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segunda-feira, 1 de junho de 2015

segunda-feira, 18 de maio de 2015

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Só um segredo...






Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mario Quintana

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O corpo conta uma história





A SABEDORIA DO CORPO 
O corpo nunca mente, já que sua forma reflete quem somos por dentro. Se levamos a cabeça baixa, temos os ombros encolhidos, o peito fechado e os pés pesados, tudo isso pode mostrar sentimentos de debilidade e resignação. Ao contrário, se portamos a cabeça erguida, os ombros abertos, respiramos com facilidade e caminhamos com passos ligeiros, isso geralmente indica confiança e vitalidade. 

O modo em que nos apresentamos diante do mundo está condicionado por nossas crenças, medos e emoções, e os tecidos corporais adotam uma forma determinada para apoiar este estado mental. Nossos traumas físicos e psicológicos, nossas experiências, nossos pensamentos e sentimentos mais profundos e nosso caráter se manifestam através do padrão estrutural adotado por nosso corpo. É como Marilyn Ferguson assinala – “ao longo dos anos nosso corpo se converte em uma autobiografia ambulante que fala, tanto a estranhos como a amigos, das cargas e tensões de nossa vida.” As impressões de qualquer experiência negativa a que nos submetemos permanecem contidas no corpo como inércia, que acaba se tornando fixa pela impossibilidade de acesso aos recursos que nos liberariam delas, afetando a capacidade do corpo de expressar sua Saúde intrínseca. 

COMO SE INTRODUZ A INFELICIDADE NA CÉLULA? 
O fato de que os pensamentos e sentimentos têm uma relação direta com o corpo é cada vez mais amplamente aceito. Através de estudos científicos no campo da psico-neuro-imunologia têm sido descobertos uma série de mecanismos corporais através dos quais se estabelecem estas conexões. Por exemplo, foi descoberta uma relação entre nossos estados psicológicos e o modo como se ativa nossa resposta imunológica. Atualmente se sabe que existem uma série de mecanismos de feedback que traduzem experiências psicológicas em funcionamento físico. Uma investigação realizada pelo Dr.Pritbin na Universidade de Stanford demonstra a forma como padrões habituais de pensamento podem criar sulcos neurais no córtex cerebral. Os padrões mentais se convertem literalmente em sulcos anatômicos no cérebro, que influenciarão o modo em que o sistema nervoso central expressa sua motilidade e, desta maneira, afetando o movimento dos tecidos e fluidos relacionados com ele. 

FEEDBACK CIRCULAR:
 A fragmentação do movimento respiratório primário se correlaciona com uma fragmentação do funcionamento da totalidade da pessoa. Os padrões fisiológicos e as experiências emocionais se perpetuam mutuamente. A influência da mente na matéria e da matéria na mente parece ser um sistema de feedback circular, na qual um afeta o outro. À medida em que deixamos adormecidas as experiências psicológicas, os padrões corporais correlacionados se tornam fixos e influenciam nossas experiências. O que chamamos de ”consciência” e nossa expressão corporal são um continuum. Quando nosso continuum mente-corpo-emoção se alinha harmoniosamente, o Sopro da Vida se manifesta com integridade e equilíbrio. 

EXPERIÊNCIA EMOCIONAL:
 As lesões físicas podem estar associadas com emoções particulares. Se os tecidos se contraem para proteger-nos da tensão ou do trauma, os sentimentos que temos nesse momento podem permanecer como elemento presente na contração. As emoções fortes contribuem no desenvolvimento da inércia. A impressão que temos de uma emoção, frequentemente tem um papel significativo na manutenção de um padrão inercial. Deste modo, um fulcro pode incluir tecidos, fluidos e potências que se tornaram inerciais e, ao mesmo tempo podem conter emoções, sentimentos, crenças e pontos de vista que se mantiveram retidos. 

