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sábado, 22 de dezembro de 2012
Natal... Somos Nós!
Natal...
Somos Nós!
Somos o Natal
quando decidimos nascer de novo,
a cada dia, nos transformando.
Somos o pinheiro de natal
quando resistimos vigorosamente
aos tropeços da caminhada.
Somos os enfeites de natal
quando nossas virtudes,
nossos atos,
são cores que adornam.
Somos os sinos do natal
quando chamamos,
congregamos
e procuramos unir.
Somos luzes do natal
quando simplificamos
e damos soluções.
Somos presépios do natal
quando somos humildes
para enriquecer a todos.
Somos os anjos do natal
quando cantamos ao mundo
o amor e a alegria.
Somos os pastores de natal
quando enchemos nossos corações
vazios com Aquele que tudo tem.
Somos estrelas do natal
quando conduzimos alguém ao Senhor.
Somos os Reis Magos
quando damos o que temos de melhor,
não importando a quem.
Somos as velas do natal
quando distribuímos harmonia
por onde passamos.
Somos Papai Noel
quando criamos lindos sonhos
nas mentes infantis.
Somos os presentes de natal
quando somos verdadeiros amigos para todos.
Somos cartões de natal
quando a bondade está escrita em nossas mãos.
Somos as missas do natal
quando nos tomamos louvor,
oferenda e comunhão.
Somos as ceias do natal
quando saciamos de pão,
de esperança,
qualquer pessoa do nosso lado.
Somos as festas de natal
quando nos despimos do luto
e vestimos a gala.
Somos sim,
a Noite Feliz do Natal,
quando conscientemente,
mesmo sem símbolos e aparatos,
sorrimos com confiança e ternura
na contemplação interior
com o espírito de Natal
durante todos os dias do Ano Novo
que estabelece seu Reino em nós.
Obrigado Jesus!
Por vossa luz!
Feliz Natal, Amigo!
Autor Desconhecido
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Poesia Infantil: Papai Noel
Na árvore que a mamãe enfeitou,
deixei um bilhetinho,
será que ele encontrou?
Estou falando do bom velhinho.
Pedi na minha cartinha,
um pacotinho de alegria,
para tirar a tristeza,
da casa do meu amiguinho.
Pedi um pacotão de amor,
porque achei mais prudente,
não sei se ele pode trazer flor.
Vou dar amor de presente.
Ficou extensa minha carta, sim...
será que terá tempo de ler,
pois somente no finalzinho,
pedi um presente para mim.
Uma boneca de pano,
aquela que nasceu por engano,
que ninguém queria fazer.
Com retalhos coloridos,
e um laço no vestido,
eu gostaria de ter.
Se Papai Noel, tiver tempo,
e conseguir me atender,
teremos um lindo dia,
com saúde e prosperidade
paz e muita alegria,
sem tristezas e sem maldade.
E o bom velhinho sorrindo,
quando estiver partindo,
sentirá no coração:
Que valeu a pena
atender minha oração.
Verá que o mundo fica lindo
sem guerras e destruição!
E para todas as pessoas,
pedi um presente especial,
que todos estejam felizes,
quando chegar o Natal.
de Silvia Cristina Martins Trevisani
Campinas (SP) Brasil
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Poema: Numa Manjedoura
A estrela apontava
Que rumo seguir
Lá estava o Salvador
Nasceu numa manjedoura,
Com muito carinho e afeto
Recebeu a visita dos Reis Magos
Os seus pais Maria e José
Ela, dona de casa
Ele, carpinteiro
Veio assim o Menino
Que deram o nome JESUS
Chamado O Nazareno
Aos doze anos
Pregava nas sinagogas
A pedagogia do Amor
Aos doutores, aos sábios,
Aos humildes e a todos
Todos que o escutasse.
Apenas o que
O ensinara
"Amai-vos uns aos outros como eu vós amei"
Essa era a vontade do Pai.
Mas os homens O sacrificaram
Numa Cruz de madeira foi pregado
Apenas porque queria
Tirar o pecado do Mundo
E o seu nome era Jesus de Nazaré.
Permita que Ele adentre a vossa casa
O abrigue no coração
Essa é a melhor lição.
Luiza Maria da Silva Pinto Moura
Belo Jardim (PE) Brasil
domingo, 16 de dezembro de 2012
Poema: Um campo de Estrelas de Natal
O Campo se transmudou tão de repente,
Quando se anunciava o nascimento de Jesus.
As orquídeas não pareciam flores; tão fulgentes,
Pareciam estrelas de magnífica e estranha luz!
Se preparavam para a chegada do menino,
Se extasiavam de amor, perfume e emoção,
Ficou tão lindo o campo, e o esplendor divino,
Parecia ter colocado, em cada flor, um coração.
Não se sabia se era o palpitar ou o refulgir,
Que balançava sobre as hastes delicadas,
Não eram flores que nos vinham seduzir,
Brilhando e palpitando à beira das estradas.
