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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Caminhos...


Num bosque amarelo dois caminhos se separavam, 
E lamentando não poder seguir os dois 
E sendo apenas um viajante, 
fiquei muito tempo parado. 

E olhei para um deles tão distante quanto pude 
Até onde se perdia na mata; 
Então segui o outro, 
como sendo mais merecedor, 
E tendo talvez melhor direito, 
Porque coberto de mato e querendo uso. 

Embora os que lá passaram 
Os tenham percorrido igualmente de igual forma, 
E ambos ficaram esta manhã 
Com folhas que passo nenhum pisou. 

Oh, guardei o primeiro para outro dia! 

Embora sabendo como um caminho leva para longe, 
Duvidasse que algum dia voltasse novamente. 

Direi isto suspirando 
Em algum lugar, 
daqui a muito e muito tempo: 
Dois caminhos se separaram entre um bosque e eu… 
Eu escolhi o menos percorrido. 

E isso fez toda a diferença.

Por Robert Frost

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Saúde: O Corpo é um espelho de nossas Crenças


"Embora muitas pessoas me vejam como alguém com o poder de curar os outros, eu não curo ninguém. Meu trabalho é ajudar as pessoas a compreenderem como seus pensamentos criam, constantemente, suas próprias experiências de vida - todas elas, tanto as boas quanto as que chamamos de más experiências. 

Você já se viu indo para o trabalho remoendo ressentimentos em relação a um colega ou alimentando sua insegurança por causa de uma tarefa que lhe foi solicitada? É um exemplo simples, mas que ajuda a entender o que afirmo. 

Se, em vez de pensar negativamente, você procurasse pensar nas razões que poderiam ter levado o companheiro de escritório à atitude agressiva, e imaginasse formas afetuosas de resolver o conflito, seu encontro com ele poderia gerar uma aproximação feliz para ambos. Se, em vez de inventariar suas próprias falhas, você tomasse consciência de sua capacidade e repetisse para si que poderia realizar a tarefa solicitada com sucesso - pedindo ajuda se precisasse, provavelmente você a desempenharia com outro ânimo e competência. 

Nossos pensamentos podem, da mesma forma, estar contribuindo para o bem-estar ou para o mal-estar de nossos corpos. Não queremos ficar doentes e, no entanto, precisamos de cada doença que contraímos. É a maneira que nossos corpos encontram para nos dizerem que estamos com uma idéia errada, com uma percepção falsa, e que precisamos mudar nossa forma de pensar. 

Tenho uma amiga que precisou passar por uma pneumonia grave para concluir que era indispensável mudar seu ritmo de vida e fazer uma terapia que a ajudasse a rever seus relacionamentos. 

Há pessoas que usam a doença como forma de não assumir compromissos, mantendo-se permanentemente numa situação fragilizada. 

Cada doença é uma lição que precisamos aprender. Por favor, não fique só reclamando: "quero me livrar desta doença." Isso não vai trazer a cura que você deseja e você não vai aprender a lição de que necessita. Não se coloque também numa atitude defensiva, como se a doença fosse uma espécie de acusação. Não se trata de condenar nem de sentir nenhuma culpa. Tanto na doença quanto em qualquer situação de vida, o importante é observar o que está acontecendo conosco para entender o que precisa ser libertado e transformado. 

Então eu lhe digo: é hora de se curar, de tornar sua vida e seu corpo íntegros, que significa que você deseja investir na sua saúde. 

Eu sei que você tem, dentro de si, tudo de que precisa para conseguir isso. Quando você começar a compreender o processo que leva à saúde ou à doença, será capaz de assumir o controle consciente das mudanças que deseja fazer. 

É um processo muito emocionante que vai se tornar uma das aventuras mais felizes da sua vida.  

Acredito que existe um centro de sabedoria dentro de cada um de nós e que, quando estamos prontos para fazer mudanças positivas, atraímos o que é necessário para nos ajudar. Pode ter certeza de que alguma coisa dentro de você se transformou e o processo de cura já começou. 

Pare um instante a leitura e diga em voz alta: Eu já comecei o meu processo de cura. 

O corpo é um espelho das nossas crenças e dos nossos pensamentos mais íntimos. O corpo está sempre conversando conosco. É preciso aprender a escutar o que ele tem a dizer. Cada célula reage a cada pensamento seu, a cada palavra que você pronuncia. Por isso, se prolongamos durante muito tempo determinadas formas de pensar e de falar, elas irão produzir comportamentos e posturas corporais, assim como um maior ou menor bem-estar. Suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou sua doença. 

Uma pessoa que está sempre com o rosto fechado provavelmente não tem muitos pensamentos alegres e amorosos. Os rostos e corpos dos mais velhos mostram claramente como foi sua vida e seus comportamentos. 

Pare um pouco e pense: que aparência eu vou ter quando entrar na terceira idade? Como acredito que todos nós nascemos com o direito de ser completamente saudáveis e satisfeitos em todas as áreas de nossas vidas, quero ajudar você a conquistar esse direito agora. 

Algumas das coisas que vou sugerir talvez pareçam simples demais, mas fique sabendo que estas idéias foram testadas muitas vezes com enorme sucesso. Elas funcionam de verdade. Antes de continuar a ler este texto, repare no seu corpo. Coloque-se numa posição confortável, respire fundo e procure relaxar. Abra-se para acolher todas as idéias, aceitando apenas as que se aplicam ou fazem sentido para você. Acredito que toda doença é uma criação própria. É claro que não dizemos quero ter tal doença, mas criamos um ambiente mental que faz com que a doença apareça e se desenvolva. 