EXPERIÊNCIAS CONGELADAS: 
Mesmo sendo natural e inevitável experimentar sofrimento em nossas vidas, este pode se manter preso no corpo e continuar mostrando-se em ciclos repetitivos como experiências congeladas, se não somos capazes de nos liberar delas. Assim, levamos nossas experiências físicas e emocionais como se fossem uma bagagem extra que formará uma parte intrínseca de nossas vidas. Isso geralmente ocorre num nível inconsciente. Qualquer nova tensão que tenhamos que enfrentar, será influenciada pelo nosso condicionamento prévio. Como é sabido, “enxergamos o mundo de acordo com a cor das lentes que usamos”. Por isso nossas respostas ante situações novas parece um “disco arranhado” que segue reações pré-estabelecidas que nos mantém presos ao passado em vez de permanecermos abertos, no presente. Como consequência disso, nossa matriz original de saúde ficará fragmentada. 

REAÇÕES DESMEDIDAS: 
Algumas vezes, nossos traumas anteriores são estimulados com um mínimo de provocação. Se existe muita potência ou energia acumulada por trás de um padrão inercial, nossas reações poderão ser muito fortes. Se há também emoções intensas associadas a esse padrão, nossa resposta poderá ser como uma “bomba-relógio” preparada para explodir a qualquer momento. Deste modo, ao reestimular velhos traumas, nossas reações emocionais podem vir a ser desmedidase e desproporcionadas. Casos de extrema sensibilidade e frequentes explosões emocionais são bons exemplos. 

O PAPEL DO TECIDO CONJUNTIVO: 
A pesar da inércia psicológica poder ser manifestada em qualquer lugar do corpo, parece que o tecido conjuntivo desempenha um papel particularmente importante no armazenamento dessas experiências, como “memórias tissulares”. A interligação das fáscias ao longo do corpo oferece, frequentemente, um meio muito apropriado para o armazenamento das energias emocionais que se encontram retidas. Por exemplo, a raiva contida pode transformar-se em um diafragma restringido, com tensão no plexo solar, que, por sua vez, pode originar problemas digestivos ou dores nas costas. A interconexão das fáscias mantém esta situação. Quando acessamos estados de equilíbrio nos tecidos fasciais, as forças inerciais que mantêm este tipo de contração podem dissipar-se. Em geral, neste momento, as emoções surgem na superfície.

A MEMÓRIA DOS TECIDOS: 
Para resumir, podemos dizer que nossas emoções, atitudes e padrões de estrutura e função corporais, se refletem, se estimulam e se mantém mutuamente. As experiências emocionais e as crenças psicológicas dão forma aos tecidos do corpo e estes, por sua vez, nos predispõe a manifestar certas emoções e atitudes. O corpo e a mente se apoiam mutuamente. Quando os pensamentos e as emoções fluem livremente, nossas experiências acontecem de forma livre também, sem apegos. Entretanto, as experiências psicológicas repetitivas ou as que nos sobrecarregam emocionalmente podem tornar-se inerciais e, deste modo, armazenar-se no corpo em forma de memória nos tecidos. Segundo Ken Dychtwald, o corpo se transforma em um “armazém de emoções e crenças”. As forças inerciais que permanecem retidas podem manter as memórias nos tecidos muito tempo depois que o evento estressante tenha ocorrido. Desse modo as emoções seguem repetindo-se ciclicamente sem se resolver. Consequentemente um fulcro inercial pode estar composto por uma série de camadas distintas: uma contração que afeta o movimento dos tecidos e fluidos junto com emoções associadas que ficaram envolvidas pelos tecidos e, por sua vez, tudo isso pode estar sendo mantido por forças subjacentes que se tornaram inerciais. Muitas vezes as emoções e atitudes são os elementos que desempenham o papel mais importante na dinâmica dos tecidos. Essa inércia só conseguirá se dissipar se encontrarmos os recursos, o espaço necessário e as habilidades para liberar as experiências retidas. O elemento fundamental do tratamento craniossacral está em criar as condições que permitem a liberação dessas experiências. Para isso é fundamental acumular e favorecer a expressão de nossos recursos intrínsecos. Esse processo, às vezes, envolve a consciência da emoção associada com a inércia, mas nem sempre isso é necessário. Muitas vezes as coisas se dissolvem… se estamos prontos ou preparados para isso. Por outro lado, a repetição vivencial das experiências traumáticas, em vez de ser uma ação terapêutica, pode vir a retraumatizar-nos, se não temos os recursos para reviver estas experiências mantendo um claro sentido de nós mesmos.

