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quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Conselho de um Espírito Amigo
CONSELHO DE UM ESPÍRITO AMIGO
"Tão rápido essa vida vai passar,
a minha passou num piscar de olhos,
sim você terá muitas outras,
mas tudo que fizeres nessa respingará na próxima.
Não brigue com as pessoas,
não critique tanto seu corpo.
Seja justo para que Deus te abençoe...
Não reclame tanto,
você tem muito mais que muitos terão.
Não deixe de beijar seu amor,
você não sabe quando será o último beijo de amor nessa atual existência...
Bens e patrimônios devem ser conquistados por cada um,
não se dedique a acumular herança,
tudo que vem fácil é perdido fácil.
Deixe os cachorros mais por perto,
eles são gotas do amor de Deus...
Use os talheres novos,
não economize seu perfume preferido
use-o para passear com você mesmo.
Gaste seu melhor sapato,
repita suas melhores roupas,
quando morrer nem tua roupa do caixão você escolherá...
Se não é errado,
por que não ser agora?
Escute o coração,
ele é a voz de Deus.
Por que não dar uma fugida?
Por que não orar agora
ao invés de esperar para orar antes de dormir?
E... não faça rezas ensaiadas pela boca,
faça orações de amor,
converse com Deus ao invés de apenas repetir palavras.
Não transforme sua relação com Deus num ritual frio.
Por que não ligar agora?
Por que não perdoar agora?
Espera-se muito o Natal,
a sexta-feira,
o outro ano,
quando tiver dinheiro,
quando o amor chegar,
quando tudo for perfeito…
Olha... não existe o tudo perfeito.
O ser humano não consegue atingir isso
porque simplesmente não foi feito para se completar aqui.
Aqui é uma oportunidade de aprendizado,
apenas uma sala de aula das milhares que ainda terá que passar.
Então, aproveite este ensaio de vida eterna e
faça cada segundo valer a pena!
O universo te espera,
mas o impulso para alcançares as estrelas será feito aqui…
Ame mais,
perdoe mais,
abrace mais,
viva mais intensamente.
Seja luz e a luz sempre estará contigo!"
Desconheço a Autoria
sexta-feira, 4 de agosto de 2017
Maya Angelou
“Eu aprendi
que as pessoas vão esquecer o que você disse e
o que você fez,
mas nunca esquecerão
como você as fez sentir.”
Maya Angelou
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Documentário Feliz
O dinheiro faz você FELIZ ? Crianças e família? Seu trabalho? Você vive em um mundo que valoriza e promove a felicidade e o bem-estar? Estamos no meio de uma revolução felicidade?
Roko Belic, diretor do Oscar ® nomeados "Genghis Blues" agora nos traz FELIZ , um filme que se propõe a responder a estas perguntas e muito mais. Levando-nos da igarapés da Louisiana para os desertos da Namíbia, das praias do Brasil para as aldeias de Okinawa, FELIZ explora os segredos por trás da nossa emoção mais valorizado.
HAPPY: O que faz você feliz?
Com essa pergunta, o diretor Roko Belic e o produtor executivo Tom Sahdyac (os mesmos de "Beyond The Call" e "Genghis Blues", indicado ao Oscar) deram a volta ao mundo em buscas de respostas para o que chamam de "a emoção mais elusiva da humanidade".
Extrair da sabedoria das culturas mais tradicionais e da ciência mais moderna é o objetivo, e inclui uma breve passagem pelo Brasil, além de Calcutá, os desertos da Namíbia, Okinawa e outros lugares.
Sim, este é um filme sobre a felicidade. O filme tenta ser também uma espécie de movimento, no site oficial thehappymovie.com está escrito "The Movie, The Motion" (o filme, o movimento), promovendo ações, venda de camisetas e doações. A produção do filme é feita por uma instituição de caridade americana, chamada Creative Visions Foundation.
Estréia na direção de Roko Belic, "Genghis Blues" (1999), ganhou o Prêmio do Público de Sundance e foi indicado ao Oscar ® de melhor documentário. Belic dirigido recentemente a 44 minutos de documentário "Dreams: Cinema of the Subconscious" (Sonhos: Cinema do Subconsciente), que foi lançado no "Inception" Blu-Ray.
Para o seu projeto atual FELIZ , Belic uniram-se com Hollywood Tom Shadyac pesado, que foi produtor executivo, para dirigir o documentário.
FELIZ combina poderosas histórias humanas de todo o mundo com a ciência de ponta para nos dar uma compreensão mais profunda da nossa emoção mais valorizada.
Em breve os responsáveis estarão lançando o "Priority: HAPPY" (Prioridade: FELICIDADE) será um programa de 28 dias que traz felicidade para o centro de nossas vidas.Com o filme HAPPY como um catalisador, Priority: HAPPY fornece, simples atividades práticas com foco em felicidade que podem ser facilmente integrados em cada dia, juntamente com reflexões semanais e características especiais. O programa se desenvolve e cresce à medida que os participantes se unem para oferecer dicas desenvolvidos apoio, da comunidade e fonte de inspiração para o outro.
Site oficial: thehappymovie.com/
sexta-feira, 26 de dezembro de 2014
Lista de Desejos para o Ano Novo 2015
"Que você consiga uma casa maior, mas que quase todos os cômodos fiquem vazios por sua família estar unida ao redor de uma única mesa.
Que você compre o carro dos seus sonhos, e descubra que ele pode ficar parado na garagem enquanto você caminha de mãos dadas com o amor da sua vida por um parque.