Volto a repetir: nossos diálogos interiores provocam reações em cada célula do corpo. Ouvi um médico dizer recentemente: "Se um cirurgião operar um paciente sem fazer coisa alguma para ajudar a descobrir e curar a causa da doença, ele estará apenas adiando o problema, pois o paciente criará um outro mal-estar." Não basta tratar o sintoma. Precisamos eliminar a causa da doença. 

E para isso precisamos penetrar no lugar, dentro de nós mesmos, onde o processo teve início. 

Somos profundamente responsáveis por quase todas as experiências por que passamos em nossas vidas. Tanto as melhores quanto as piores. Porque, como já disse, somos nós que criamos nossas experiências através dos pensamentos que temos e das palavras que pronunciamos. O universo apóia completamente nosso diálogo interior. 

Nosso subconsciente aceita como verdade aquilo em que escolhemos acreditar. Isto significa que o que acredito ser verdade a meu próprio respeito e a respeito da vida se tornará verdade para mim. 

Essa é uma escolha que você faz. É claro que os pensamentos vêm à cabeça sem nosso controle, mas, ao reconhecê-los, você pode alimentá-los ou procurar desapegar-se deles, tentando olhar a realidade de outra perspectiva. Temos também o impulso de pronunciar certas palavras, mas somos capazes de silenciá-las ou substituí-las por outras mais amorosas, impregnadas de compreensão e tolerância. 

O que pensamos e sentimos a respeito de nós mesmos e de nossa vida formou-se desde criança, pelas reações e comportamentos dos adultos que nos rodeavam. Assim, se você viveu com pessoas assustadas ou com pessoas extremamente infelizes, aprendeu uma porção de coisas negativas a seu próprio respeito e a respeito da vida. E é possível que ainda acredite nelas. Não estou dizendo isso para que culpemos nossos pais. Eles provavelmente foram vítimas de seus próprios pais e não podiam nos ensinar o que não sabiam. Se sua mãe não gostava dela mesma e se seu pai não sabia ser carinhoso e atento, eles não teriam condições de ensinar você a se amar e a se tratar com carinho e atenção. Por mais bem intencionados que fossem. Acredito que escolhemos nossos pais. 

Cada um de nós decide encarnar neste planeta em épocas e locais específicos. Fazemos assim porque estamos neste mundo para aprender as lições que nos farão avançar em nosso caminho espiritual. Para isso, escolhemos nosso sexo, nossa cor, nosso país e as pessoas que nos farão ter as experiências de que precisamos para evoluir. 

Muitas vezes, quando crescemos, acusamos nossos pais e nos queixamos: "foi você quem fez isto comigo, a culpa é sua". Mas, na verdade, nós os escolhemos, porque era com eles que podíamos viver aquilo que queríamos aprender a superar. Passamos a vida criando experiências que combinem com as crenças adquiridas na infância. 

Olhe para trás e observe quantas vezes você passou pelo mesmo tipo de relacionamento e pela mesma qualidade de problema. É bem possível que você tenha criado essas experiências repetidamente porque elas refletem o que você pensa a seu respeito. 

Mas não adianta ficar remoendo os problemas do passado, porque é o momento presente que importa. O que aconteceu no passado, até este momento, foi criado por você, com seus próprios pensamentos e antigas crenças, sem que você se desse conta. 

Mas o que você escolhe pensar, acreditar e dizer hoje, neste exato lugar, neste exato momento, está criando o seu futuro. Seu diálogo interior de agora está criando o seu amanhã, a semana que vem, o próximo mês e o ano que vem. 

Então, preste atenção no que você está pensando neste instante. 

Você quer que este pensamento crie o seu futuro? 

Ele é negativo ou é positivo? 

Observe, preste atenção. 

Não existe certo ou errado no que pensamos, e volto a dizer que não quero nunca explorar o sentimento de culpa. Pelo contrário, quero eliminá-lo, porque ele paralisa e não faz crescer. 

Estou querendo apenas que você entre em contato com o que está pensando, porque, em geral nós tomamos muito pouca consciência do que se passa em nossas mentes e em nossos corpos. Só prestamos atenção quando ficamos doentes ou quando sentimos dor. E, se não sabemos o que está se passando dentro de nós, como poderemos mudar?"

Por Louise Hay

sábado, 2 de junho de 2012

Dependência Emocional: Todos nós queremos ser livres


Todos nós queremos ser livres e ter nossas decisões e atitudes respeitadas, aprovadas e, se possível, aplaudidas pelos que nos cercam.


Todos queremos ser amados e aceitos, até mesmo por aqueles que não estão diretamente relacionados conosco.


Queremos ser felizes, e não podemos conceber que essa felicidade não seja resultado daquilo que nos acontece todos os dias.


E, se realmente é assim que sentimos e pensamos, temos que admitir que muitas decisões e atitudes daqueles que convivem conosco, nos afetam profundamente, e têm consequências imediatas em nossa vida.

A simples afirmação de que somos todos um reafirma essa verdade universal, lembrando-nos de nossa integração e interdependência. Quando nos sentimos integrados ao todo, percebemos claramente que ela demanda uma grande responsabilidade e uma profunda compreensão. 


Responsabilidade em considerar o interesse no todo em todas as nossas escolhas, e compreensão, para respeitar e aceitar as escolhas que as demais partes do todo fazem a cada momento.


Tudo isso parece muito lindo, quando as escolhas empreendidas por nossos semelhantes não resultem em frustração de algum desejo nosso, ou a não realização de nenhum de nossos planos.

Quando algum de nossos conhecidos, vizinhos, amigos, companheiros de trabalho ou familiares nos nega aquilo que julgamos imprescindível à nossa felicidade, a tese da liberdade irrestrita cai por terra, e o outro, que até então era um ser tão livre e soberano quanto nós, passa a ser responsabilizado pelo nosso sofrimento e desdita.

O Guia nos diz que culpar os outros pela nossa infelicidade é, em última análise, negar-lhes o bem mais precioso da existência, ou seja, a liberdade.