MICHAEL KERN é Terapeuta Craniossacral, Osteopata e Naturopata e atende em Londres. É co-fundador da Fundação Educacional para a Terapia Craniossacral, na Inglaterra, professor do Colégio de Osteopatas, da Associação Internacional Cranial e da Universidade de Westminster. Também promove cursos de Terapia Craniossacral nos Estados Unidos, Suíça e Itália.

Fonte: Livro “Wisdom in the body - A Craniosacral approach to essential health”, de Michael Kern 

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

...tarefa de viver...





"Tenho duas armas para lutar
contra o desespero, a tristeza e até a morte:
o riso a cavalo e o galope do sonho.
É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver." 

Ariano Suassuna

quarta-feira, 5 de março de 2014

Sabedoria...


Quando você conseguir superar
graves problemas de relacionamentos,
não se detenha na lembrança dos momentos difíceis,
mas na alegria de haver atravessado
mais essa prova em sua vida.

Quando sair de um longo tratamento de saúde,
não pense no sofrimento
que foi necessário enfrentar,
mas na bênção de Deus
que permitiu a cura.

Leve na sua memória, 
para o resto da vida,
as coisas boas que surgiram nas dificuldades.
Elas serão uma prova de sua capacidade,
e lhe darão confiança
diante de qualquer obstáculo.

Uns queriam um emprego melhor;
outros, só um emprego.
Uns queriam uma refeição mais farta;
outros, só uma refeição.
Uns queriam uma vida mais amena;
outros, apenas viver.
Uns queriam pais mais esclarecidos;
outros, ter pais.

Uns queriam ter olhos claros;
outros, enxergar.
Uns queriam ter voz bonita;
outros, falar.
Uns queriam silêncio;
outros, ouvir.
Uns queriam sapato novo;
outros, ter pés.

Uns queriam um carro;
outros, andar.
Uns queriam o supérfluo;
outros, apenas o necessário.

Há dois tipos de sabedoria:
a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada 
pelo quanto uma pessoa sabe
e a superior é dada 
pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior.
Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera,
a inferior julga,
a superior alivia,
a inferior culpa,
a superior perdoa,
a inferior condena.
Tem coisas que o coração só fala
para quem sabe escutar!

Chico Xavier
Emmanuel

sexta-feira, 7 de junho de 2013

...eu te amo.... I love you... Je t'aime... ich liebe dich... ti voglio bene...



"... Gastamos mais, mas temos menos, compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores, mais conforto e menos tempo.
Temos mais graduações acadêmicas, mas menos sentimentos comuns, maior conhecimento, mas menor capacidade de julgamento, mais peritos, mas mais problemas, melhor medicina, mas menos bem-estar.
Bebemos demasiado, fumamos demasiado, desperdiçamos demasiado, rimos muito pouco.
Movemo-nos muito rápido, nos irritamos demasiado, mantemo-nos muito tempo acordados, amanhecemos cansados, lemos muito pouco, vemos televisão demais e oramos raramente.

Multiplicamos o nosso patrimônio, mas reduzimos os nossos valores.
Falamos demasiado, amamos demasiado pouco e odiamos muito frequentemente.
Aprendemos a ganhar a vida, mas não a vivê-la.
Adicionamos anos às nossas vidas, não vida aos nossos anos.
Conseguimos ir à lua e voltar, mas temos dificuldade em cruzar a rua para conhecer um novo vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, mas não o interior.
Temos feito grandes coisas, mas nem por isso melhores.

Limpamos o ar, mas contaminamos a nossa alma.
Conquistamos o átomo, mas não nos libertamos dos nossos preconceitos.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos..