Que você realize o desejo de comprar uma TV enorme, 3D, com home theater, mas que ela permaneça desligada durante o jantar, para que você possa ouvir como foi maravilhoso o dia da sua família.
Que sua conta bancária esteja satisfatoriamente recheada, mas sobretudo, que você tenha em seu bolso um ou dois reais para comprar algodão doce e saboreá-lo sujando os dedos.
Que você tenha um excelente plano de saúde, mas que se esqueça que ele existe por não precisar usá-lo.
Que você jante em badalados restaurantes para descobrir que a maior chef que existe, cozinha todos os dias dentro da sua casa.
Que sua internet trafegue em altíssima velocidade, mas que sua melhor rede seja aquela pendurada entre duas árvores, onde você possa ouvir os pássaros cantarem.
Que você tenha um smartphone de última geração, mas que não precise usá-lo para dizer às pessoas mais importantes da sua vida o quanto elas são especiais.
Que você tenha um tablet, mas que use mais as pontas dos seus dedos para fazer cafunés do que para mandar e-mails.
Que você possa comprar boas roupas, bolsas e relógios, mas que sua verdadeira marca seja a "inspiração" deixada pelos lugares por onde passará.
E que assim, conquistando tudo o que você sempre quis, você descubra que mais importante do que aquilo que você tem, é o que você faz com tudo o que conquistou."
Texto de Mauricio Louzada
MEDITAÇÃO PARA REALIZAÇÃO
DA LISTA DE DESEJOS
PARA O ANO NOVO
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Caminhada...
"A nenhum de nós nesta Terra
é pedido mais do que podemos realizar
e se nos esforçarmos
para obter
o que há de melhor dentro de nós,
sempre guiados por nosso Eu Superior,
a saúde e a felicidade serão possíveis.
Mas nas horas mais escuras,
quando a vitória parece impossível,
lembremo-nos
de que os filhos de Deus não devem nunca ter medo,
que as tarefas que nossas almas nos dão
são apenas as que somos capazes de realizar
e que, com coragem e fé
em nossa divindade interior,
a vitória virá
para todos os que continuam a lutar.
Cada pessoa tem uma vida para viver,
um trabalho a realizar,
uma personalidade gloriosa,
uma individualidade maravilhosa.
Se ela compreender estas verdades
e conseguir mantê-las
contra todas as leis da massificação,
ela superará tudo
e ajudará os outros
com o exemplo do seu caráter.
A vida não exige de nós grandes sacrifícios;
pede-nos apenas
para fazermos a viagem com alegria no coração
e sermos uma bênção
àqueles que estão ao nosso redor."
Dr. Edward Bach
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
...tarefa de viver...
"Tenho duas armas para lutar
contra o desespero, a tristeza e até a morte:
contra o desespero, a tristeza e até a morte:
o riso a cavalo e o galope do sonho.
É com isso que enfrento essa dura e fascinante tarefa de viver."
Ariano Suassuna
sábado, 29 de março de 2014
Acordes da Harmonia
"Quando um acorde musical é tocado, uma certa harmonia é produzida por aquela combinação de notas. Mas um acorde no qual haja apenas uma nota incorreta produz discordância, dissonância. Isso tem um efeito muito definido.
A mesma coisa acontece aos homens. Se um aspecto está fora de harmonia com o restante, não funcionamos com suavidade; nossas ações vêm de campos de consciência que não estão integrados. Isso pode resultar em doença. Se os acordes de muitos indivíduos não estiverem em harmonia, grupos de seres humanos podem se tornar mutuamente destrutivos, como testemunhamos hoje em dia.
Em comparação, consideremos a natureza. A natureza é como uma orquestra que reúne incontáveis notas. Desde o tempo de Pitágoras, essa sinfonia cósmica é conhecida como a Música das Esferas. De acordo com esse conceito, cada diminuto átomo está afinado a uma nota musical e está constantemente em movimento com velocidades incríveis, cada velocidade possuindo sua própria qualidade ou nota numérica. Se tivermos ouvidos para ouvir, poderíamos realmente perceber uma árvore crescer ou uma flor desabrochar. Da mesma forma, poderíamos ouvir os gritos de outros seres humanos e de outras formas de vida no planeta, e estaríamos melhor equipados para aliviá-los.
Nós, seres humanos, parecemos estar sempre buscando algo, numa tentativa de redescobrir um aspecto perdido da natureza – o acorde da harmonia com o universo. Harmonia não é um conceito visionário de contos de fadas. É muito relevante na vida diária. Ademais, a harmonia não está limitada ao individual, à família e à comunidade humana.
Antes, implica um estado de profunda ressonância interna com toda a vida no mundo terrestre, e, no final das contas, com toda a vida que reside nos domínios ainda mais inferiores. A busca por esse acorde perdido nos tem levado em miríades de direções. Estamos buscando preencher os vazios existentes em nossas estruturas, para nos tornarmos integrais.
Consequentemente, os seres humanos são grandes aventureiros. Procuramos em todos os recantos da vida para tentar descobrir aquele tesouro precioso – através da excitação, drogas, álcool, novas formas de prazer, riqueza, gurus, meditação e assim por diante. Pode-se dizer que o ser humano muitas vezes se parece com água represada, em vez de um participante ativo no grande sonho da vida.
Notas da existência
Nós só podemos nos tornar unos com a corrente, reconectarmo-nos a ela, quando descobrirmos a nossa profundidade. Como podemos, como indivíduos, redescobrir as notas mais profundas de nossa existência, que podem nos ajudar a nos movermos conscientemente em direção ao estado de harmonia?