O Guia nos mostra claramente que a parte de nós que quer ver satisfeitos todos os seus desejos, e aprovadas todas as suas atitudes, é aquela parte que não se tornou adulta, porque continua colocando nas mãos dos outros não apenas a satisfação de suas necessidades, mas a sua própria felicidade.

Segundo o Guia, o ser humano verdadeiramente adulto, assume a responsabilidade pela satisfação de suas reais necessidades, buscando-a na interação com os semelhantes, compreendendo que nem sempre elas serão totalmente satisfeitas, e que raramente as atitudes que tomamos para satisfazê-las contarão com a colaboração, aceitação e aplauso de todos.

Segundo o Guia, deixar os outros livres para escolher o que desejam fazer, respeitar suas escolhas, livrar-se da necessidade de vencer a qualquer custo, aceitar perder disputas e habituar o ego a abrir mão de seus desejos, em nome de relações mais justas, são atitudes que despertam nossa verdadeira força e nos torna vencedores.

Aceitar que aqueles que amamos não nos amem com a mesma intensidade, ou simplesmente não gostem de nós, compreender que nossos colegas de trabalho podem decidir se empenhar em projetos diferentes dos nossos, entender que nossos filhos podem ter e defender idéias até mesmo opostas às nossas.


Respeitar posicionamentos, hábitos e costumes de nossos vizinhos estrangeiros, são exemplos simples de atitudes onde o ego deve ser vencido para que o ser humano e transcendente em nós seja o vencedor.

O Guia afirma que a verdadeira vitória acontece quando nosso ego desiste de vencer. E ela acontece porque quando neutralizamos o ego, entramos em contato com nosso centro de poder e o colocamos á serviço da totalidade.


Quando reconhecemos nos outros o direito de ser, seja esse ser favorável a nossos anseios ou não, reconhecemos nosso próprio direito ao prazer e à felicidade.

Como consequências imediatas desse reconhecimento da liberdade do outro, seremos mais diretos e assertivos em nossas escolhas, mais espontâneos em nossos relacionamentos e mais verdadeiros em nossas atitudes, porque não precisaremos mais comprar aceitação e aprovação de ninguém.


Só em contato com nossa própria essência, podemos ser, ao mesmo tempo, fiéis a nós mesmos, e a todos os seres do universo.

Porque somos todos um.


Eva Pierrakos - o Guia

Meditação:


Sente num ambiente calmo e tranquilo. Os pés devem estar firmes no chão, as mãos colocadas sobre as pernas e os olhos fechados do começo ao fim.

Veja-se num campo tendo à sua frente tudo aquilo que você deseja.


Corra na direção do que mais deseja e perceba que você não está conseguindo chegar lá por ter presa à sua cintura uma corda que está amarrada numa pedra.

Esta pedra representa suas dependências emocionais: suas desculpas, suas crenças, sua falta de fé, a sua tendência a acreditar mais nos outros...

Respire uma vez e usando toda sua força de imaginar pegue um machado de ouro, vire seu corpo para trás, rompa esta corda e saia correndo alcançando o que mais você quer.

Então respire e abra os olhos.

Izabel Telles

domingo, 20 de maio de 2012

Alinhamento: Terra, Lua, Sol e Plêiades / Eclipse




Em 20 de maio de 2012, pela primeira vez em 26.000 anos, o Sol e a Lua, e a constelação responsável pela nossa evolução espiritual e ascensão, as Plêiades, se alinharão num espetacular Eclipse Anular Solar completo. Eclipse solar com eclipse anular completo fará parte de um raro alinhamento que ocorrerá entre a Terra, o Sol e o nosso Sol central Alcyone, da Constelação das Plêiades.

Um eclipse solar anular ocorre quando o diâmetro aparente da Lua é menor que o do Sol, fazendo com que o Sol pareça um anel, bloqueando a maior parte da luz do Sol. Um eclipse anular aparece como um eclipse parcial sobre uma região de milhares de quilômetros de extensão.

A Pirâmide do Sol fora da Cidade do México em Teotihuacan é prevista a estar alinhada com as Plêiades em sua face oeste e muitas das ruas do entorno foram alinhadas diretamente com o ponto de demarcação das Plêiades na meia-noite da noite quando ela está em seu ponto mais alto. As Plêiades também foram claramente reverenciadas pelos maias, que na área de Chichen Itza sabiam que o Sol lança uma sombra serpentina no lado da escadaria norte da pirâmide de Kukulcan durante o equinócio da primavera. Alguns estudiosos calcularam que cerca de 60 dias após o aparecimento desta sombra, quando o sol atinge o seu auge sobre a Pirâmide ao meio-dia (20 de maio - 23 de maio), há um outro alinhamento direto com as Plêiades. Este alinhamento Plêiades - Sol pode ter uma conexão direta com Quetzalcoatl, a serpente emplumada que veio trazer uma sabedoria maior ao planeta.

Piramidologistas trabalhando no Egito nos últimos doze anos encontraram textos que sugerem que os egípcios reverenciavam as Plêiades como um sistema estelar divino superior, especialmente Alcyone, sua estrela mais brilhante.

As Plêiades são uma vista bem conhecida no Hemisfério Norte no inverno e no Hemisfério Sul no verão e são conhecidas desde tempos antigos por culturas em todo o mundo. As primeiras histórias dos Dakota falam dos antepassados como sendo as Plêiades. Os Hopis chamavam os pleiadianos como 'Chuhukon', significando aqueles que se unem. Eles se consideravam descendentes diretos dos pleiadianos.

Os Navajos chamaram as Plêiades de "Sóis Espumantes", a casa do 'Deus Negro". Alguns nativos americanos acreditavam que todas as tribos da América do Norte vieram das Plêiades. Que eles eram realmente descendentes e receberam uma tarefa dos pleiadianos para manter a Terra em segurança.