Planejamos mais, mas desfrutamos menos..
Aprendemos a apressar-nos, mas não a esperar.

Produzimos computadores que podem processar maior informação e difundi-la, mas nos comunicamos cada vez menos e menos.

Estamos no tempo das comidas rápidas e digestões lentas, de homens de grande estatura e de pequeno caráter, de enormes ganhos econômicos e relações humanas superficiais.

Hoje em dia, há dois ordenados, mas mais divórcios, casas mais luxuosas, mas lares desfeitos.

São tempos de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moral descartável, encontros de uma noite, corpos obesos, e pílulas que fazem tudo, desde alegrar e acalmar, até matar.

São tempos em que há muito na mostra e muito pouco no armazém.
Tempos em que a tecnologia pode fazer-te chegar esta carta, e em que tu podes optar por partilhar estas reflexões ou simplesmente excluí-las.

Lembra-te de passar algum tempo com os teus entes queridos, porque eles não estarão aqui para sempre.
Lembra-te de ser amável com quem agora te admira, porque essa pessoa crescerá muito rapidamente e se afastará de ti.
Lembra-te de abraçar quem está perto de ti, porque esse é o único tesouro que podes dar com o coração, sem que te custe nem um centavo.
Lembra-te de dizer "eu te amo" ao teu companheiro(a) e aos teus seres queridos, mas, sobretudo, di-lo com sinceridade.

Um beijo e um abraço podem curar uma ferida, quando se dão com toda a alma.
Dedica tempo para amar e para conversar, e partilha as tuas ideias mais apreciadas.
E nunca esqueças: 'A vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos extraordinários momentos que passamos juntos'."

Por George Carlin
Comediante e Filósofo

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Mulheres... e Lobos...




Mulheres que correm com os Lobos é livro de cabeceira de inúmeras de vocês.
Fiquei tão inspirada, que decidi traduzir o texto e colocar à disposição daquelas pessoas que não transitam pela língua inglesa. 

“Meus estimados: Não desanimem. Nós fomos feitos para estes tempos. Eu, recentemente, tenho ouvido de tantos que estão profundamente desnorteados e com razão. Eles estão desnorteados a respeito dos acontecimentos atuais em nosso mundo… Nosso tempo é de assombramento quase diário e de raiva muitas vezas justificada a respeito das recentes degradações daquilo que é o mais importante para pessoas civilizadas, visionárias.

Vocês estão certos em suas avaliações. O brilho e a arrogância a que alguns aspiraram, enquanto endossavam atos hediondos contra crianças, velhos, pessoas comuns, os pobres, os desprotegidos, os desamparados, é de tirar o fôlego. Contudo, eu recomendo, peço, solicito encarecidamente a vocês, para não secarem seu espírito lamentando estes tempos difíceis. Principalmente, não percam a esperança. Particularmente, porque fomos feitos para estes tempos. Sim. Por anos temos aprendido, praticado, sendo treinados e esperado para nos encontrar neste plano de engajamento…

Eu cresci na região dos Grandes Lagos e reconheço uma embarcação em boas condições de navegabilidade, quando a vejo. No que diz respeito a almas despertas, nunca houve tantas boas embarcações nas águas do que agora, em todo mundo. E elas estão plenamente equipadas e capazes de se sinalizarem mutuamente, como nunca na história da humanidade… Olhem por sobre a proa; há milhões de embarcações de almas íntegras nas águas com vocês. Mesmo que seus vernizes se arrepiem a cada onda nesta turbulência, eu lhes asseguro que as vigas que compõem suas proas e remos vêm de uma floresta maior. Esta madeira de veios profundos é conhecida por resistir às tormentas, permanecer junta, sustentar-se e avançar, indiferente.Temos estado em treinamento para um tempo obscuro como este, desde o dia em que concordamos vir para a Terra. Por muitas décadas, em todo mundo, almas como nós tem sido ceifadas e deixadas para morrer de tantas formas, repetidamente derrubadas pela ingenuidade, pela falta de amor, sendo encurraladas e assaltadas por vários choques culturais e pessoais, ao extremo. Temos uma história de termos sido devastados, mas, lembrem-se especialmente disto – nós também temos, por necessidade, aperfeiçoado a habilidade da ressurreição. Recorrentemente temos sido a prova viva de que aquilo que foi exilado, perdido ou soçobrado pode ser novamente restaurado à vida.