Ouvir - Cada uma das miríades de formas de vida tem um conjunto único de vibrações. E isso inclui o ser humano. Podemos sentir as notas mais profundas de outra pessoa? Nós verdadeiramente ouvimos o outro – não apenas as palavras faladas mas os gestos da outra pessoa, os olhos, aquilo que não é dito, para que apliquemos nossos sentidos internos ao que a pessoa está comunicando? Krishnamurti comentava que nós sempre ouvimos com ideia preconcebida ou a partir de um ponto de vista particular. Podemos ouvir com “novos” ouvidos?
Confiança - Nós de fato confiamos na vida, ou de algum modo temos medo dela? Nossas ações podem estar baseadas no medo, tal como o medo do que alguém pensa de nós. À medida que evoluímos, as convenções da sociedade de algum modo afrouxam a pressão e a nossa moralidade individual torna-se a base de nossa vida, em vez da moralidade do mundo, que pode estar fora de harmonia com o funcionamento do universo.
Em Cartas dos Mahatmas, o mestre K. H. diz: “Um Mahatma deve obedecer ao impulso interno de sua mente sem se importar com as considerações de prudência e sagacidade da ciência mundana.” A assim chamada sabedoria do mundo pode, às vezes, não ser mais que um reflexo daquela sabedoria que pode penetrar, oriunda dos níveis mais profundos, inundada com a luz debuddhi. À medida que nos tornamos mais confiantes internamente, os temores desse tipo recuam, e nós confiamos na vida porque de algum modo confiamos em nós mesmos. Aprendemos a lidar melhor com as situações, com os nossos relacionamentos, com os fardos da vida e com as tarefas que temos no momento.
Responsabilidade - Em que nível nós verdadeiramente assumimos a responsabilidade pelo que fazemos? Se assumimos responsabilidades por nossas ações, nos tornamos mais conscientemente responsáveis pelo estado do mundo. A idéia do carma pode não ser nada mais que uma noção interessante revolvendo em nossa mente. Mas uma ação consciente do trabalho do carma na nossa vida diária resulta numa suposição consciente da responsabilidade por nossas ações.
Aspiração - Pode-se pensar na aspiração como sendo o coração da vida espiritual. Um dos significados de aspirar é buscar. Buscar sugere a procura de algo que está oculto, como uma terra não descoberta. Por exemplo, quando aspiramos pela verdade, ou a buscamos, estamos nos esforçando para além do mundano, do lugar-comum, além dos nossos limites conhecidos, em direção a um novo território.
Chegando à verdade
Os ensinamentos teosóficos sugerem que nós fracionamos a verdade por meio das divisões da mente concreta, do mesmo modo como a luz do sol é dividida quando atravessa um prisma. O microbiologista Darryl Reanney, em seu livro Music of the Mind, comenta que o nosso modo primário de expressão física, a linguagem, também fraciona a verdade.
Contudo, devemos qualificar isso, porque a linguagem também oferece oportunidades de enxergar além do mundano. Podemos ouvir ou ler palavras belas, inspiradoras, que agem como catalisadores para novos insights, novos entendimentos. A linguagem é o nosso modo primário de expressar o pensamento, e o pensamento tem muitas manifestações. Portanto, a linguagem deve dar voz àquilo que é sublime, e também aos aspectos grosseiros da mente humana. No final das contas, a verdade pode prescindir da linguagem, como ilustra uma história da tradição Zen.
O cachorro do instrutor Zen adorava as brincadeiras noturnas com seu mestre. Corria daqui para ali para pegar um pedaço de pau, depois retornava, sacudia o rabo, esperava pela próxima brincadeira. Uma noite, o instrutor convidou um dos seus estudantes mais brilhantes para ir até sua casa – um rapaz tão inteligente que ficava confuso com as aparentes contradições da doutrina budista.
“Você deve entender,” disse o instrutor, “que as palavras são apenas postes de orientação. Jamais deixe que as palavras ou os símbolos se interponham no caminho da verdade. Venha cá, eu vou lhe mostrar.” O instrutor chamou seu alegre cachorro. “Pegue a lua”, disse ele ao cachorro, e apontou para a lua cheia.
“Para onde está olhando o cachorro?”, perguntou o instrutor ao inteligente aluno. “Para o seu dedo”, respondeu o aluno. “Exatamente. Não seja como o meu cachorro. Não confunda o dedo que aponta para uma coisa com a coisa que está sendo apontada. Todas as nossas palavras são apenas sinais indicativos. Todo homem luta para, através das palavras de outro homem, encontrar a sua própria verdade.”
Darryl Reanney afirma que a sociedade de hoje confunde conhecimento, que nasce do insight, com memória, que nasce da repetição. O insight vem em seu próprio tempo, quando a mente está pronta e é capaz de transformar a informação em sabedoria. Ele assinala que a memória permite acessar a experiência sem necessariamente compreendê-la, o que explica o empobrecimento espiritual de nossa era. “O conhecimento profundo é um prêmio que pode ser conseguido viajando até as profundezas da nossa consciência e pagando o preço total em dor e paciência, exigidas daqueles que, de maneira passional, precisam conhecer.” E não serão a dor e a paciência partes integrantes da vida espiritual do aspirante? O presente que se obtém pelo conhecimento profundo é a verdade.
A busca pela harmonia que perdemos pode ser comparada à procura do ilusório pote de ouro nas extremidades do arco-íris. Consideramos isso um processo alquímico.