Eclipses significam mudanças boas e sempre levam a importantes eventos.

Eles ampliam intensamente a nossa consciência e nos forçam a olhar para o que geralmente temos dificuldade em enxergar. Eclipses solares significam novos começos, (20 de maio de 2012) e eclipses lunares (4 de junho de 2012) representam situações acabando.

Estes são Eclipses muito poderosos, cada um com suas próprias dádivas e definição de regras. Conforme a conexão estelar pleiadiana se renova, irão nascer novas geometrias cristalinas que complementam a conexão luminosa existente.


Por Osvaldo Coimbra Junior





"Não podemos falar do Eclipse de 20 de maio de 2012 sem mencionar que a relevância deste se dá pela conjunção que estará com as Plêiades. E este é seu grande diferencial!!!

As Plêiades são um conjunto de estrela da constelação de Touros que dentre elas está Alcione que tem à sua volta um gigantesco anel, ou disco de radiação, em posição transversal ao plano das órbitas de seus sistemas (incluindo o nosso), que foi chamado de Cinturão de Fótons. Ou seja Nosso Sol é portanto a oitava estrela desta constelação localizada a 28 graus de Touro O Sistema Solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação de Plêiades. E leva 26 mil anos para completar a orbita (volta completa) ao redor de Alcione, movimento terrestre também conhecido como Precessão dos Equinócios. A divisão desta órbita por doze resulta em 2.160, tempo de duração de cada era "astrológica" (Era de Peixes, Era de Aquário, etc).

E neste ano de 2012 o alinhamento de Nosso Sol com mas Plêiades (Alcione) e ainda a Lua simboliza o ápice da entrada da nova era , a Era de Aquários e partindo da dimensão em tamanho da enormidade destes astros, imagine que o Sistema Solar faz parte dele e já é enorme!!!) pode-se ter uma ideia da dimensão energética deste momento... pois... A Terra começou a penetrá-lo em 1987 e está gradativamente avançando, até 2.012, quando vai estar totalmente imersa em sua luz. Por isto tantos estudiosos e iluminados nos falam da importância e da regência das Plêiades à Humanidade neste ano de 2012!!

Partindo do base da ciência da Astrologia onde Touro é regido por Vênus e rege o Amor e todos estes astros, inclusive, o Sistema Solar estão em Touro, assim, aqui encontra-se o porquê a energia motora do Universo é o Amor. Atingimos então a entrada efetiva na Era do Amor Universal... Por isto o momento libertador da Esfera Cármica da Humanidade e de Nosso Planeta é tão intenso neste Momentum!!!

Estejamos todos atentos para a relevância deste eclipse de 20/05/2012 e saibamos qual é o seu diferencial e mais do que nunca saibamos a importância de acompanharmos este gigantesca emanação de amor Universal conscientes que não haverá volta e nossa sintonia é fundamental para nossa libertação individual!!"

Por Claudia Lazzarotto - Astróloga


E também, 


Eventos de 20/Maio/2012, 04/Junho/2012, 13/Novembro/2012 e 28/Novembro/2012


Visite NASA:


http://eclipse.gsfc.nasa.gov/OH/OH2012.html#SE2012May20A


http://eclipse.gsfc.nasa.gov/SEmono/ASE2012/ASE2012.html



Atualização / 13 de Novembro / Veja também:

http://sandralage.blogspot.com.br/2012/11/eclipse-solar-hoje-13-de-novembro.html


Atualização / 28 de Novembro / Veja também:

http://sandralage.blogspot.com.br/2012/11/hoje-28-de-novembro-eclipse-lunar.html





Meu Comentário:


Muitas tradições apontam 21.12.2012 como um final de ciclo. 

Que assim seja ! 

Que você aproveite o alinhamento da Terra e do Sol com o Centro da Galáxia, fenômeno astronômico que se realiza a cada 2160 anos aproximadamente, e se conecte com Sua mais Profunda Luz. 

Conecte-se com aquela parte do seu Ser que não foi condicionado por nenhum padrão social, e que continua dentro de você, só esperando a oportunidade de vir a Luz. 

Escolha ser feliz! 

Sim, está em suas mãos, ainda mais neste mundo novo. 

Escolha ser feliz e deixar para lá as 'coisinhas pequenas' do dia a dia, fazer valer sempre a sua vontade, discussões, aborrecimentos, problemas de relacionamento com voce mesmo (a) e com os que o cercam, na família, no trabalho, nos relacionamentos afetivos... 

Porque do ponto de vista de uma Alma Imortal, muito pouca coisa tem realmente relevância.

Pense na Impermanência! 

Escolha deixar a vida fluir com alegria, paz interior e mais amor! 

Escolha dar risada dos seus erros e aprender com eles, evoluir! 

Escolha finalmente viver um 2013 diferente!  

Sorria! Feliz Ano Novo ! 

Feliz modo novo de estar no mundo em 2013!

domingo, 11 de março de 2012

Escolhas


“Há pessoas que começam o dia com um ‘ter que’: ‘Eu tenho que ir ao trabalho, eu tenho que...’ – enquanto há outras que acordam e começam o dia com um pensamento de ‘eu quero fazer isso’, que pode ser revestido por uma palavra: 'Sim'! Quando a vida diária começa com 'Sim', mesmo aqueles com os quais podemos preferir não nos conectar serão alvo de uma atitude entusiástica e energizante. Haverá alguma possibilidade de crescimento na interação. Então, será que agora você começará seu dia com uma atitude relutante de ‘ter que’ ou com uma atitude entusiástica de ‘querer’? Esta é a primeira e, provavelmente, mais significativa escolha de todo o nosso dia.”

