segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Halloween! Que tal um Dia das Bruxas inusitado e especial?







BEM-ESTAR ATRAVÉS DA CONSCIÊNCIA



Jornada da Consciência LV



Dia das Bruxas x Halloween



   Entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro,
acontece o evento mágico do dia das bruxas,
que é uma tradição nos países anglo-saxônicos, e
é uma comemoração repleta de mistério e magia,
quando as crianças batem nas portas perguntando: doces ou travessuras?

  O sentido desse dia pode ser meditar e
podemos usar a simbologia para autoconhecimento.

Que tal?

Toc toc toc...

Doces ou travessuras?

 O caldeirão pode representar transformação e renovação.

O que você quer transformar ou renovar na sua vida?

A varinha mágica para dar vida às poções mágicas pode representar
o seu poder espiritual de manifestar encantamentos em sua vida.

O que você mais quer manifestar na sua vida hoje?

A taça de prata usada para beber as poções mágicas pode representar
o seu sabor por degustar a vida em sua plenitude.

Qual é a atividade que você mais gosta de fazer
e há tempos não tem feito?

O incenso pode representar os bons aromas que trazem
lembranças e boas recordações de momentos felizes.

Pensando em aromas, qual é e qual a lembrança feliz que você recorda?

A vassoura pode representar a transformação do negativo em positivo na sua vida.

O que pode ser transformado de negativo em positivo em sua vida?
Comece já, agora!

As velas podem representar a luz da sua alma manifestando a sua missão de vida,
aquilo que você mais gosta de fazer.

O que você mais gosta de fazer e que te faz feliz e
que você faria até de graça?

A poção da sorte pode representar a gratidão que você tem por tudo na sua vida.

Simplesmente agradeça, por tudo,
absolutamente tudo da sua vida!

Um diário mágico pode representar a alegria em registrar os conhecimentos,
experiências e aprendizados do seu dia-a-dia.

Olhando para trás o que você pode registrar hoje como evolução,
como uma experiência que trouxe um aprendizado?

O chapéu da bruxa em forma de um cone pode representar a
sua capacidade de conexão com os seres etéreos e
com seu anjo de guarda.

Já conversou com seu anjo de guarda hoje?
Já pediu proteção para o seu dia?
Já agradeceu pela companhia do seu anjo durante todo o seu dia?

As abóboras com velas acesas em seu interior
podem representar a interiorização,
o seu poder de se conectar consigo mesmo(a).

Já ficou com você hoje?

Que tal celebrar a magia da vida?

Que tal ter gratidão por mais um dia de vida?

Que tal fazer de cada dia uma magia especial?

Que tal espalhar amor?

Que tal ser feliz?







Boa jornada através da consciência!



Boa viagem ao autoconhecimento!





TERAPEUTA DE FREQUÊNCIA VIBRACIONAL



Estou à disposição para atender você.





segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Proibido de Pablo Neruda







Proibido


"É proibido chorar sem aprender,
Levantar-se um dia sem saber o que fazer
Ter medo de suas lembranças.

É proibido não rir dos problemas
Não lutar pelo que se quer,
Abandonar tudo por medo,
Não transformar sonhos em realidade.

É proibido não demonstrar amor
Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

É proibido deixar os amigos
Não tentar compreender o que viveram juntos
Chamá-los somente quando necessita deles.

É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
Fingir que elas não te importam,
Ser gentil só para que se lembrem de você,
Esquecer aqueles que gostam de você.

É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
Não crer em Deus e fazer seu destino,
Ter medo da vida e de seus compromissos,
Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.

É proibido não tentar compreender as pessoas,
Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

É proibido não criar sua história,
Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
Não ter um momento para quem necessita de você,
Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

É proibido não buscar a felicidade,
Não viver sua vida com uma atitude positiva,
Não pensar que podemos ser melhores,
Não sentir que sem você este mundo não seria igual."

Pablo Neruda

sábado, 1 de outubro de 2016

Aromas Espirituais








Um Processo Alquímico de Purificação Interior



Hui-neng (638-713) monge zen budista ensinou o caminho da sabedoria usando a metáfora dos Perfumes Espirituais. Em certa ocasião, falando a uma grande quantidade de pessoas que se haviam reunido para ouvi-lo, ele ensinou sobre cinco perfumes sutis:

Primeiro -  perfume da moralidade.

