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domingo, 9 de dezembro de 2012

Uma Canção de Natal: Noite Feliz!



Era a véspera de Natal do ano de 1818. Em Hallein, nos Alpes austríacos, o padre Joseph Mohr lia a Bíblia.

Quando se detinha nos versículos que se referiam às palavras do visitante celeste aos pastores de Belém: Eis que vos trago uma boa nova, que será de grande alegria para todo o povo: hoje nasceu o Messias, o Esperado..., bateram à porta.

Uma camponesa pedia que fosse abençoar o filho de uns pobres carvoeiros, que acabara de nascer. O padre colocou as botas de neve, vestiu seu abrigo. Atravessou o bosque, subiu a montanha. Em pobre cabana de dois cômodos, cheia de fumaça do fogão, encontrou uma mulher com seu filho nos braços. A criança dormia. O padre Mohr deu sua bênção ao pequeno e à mãe. 

Uma estranha emoção começou a tomar conta dele. A cabana não era o estábulo de Belém, mas lhe fazia lembrar o nascimento de Jesus. Ao descer a montanha, de retorno à paróquia, as palavras do Evangelho pareciam ecoar em sua alma. Aproximando-se da aldeia, pôde observar os archotes que brilhavam na noite, disputando seu brilho com o das estrelas. Era o povo que seguia para a igreja, a fim de celebrar, ali, em oração, o aniversário do Divino menino. A milenária promessa de paz vibrava no silêncio do bosque e no brilho das estrelas.

Padre Mohr não conseguiu dormir naquela noite. Febricitante, ergueu-se do leito, tomou da pena e escreveu um poema, externando o que lhe ía na alma.

Pela manhã procurou o maestro Franz Gruber, seu amigo. Mostrou-lhe os versos. O maestro leu o poema e disse, entusiasmado: Padre, esta é a canção de Natal de que necessitamos! Compôs a música para duas vozes e guitarra, porque o órgão da igreja, o único na localidade, estava estragado.

No dia de Natal de 1818, as crianças se reuniram, debaixo da janela da casa paroquial, para ouvir o padre Mohr e o maestro Gruber cantar. Era diferente de tudo quanto haviam escutado. 

Noite de paz, noite de amor...

Dias depois, chegou ao povoado o consertador de órgão. Consertado o instrumento da igreja, o maestro Gruber tocou a nova melodia, acompanhado pela voz do padre. O técnico em consertos de órgão era também um excelente musicista e bem depressa aprendeu letra e música da nova canção. Consertando órgãos por todos os povoados do Tirol, como gostasse de cantar, foi divulgando a nova Canção de Natal. Não sabia quem a tinha composto pois nem o padre Mohr, nem o maestro Gruber lhe tinham dito que eram os autores. Entre muitos que aprenderam a Canção, quatro crianças, os irmãos Strasser passaram a cantá-la.

O diretor de música do Reino da Saxônia, em ouvindo-lhes as vozes claras e afinadas, se interessou por eles e os levou a se apresentarem, num concerto. A fama dos pequenos cantores se espalhou por toda a Europa e a Canção apaixonava os corações. Mas ninguém sabia dizer quem era o autor.

Foi um maestro de nome Ambrose quem conseguiu chegar até Franz Gruber. Haviam se passado mais de trinta anos. E a história do surgimento da Canção de Natal foi escrita em 30 de dezembro de 1854.

Não são conhecidas outras músicas de Franz Gruber. A Noite de paz parece ter sido sua única produção. Não será possível crer que as vozes do céu, que se fizeram ouvir na abençoada noite do nascimento de Jesus, tivessem inspirado os versos e a primorosa melodia para que nós, os homens, pudéssemos cantar com os mensageiros celestes, dizendo da nossa alegria com a comemoração, a cada ano, do aniversário do nosso Mestre e Senhor?

Redação do Momento Espírita, com dados colhidos no livro Remotos Cânticos de Belém, de Wallace Leal Rodrigues.
CD Momento Espírita Especial de Natal, v. 15.