Brahma Kumaris

sexta-feira, 9 de março de 2012

Angústia diante do Novo


"O novo sempre nos assustou. Historicamente temos diversas referências, especialmente entre os filósofos como Giordano Bruno, Galileu Galilei e Sócrates. Seus discursos assustavam porque inovavam. Sugeriam pensamentos e comportamentos diferentes aos do costume da época.

Se procurarmos podemos encontrar muitos outros nomes, mas o importante neste momento é refletirmos sobre a angústia que acompanha o novo. Sempre que alguma idéia nova surge temos um primeiro impulso de repudiá-la. Pois o novo sugere mudanças e essas proporcionam desconforto.

Ao atentarmos para o novo nos colocamos em uma situação de fragilidade porque aquilo que conhecemos proporciona conforto, segurança e confiança. Então é comum presenciarmos situações de medo quando uma criança é levada pela primeira vez a uma escola onde, mesmo na companhia de outras crianças, sente-se desamparada e assustada. Além das questões emocionais envolvidas, que não é nosso objetivo no momento, a situação do novo sempre desequilibra.

Uma amiga disse que nos desequilibramos o tempo todo se queremos nos movimentar. Ao trocar um passo experimentamos a perda do equilíbrio momentaneamente para retomá-lo rapidamente e assim por diante se desejarmos caminhar, apesar de termos a opção de permanecermos no mesmo lugar. E da mesma forma agimos em todos os sentidos. Para experimentar algo novo precisamos sair do equilíbrio no qual nos encontramos e então conhecermos o movimento que o novo oferece.

Movimento, a princípio, indica algo o qual todos desejamos, mas nem sempre estamos dispostos a alcançá-lo. Se tomarmos como exemplo algo bem simples, como um exercício físico que protelamos ou deixamos para outra oportunidade, poderemos perceber o quanto damos preferência ao conforto no qual nos encontramos, em oposição ao movimento que afirmamos ser nosso propósito.

Porém, em alguns momentos de nossa existência precisamos tomar decisões que envolvem algo novo. E se nos prepararmos para enfrentar o novo que se apresenta, teremos maiores chances de escolhas que nos ofereçam alternativas inesperadas para situações que podemos, inclusive, estar familiarizados, mas que sob outro ponto de vista torna-se surpreendente.

Angústia diante do novo é algo que permeia o nosso existir. No entanto, buscar maneiras de suavizar esse sentimento, de modo a sermos capazes de nos arriscarmos em situações que possam nos surpreender é uma decisão que pode auxiliar em nosso movimento em busca de novas conquistas."

Texto de Márcia A. Ballaminut Cavalieri
Psicóloga

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

...duas estradas...


"Duas estradas se bifurcaram no meio da minha vida.
Ouvi um sábio dizer.
Peguei a estrada menos usada.
E isso fez toda a diferença cada noite e cada dia."

A Cabana 

William Young

sábado, 31 de dezembro de 2011

O que voce escolhe: o mundo ou o amor?


‎"Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor...

Lembre-se.

Se escolher o mundo ficará sem o amor,
mas se escolher o amor
com ele você conquistará o mundo."

Albert Einstein

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

O que voce escolhe agora: o amor ou o medo?


"Você escolhe o amor ou o medo a cada momento. 
O amor conecta voce ao seu coração. 
O medo abre a conexão com a mente do ego. 
Escolha o amor."

Christine Day

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

E voce? O que voce aprendeu?


"Aprendi que o amor chega na hora exata...
Que a maturidade vem aos poucos...
Que a infantilidade só vale a pena se for pra fazer a gente rir...
Que pai, mãe são tudo...
Que amigos bons e sinceros são muito poucos...
Que cuidar da sua vida é sempre a melhor opção...
Que dias melhores "sempre" virão...
Que na vida, tudo vale a pena...
E principalmente que minha felicidade 
depende muito das escolhas que Eu faço..."

Autor Desconhecido

sábado, 3 de dezembro de 2011

O Manto de Mãe Maria: Proteção para os Filhos (Antroposofia)


Ó manto de Maria
proteja meu filho de todo mal
Ó manto de Maria
envie o calor do meu coração para meu filho
Ó manto de Maria
Guie os passos do meu filho na senda da verdade
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Anônimo 

Esta oração da Idade Média procura três elementos de proteção para ajudar o jovem a crescer: 

O calor do amor, 
O guiar os passos e 
O encontro com a verdade. 

Naquela época as pessoas tinham um relacionamento natural com os mundos superiores e a prece era o meio mais eficaz para expressar essa fé e confiança. Esta situação tem mudado bastante, pois hoje em dia temos que nos conscientizar dos problemas, para que junto conosco as forças superiores possam atuar na oração.

Os pais estão muito atentos aos perigos do mundo de fora que podem atingir seus filhos. Porém, além disso existem alguns que não se manifestam tão obviamente, mas que podem interferir no crescimento sadio do/da jovem, isto é, ‘a perda da inocência’, o avançar de vivências que deveriam ficar para um setênio futuro pois o namoro muitas vezes começa já no segundo setênio.
Este fenômeno não é restrito ao Brasil senão ao mundo dos jovens em geral, onde eles estiverem. 

O jovem se mostra insatisfeito com as atividades que satisfazem seus pais na mesma idade, ele quer e exige vivências exuberantes; praticar esportes de alto risco é apenas uma manifestação disso. Eles procuram a liberdade emocional que se confunde com a emergência da sexualidade.

