. Há momentos, ainda, em que a gente se confunde sobre o local onde, de verdade, os desafios começam.

Que Deus ouça também as preces que lhe dirijo quando me parece que eu não acredito em mais nada. Quando sou incapaz de ver qualquer coisa além do foco onde coloco a minha dor. Quando não consigo articular meus pensamentos nem entrar em contato com alguma doçura que me faça lembrar das coisas que realmente nos movem. Quando não lhe dirijo nenhuma prece. Nem com palavras. Nem com um sorriso enternecido quando dou de cara com uma flor. Com um pôr-de-sol. Com uma criança. Com uma lua cheia. Com o cheiro do mar. Com o riso bom de um amigo. Que ele me ouça com o seu ouvido amoroso e me acolha no seu coração, porque é exatamente nesses momentos que eu não consigo ouvi-lo em mim.


Sting - Every Little Thing She Does Is Magic

terça-feira, 27 de setembro de 2011

A mente que se abre a uma nova ideia...




"A mente 
que se abre 
a uma nova ideia 
jamais 
voltará 
ao seu tamanho original."

Albert Einstein

Oração do Coração


Abro o meu coração para a nova realidade que a vida me oferece.
Abro meu coração e enxergo um novo mundo e uma nova humanidade.
Seres que se amam resplandecem à minha frente.
A fraternidade é revelada a cada ação, a cada passo.
A luz resplandece soberana através do semblante de cada ser.
O amor jorra de seus corações ininterruptamente.
Suas mãos transparentes são pura luz.
A luz que toca e resgata a perfeição.
Seus pés roçam suavemente a terra fértil.
E a terra devolve o carinho revelando a abundância de suas cores.
A mente cria, o coração alimenta, a ação consolida um planeta de paz.
O sol aquece, o ar ameniza, a terra resplandece vida pelo banho suave das águas cristalinas.
Tudo é luz, paz, perfeição!
Esse é o mundo que almejo habitar.
O mundo cuja lembrança paira no fundo do meu ser.
O mundo de onde vim e para o qual quero voltar.
O mundo que hoje compartilha comigo o seu segredo.
O mundo que sussurra em meus ouvidos a premência que tenho de nele mergulhar.
O mundo que se mostra a mim através do palpitar de cada coração.
O mundo da verdade.
O mundo onde toda ilusão foi dissolvida.
O mundo que se alicerça na força do amor.
O mundo que não reconhece diferenças.
O mundo que é povoado por uma única nação, a nação dos Filhos da Luz.
Filhos que caminham soberanos pelo Planeta Azul.
O mundo que resgata a sua história através da história de cada um de seus habitantes.
Os Filhos da Luz que se reconhecem e que expressam total gratidão.
Gratidão pelo divino aprendizado que devolveu a todos o sentido do viver.
O viver que só é pleno quando o coração traça o norte revelando a unidade que põe fim à separação.
Hoje, finalmente, sou o Filho de Deus que expressa às virtudes do Pai.
Hoje EU SOU.


Oração canalizada por Jane M. Ribeiro

The Great Day by Chinmaya Dunster

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

O que é que voce está fazendo da sua vida?


É muito importante que voce adote a atitude certa em relação às coisas. 

Voce não pode querer crescer e se expandir espiritualmente se a sua atitude é negativa e voce só consegue enxergar as dificuldades e os obstáculos da vida.

Existe sempre algo de bom em todas as situações se voce olhar pelo ângulo certo, e há sempre algo que devemos agradecer.

Quando não existe amor em seu coração voce se torna cego para as coisas boas, para o que as almas à sua volta têm de bom e para essa vida maravilhosa que é a sua.

Como voce é abençoado!

Mas, a não ser que voce esteja disposto a aceitar e reconhecer estes fatos, e ser agradecido por eles, voce irá se lamentar pela vida afora, com os olhos tapados.

Avalie-se e, se voce se sentir emperrado, a melhor maneira de mudar a situação é começando a se doar para os outros.

A vida é o que voce faz dela.

O que é que voce está fazendo da sua?

Abrindo Portas Interiores
Eileen Caddy
Fundação Findhorn
Escócia

Brasil: encontro do samba com a música clássica



...somos heróis...