Fonte: Blog Olivia Espírita

terça-feira, 24 de abril de 2012

...amanhecer...


‎"Ao amanhecer, 
as confusões de ontem 
são coisas do passado.
Há um novo dia à nossa frente, 
um dia que nunca existiu."

H. Borland

sexta-feira, 6 de abril de 2012

...des afios...


"A vida só é possível através dos desafios.

A vida só é possível 
quando você tem
tanto o bom tempo quanto o mau tempo,
quando tem prazer e dor,
quando tem inverno e verão, 
dia e noite,
quando tem tristeza tanto quanto felicidade,
desconforto tanto quanto conforto.

A vida passa entre essas duas polaridades.

Movendo-se entre essas duas polaridades,
você aprende a se equilibrar.

Entre essas duas asas,
você aprende a voar até a estrela mais brilhante."

Osho

domingo, 11 de março de 2012

Escolhas


“Há pessoas que começam o dia com um ‘ter que’: ‘Eu tenho que ir ao trabalho, eu tenho que...’ – enquanto há outras que acordam e começam o dia com um pensamento de ‘eu quero fazer isso’, que pode ser revestido por uma palavra: 'Sim'! Quando a vida diária começa com 'Sim', mesmo aqueles com os quais podemos preferir não nos conectar serão alvo de uma atitude entusiástica e energizante. Haverá alguma possibilidade de crescimento na interação. Então, será que agora você começará seu dia com uma atitude relutante de ‘ter que’ ou com uma atitude entusiástica de ‘querer’? Esta é a primeira e, provavelmente, mais significativa escolha de todo o nosso dia.”

Brahma Kumaris

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

De que são feitos os dias?


De que são feitos os dias?
- De pequenos desejos,
vagarosas saudades,
silenciosas lembranças.

Entre mágoas sombrias,
momentâneos lampejos:
vagas felicidades,
inatuais esperanças.

De loucuras, de crimes,
de pecados, de glórias
- do medo que encadeia
todas essas mudanças.

Dentro deles vivemos,
dentro deles choramos,
em duros desenlaces
e em sinistras alianças...

Cecília Meireles, in 'Canções'

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

...duas estradas...


"Duas estradas se bifurcaram no meio da minha vida.
Ouvi um sábio dizer.
Peguei a estrada menos usada.
E isso fez toda a diferença cada noite e cada dia."

A Cabana 

William Young

sábado, 24 de dezembro de 2011

Cantos de Natal (Antroposofia)


1. No pinheirinho
No pinheirinho as luzes brilham
Festivamente com amor
E os homens todos na Terra esperam,
Só pela vinda do Senhor.

2. Ó vinde crianças
Ó vinde crianças, ó vinde a Belém
Ó vinde ao presépio, não falte ninguém.
E vede que Deus nesta noite nos deu
Seu filho Jesus, por nós todos nasceu

3. Borboleta
Borboleta pequenina, saia fora do rosal
Venha ver as lindas flores, que hoje é dia de Natal.
Sou a linda borboleta, sou pequena e sou faceira
Vivo no meio das flores, procurando quem me queira.

4. Canta o galo
Bate asas canta o galo dizendo Cristo nasceu (bis).
Cantam os anjos nas alturas: Glória in “exerci” Deus (bis)
Olha que abraço que meu bem me dá (bis)
O meu amor é este, não há outro igual.

5. Feliz Natal
Feliz Natal é o que nós desejamos
A toda a gente de boa vontade
Feliz Natal para o rico e para o pobre
Natal de fé, Natal de paz o de bondade.

6. Surgem Anjos
Surgem anjos proclamando: Paz na Terra e a Deus louvor!
Vão seus hinos ecoando nas montanhas em redor:
Gló-ó-ó-ó-ria, glória a Deus nas alturas (bis).

7. Alegria de Natal
Pinheirinhos que alegria! trá—lá-lá
Sinos tocam noite e dia , trá-lá-lá
É Natal que vem chegando, trá-lá-lá
Vamos pois cantarolando trá-lá-lá
Mais um ano vai se embora trá-lá-lá


Margarethe Hauschka