Na maioria dos casos a pergunta de como chegar a critérios adequados para lida com esta questão se resolve por meio daquilo que podemos chamar “o consensus da aula”. Os pais são cada vez mais confrontados com os pedidos e as colocações de seus filhos que por citar “o consensus da aula” exigem que desfrutem de plena liberdade de escolha, de onde, vão, com quem, e chega a tal ponto o exagero que convencem, em alguns casos, seus pais de que sua tarefa seria de ver que a vontade de seu filho seja cumprida. Claro que isto ocorre em casos extremos, porém, é como dizer: “tenho o direito de ser feliz e para que isso possa acontecer, vocês deveriam remover os obstáculos no meu caminho”... Com esta atitude pouco a pouco desaparece a objetividade entre a criança/jovem e seus pais. 

Podemos perguntar como isso aconteceu?

Os pais da grande metrópoles, estão em geral ambos ausentes do lar por períodos longos pela exigência de seus trabalhos. Como não estão, o jovem imperceptivelmente transfere seu “ponto referencial” ou uma parte dele para o consensus da aula chamado “panelinha”. O “consensus da aula” sempre está querendo abrir novos campos de interesse, expandindo a atuação livre dos seus integrantes, como participar em festas sem supervisão dos pais que vão até a hora da madrugada, ou festas na praia, ou em lugares longe de casa onde se pernoita e assim em diante. 

O grupo começa a exercitar uma influência considerável, como monitorando como se veste, estilo, cor, quem é considerado “legal” e quem não é, assim com mil é uma metas que só eles sabem. Os integrantes formam laços emocionais e usam o grupo cada vez mais como ponto de referência para seu comportamento. Os líderes deste grupo são os mais precoces e experientes. Uma jovem que seja talvez mais tímida, porém querendo fazer parte da “ação” se sente sob pressão para entrar no jogo do namoro, de demonstrar sua capacidade de conquistar, mesmo que ela, ao cumprir este papel, tenha de contradizer sua própria consciência, como preço de ser integrante do grupo.

São justamente estas jovens que podem perder sua inocência sem querer fazê-lo. Elas entram em uma situação desprotegida em uma situação constrangedora em que se deixam ser levadas pelo que os outros acham “legal”, perdendo assim sua inocência e possivelmente sendo arrastadas à gravidez e a um parto ou a um aborto, ambos semeando tristeza na sua jovem vida. Temos de ser conscientes e vigilantes no atuar com nossos filhos de maneira que este tipo de acidente não aconteça. Porém, essa proteção terá que vir da nossa fé que eles podem sentir como uma força protetora também.

A celebração das épocas do ano cristão deveria nos trazer ajuda para refletir sobre as realidades práticas de nossas vidas. 

Que neste Advento a Virgem Maria possa nos transmitir os valores da inocência, da pureza, como foram sua condição para poder ser portadora do seu filho Jesus, o filho de Deus.

Queremos que essa qualidade seja preservada em nossos filhos para que eles possam ser portadores da flor da juventude e que em seu tempo amadureça na alma a capacidade de amor que se revela no encontro daquele que esperava aparecer no destino.

Como podemos proteger esta flor?

Pelo fato de estabelecer nos com o ponto referencial principal dos nossos filhos pelo fato de eles serem a coisa mais importante que temos. Este fato terá que ser manifestado pela presença do pai ao lado do seu filho, como pai, companheiro, amigo e guia. 

A época de Advento é um momento para os pais contemplarem se o seu manto de proteção é pequeno de mais, ou está cobrindo por completo seu filho amado. Se não estiver cobrindo, ali temos que ver que só com sacrifício restabeleceremos estas prioridades, sacrificar tempo, até trabalho para poder desfrutar deste relacionamento divino, pois a inocência de seu filho vem de Deus e toca as cordas da ternura em seu coração.

Agora estamos em condições de fazer a oração com toda convicção.

Ó manto de Maria
proteja meu filho de todo mal
Ó manto de Maria
envie o calor do meu coração para meu filho.
Ó manto de Maria
guie os passos do meu filho na senda da verdade
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo!

O Manto de Maria 
Por Douglas Thackray

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

O que realmente importa?


As mensagens do início da Primavera estavam por toda parte 
e cada dia que passa agora 
a consciência de uma nova vida se intensifica. 
Eu entendi a chamada do galo silvestre 
como metáfora de um futuro mais brilhante. 
Ressaltando esta vida vamos encontrar um caminho. 

"Para cada um de nós, 
seguramente, 
estejamos preparados ou não, 
algum dia chegará o fim. 
Não haverá mais auroras, 
minutos, 
horas nem dias. 

Todas as coisas que voce juntou, 
quer entesouradas ou esquecidas, 
serão passadas para outra pessoa. 
Sua riqueza, fama e poder temporal 
vão encolher até a irrelevância. 
Não importa o que voce possuiu ou devia. 
Seus rancores, ressentimentos, frustrações 
e invejas finalmente desaparecerão. 
Assim também, 
as suas esperanças, ambições, planos e agenda irá expirar. 
As vitórias e derrotas, 
que uma vez que parece tão importantes irão desaparecer. 

Não importa de onde voce veio, 
nem de que lado da trilha voce viveu no final. 
Não importa se voce é bonito ou brilhante. 
Mesmo o seu gênero ou cor da pele será irrelevante. 
Então, o que vai importar? 
Como será medido o valor de seus dias? 
O que importa não é o que voce comprou, 
mas o que voce construiu. 
Não é o que voce conquistou, 
mas o que voce deu. 
O que importa não é o seu sucesso, 
mas o seu significado. 
O que importa não é o que voce aprendeu, 
mas o que ensinou. 
O que importa é cada ato de compaixão, 
de integridade, coragem ou sacrifício, 
que enriqueceram, 
fortaleceram e incentivaram outras pessoas 
a imitar o seu exemplo. 
O que importa não é sua competência, 
mas seu caráter. 
O que importa não é quantas pessoas voce conheceu, 
mas quantas sentirão uma perda duradoura 
quando voce tiver ido. 
O que importa não são as suas memórias, 
mas as lembranças que vivem naqueles que te amaram. 
O que importa é quanto tempo voce será lembrado, 
por quem e pelo quê. 
Uma vida vivida que importa não é de circunstância, 
mas de escolha."