"Somos todos heróis ao nascer 
quando enfrentamos 
uma tremenda transformação, 
tanto psicológica, quanto física, 
deixando a condição de criaturas aquáticas, 
vivendo no fluido amniótico, 
para assumirmos, 
daí por diante, 
a condição de mamíferos 
que respiram o oxigênio do ar 
e, que, mais tarde, 
precisarão erguer-se 
sobre os próprios pés."

Otto Rank

The 2012 Enigma by David Wilcock





2012: Tragedy, transcension or just another year? David Wilcock exposes many great secrets: DNA, consciousness science, wormholes, stargate travel, sacred geometry, three-dimensional time, the Mayan Calendar and much, much more! Part I: CONVERGENCE The Movie, consciousness energy field, Edgar Cayce reincarnation, Da Vinci Code, Inconvenient Truth, galactic alignment, dodecahedron, 2012 / DNA crop circles, sacred geometry as vibration, tetrahedron, 19.5 degrees Part II: Hans Jenny / Cymatics, space and time inverting, wave-particle duality, Buckyballs / fullerenes, DNA as a wave, Kaznacheyev, psychic healing, Dewey Larson, 3D time, space-time fabric, time-space Part III: Fairy circles, natural stargates, ESP, nested spheres, channeling, chakras, Pineal gland, Sumerian tablets, Osiris, kundalini, pine cone symbolism, Tammuz, Shiva, Third Eye, Bindi, Bacchus, Dionysus, Jesus, the Vatican Part IV: Pyramid sarcophagus, cathedral windows, the World Tree, melatonin, DMT, ayahuasca, Dreams, Out of Body Experience, the Silver Cord Part V: Mark of the Beast, microclusters, synchronicity, shamanism, holographic sound, reverse-engineering the pineal gland, Dan Burisch, Project Looking Glass, CONTACT Part VI: The Last Mimzy, the Roswell Crash, the Cube / Yellow Disc, Hellraiser, election tampering, pole shift, time-viewing technology, the Iraq War, DCTP / Doctrine of the Convergent Timeline Paradox, human-lineage ETs Part VII: Tree of Life, Illuminati, Rothschilds, Hitler, New World Order, Lucifer, Luciferian philosophy, Catholic church, Philadelphia Experiment / Rainbow Project Part VIII: Phoenix III, Montauk chair, time travel, Dec. 21, 2012, 20-year cycle, Stargate SG-1, Outer Band Individuated Teletracer / OBIT, The Outer Limits, Time Vector Generator / TVG, Mars pyramids, underground bases, jumproom, Total Recall, Minority Report, X-Men / Cerebro, Rifts in Time Part IX: Forbidden Planet, psychic conduit, LSD trips, zero-time, 2012 dimensional shift, Edgar Cayce readings, Chandler’s Wobble, pole shift, Library of Atlantis / Hall of Records, California earthquakes Part X: Create your own reality, 2012 not cataclysmic, Russian physics, Dr. Sergey Smelyakov / Auric Time Scale, Mayan Calendar, spiral imploding into 2012 changing consciousness, Ascended abilities, spiritual growth.

domingo, 25 de setembro de 2011

...medo... que me tira a alegria de minha liberdade... (Antroposofia)




"Nego-me a submeter-me ao medo,
Que me tira a alegria de minha liberdade,
Que não me deixa arriscar nada,
Que me torna pequeno e mesquinho,
Que me amarra,
Que não me deixa ser direto e franco,
Que me persegue,
Que ocupa negativamente a minha imaginação,
Que sempre pinta visões sombrias.

No entanto não quero levantar barricadas por medo do medo,
Eu quero viver, não quero encerrar-me.
Não quero ser amigável por medo de ser sincero.
Quero pisar firme porque estou seguro,
E não para encobrir o medo.
E quando me calo, quero fazê-lo por amor
E não por temer as consequências de minhas palavras.

Não quero acreditar em algo só por medo de não acreditar.
Não quero filosofar por medo de que algo possa atingir-me de perto.
Não quero dobrar-me só porque tenho medo de não ser amável.
Não quero impor algo aos outros pelo medo de que possam impor algo a mim.
Por medo de errar não quero me tornar inativo.
Não quero fugir de volta para o velho, o inaceitável, por medo de não me sentir seguro no novo.
Não quero fazer-me de importante porque tenho medo de ser ignorado.
Por convicção e amor quero fazer o que faço e deixar de fazer o que deixo de fazer.
Do medo quero arrancar o domínio de dá-lo ao amor.
E quero crer no reino que existe em mim."