União complementar
A ciência demonstrou que um elétron existe como um composto paradoxal em dois estados: onda e partícula. Darryl Reanney sugere que o comportamento de um elétron pode ser uma metáfora apropriada para a união complementar do mundo da experiência interna subjetiva (estrutura de ondas) e o mundo da observação exterior (estrutura de partículas).
Segundo Reanney, o conheci-mento, em sua própria natureza, existe sob a forma de onda. A poesia é mais evocativa que a prosa porque já tem a estrutura de ondas. A música é a mais alquímica de todas as forças, já que as ressonâncias que ela estabelece “podem vibrar em sintonia com a lógica interior do universo.” O poder do mantra, por exemplo, é bem conhecido. Se nos alinharmos com uma peça musical, ressoaremos com a sua harmonia. Certas ondas musicais podem nos transportar mais facilmente aos reinos arquetípicos, à morada da verdade.
A importância do silêncio
A alquimia é descrita como uma forma medieval de química cujo objetivo principal é descobrir como transformar metais comuns em ouro. Produzir ouro é, portanto, o objetivo tradicional do alquimista. O primeiro princípio do alquimista, segundo Helena Blavatsky, é a existência de um certo “solvente universal” por meio do qual todos os corpos compostos são dissolvidos na substância homogênea da qual todos surgiram. Esse ouro puro é também chamado summa materia, ou a essência da matéria.
O desabrochar de um ser humano também requer um processo alquími-co. Blavatsky descreveu a alquimia como “a química da natureza”, e assinalou que ela possui aspectos cósmicos, humanos e terrestres. Ela comentou que a transmutação de metais inferiores em ouro é apenas um aspecto terrestre da alquimia, pois o processo alquímico possui também uma significação mais profunda. Ao recusar o ouro da terra, o “ocultista alquimista” direciona seus esforços a uma transmutação: daquilo a que os teosofistas com freqüência se referem como “quaternário inferior” em direção à tríade superior do ser humano.
Poderíamos dizer que o ouro é produzido pelo florescimento da nossa natureza mais interna. Portanto, Blavatsky dizia que a alquimia é tanto uma filosofia espiritual quanto uma ciência física. Ela equacionou o processo misterioso da transformação do chumbo em ouro com a transformação dapersonalidade em espírito puro, homogêneo. A pedra filosofal, dizia ela, nasce do espírito. Ela explica que isso é a alma (manas) e o corpo do ser humano sendo assimilado pelo espírito (buddhi). Nesse processo, eles se fundem na vida una.
É interessante que Blavatsky tenha enfatizado a assimilação do espírito ou buddhi por nós, e não a nossa assimilação pelo espírito. Isso salienta o significado do esforço individual à medida que evoluímos, tão bem expressado na terceira Proposição Fundamental de A Doutrina Secreta. Parece que a alquimia do espírito, aquela transformação total da personalidade que produz um ser humano regenerado, depende de esforço – pelo menos até um certo ponto. A qualidade, o tempo e a orientação do esforço de cada um de nós é de suprema importância e pode permitir que o processo alquímico continue exponencialmente.
Darryl Reanney tem uma outra maneira de expor isso: purificando o seu conhecimento do ruído do ego, o “você que é verdadeiramente você” pode se unir à sinfonia da criação, e a canção na qual você se tornou pode se fundir sem emendas com a música que é. Em outras palavras, purificar o nosso conhecimento, com a purificação da mente, é crucial para a nossa harmonização. Esse é um ponto fundamental em obras como Os Yoga-Sutras de Patañjali. Talvez uma maneira de purificar a mente seja aprender a permanecermos quietos.
Purificar o nosso conhecimento do ruído do ego exige que disponibilizemos oportunidades para reduzir esse ruído, se quisermos permanecer lúcidos e sãos, no mundo de hoje. Jocelyn Underhill escreveu que uma das mais lamentáveis características da vida moderna é o medo do silêncio, que permeia todas as fileiras da sociedade. Muita conversa fiada e inconsequente, afirma ela, surge do medo. Talvez o silêncio crie um aparente vazio, algo que é desconhecido e que, portanto, nós tememos.
O silêncio tem uma importância capital na vida espiritual. O que significa permanecer totalmente quieto? O corpo está aquietado; não se inquieta. As células não estão agitadas. As emoções estão em repouso e todavia a mente ainda está alerta. É interessante observar o silêncio entre pensamentos. Eles se tornam mais espaçados e podem mudar de qualidade com o passar do tempo. A própria experiência do tempo muda quando experimentamos estados internos de percepção.
O que é o silêncio? Comumente, consideramos o silêncio como a ausência de som. Mas Jocelyn Underhill afirma que “o silêncio é muito mais que a negação do som; é o próprio som”. As coisas espirituais vistas dos mundos inferiores na maioria das vezes apresentam-se como paradoxos. Por isso podem não ser facilmente assimiláveis, e às vezes requerem um salto de fé antes que possam ser verdadeiramente conhecidas.
A noção do silêncio como som está bem exemplificada no maravilhoso clássico teosófico A Voz do Silêncio. Helen Zahara sugere que essa voz assume diferentes formas, dependendo do nosso estado de consciência: “Às vezes sentimos uma compulsão interna ou orientação para tomar uma atitude particular. Para muitos, essa não é uma idéia estranha. A questão é se o impulso é um genuíno impulso espiritual. Precisamos saber se nossos desejos emocionais ou nossos pensamentos são influenciados por nós. Para isso, o discernimento precisa ser desenvolvido. A chave aqui é examinar nossos motivos.”