Quando não há erro em nossa própria mente, quando não há mal, nem inveja, nem ciúme, nem cobiça ou ódio, nem roubo ou agressão, isso é chamado de perfume da moralidade.

Segundo - perfume da estabilidade.

A capacidade de ver as características boas e más dos objetos sem que haja perturbação em nossa própria mente é chamada de perfume da estabilidade.

Terceiro - perfume da sabedoria.

Quando a nossa própria mente não tem obstrução, e sempre observa com lucidez a nossa própria natureza, não fazemos nada que seja mau. Mesmo quando fazemos algo bom, nossa mente não se apega a isso. Respeitosos em relação aos mais velhos e amáveis em relação aos mais jovens, somos simpáticos e solidários para com os que sofrem e os que são pobres. Isso é chamado de perfume da sabedoria.

Quarto -  perfume da libertação.

Quando a nossa própria mente não se fixa em objetos, não pensa no que é bom, não pensa no que é ruim, está livre e não-obstruída, isso é chamado de perfume da libertação.

Quinto - perfume do conhecimento e da visão libertados.

Quando nossa própria mente não está fixada em nada, nem no que é bom nem no que é mau, ela não se afunda na vacuidade mas se mantém na quietude. Devemos estudar amplamente e aprender muito, reconhecer a nossa própria mente original e dominar os princípios dos Buddhas, harmonizar a iluminação com o modo de lidar com as pessoas, estar livres da personalidade egoísta, e ser imutáveis até alcançar a verdadeira natureza da iluminação. Isso é chamado de perfume da visão e do conhecimento libertados.


E Hui-neng concluiu:

“Bons amigos, esses perfumes são efeitos internos dentro de cada indivíduo. Não os busquem externamente”.  


Há quem ignore o fato de que uma vida simples e pura possibilita a estabilidade mental e emocional. Alguns não sabem que a estabilidade permite o surgimento da sabedoria. Desconhecem que a sabedoria abre as portas da liberdade interior. 

Conhecer este caminho, porém, não é algo que se faça com palavras. Tal conhecimento só pode ser adquirido vivencialmente, passo a passo e com esforço próprio. O caminho da sabedoria é longo e requer atenção. A vida testa, o tempo todo, o discernimento do aprendiz. 

A aromaterapia do espírito é uma ciência complexa, e é preciso estar constantemente atento para conhecê-la a fundo e assim produzir os odores morais que mudam a vida para melhor.  


Fonte:

Vera Guedes Portal





“Existe um olfato moral, assim
como um olfato físico, meu amigo”

Um Raja Iogue dos Himalaias [1]




A filosofia esotérica afirma que há na natureza uma escala de odores, e que ela é similar à escala de sons e ao espectro das cores.[2]  Este princípio filosófico e alquímico está ligado à moderna ciência da aromaterapia. Ele se baseia na constatação de que  a combinação de certos aromas tem efeitos físicos, emocionais e morais de caráter benéfico e curativo. Isso explica, por exemplo,  o uso milenar de incensos, como prática que facilita a elevação da consciência durante meditações e reflexões.

Em aromaterapia, para citar um exemplo, o eucalipto é visto como uma árvore cujo cheiro tem o efeito de libertar da preocupação, da melancolia e da tristeza. Diferentes aromas e óleos essenciais produzem os mais diferentes efeitos benéficos sobre a consciência humana.  

O filósofo romano Lúcio Sêneca parece haver conhecido a aromaterapia. Aparentemente, ele também percebeu que a “terapia dos aromas” pode atuar não só a partir do plano físico para a alma, mas também tem efeitos quando se irradia da alma imortal para os planos inferiores da vida.

Porque Sêneca escreveu:

“Há certos componentes medicinais que, sem serem degustados ou tangidos, agem pelo odor. Assim é a virtude. Sua utilidade, mesmo à distância e escondida, exala, seja ela efervescente e desimpedida de qualquer coação, seja ela cerceada em sua expansão ou obrigada ao toque de recolher. Ainda que inativa, tácita, presa com rigor total ou aberta com plena naturalidade, ela, em qualquer hipótese, é frutífera.” [3]

A virtude, no sentido clássico, não significa submissão hipócrita e aparente a um dogma externo.  Longe disso.  A virtude  é o dharma, o dever interior, a natureza essencial de um ser humano. O ser que tem virtude é aquele  que está ligado à sua própria essência.