Em todo tempo obscuro, há uma tendência para o abatimento diante de quanto está errado ou quebrado no mundo. Não foquem nisto. Há também uma tendência para ficarmos enfraquecidos por perseverar naquilo que está fora do nosso alcance, naquilo que ainda não pode ser. Não foquem aí. Isto significa gastar o vento sem levantar as velas. Somos necessários, isto é tudo que podemos saber. E apesar de encontrarmos resistência, ainda assim vamos encontrar grandes almas que nos impulsionarão, amarão e guiarão, e nós as reconheceremos quando elas aparecerem. Vocês não disseram que tinham fé? Vocês não se comprometeram a ouvir uma voz maior? Vocês não pediram por graça? Vocês não se lembram de que estar na graça significa submeter-se à voz maior?

Compreendam o paradoxo: Se você estuda a física de uma bica d’água, você verá que o vórtice externo gira mais rapidamente do que o interno. Acalmar a tormenta significa aquietar a camada externa, fazer com que ela gire mais lento, para equiparar-se mais à velocidade de seu cerne – até que tudo que foi erguido em tal funil vicioso caia de volta na Terra, deite-se, torne-se novamente pacífico. Um dos passos mais importantes que vocês podem dar para ajudarem a acalmar a tormenta é não permitir que sejam tomados em uma comoção exaustiva de emoção ou desespero e assim, acidentalmente, contribuir para o afundamento e o turbilhão.

Não é nossa tarefa consertar o mundo todo de uma só vez, mas nos estendermos para consertar a parte do mundo que está ao nosso alcance. Qualquer pequena coisa calma que uma alma pode fazer para ajudar outra alma, para ajudar alguma porção deste pobre mundo sofredor, ajudará imensamente. Não nos é dado saber quais atos, ou de quem, farão com que a massa crítica emerja como um bem duradouro. O que é necessário para esta mudança dramática é o acúmulo de fatos, somando, somando a, somando mais, continuando. Sabemos que não serão necessários “todos na Terra” para trazer justiça e paz, mas apenas um pequeno grupo determinado, que não desistirá durante o primeiro, segundo ou centésimo temporal.

Uma das ações mais calmantes e poderosas que vocês podem fazer para intervir em uma tempestade é se levantar e mostrar sua alma. A alma no convés brilha como ouro em tempos obscuros. A luz da alma lança faíscas, pode levantar labaredas, construir sinais de fogo, causar matéria apropriada a queimar. Mostrar a lanterna da alma em tempos sombrios como estes – ser feroz e mostrar misericórdia a outros, ambos, são atos de imensa bravura e maior necessidade. Almas em conflito pegam luz de outras almas que estão plenamente acesas e dispostas a mostrá-lo. Se vocês quiserem ajudar a acalmar o tumulto, esta é uma das coisas mais poderosas que vocês podem fazer.

Sempre haverá momentos em que vocês se sentirão desencorajados. Eu também tenho sentido desespero muitas vezes em minha vida, mas eu não guardo uma cadeira para isto; eu não entretenho isto. Eu não permito que isto coma do meu prato. A razão é esta: até o âmago dos meus ossos eu sei algo, como vocês sabem. Que não poderá haver desespero, se vocês lembrarem porque vieram para a Terra, a quem vocês servem e quem enviou vocês aqui. As boas palavras que dizemos e os bons atos que fazemos não são nossos: eles são as palavras e atos do Um que nos trouxe aqui. Neste espírito, eu espero que vocês escrevam isto em seu mural: Quando um grande navio está no porto e ancorado, ele está seguro, não há dúvida. Mas não é para isto que grandes navios são construídos.