A consciência é outro tipo de voz interior que determina a extensão da nossa moralidade. A verdadeira consciência provém dos reinos do espírito. Mas o que achamos ser consciência pode ter uma origem externa, produzida pela sociedade.
Às vezes um pensamento estranho aparece na mente, quase como uma voz se expressando. Mais uma vez precisamos determinar a sua fonte para saber se é uma manifestação da “voz do silêncio”.
Ao longo da história, místicos e visionários relataram que foram inspirados por uma voz interior. O estado místico parece ser de grande iluminação interior, um fluxo de luz e de alegria, uma tremenda sensação de unidade. Esse estado de consciência tem a sua própria voz; todavia, as tentativas de descrevê-la representam, quando muito, uma aproximação da realidade.
Não é preciso temer o silêncio. Pode ser um grande conforto levar até ele todo o alcance de nossas experiências – as dores mais profundas, os nobres pensamentos e assim por diante, até atingirmos as nossas mais elevadas aspirações. Podemos criar espaço para o silêncio, permitir que ele paire sobre as águas profundas da alma?
O silêncio não precisa ser confinado a momentos de meditação, e isso é algo que nós podemos experienciar. O que acontece nos momentos em que não podemos nos retirar para o silêncio físico? Talvez o segredo seja permitir que os ruídos fluam através de nós, em vez de enfrentá-los com resistência. Desse modo, a harmonia não é perturbada.
Os aborígines australianos usam o termo “versos de uma canção” para descrever “o padrão entremeado de trilhas de tempo que riscam a paisagem de sua terra.” Darryl Reanney refere-se aos versos de uma canção como “a totalidade do conhecimento sobre o tempo.” Em resposta à pergunta “quem sou eu?”, ele responde: “Somos os versos da canção de nossas vidas.” Ele comenta que se os versos da canção de sua vida estiverem desafinados com o coro da criação, eles não podem se tornar parte do universo, a canção única, a música que compõe o mundo ou o somatório harmônico de tudo o que é. No curso da evolução, os sons dissonantes eventualmente vão se mesclar com esse vasto mar de harmonia, a Música das Esferas.
Qual é então, o nosso desafio? Nós, que participamos da orquestra da vida, estamos de algum modo tentando tocar novamente aquele acorde perdido. Precisamos decidir no fundo como agir de acordo com os desígnios da natureza enquanto expressamos uma gama única de notas que marcam a nossa própria individualidade.
Como sabermos o modo de agir? Uma afirmação profunda é feita em Luz no Caminho:“Ouvir a voz do silêncio é compreender que do interior vem a única orientação verdadeira. Assim, o ouro que resulta da alquimia do espírito, nascido no silêncio, pode nos transformar radicalmente. As partículas das nossas observações objetivas do dia-a-dia são então transmutadas nas ondas do nosso mundo interior e subjetivo de experiências. Esta é a verdadeira regeneração.”
Finalmente, tenhamos em mente as palavras de Jocelyn Underhill: “Para o ouvido espiritualmente treinado sempre há música aguardando para ser ouvida, e esse som insonoro eleva-se e segue adiante até que se une com a palpitação do eterno mar e o claro chamado das estrelas, sendo ambos acordes pertencentes à grande melodia das vozes dos anjos de Deus e dos filhos da manhã, a música que preenche o cosmo com uma harmonia eterna e divina.”
Vontade espiritual
Helen Zahara citou uma definição de C.W. Leadbeater: “A voz do silêncio para qualquer pessoa é aquela que vem da parte de si mesma que é mais elevada do que sua consciência normal pode alcançar.” Portanto, é lógico e natural que essa voz se modifique à medida que o indivíduo evolui. Essas mudanças podem ser consideradas como três estágios:
1. Para aqueles que têm o foco da consciência na personalidade, essa voz poderia se originar nos aspectos mais sutis da mente, onde há uma qualidade de compreensão conceitual e sintetizadora.
2. Para indivíduos mais sensíveis, poderia ser a voz de buddhi, que provê uma compreensão iluminada.
3. Eventualmente essa voz pode vir do nível de anima. Poderíamos então considerar a voz como vontade espiritual. A evolução monádica [de mônada: centelha da vida, a parte imortal do homem] iria repousar primariamente no futuro, para a humanidade.
Quando se chega ao adeptado, não há dúvida de que ainda há expressões mais sutis dessa voz. De acordo com os ensinamentos da sabedoria, esta originalmente começou com a Palavra ou o Grande Alento, que vibrou através do espaço no início do universo e através de sete grandes campos de consciência. Se o universo consiste desses vastos campos, e se nós somos parte da vida una, então ouvir essa voz ou som significa certamente despertar em cada um desses níveis. Como diz a Voz do Silêncio, “antes de colocares teu pé no degrau mais elevado da escada, a escada dos sons místicos, tens de ouvir a voz do teu deus interno de sete maneiras.” Essas sete maneiras são às vezes equacionadas com vibrações desses sete campos ou domínios, mas podem também ter outras conotações.
Por Linda Oliveira
Fonte:
http://www.sociedadeteosofica.org.br/artigos.asp?item=734&idioma=
domingo, 13 de janeiro de 2013
Why?