FonteArte Médica Ampliada – revista da Associação Brasileira de Medicina Antroposófica. Ano XXX, No. 1 (outono, 2010), p. 41. 
sab - Sociedade Antroposófica Brasileira

2012 The Movie



Part I -- THE HISTORY BEHIND 2012 -- How time changes consciousness, rare 26,000 yr occurrences, how the RCC ties into 2012, 11:11, solar maximum, 2011 vs 2012, acceleration of creation, the numbers behind 2012, time speeding up, transformation of consciousness, corruption of Gregorian calendar, other 2012 end dates, the New Earth, world chakras, time travelers and 2012, Schumann resonance, alchemy and our solar system, climate change, the photon belt, the I Ching, Mayan astrology, Galactic Alignment, Mayan obsession over time, the cycles of time, the end of a world age,timewave zero
Part 2 -- THE MAYAN CALENDAR EXPLAINED -- Ian Lungold thoroughly explains the levels of creation in the Mayan calendar
Part 3 -- CROP CIRCLES AND 2012 -- Daniel Pinchbeck, David Wilcock, Geoff Stray and Gregg Braden talk about crop circles and 2012
Part 4 -- FEAR AND 2012 -- The roots of terrorism, 911, social engineering, how the few control the many, Illuminati, RFID chips, love, fear and spirituality, vaccinations, aspartame, fluoride, GMO's and Monsanto, government propaganda, mind control, TV mind manipulation, ET help from above, neocons, fear mongering, consciousness and fear, Freemasons, ordo abchao (order out of chaos), 33 longitude and latitude, reduction of stress, the mind and illnesses, the gift of fear, fear and love vibrations,
Part 5 -- DNA UPGRADE? -- the DNA of love and fear, activation of DNA, phantom DNA effect, emotions and DNA, Fibonacci sequence, DNA upgrade, gratitude and DNA
Part 6 -- SPIRITUALITY AND 2012 -- negative prophecies will not occur, synchronicities and 2012, metaphysical phenomena, consciousness shapes reality, left brained versus right brained thinking, suppression of the feminine, spiritual transition of the psyche, seeking inner truth, repression of emotions, intention, how some people may get left behind, the Mandelbrot sequence, thoughts = manifestations, harmonic unity, the miracle of YOU, centering yourself spiritually, torsion fields and consciousness, the power of meditation, opening a channel to your higher self, following your intuition, the power of light, now is the time to expand your consciousness, time travel, expanded consciousness, listening to your heart, the end of a 26,000 year opportunity, research tools, the bottom line

PLEASE NOTE: This video was made to promote global consciousness. 

Quem?


Quem nesta vida já não se sentiu assim
Sem rumo, perdido, rendido
Às contingências do momento?

Quem já não experimentou estas fases
Onde tudo é desalento
E embora abrigado, cercado de gente,
Continuou absolutamente só
Qual se estivera ao relento?

Quem já não se perdeu do passado?
Quem já não ficou sem vislumbrar futuro?
Sem sentir um medo atávico
E ver-se assim totalmente inseguro?

Quem já não ficou sem saber o que fazer com o agora,
Levado pela correnteza da vida incerta,
No malogrado ajuste do ponteiro das horas?

Quem já não se perdeu de Deus, após tê-lo encontrado?
Quem já não se perdeu do filho, após tê-lo criado?
Quem já não secou por dentro, após ter muito amado?
Quem já não se perdeu no caminho que parecia adequado?
Quem já não experimentou um medo visceral da morte?
Quem já não tremeu diante de uma súbita virada da sorte?
Quem já não teve todos os planos e sonhos desfeitos?
Quem já não se viu lesado nos seus mais legítimos direitos?
Quem já não se viu órfão de toda a esperança?

Quem já não se viu de repente, sem guiança
Sem rumo, sem bússola, sem farol, sem diretriz,
Quem já não se sentiu um dia, desesperadamente infeliz?

Quem já não se sentou à beira do caminho, extenuado
Vendo a vida passar, como filme apenas, projetado
Na ínfima condição de mero expectador isolado
E nada mais reivindicou neste momento,
Senão a suprema bênção de poder ficar calado?

E poder então soltar o passado
Não temer mais o futuro
Abdicar de vez do agora
Voltar ao estado original
Após ter fechado um doloroso ciclo
Fazer-se pronto para mais uma volta
Da infinita espiral !