Steve Kroschel

"For each of us eventually, we are ready or not, someday it will come to an end. There will be no more sun rises, no minutes, hours or days. All the things you collected weather treasured or forgotten will pass to someone else. Your wealth, fame and temporal power will shrivel to irrelevance. It will not matter what you owned or owed. Your resentments, frustrations and jalousies will finally disappear. So too your hopes, ambitions, plans and to do list will expire. The wins and losses that once seem so important will fade away. It wont matter where you came from or on what side of the track you lived at the end. It wont matter if you are beautiful or brilliant, even your gender and skin colour will be irrelevant. So what will matter? How will the value of your days be measured? What will matter is not what you bought, but what you built. Not what you got, but what you gave. What will matter is not your success, but your significance. What will matter is not what you learned, but what you taught. What will matter is every act of integrity, compassion, courage or sacrifice that enriched, empowered or encouraged others to emulate your example. What will matter is not your competence, but your character. What will matter is not how many people you knew, but how many will feel a lasting loss when you are gone. What will matter is not your memories, but the memories that live in those who loved you. What will matter is how long you will be remembered, by whom, and for what. A life lived that matters is not of circumstance, but of choice."


Steve Kroschel

Filme/Documentário sobre a Terapia Gerson do Dr. Max Gerson

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Psicossíntese



No seu sentido mais básico, a psicossíntese é o processo de crescimento pessoal - a tendência natural em cada um de nós de harmonizar, ou sintetizar, nossos vários aspectos em níveis sempre mais altos de organização. 

Em seres humanos, esse anseio de evolução para um nível mais refinado se torna consciente, o que permite facilitar e cooperar com esse processo natural. Para tornar essa cooperação mais eficiente, é necessário adquirir uma compreensão conceitual e estrutural, e entrar em contato com o leque de técnicas práticas disponíveis. 

A psicossíntese oferece uma metodologia e conceitos claros - dentro de um sistema abrangente e flexível - para ajudar e facilitar o impulso humano natural rumo a seu desenvolvimento e a sua integração.

A psicossíntese acredita que cada ser humano possui um vasto potencial que, geralmente, é pouco reconhecido e pouco usado. Ela também acredita que cada um de nós tem dentro de si a capacidade de ter acesso a esse potencial. 

A psicossíntese é vista frequentemente como um processo de tomada de consciência, de desvelamento do seu próprio potencial, no qual a pessoa possui um conhecimento interno e uma sabedoria daquilo que necessita a qualquer momento para que esse processo se desenvolva. O papel do terapeuta é ajudar a identificar esses recursos internos, apoiar o processo, e estar atento ao que está acontecendo.


O Supraconsciente

A Psicossíntese foi inicialmente formulada em 1910 pelo psiquiatra italiano Roberto Assagioli (1888-1974), um pioneiro do movimento psicanalítico na Itália e um contemporâneo de Freud e Jung. Cedo no seu trabalho, ele observou que essa repressão dos impulsos mais altos, supraconscientes (conhecida mais tarde como "a repressão do sublime") poderia ser tão danosa para a psique quanto a repressão do material inconsciente inferior. 

A psicanálise tradicional reconhece um inconsciente primitivo, ou "inferior" - a fonte de nossos impulsos atávicos e biológicos. Mas há também um inconsciente "superior", um supraconsciente - um reino autônomo no qual se originam nossos impulsos mais evoluídos, tais como: o amor e a vontade altruísticos, a ação humanitária, a inspiração artística e científica, a introspecção filosófica e espiritual e a procura do propósito e do significado da vida. A psicossíntese trabalha com a integração do material do inconsciente inferior e com a realização e a atualização do conteúdo do supraconsciente.

Para este fim, ela usa uma larga gama de técnicas para contatar o supraconsciente e para estabelecer uma ponte com aquela parte de nosso ser onde a verdadeira sabedoria deve ser encontrada. O supraconsciente é assim acessível, em grau variável, para cada um de nós, e pode se tornar uma grande fonte de energia, de inspiração e de orientação. A psicossíntese nos ajuda a entrar em contato e a manifestar essa parte de nós mesmos tão completamente quanto possível na vida cotidiana.


O Diagrama do Ovo e o Diagrama da Estrela

A psicossíntese usa diversos diagramas para ajudar no entendimento dos diversos componentes do self. Embora estejam necessariamente limitados em escopo e perspectiva, esses diagramas são úteis por fornecerem uma representação pelo menos parcial do mistério do self. O Diagrama do Ovo e o Diagrama da Estrela são básicos para a psicossíntese. O primeiro pode também ser visto em cor. O segundo descreve as funções psicológicas, com a vontade exercendo o papel central.



O Diagrama do Ovo

1. O Inconsciente Inferior
2. O Inconsciente Médio
3. O Inconsciente Superior ou Supraconsciente
4. O Campo da Consciência
5. O Self Consciente ou "Eu"
6. O Self Superior
7. O Inconsciente Coletivo




O Diagrama da Estrela

1. Sensação
2. Emoção-Sentimento
3. Desejo Impulso
4. Imaginação
5. Pensamento
6. Intuição
7. Vontade
8. Ponto central: O Eu, ou Self pessoal


O Self

O self é uma entidade soberana e independente dos diversos aspectos da personalidade, tais como o corpo, os sentimentos e a mente. 

Este conceito é achado nas principais religiões e, cada vez mais, em ramos da psicologia e da filosofia ocidental. 