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segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
Poema: Numa Manjedoura
A estrela apontava
Que rumo seguir
Lá estava o Salvador
Nasceu numa manjedoura,
Com muito carinho e afeto
Recebeu a visita dos Reis Magos
Os seus pais Maria e José
Ela, dona de casa
Ele, carpinteiro
Veio assim o Menino
Que deram o nome JESUS
Chamado O Nazareno
Aos doze anos
Pregava nas sinagogas
A pedagogia do Amor
Aos doutores, aos sábios,
Aos humildes e a todos
Todos que o escutasse.
Apenas o que
O ensinara
"Amai-vos uns aos outros como eu vós amei"
Essa era a vontade do Pai.
Mas os homens O sacrificaram
Numa Cruz de madeira foi pregado
Apenas porque queria
Tirar o pecado do Mundo
E o seu nome era Jesus de Nazaré.
Permita que Ele adentre a vossa casa
O abrigue no coração
Essa é a melhor lição.
Luiza Maria da Silva Pinto Moura
Belo Jardim (PE) Brasil
domingo, 9 de dezembro de 2012
Qual a idade para ser feliz?
Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.
Uma só idade para a gente se encantar com a vida
e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.
Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.
Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo novo, de novo e de novo...
e quantas vezes for preciso.
Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se Presente
e tem a duração do instante que passa.
Autor Desconhecido
quarta-feira, 5 de dezembro de 2012
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Eu sou meu (minha) melhor amigo (a) !!
Eu te amo
( inserir o nome / escreva o seu nome)
Eu realmente, realmente amo voce.
Voce é meu / minha melhor amigo (a), e
eu aprecio viver minha vida com voce.
Experiências vêm e vão, contudo,
meu amor por voce é constante. Nós
temos uma boa vida juntos, e isso
irá somente ficar melhor e melhor.
Nós temos muitas aventuras maravilhosas
à nossa frente e a vida cheia de amor.
Todo o amor em nossas vidas começa conosco.
Eu te amo. Eu realmente te amo!
Louise Hay
Uso diário como conversar com o espelho.
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sexta-feira, 5 de outubro de 2012
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Saúde: O Corpo é um espelho de nossas Crenças
"Embora muitas pessoas me vejam como alguém com o poder de curar os outros, eu não curo ninguém.
Meu trabalho é ajudar as pessoas a compreenderem como seus pensamentos criam, constantemente, suas próprias experiências de vida - todas elas, tanto as boas quanto as que chamamos de más experiências.
Você já se viu indo para o trabalho remoendo ressentimentos em relação a um colega ou alimentando sua insegurança por causa de uma tarefa que lhe foi solicitada?
É um exemplo simples, mas que ajuda a entender o que afirmo.
Se, em vez de pensar negativamente, você procurasse pensar nas razões que poderiam ter levado o companheiro de escritório à atitude agressiva, e imaginasse formas afetuosas de resolver o conflito, seu encontro com ele poderia gerar uma aproximação feliz para ambos.
Se, em vez de inventariar suas próprias falhas, você tomasse consciência de sua capacidade e repetisse para si que poderia realizar a tarefa solicitada com sucesso - pedindo ajuda se precisasse, provavelmente você a desempenharia com outro ânimo e competência.
Nossos pensamentos podem, da mesma forma, estar contribuindo para o bem-estar ou para o mal-estar de nossos corpos.
Não queremos ficar doentes e, no entanto, precisamos de cada doença que contraímos.
É a maneira que nossos corpos encontram para nos dizerem que estamos com uma idéia errada, com uma percepção falsa, e que precisamos mudar nossa forma de pensar.
Tenho uma amiga que precisou passar por uma pneumonia grave para concluir que era indispensável mudar seu ritmo de vida e fazer uma terapia que a ajudasse a rever seus relacionamentos.
Há pessoas que usam a doença como forma de não assumir compromissos, mantendo-se permanentemente numa situação fragilizada.
Cada doença é uma lição que precisamos aprender.
Por favor, não fique só reclamando: "quero me livrar desta doença."
Isso não vai trazer a cura que você deseja e você não vai aprender a lição de que necessita.
Não se coloque também numa atitude defensiva, como se a doença fosse uma espécie de acusação. Não se trata de condenar nem de sentir nenhuma culpa.
Tanto na doença quanto em qualquer situação de vida, o importante é observar o que está acontecendo conosco para entender o que precisa ser libertado e transformado.
Então eu lhe digo: é hora de se curar, de tornar sua vida e seu corpo íntegros, que significa que você deseja investir na sua saúde.
Eu sei que você tem, dentro de si, tudo de que precisa para conseguir isso.
Quando você começar a compreender o processo que leva à saúde ou à doença, será capaz de assumir o controle consciente das mudanças que deseja fazer.
É um processo muito emocionante que vai se tornar uma das aventuras mais felizes da sua vida.
Acredito que existe um centro de sabedoria dentro de cada um de nós e que, quando estamos prontos para fazer mudanças positivas, atraímos o que é necessário para nos ajudar.
Pode ter certeza de que alguma coisa dentro de você se transformou e o processo de cura já começou.
Pare um instante a leitura e diga em voz alta: Eu já comecei o meu processo de cura.
O corpo é um espelho das nossas crenças e dos nossos pensamentos mais íntimos.
O corpo está sempre conversando conosco. É preciso aprender a escutar o que ele tem a dizer.
Cada célula reage a cada pensamento seu, a cada palavra que você pronuncia.
Por isso, se prolongamos durante muito tempo determinadas formas de pensar e de falar, elas irão produzir comportamentos e posturas corporais, assim como um maior ou menor bem-estar.
Suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou sua doença.