Isto vem com muito amor e oração para que vocês se lembrem de quem vieram e porque vocês vieram para esta bela e necessitada Terra.”

©Clarissa Pinkola Estes, Ph.D
Tradução de Monika Vonkoss

Para quem quiser acessar o texto em inglês, basta ir para http://www.huna.org/html/cpestes.html

segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Vamos reverenciar 2012 para poder receber 2013


"Termina um ano e outro vai começar... 

É o período em que todos formulam votos para si mesmos, para a sua família, para os seus amigos, para o mundo inteiro. 

Há o costume de as pessoas se encontrarem, se abraçarem, se convidarem, esperando que esse novo ano traga a cada um toda a espécie de coisas boas.

Mas, antes de pensardes no novo ano, fixai-vos por um momento no ano que termina e dirigi-vos a ele... 
Isto surpreende-vos:

"Como assim? Falar com o ano?" 

Sim... 

A Cabala diz que um ano é um ser vivo, por isso deveis falar-lhe. 


Então, dirigi-vos a esse ano que se afasta e pedi-lhe que se recorde de vós. 

Uma vez que ele é vivo, não fica inativo... ele registrou não só os vossos atos, mas também os vossos desejos, os vossos sentimentos, os vossos pensamentos. 

No último dia do ano, ele faz o seu relato aos Senhores dos Destinos e liga-vos ao ano novo... 

Sabei, então, saudá-lo antes de o deixar ir..."

Omraam Mikhaël Aïvanhov

sábado, 29 de dezembro de 2012

2013 é o Ano da Serpente


Considerada um símbolo de boa sorte na China, ano regido pelo signo da Serpente trará amor e sabedoria, mas pede calma, reflexão e planejamento. 

Para a Astrologia Chinesa, 2013 será o Ano da Serpente. Segundo os chineses, o ano novo só se inicia em 13 de fevereiro, pois eles se baseiam no calendário lunar, que dura doze meses e 29 dias, e não no calendário solar, usado aqui no ocidente e nosso velho conhecido. 

Cada ano lunar é regido por um signo, representado por um animal que empresta suas características àquele ano. 

Para os chineses, o Ano da Serpente trará uma temporada de muita reflexão, planejamento e procura por respostas. Nada muito diferente do que já é esperado com a regência de Saturno. Mas, não pense que isso se refere a algo pesado ou difícil. 

A Serpente carrega consigo um aspecto positivo, de muita sorte. Para os chineses este é um animal sagrado! 

Será um ano em que nos sentiremos protegidos por nossa própria sabedoria. Por outro lado, embora tudo possa ter um ar fresco e calmo, o ano da serpente costuma ser sempre imprevisível. Olhando para trás na historia, vemos que anos regidos pela serpente nunca são muito tranquilos. 

Muitos desastres que se iniciaram no ano do dragão - 2012 - tendem a culminar no ano da serpente. Estes dois signos têm uma relação muito próxima e as calamidades dos anos da serpente resultam, frequentemente, dos excessos cometidos durante o reinado dos dragões. 

No amor, as notícias são boas, mas a calma deverá ser mantida! Para quem está solteiro, a Serpente promete trazer um ano de romance e cortejo. Para quem está comprometido, as brigas podem ser mais intensas, repletas de escândalos de todo o tipo, fique atento! Veja onde pisa e seja mais cauteloso. Nada de deixar o coração falar mais alto. 

As pessoas nascidas no Ano da Serpente são consideradas nobres dentro da Astrologia Chinesa. Tudo devido a sua sabedoria e capacidade de compreensão. São extremamente sensuais, supersticiosas, orgulhosas e vaidosas, além de muito refinadas.

Ano da Serpente 

Um ano dado à reflexão, planear e procurar respostas. 

