sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Nascer... Renascer...


Poema natalino...

 Neste Natal, te desejo tudo.
 Ou melhor, quase tudo
 (pois também há no tudo um pouquinho de nada).

 Mas estive pensando...
 quase tudo ainda é muito!

 Te desejo somente o mais essencial:
 Neste Natal,
te desejo um sorriso que não seja bonito,
 que não seja perfeito,
 que não seja formal...
Te desejo o sorriso mais bobo,
soluçado entre lágrimas;
 O sorriso mais doce e o mais natural.

 Neste Natal, te desejo criança.
 Não, criança ainda é muito...
 Te desejo somente o olhar da criança!

E, com ele, a surpresa de nascer no Natal.

 Carlos Adriano
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