Hui-neng, o sexto patriarca do budismo Zen, nasceu no ano de 638 e morreu em 713 da era cristã. Assim como Sêneca, ele tinha noção clara da importância de uma vida austera e digna.

Hui-neng  ensinou o caminho da sabedoria usando a metáfora dos perfumes espirituais. Em certa ocasião, falando a uma grande quantidade de pessoas que se haviam reunido para ouvi-lo, ele ensinou sobre cinco perfumes sutis:

1) “O primeiro é o perfume da moralidade. Quando não há erro em nossa própria mente, quando não há mal, nem inveja,  nem ciúme, nem cobiça ou ódio, nem roubo ou agressão, isso é chamado de perfume da moralidade.”

2) “O segundo é o perfume da estabilidade. A capacidade de ver as características boas e más dos objetos sem que haja perturbação em nossa própria mente é chamada de perfume da estabilidade.”

3) “O terceiro é o perfume da sabedoria. Quando a nossa própria mente não tem obstrução, e sempre observa com lucidez a nossa própria natureza, não fazemos nada que seja mau. Mesmo quando fazemos algo bom, nossa mente não se apega a isso. Respeitosos em relação aos mais  velhos e amáveis em relação aos mais jovens, somos simpáticos e solidários para com os que sofrem e os que são pobres.  Isso é chamado de perfume da sabedoria.”

4) “O quarto é o perfume da libertação. Quando a nossa própria mente não se fixa em objetos, não pensa no que é bom, não pensa no que é ruim, está livre e não-obstruída,  isso é chamado de perfume da libertação.”

5) “O quinto é o perfume do conhecimento e da visão libertados. Quando nossa própria mente não está fixada em nada, nem no que é bom nem no que é mau, ela não se afunda na vacuidade mas se mantém na quietude. Devemos estudar amplamente e aprender muito, reconhecer a nossa própria mente original e dominar os princípios dos Buddhas, harmonizar a iluminação com o modo de lidar com as pessoas, estar livres da personalidade egoísta, e ser imutáveis até alcançar a verdadeira natureza da iluminação.  Isso é chamado de perfume da visão  e do conhecimento libertados.”

E Hui-neng concluiu:

“Bons amigos, esses perfumes são efeitos internos dentro de cada indivíduo. Não os busquem externamente”. [4]

Há quem ignore o fato de que uma vida simples e pura possibilita a estabilidade mental e emocional.  Alguns  não sabem  que a estabilidade permite o surgimento da sabedoria.  Desconhecem que a sabedoria abre as portas da liberdade interior.  

Conhecer este caminho, porém,  não é algo que se faça com palavras.  Tal conhecimento só pode ser adquirido vivencialmente, passo a passo e com esforço próprio.  O caminho da sabedoria é longo e requer atenção. A vida testa, o tempo todo, o discernimento do aprendiz. 

A aromaterapia do espírito é uma ciência complexa,  e é preciso estar constantemente atento para conhecê-la a fundo e assim produzir os  odores morais que mudam a vida para melhor.   



Por Carlos Cardoso Aveline



NOTAS:

[1] “Cartas dos Mahatmas Para A.P. Sinnett”, Editora Teosófica, Brasília, edição em dois volumes, ver volume I, Carta 42, p. 192.

[2] Veja o artigo “The Harmonics of Smell”, atribuído a H.P. Blavatsky mas que provavelmente foi escrito em parte por um Raja Iogue: “Collected Writings of H.P. Blavatsky”, TPH, India, volume IV, pp. 177-179.

[3] “A Tranquilidade da Alma - A Vida Retirada”, Sêneca, Editora Escala, SP, 110 pp., ver pp. 43-44.

[4] “The Sutra of Hui-neng, Grand Master Zen” , Translated by Thomas Cleary, Shamballa Publications,  Boston & London, 1998, 162 pp.,ver pp. 37-38.


Fonte:

www . Filosofia Esoterica . com 
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