Esta será uma época cheia de romance, cortejo e escândalos de todo o tipo. Uma boa altura para transações, casos políticos e golpes de estado. As pessoas estarão mais viradas para planear e ponderar sobre as matérias excedentes do que agir de imediato. Um ano auspicioso para o comércio e indústria. As soluções e os acordos podem chegar, mas não sem em alguma desconfiança no início. 

Olhando para trás na historia, nós vemos que o ano da serpente nunca foi tranquilo. Talvez isto aconteça porque é a força negativa mais forte no ciclo e segue o ano do dragão, que é o positivo mais forte de todos. Muitos desastres que se iniciaram no ano do dragão tendem a culminar no ano da serpente. Estes dois signos têm uma relação muito próxima e as calamidades dos anos da serpente resultam frequentemente dos excessos cometidos durante o reinado dos dragões. A sabedoria venerável da serpente será evidente em muitas facetas da nossa vida, particularmente aqueles que requerem decisões. 

Embora tudo possa ter um ar fresco e calmo à superfície, o ano da serpente é sempre imprevisível. A parte dianteira fresca da serpente esconde as maneiras profundas e misteriosas da sua natureza. 

Deve-se ter em conta que uma vez que a serpente se desenrola para atacar, ela move-se como um relâmpago e nada pode ser mais repentino e devastador do que ela. Veja onde pisa e seja mais cauteloso este ano. O jogo e a especulação são estritamente proibidos. As consequências deverão devastadoras. A serpente não é misericordiosa. O que poderá também acontecer, a serpente dar-nos-á fé nas nossas convicções e forçar-nos-á a agir durante o seu reinado. 

Fonte:
zastros e hoops

sábado, 22 de dezembro de 2012

Qual é a melhor mensagem de Natal?


"A melhor mensagem de Natal 
é aquela que sai em silêncio 
de nossos corações 
e aquece com ternura 
os corações daqueles 
que nos acompanham 
em nossa caminhada pela vida." 

Autor Desconhecido

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

A Prece da Árvore




 Ser Humano, 
Protege-me! 

Junto ao puro ar 
da manhã ao crepúsculo, 
eu te ofereço 
aromas, flores, frutos e sombra! 

Se ainda assim não te bastar, 
curvo-me e te dou 
proteção para teu ouro, 
pinho para tua nota, 
teto para teu abrigo, 
lenha para teu calor, 
mesa para teu pão, 
leito para teu repouso, 
apoio para teus passos, 
bálsamo para tua dor, 
altar para tua oração 
e te acompanharei até à morte... 

Rogo-te: Não me maltrates!

Walter Rossi


Fonte:

Walter Rossi
Jornal da Poesia
http://www.jornaldepoesia.jor.br/wrossi.html

e
Árvores Sagradas
Por Sandra Siciliano

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Época de Pastores (Antroposofia)



A Bíblia nos relata que na noite santa chegam para admirar o menino Deus os pastores do campo e os anjos do Senhor. Ambos declaram a fórmula específica que acompanha este nascimento: “revelado seja o Deus nas alturas e paz na Terra aos seres humanos que têm boa vontade”.

Para conseguir que algo maior nasça dentro de nós, não precisamos de conhecimento. Só é necessário boa vontade para conseguir “paz na terra”, ou seja, confraternização e respeito entre os homens e em relação as outras criaturas vivas do planeta.

Quando o homem decide por si mesmo que vai atuar com bom senso e boa vontade, espalhando paz na terra, os seres superiores, os anjos, assintem-no, fortalecendo essa decisão. Para fazer brotar esse Eu superior é necessária , principalmente, a qualidade do coração quente, sensível, como a dos pastores que se dirigem ao estábulo para contemplar e cumprimentar a chegada do Mestre.

Mas como não basta só ter boa vontade para caminhar pelo mundo, precisamos também de sabedoria e conhecimento, para fundir ao coração sensibilizado. Senão o caminho se torna enganoso e perigoso. É a chegada, em 6 de janeiro, dos reis magos, dos homens de sabedoria, que representa essa união entre a intuição pura dos pastores e o conhecimento secular. Representa também o fim do ciclo, que se esgotou, representado pela meta dos dez mandamentos, em um novo, onde a única lei é “amem aos outros como a si mesmo”.