Como um tapete de jóias fulgurantes,
Essas orquídeas se acenderam em grande luz!
E só voltaram a ser flores, como antes,
Para enfeitarem a manjedoura de Jesus.
Mírian Warttusch
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Poema: Hino de Amor ao Deus Menino
Andava um dia
Em pequenino
Nos arredores
De Nazaré,
Em companhia
De São José,
O bom Jesus,
O Deus Menino.
Eis senão quando
Vê num silvado
Andar piando
Arrepiado
E esvoaçando
Um rouxinol,
Que uma serpente
De olhar de luz
Resplandecente
Como a do Sol,
E penetrante
Como diamante,
Tinha atraído,
Tinha encantado.
Jesus, condoído
Do coitado
Do passarinho,
Sai do caminho,
Corre apressado,
Quebra o encanto,
Foge a serpente,
E de repente
O pobrezinho,
Salvo e contente,
Rompe num canto
Tão requebrado,
Ou antes pranto
Tão soluçado,
Tão repassado
De gratidão,
De uma alegria,
Uma expansão,
Uma veemência,
Uma expressão,
Uma cadência,
Que comovia
O coração!
Jesus caminha
No seu passeio,
E a avezinha
Continuando
No seu gorjeio
Enquanto o via;
De vez em quando
Lá lhe passava
A dianteira
E mal poisava,
Não afroixava
Nem repetia,
Que redobrava
De melodia!
Assim foi indo
E foi seguindo.
De tal maneira,
Que noite e dia
Numa palmeira,
Que havia perto
Donde morava
Nosso Senhor
Em pequenino
Era já certo
Ela lá estava
A pobre ave
Cantando o hino
Terno e suave
Do seu amor
Ao Salvador!
João de Deus
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Poesia: Natal é tempo...
"Natal é tempo... de dar um toque na vida
com as cores da esperança,
da fé, da paz e do amor.
Também é tempo de preparar,
em nosso coração e em nosso lar,
um espaço para acolher
as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré
e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.
Natal é tempo... de olhar para o céu,
encantarmo-nos com a luz das estrelas
e seguir a estrela-guia.
É tempo abençoado de dar mais atenção
à criança que mora em cada um de nós
e às que encontramos em nosso peregrinar,
à procura do caminho
que nos leva ao Deus-Menino.
Natal é tempo... de mais uma vez ouvir,
acolher e repetir
a mensagem alegre dos Anjos de Deus.
É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz
e, olhando para os “anjos aqui na Terra”,
dar a nossa contribuição,
para tornar este nosso espaço
um pouco mais parecido com o Céu.
Natal é tempo... de contemplar
o Menino Jesus e Sua Mãe
e envolvermo-nos em silêncio orante.
É tempo de agradecer as manifestações de Deus
e deixarmo-nos extasiar por esse Divino Amor que,
na fragilidade de uma Criança,
nos braços de Maria,
veio iluminar nossa fé.
Natal é tempo... de olhar para o mundo,
alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção e humildade
os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples
e, em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.
Natal é tempo... de pensar no irmão próximo e distante
e de colaborar para o renascer do amor.
É tempo de, amorosamente,
recompor a vida,
perdoar e abraçar,
com a ternura e a misericórdia do Coração de Deus,
os registros de nossa infância
e dos anos que já vivemos.
Na jubilosa esperança do Natal de Jesus Cristo,
estejamos atentos para perceber
e realizar o bem que estiver ao nosso alcance
e sermos um compreensível eco da mensagem de paz
daquela noite em que,
gerado por obra do Espírito Santo,
de Maria nasceu o Salvador."
Desejo-lhe um natal maravilhoso, meu amigo!
Autor Desconhecido
sábado, 8 de dezembro de 2012
Carta para Deus
"Deus...
Passei tanto tempo te procurando!
Não sabia onde estavas.
Olhava para o Infinito e não te via.
E pensava comigo mesmo:
Será que tu existes?
Não me contentava na busca e prosseguia.
Tentava te encontrar nas religiões e nos templos.
Tu também não estavas.
Te busquei através dos sacerdotes e dos pastores.
Também não te encontrei.
Senti-me só, vazio e desesperado, descri.
E, na descrença, te ofendi.
E, na ofensa, tropecei.
E, no tropeço, cai.
E, na queda, senti-me fraco.
Fraco, procurei socorro.
No socorro, encontrei amigos.
Nos amigos, encontrei carinho.
No carinho, vi nascer o amor.
Com o amor, eu vi um mundo novo.
E, no mundo novo, resolvi viver.
O que recebi, resolvi doar.
Doando alguma coisa, muito recebi.
E, em recebendo, senti-me feliz.
E, ao ser feliz, encontrei a paz.
E, tendo a paz, foi que enxerguei...
Que dentro de mim é que Tu estavas.
E sem procurar-te foi que te encontrei!"
Fonte:
Texto extraído do livro "A História de Um Anjo"
Roger Bottini Paranhos
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