Livrando esse conceito de qualquer fundo doutrinal e examinando-o empiricamente, achamos primeiro um centro de consciência e de vontade. Isto é o "self pessoal", o "Eu" ou o centro da identidade pessoal, a partir do qual os diversos aspectos da personalidade podem ser reconhecidos, reorganizados e integrados. Porém, o self pessoal é distinto do "Self Transpessoal" que é o ponto central do nível do supraconsciente. O self pessoal é um centro de identidade e de ser mais profundo e abrangente, onde a individualidade e a universalidade se combinam.

Uma imagem útil é a de uma orquestra onde os músicos representam as diversas partes ou aspectos de nós mesmos. Sem um maestro, haveria pouca cooperação porque cada um dos músicos tentaria que fosse executada a sua música favorita, de acordo com a sua própria interpretação. A aceitação e a submissão ao maestro resulta numa integração da orquestra, e isto se reflete subseqüentemente na música. Enquanto o maestro representa o self, o self transpessoal pode ser imaginado como o compositor ou o produtor.


Funções do Self

As duas funções centrais do self pessoal são a consciência e a vontade. A consciência do self permite que a pessoa seja claramente consciente do que está acontecendo dentro e em volta dela, e que ela se perceba sem distorção e sem ficar na defensiva. Isto foi chamado de "atitude do observador interno". Na medida em que a pessoa consegue alcançar este ponto de centramento, as reivindicações da personalidade e sua tendência para a auto-justificação não a impedem mais de se ver com uma visão clara.

A vontade é considerada na psicossíntese como uma expressão direta do self e ocupa um lugar central. Libertando a vontade do Self, ganhamos a liberdade de escolha, a responsabilidade pessoal, o poder de decisão sobre nossas ações e a possibilidade de controlar ativamente e dirigir as muitas funções da personalidade. Deste modo, somos liberados da reação inútil aos nossos impulsos internos não desejados e às expectativas dos outros. Nós nos tornamos verdadeiramente "centrados" e, gradualmente, ficamos capazes de seguir um caminho que está conforme com o que é melhor dentro de cada um de nós. No nível mais alto do desenvolvimento da vontade, procuramos alinhar nossa vontade pessoal com uma vontade mais universal, aumentando assim a capacidade de servir as forças de evolução e de encontrar um significado e um propósito mais profundos em nossas vidas pessoais e em nossas tarefas sociais, e a capacidade de funcionar de maneira mais eficiente e mais serena no mundo, num espírito de cooperação e boa vontade.


Falsas Identificações

Agir "a partir de nosso centro" pode ser difícil, como todos nós já experimentamos. Uma das maiores dificuldades encontradas quando se aprende a agir "do centro" é a grande quantidade de falsas identificações que nós fazemos com aspectos internos específicos de dentro de nós. Por exemplo, podemos nos identificar as vezes com um sentimento passageiro de medo ou de raiva e perder ou distorcer nossa verdadeira perspectiva. Ou podemos nos identificar com uma de nossas "subpersonalidades" - esses aspectos semi-autônomos e freqüentemente contraditórios de nós mesmos que seguem uma rotina previsível, pré-programada, quando são evocados por um determinado conjunto de circunstâncias. 

Muito do trabalho básico da psicossíntese é orientado para o reconhecimento e a harmonização das subpersonalidades. Deixamos, então, de ser controlados por essas subpersonalidades de maneira desamparada, e podemos aprender progressivamente a dirigi-las conscientemente. Para isso, é essencial a aprendizagem do processo fundamental da "des-identificação" de tudo que não é o self, e da "auto-identificação" ou realização de nossa verdadeira identidade como um centro de consciência e de vontade.


Métodos Utilizados

Há uma grande variedade de técnicas utilizadas na psicossíntese para atender à diversidade de necessidades apresentadas por situações diversas e pessoas diversas. 

Cada pessoa é tratada como um indivíduo, e um esforço é feito para achar os métodos mais adequados à situação existencial, ao tipo psicológico, às metas individuais, às necessidades e ao caminho de desenvolvimento da pessoa. 

Algumas das técnicas mais comumente usadas são: a imaginação dirigida, a consciência e o movimento do corpo, o trabalho com símbolos, o trabalho com a arte, manter um diário, o treinamento da vontade, a fixação de meta, o trabalho sobre os sonhos, o desenvolvimento da imaginação e da intuição, a gestalt, os modelos ideais e a meditação. 

A abordagem principal da psicossíntese é o tratamento da pessoa como um todo, embora em cada sessão se possa focalizar um nível ou um aspecto particular da pessoa. Tendo como objetivo a integração do corpo, dos sentimentos e da mente, a psicossíntese tem como meta promover um processo de crescimento contínuo, onde aplicamos as atitudes e técnicas básicas da psicossíntese na vida cotidiana para promover uma atualização mais jovial, harmoniosa e plena de nossas vidas.


Fases da Psicossíntese

Toda pessoa é um indivíduo, e a integração de cada pessoa segue um caminho particular. Mas no processo global da psicossíntese, podemos distinguir duas fases sucessivas - a psicossíntese pessoal e a transpessoal. Na psicossíntese pessoal, a integração da personalidade ocorre em volta do self pessoal, e o indivíduo atinge um nível de funcionamento, em termos do seu trabalho e de suas relações, que seria considerado como plenamente saudável pelos padrões atuais de saúde mental.

Na fase transpessoal da psicossíntese, a pessoa aprende a alinhar-se com o Self Transpessoal e a expressar as energias desse Self Transpessoal, manifestando então qualidades tais como: responsabilidade social, espírito de cooperação, perspectiva global, amor altruístico e propósito transpessoal. Frequentemente, as duas fases se sobrepõem, e pode haver uma atividade transpessoal considerável bem antes da fase de psicossíntese pessoal estar completada.

O texto acima foi traduzido e adaptado do site Psycosynthesis (Canada)