Uma pessoa que está sempre com o rosto fechado provavelmente não tem muitos pensamentos alegres e amorosos. Os rostos e corpos dos mais velhos mostram claramente como foi sua vida e seus comportamentos.
Pare um pouco e pense: que aparência eu vou ter quando entrar na terceira idade?
Como acredito que todos nós nascemos com o direito de ser completamente saudáveis e satisfeitos em todas as áreas de nossas vidas, quero ajudar você a conquistar esse direito agora.
Algumas das coisas que vou sugerir talvez pareçam simples demais, mas fique sabendo que estas idéias foram testadas muitas vezes com enorme sucesso.
Elas funcionam de verdade.
Antes de continuar a ler este texto, repare no seu corpo.
Coloque-se numa posição confortável, respire fundo e procure relaxar.
Abra-se para acolher todas as idéias, aceitando apenas as que se aplicam ou fazem sentido para você.
Acredito que toda doença é uma criação própria.
É claro que não dizemos quero ter tal doença, mas criamos um ambiente mental que faz com que a doença apareça e se desenvolva.
Volto a repetir: nossos diálogos interiores provocam reações em cada célula do corpo.
Ouvi um médico dizer recentemente: "Se um cirurgião operar um paciente sem fazer coisa alguma para ajudar a descobrir e curar a causa da doença, ele estará apenas adiando o problema, pois o paciente criará um outro mal-estar."
Não basta tratar o sintoma. Precisamos eliminar a causa da doença.
E para isso precisamos penetrar no lugar, dentro de nós mesmos, onde o processo teve início.
Somos profundamente responsáveis por quase todas as experiências por que passamos em nossas vidas.
Tanto as melhores quanto as piores.
Porque, como já disse, somos nós que criamos nossas experiências através dos pensamentos que temos e das palavras que pronunciamos.
O universo apóia completamente nosso diálogo interior.
Nosso subconsciente aceita como verdade aquilo em que escolhemos acreditar.
Isto significa que o que acredito ser verdade a meu próprio respeito e a respeito da vida se tornará verdade para mim.
Essa é uma escolha que você faz.
É claro que os pensamentos vêm à cabeça sem nosso controle, mas, ao reconhecê-los,
você pode alimentá-los ou procurar desapegar-se deles, tentando olhar a realidade de outra perspectiva.
Temos também o impulso de pronunciar certas palavras, mas somos capazes de silenciá-las ou substituí-las por outras mais amorosas, impregnadas de compreensão e tolerância.
O que pensamos e sentimos a respeito de nós mesmos e de nossa vida formou-se desde criança, pelas reações e comportamentos dos adultos que nos rodeavam.
Assim, se você viveu com pessoas assustadas ou com pessoas extremamente infelizes, aprendeu uma porção de coisas negativas a seu próprio respeito e a respeito da vida.
E é possível que ainda acredite nelas.
Não estou dizendo isso para que culpemos nossos pais. Eles provavelmente foram vítimas de seus próprios pais e não podiam nos ensinar o que não sabiam.
Se sua mãe não gostava dela mesma e se seu pai não sabia ser carinhoso e atento, eles não teriam condições de ensinar você a se amar e a se tratar com carinho e atenção.
Por mais bem intencionados que fossem.
Acredito que escolhemos nossos pais.
Cada um de nós decide encarnar neste planeta em épocas e locais específicos. Fazemos assim porque estamos neste mundo para aprender as lições que nos farão avançar em nosso caminho espiritual.
Para isso, escolhemos nosso sexo, nossa cor, nosso país e as pessoas que nos farão ter as experiências de que precisamos para evoluir.
Muitas vezes, quando crescemos, acusamos nossos pais e nos queixamos: "foi você quem fez isto comigo, a culpa é sua".
Mas, na verdade, nós os escolhemos, porque era com eles que podíamos viver aquilo que queríamos aprender a superar.
Passamos a vida criando experiências que combinem com as crenças adquiridas na infância.
Olhe para trás e observe quantas vezes você passou pelo mesmo tipo de relacionamento e pela mesma qualidade de problema.
É bem possível que você tenha criado essas experiências repetidamente porque elas refletem o que você pensa a seu respeito.
Mas não adianta ficar remoendo os problemas do passado, porque é o momento presente que importa.
O que aconteceu no passado, até este momento, foi criado por você, com seus próprios pensamentos e antigas crenças, sem que você se desse conta.
Mas o que você escolhe pensar, acreditar e dizer hoje, neste exato lugar, neste exato momento, está criando o seu futuro.
Seu diálogo interior de agora está criando o seu amanhã, a semana que vem, o próximo mês e o ano que vem.
Então, preste atenção no que você está pensando neste instante.
Você quer que este pensamento crie o seu futuro?
Ele é negativo ou é positivo?
Observe, preste atenção.
Não existe certo ou errado no que pensamos, e volto a dizer que não quero nunca explorar o sentimento de culpa. Pelo contrário, quero eliminá-lo, porque ele paralisa e não faz crescer.
Estou querendo apenas que você entre em contato com o que está pensando, porque, em geral nós tomamos muito pouca consciência do que se passa em nossas mentes e em nossos corpos.
Só prestamos atenção quando ficamos doentes ou quando sentimos dor.
E, se não sabemos o que está se passando dentro de nós, como poderemos mudar?"
Por Louise Hay
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
domingo, 12 de agosto de 2012
domingo, 22 de julho de 2012
Simplesmente... Ser...
Eu tenho cada vez mais menos respostas, mas também tenho cada vez mais menos perguntas. Disso eu não duvido: tenho cada vez mais menos certezas.