Por Fátima Irene Pinto
Do Livro Momentos Catárticos

Apresentação do Grupo Corpo

sábado, 24 de setembro de 2011

Meditação: sobre a Compaixão


Ao gerar a compaixão, iniciamos pelo reconhecimento de que não temos um direito à felicidade. Isso pode ser verificado e legitimado pela nossa própria experiência. Reconhecemos, então, que outras pessoas, exatamente como nós, também não querem sofrer e têm um direito à felicidade. Isso passa a ser a base para começar a gerar a compaixão.

Vamos, portanto, meditar sobre a compaixão hoje.

Comecem visualizando uma pessoa que esteja em extremo sofrimento, alguém que esteja sentindo dor ou que esteja numa situação muito aflitiva. Durante os três primeiros minutos da meditação, reflitam sobre o sofrimento desse indivíduo com um enfoque mais analítico... Pensem no seu intenso sofrimento e no estado lamentável da existência dessa pessoa.

Depois de pensar no sofrimento dessa pessoa por alguns minutos, em seguida, procurem associar tudo isso a vocês mesmos, com o seguinte enfoque, “esse indivíduo tem a mesma capacidade para vivenciar a dor, a alegria, a felicidade e o sofrimento do que eu tenho”.

Procurem então permitir que venha à tona sua reação natural...um sentimento de compaixão por aquela pessoa.

Procurem chegar a uma conclusão: constatando como é forte seu desejo de que essa pessoa se livre de tanto sofrimento. E resolvam que ajudarão essa pessoa a encontrar alívio.

Para finalizar, concentrem sua mente de modo exclusivo naquele tipo de conclusão ou resolução e, durante os últimos minutos da meditação, procurem produzir na sua mente um estado amoroso ou norteado pela compaixão.

A Arte da Felicidade – Dalai Lama e Howard C. Cutler

Phil Collins - Take A Look At Me Now

Dê Uma Olhada Em Mim Agora

Como posso eu simplesmente deixar você ir embora , simplesmente deixar você partir sem deixar marcas?
Quando eu fico aqui a cada respiração com você
Você é a única que realmente me conheceu por inteiro

Como você pôde se afastar de mim
Quando tudo o que posso fazer é vê-la partir?
Porque nós compartilhamos o riso e dor, compartilhamos até mesmo as lágrimas
Você é a única que já me conheceu por inteiro

Por isso dê uma olhada em mim agora, bem, há apenas um vazio em mim
E não restou nada para me recordar
Apenas a lembrança do seu rosto
Bem, dê uma olhada em mim agora, bem, há apenas um vazio
E você voltar para mim está contra todas as previsões, e é isso que tenho de encarar

Eu gostaria que desse meia-volta
E pudesse me ver chorando
Há tantas coisas que preciso lhe dizer
Tantas razões pelas quais
Você é a única que realmente me conheceu por inteiro

Por isso dê uma olhada em mim agora, bem, há apenas um vazio em mim
E não restou nada para me recordar, apenas a lembrança do seu rosto
Bem, dê uma olhada em mim agora, porque há apenas um vazio

Mas esperar por você é tudo o que eu posso fazer, e é isso que eu tenho que enfrentar
Dê uma boa olhada em mim agora, porque ainda estarei parado por aqui
E você voltar para mim está contra todas as previsões
E é a chance que eu tenho que arriscar

Dê uma olhada em mim agora...


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Ecologia e Psicossíntese


"Temos visto um despertar mundial de preocupação com o ambiente de nosso planeta, e ao mesmo tempo continuamos a ouvir sobre a devastação das florestas tropicais, os danos à camada de ozônio, a perda de terras cultiváveis e sua desertificação, a acumulação e o derramamento acidental de materiais radioativos e tóxicos, a destruição de antigos ecossistemas e de culturas humanas nativas, a extinção de milhares de espécies. 

Não podemos mais negar que nossos sistemas de apoio à vida no planeta Terra sejam gravemente expostos ao perigo, talvez além de um possível reparo.

Como achamos nosso caminho em tal mundo? 

Os pensadores e escritores preocupados com o futuro do planeta falam todos da necessidade de mudanças no modo de pensar, na atitude, nos valores culturais, começando com o indivíduo. 

Qual é a natureza desta mudança e como isto acontecerá? 