Quem começa a caminhar em dezembro de cada ano desta forma, vai andar o maravilhoso percurso da transformação do conhecimento e da sabedoria na capacidade de amar sempre mais, até que a paz se estabeleça na terra. Também vai poder transformar o condicionamento do dez mandamentos:  “não pode... não deve..."na capacidade de poder ser livre para realizar o que for necessário ser realizado.

Este é o caminho da digna liberdade de agir a partir da própria força, longe das amarras do condicionamento religioso e social e consciente da própria responsabilidade. Dos atos de cada um, e unicamente deles, virão as consequências dos erros e dos acertos na caminhada anual.

Texto de Evelyn Scheven
Do livro O Caminho Do Cristo

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Mas...



"... Gastamos mais, mas temos menos, compramos mais, mas desfrutamos menos.
Temos casas maiores e famílias menores, mais conforto e menos tempo.
Temos mais graduações acadêmicas, mas menos sentimentos comuns, maior conhecimento, mas menor capacidade de julgamento, mais peritos, mas mais problemas, melhor medicina, mas menos bem-estar.
Bebemos demasiado, fumamos demasiado, desperdiçamos demasiado, rimos muito pouco.
Movemo-nos muito rápido, nos irritamos demasiado, mantemo-nos muito tempo acordados, amanhecemos cansados, lemos muito pouco, vemos televisão demais e oramos raramente.

Multiplicamos o nosso patrimônio, mas reduzimos os nossos valores.
Falamos demasiado, amamos demasiado pouco e odiamos muito frequentemente.
Aprendemos a ganhar a vida, mas não a vivê-la.
Adicionamos anos às nossas vidas, não vida aos nossos anos.
Conseguimos ir à lua e voltar, mas temos dificuldade em cruzar a rua para conhecer um novo vizinho.
Conquistamos o espaço exterior, mas não o interior.
Temos feito grandes coisas, mas nem por isso melhores.

Limpamos o ar, mas contaminamos a nossa alma.
Conquistamos o átomo, mas não nos libertamos dos nossos preconceitos.
Escrevemos mais, mas aprendemos menos..

Planejamos mais, mas desfrutamos menos..
Aprendemos a apressar-nos, mas não a esperar.

Produzimos computadores que podem processar maior informação e difundi-la, mas nos comunicamos cada vez menos e menos.

Estamos no tempo das comidas rápidas e digestões lentas, de homens de grande estatura e de pequeno caráter, de enormes ganhos econômicos e relações humanas superficiais.

Hoje em dia, há dois ordenados, mas mais divórcios, casas mais luxuosas, mas lares desfeitos.

São tempos de viagens rápidas, fraldas descartáveis, moral descartável, encontros de uma noite, corpos obesos, e pílulas que fazem tudo, desde alegrar e acalmar, até matar.

São tempos em que há muito na mostra e muito pouco no armazém.
Tempos em que a tecnologia pode fazer-te chegar esta carta, e em que tu podes optar por partilhar estas reflexões ou simplesmente excluí-las.

Lembra-te de passar algum tempo com os teus entes queridos, porque eles não estarão aqui para sempre.
Lembra-te de ser amável com quem agora te admira, porque essa pessoa crescerá muito rapidamente e se afastará de ti.
Lembra-te de abraçar quem está perto de ti, porque esse é o único tesouro que podes dar com o coração, sem que te custe nem um centavo.
Lembra-te de dizer "eu te amo" ao teu companheiro(a) e aos teus seres queridos, mas, sobretudo, di-lo com sinceridade.



Um beijo e um abraço podem curar uma ferida, quando se dão com toda a alma.
Dedica tempo para amar e para conversar, e partilha as tuas ideias mais apreciadas.
E nunca esqueças: 'A vida não se mede pelo número de vezes que respiramos, mas pelos extraordinários momentos que passamos juntos'."

Por George Carlin
Comediante e Filósofo