Quanto mais o tempo passa, eu fico menos à vontade para alimentar dores e com muito mais preguiça de sofrer. Quanto mais o tempo passa, menos faço por onde adiantar a morte, mais tento fazer por onde aproximar a vida.
Coisas que já me importaram à beça já não me importam nem um pouco, enquanto aquilo que essencialmente sempre teve importância me importa, agora, com mais nitidez.
Como deve acontecer com outros tantos aprendizes da coragem, às vezes, cansadíssima das lições e do método pedagógico, eu recordo que a covardia, pelo menos na aparência, é bem mais fácil, bem menos trabalhosa e, claro, bem mais egoísta, eu já estive lá com muito mais frequência.
Mas aí, justo neste ponto, costuma acontecer algo bem bonito: também recordo de cada flor que veio à tona só porque tive coragem de cuidar da semente. Só porque não me acovardei, mesmo que tantas vezes com todo medo do mundo.
Ana Jácomo
sábado, 14 de abril de 2012
Sung-bong Choi
A história do jovem de 22 anos, Sung-bong Choi, tem emocionado muitas pessoas pelo mundo depois da sua apresentação na versão coreana do Got Talent. Abandonado pelos pais com 3 anos Choi "viveu uma vida de inseto" como ele mesmo diz, apanhou no orfanato, viveu nas ruas vendendo chicletes e bebidas e muitas vezes teve que dormir em escadas e banheiros públicos. Em um breve momento revela que chegou a ser “vendido”. Como muitos Choi chegou desacreditado no palco do Got Talent, desacreditado inclusive até por ele mesmo, quando diz: “Eu não sou bom cantor, mas gosto de cantar”, mas a descrença logo deu lugar a lágrimas e emoção.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Lição de Vida: "Eu não tenho passado. Tenho presente." Diz: Bibi Ferreira
‘Eu não tenho passado. Tenho presente’, diz Bibi Ferreira
Atriz estreia novo espetáculo para comemorar 90 anos de idade e 71 de carreira.
Muito antes desta febre de musicais no Brasil, ela já subia ao palco para cantar e atuar. Interpretou diversas vezes a cantora francesa Edith Piaf e montou aqui espetáculos da Broadway, como My Fair Lady. Isso há quase 50 anos. Abigail Izquierdo Ferreira, quer dizer, Bibi Ferreira, está neste domingo no Fantástico. E prova que o tempo passa, mas sua estrela está longe de perder o brilho.
É aquecendo a voz que Bibi Ferreira se prepara para a nossa conversa. E que voz aos 90 anos. É isso mesmo: 90 anos.
A comemoração do aniversário e dos 71 anos de carreira começa esta semana. O lugar escolhido, claro, foi o palco. È tanta vitalidade que na próxima quarta-feira ela estreia um novo espetáculo no Rio de Janeiro.
Renata Ceribelli: As pessoas normalmente têm muito receio, muito medo de, com o passar dos anos, não ter aquela capacidade de fazer as coisas que elas gostam. Aí vem você e mostra que não é nada disso. Conta esta receita pra gente.
Bibi Ferreira: Acho que esta receita vem do tempo da minha mãe. Minha mãe era uma pessoa muito exigente. Comigo principalmente. O verbo cansar não existia.
Renata Ceribelli: Você gosta de recordar do seu passado?
Bibi Ferreira: Eu não tenho passado. Eu tenho presente. Eu agradeço sempre por tudo que eu tenho. Pela voz que eu tenho. Pela filha que eu tenho. Pela saúde que eu tenho.
Renata Ceribelli: Por todos os amores que você teve?
Bibi Ferreira: Amores eu tive vários quando eu tive a idade de ter amores. Eu tive os cinco maridos. Amei os cinco com a mesma intensidade. Mas também tenho muita idade. Divide isso.
Renata Ceribelli: Você é muito ciumenta?
Bibi Ferreira: Doentiamente ciumenta.
Renata Ceribelli: Não consigo te ver uma mulher ciumenta. Porque você é uma mulher forte. Aparentemente muito segura. Uma mulher ciumenta não combina com isso.
Bibi Ferreira: Mas você esqueceu um detalhe importante: se você não é bonita. As concorrentes eram muito mais bonitas que eu. E aí entrava meu ciúme.
Renata Ceribelli: Você não se achava bonita por isso você era insegura com sua beleza?
Bibi Ferreira: Era isso desde menina. Porque eu tinha um fator contra, que era meu pai. Eu era parecidíssima com meu pai. E meu pai era um famoso por ser um homem feio. ‘O pai dela é tão feio. Ela é a cara do pai’. Isso foi ficando, ficando na minha cabeça.
Renata Ceribelli: Eu gostaria de mostrar imagens que a gente encontrou em nossos arquivos para você sentir um pouco de saudade.
É um especial em que ela faz uma homenagem a Procópio Ferreira, um dos maiores atores do teatro brasileiro.
Renata Ceribelli: Saudade?
Bibi Ferreira: Constante.
Bibi tem uma filha e dois netos. A neta Claudia chegou junto com a mãe, Cristina, para visitar a avó.
Renata Ceribelli: Como é Bibi avó e mãe? É aquela avó que borda ou é moderna?
Cláudia: Ela é moderna. Muito moderna.
Ao lado da filha e da neta, Bibi faz uma revelação ao Fantástico. Ela tem três músicas que ela escreveu. Inéditas.
Fonte:
Fantástico de 01/Abril/2012
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