Como podemos ajudar a despertar nosso potencial humano e colocá-lo a serviço da paz, da justiça e da sustentabilidade, agora e para as futuras gerações?

Muitos de nós almejamos promover uma diferença, suscitar melhorias para nós mesmos, para o outro e para nossas crianças. 

Sentimos que temos que aprender e crescer como indivíduos ao mesmo tempo que nós tentamos mudar as coisas ao nosso redor. 

Queremos ficar mais eficientes e mais curadores para o planeta em nossas ações. 

Queremos nos sentir conectados com o mundo natural à nossa volta e com os outros. 

Buscamos sabedoria e inteireza".



Molly Young Brown

Extraído do livro "Growing Whole: Self-Realization on an Endangered Planet" de Molly Young Brown

O Homem que Plantava Árvores / Parte 1/3

"O Homem que Plantava Árvores" é um belíssimo conto alegórico escrito por Jean Giono, em 1953, que conta a história de um pastor que faz crescer uma floresta onde antes era uma região árida e inóspita. Uma mensagem atemporal que nos lembra que podemos deixar um mundo mais belo e promissor do que aquele que herdamos.


quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Historinha de amor pra gente grande




Contam os anjos que às vezes me inspiram que um pouquinho antes de materializar o seu plano de criação da vida humana e se derramar no coração de todas as coisas da Terra, o Senhor Deus Todo Poderoso resolveu repassá-lo, ponto a ponto, pela última vez. E, ao terminar o trabalho, sentiu, bastante surpreso, que ainda parecia estar faltando um detalhe sem nome nem rosto em sua grandiosa obra. Algo que não havia sido contemplado por nenhum dos incontáveis milagres com os quais dotaria o homem e o ambiente que preparava para acolhê-lo e supri-lo em sua jornada evolutiva.

Como um poeta que ao findar um poema é tocado pela vibração de uma palavra que não foi dita sem conseguir visualizar-lhe as feições, o Senhor Deus intuiu a ausência de uma dádiva no buquê de luzes que ofertaria ao homem para perfumar sua caminhada heróica, que trilharia até tornar-se um mestre das coisas que não passam e reunir-se a Ele numa só consciência criadora.

O Senhor Deus não sabia que doçura era aquela que reclamava sua amorosa atenção, mas pressentia que se tratava de algo imprescindível. De alguma graça que deixaria uma lacuna em branco em cada história humana, caso não existisse. De mais um dos presentes que bordaria em cada vida com os fios da delicadeza que utilizaria em tudo o que planejava ser forte. Mas o que poderia ser, Ele se perguntava, além das outras tantas ternuras que já havia previsto bordar?

E o Senhor Deus pensou, pensou, pensou. Relembrou cada detalhe, cada etapa, cada riqueza, pacientemente, com todo o zelo de seu coração criador. Reuniu-se com os mestres que o assessoravam no Plano. Trocou idéias. Ouviu, atento, as sugestões e observações que surgiram. Mas nada do que pensava e ouvia atendia à sua expectativa e se aproximava da resposta que buscava desde que aquela intuição lhe visitara. Que traço, afinal, poderia ainda criar para compor o conjunto das bençãos que desenharia na Terra? Que beleza era aquela que murmurava em seu ouvido sem revelar-lhe o rosto?

Contam que, como era costumeiro, numa certa manhã o Senhor Deus Todo Poderoso estava distraído no jardim de sua casa, cuidando amorosamente de suas plantas, quando um anjo, muito belo, muito jovem, banhado de luz azul, aproximou-se Dele para transmitir-lhe uma mensagem de um de seus arcanjos, Miguel, o príncipe celeste que comandava seu exército de luz. E que foi no exato instante em que olhou para aquele anjo que o Senhor Deus descobriu o que ainda faltava em seu plano: anjos que o homem pudesse ver, exatamente como Ele podia ver aquele.

O plano do Senhor Deus previa que seria escolhido para cada pessoa, a partir do momento alquímico de sua concepção, um anjo que iria acompanhá-la em toda a sua trajetória humana, até que devolvesse à Terra a roupa de carne que lhe havia sido emprestada. E, embora se tratasse de um leal companheiro, que iria fortalecê-la, protegê-la e inspirar-lhe, e lhe fosse possível falar com ele e ouvi-lo, em seu coração, o ser humano não poderia vê-lo, a não ser que em algum instante experimentasse um amor tão intenso que conseguisse penetrar na freqüência luminosa onde os anjos moram.

Para o homem, pensava o Senhor Deus, por mais grandiosa que fosse, aquela dádiva não bastaria. Ele sabia que o ser humano teria dificuldade para lidar com as coisas que chamaria de invisíveis. Que se atrapalharia com tudo o que não pudesse ser tocado com algum dos cinco sentidos que, equivocadamente, acreditaria serem os únicos que possuía.

O homem precisaria também de anjos que fossem visíveis. Feitos da mesma matéria que ele. Com os quais pudesse brincar com os brinquedos humanos. Crescer junto, aprendendo, ensinando, trocando. Que os olhassem nos olhos e o encorajassem ao próximo passo às vezes sem uma única palavra sequer. Com os quais pudesse compartilhar os sabores, os sons, as visões, as falas e as texturas das coisas da Terra e sonhar com as coisas do céu. Que estivessem ao seu lado nos dias de sol e também lhe estendessem a mão para atravessar com ele o tempo em que as noites se fariam tão escuras que ele começaria a duvidar do amanhecer.

Sim, continuava a pensar o Senhor Deus, o homem precisaria de anjos visíveis que tivessem em sua vida a mesma bela tarefa do anjo que não podia ver. Anjos que permanecessem em seu caminho quando tudo parecesse ter ido embora. Que acreditassem nele até quando ele próprio se esquecesse quem era. Que quando o cansaço lhe visitasse e os apelos da sombra o convidassem a desistir, desembainhassem a própria espada para lembrar-lhe de que era também um guerreiro. Que emanassem para ele um bem-querer tão puro que fosse capaz de perfumar até o que ainda lhe doesse. Com os quais pudesse rir e chorar, e, sobretudo, ter a liberdade de ser.

O homem precisaria, sim, de anjos visíveis com sangue nas veias. Que tivessem dor de barriga, mau humor, contas pra pagar, unha encravada, medo, dente de siso para extrair, angústia, raiva, baixo astral, e toda uma séria de chatices humanas que os anjos invisíveis respeitam, mas não experimentam. Com os quais pudesse jogar conversa fora. Torcer por um time. Cantar desafinado. Caminhar na praia. Trocar um abraço. Empanturrar-se de risada e bobó de camarão num domingo grande. Que espelhassem para ele sua porção humana e sua porção divina e lhes fizessem parceria no contínuo exercício de integrá-las durante a viagem. Que pudessem servir de canais para os toques, os puxões de orelha e os carinhos do seu próprio anjo guardião, que, sem fazer ruído algum, trabalharia em sintonia com eles o tempo todo.


E depois de dividir com aquele anjo inspirador as feições de sua descoberta, contam que o Senhor Deus Todo Poderoso lhe perguntou o seu nome, pois seria com ele que, em gratidão, chamaria o anjo visível que cada pessoa encontraria na Terra.


E o anjo que inspirou o Senhor Deus, maravilhado com sua bondade, revelou-lhe o seu nome:


- Amigo.


Por Ana Jácomo
Esse texto foi publicado no livro "Parto de Mim", lançado em 2001.

Played on glass harp / Hungarian dance No. 5 Brahms by Robert Tiso

Assentir... e soltar...




Que significa aqui vazio? Qual é o processo interno que leva a esse vazio e como ele é sentido? Muito ao contrário das imagens que relacionamos ao vazio, alcançamos aquele vazio que leva à sintonia com o espírito criador, assentindo totalmente a tudo o que é tal qual é. 


E por quê? Porque esse espírito é a força criadora original que a tudo impregna. Através desse assentimento nos abarrotamos de tudo o que esse espírito cria, ordena e anima. E assim, através do assentimento a tudo tal como é, alcançamos tanto a plenitude como o vazio. Porque só podemos assentir totalmente quando soltamos aquilo que é próprio em grande medida. Entretanto, ao soltá-lo, não nos esvaziamos, ao contrário. Como não enfrentamos aquilo que é como nada próprio, nos esvaziamos para a plenitude e nos tornamos um com a força que o move.


Só conseguimos soltar quando assentimos, e só conseguimos assentir quando também soltamos. Só nos esvaziamos quando nos abrimos a essa plenitude. O vazio e a plenitude se condicionam mutuamente. Ambas as coisas alcançamos em um mesmo processo.

Texto extraído do livro: La verdad en movimiento de Bert Hellinger
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