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sábado, 9 de outubro de 2010

O que é o Pranayama?



Pranayama é o controle da energia vital, sendo a regulação dos movimentos da respiração, o meio de alcançá-lo.


O tórax, ou a cavidade do peito é como uma caixa móvel que contém os mais importantes órgãos da respiração: os pulmões, e da circulação: o coração.


Os principais músculos do tórax são os intercostais, que preenchem a cavidade entre as costelas, e o diafragma na base, separando a cavidade peitoral da abdominal, participantes ativos na respiração.

Naturalmente outros pequenos músculos trabalham no ato da respiração, inclusive os da face.


Na respiração, o ar entra pelas narinas, passando pela laringe e traquéia, que se divide em duas, uma para cada pulmão.


Os pulmões têm uma textura elástica e são formados por pequenos sacos, os alvéolos, cuja função é permitir que as células vermelhas do sangue absorvam oxigênio e devolvam gás carbônico.

Essas células vermelhas são as carregadoras de oxigênio dos pulmões para os diversos tecidos do corpo.


O oxigênio é imprescindível em toda e qualquer atividade humana.


Todo esse trabalho é intimamente conectado com o funcionamento do coração.


Do ponto de vista fisiológico, o propósito de qualquer exercício respiratório é a assimilação de uma máxima quantidade de oxigênio com um mínimo gasto de energia.

Do ponto de vista yogue, o propósito do exercício respiratório é diminuir o ritmo do metabolismo, mais especificamente, diminuir o movimento psíquico (facilitando a concentração).


Como já citamos anteriormente, os yogues postulam a existência de dois tipos de atividade neurofisiológica que geram e controlam o ato da respiração:


  • uma é estimulada pela influência solar, juntamente com a respiração pela narina direita (pingala);
  • a outra, é estimulada pela influência lunar e a respiração pela narina esquerda (ida).É muito importante para a saúde, o equilíbrio entre estas duas correntes energéticas.


Desde muito cedo, foi também observado pelos yogues, a correlação entre o funcionamento cerebral e mudanças no volume, força e ritmo da respiração.


Falam de uma biounidade entre mente e ‘prana’, uma correspondência entre o pensamento/emoções e a respiração.


Prana é um conceito que tem causado muita polêmica entre os escritores modernos sobre seu significado.


O yogue Shri Yogendra o define como uma ‘força biomotora’ ou ‘bioenergia’, ou ‘energia vital’, difundida por todo o corpo e sustentáculo da vida.


É a energia responsável pela unidade e harmonia do corpo.


Sua principal função é o movimento.

O movimento mental, ele próprio, é prana.


Sem prana não há função cognitiva.


Em outras palavras, prana “é uma atividade vibratória que sustenta o processo da vida” (Yogendra).


O ato de inspirar e expirar “alimentam” este funcionamento.


Pranayama tecnicamente é a restrição ou suspensão da inspiração ou da expiração (literalmente é restrição – yama – do prana, ou seja, restrição do movimento).


A essência do pranayama é, portanto, a pausa respiratória , que diminui o funcionamento mental, propiciando condições para a meditação.


O Instituto de Yoga de Mumbai reciclou as técnicas tradicionais, propondo oito maneiras de se realizar o pranayama:

Pranayama I – igualar os tempos de inspiração e expiração
Pranayama II – expansão lateral dos pulmões (Respiração Intercostal)
Pranyama III – expansão superior dos pulmões (Respiração Clavicular)
Pranayama IV- expansão inferior dos pulmões (Respiração Diafragmática)
Pranayama V – Sunyaka: manter os pulmões vazios
Pranayama VI – Puraka: inspiração prolongada
Pranayama VII – Kumbhaka: manter os pulmões cheios
Pranayama VIII – Rechaka: expiração prolongada



Existe também um pranayama tradicional, que por sua ação sobre o sistema nervoso, é ensinado por todos os Institutos de yoga, chama-se: Anulomaviloma Pranayama, ou Respiração Alternada (alterna-se as narinas nas inspirações e expirações).

Além dos benefícios fisiológicos, pranayama tem, segundo o yoga, uma importância fundamental no desenvolvimento do conhecimento discriminativo.


O ‘insight’ sobre nossa dimensão transcendental advém da quietude interior, da parada de todo movimento da matéria em nós.


Sendo o prana a própria atividade vibratória da mente, sua restrição leva a esta parada, que só é alcançada completamente em Samyama, ou seja, no processo contínuo de concentração (dhárana), meditação (dhyana) e transe (samádhi).

Em outras palavras, a prática do pranayama sensibiliza para o aspecto transcendente da vida, aponta uma série de sinais sobre si mesmo a partir dos quais se pode adquirir uma resposta genuína e individual à questão ‘quem sou eu?’


Fonte:
gnosisonline

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Chacras e Cura Psíquica



Cada chacra é uma janela para o invisível; um verdadeiro portal psicofísico que, frequentemente, troca energias com outros planos de manifestação.

O chacra do topo de cabeça - chamado de chacra da coroa - é uma verdadeira festa de luz!


É o centro energético que está ligado com a expansão da consciência e a multidimensionalidade.

É o chacra que sinaliza o caminho da evolução sideral; aponta para outras etapas do desenvolvimento do homem, para as estrelas e para o infinito, que começa a se esboçar no topo da cabeça, através das idéias maiores que surgem, pelo contato excelente com outras consciências que já vivem esse momento infinito.

É o centro pelo qual vêm às idéias avançadas e o contato com seres que não têm mais a forma humanóide.

É a bússola espiritual na navegação sideral, que sinaliza a direção evolutiva do homem para outros orbes e para outras estrelas.

É o chacra que liga a consciência humana com a Consciência Universal!

O chacra da testa – frontal - é o centro da responsabilidade, pelo qual se aprende e se guarda na memória as informações.

É o chacra da visão espiritual, da intuição, da percepção, do conhecimento e da síntese intelectual. Ao mesmo tempo, é o chacra que suaviza a energia dos olhos.

É, por excelência, um sol na testa! E, suavemente, irradia luz para dentro dos olhos e é capaz de descansar a mente.

Porém, nos dias atuais, é um chacra sobrecarregado de tensões, pensamentos e excessos, funcionando de forma muito acelerada.

No entanto, essa aceleração é artificial, motivada pelas luzes transitórias do mundo e pelo conhecimento parcial das coisas.

É necessário pensar no centro frontal, também, como um centro de descanso da mente, como um sol, que não apenas pulsa de dentro para fora, mas também para dentro dos olhos, para limpar a tela mental e suavizar a mente.

Esse chacra é capaz de carinho profundo!

O chacra da garganta – laríngeo - é, por excelência, o centro da comunicação e da mediunidade.


É o centro artístico da expressão!

Está ligado à sensibilidade mediúnica, que capta a criatividade vinda de outros planos e de outras consciências.

Como é o centro da comunicação, sofre toda a repercussão da mesma.

E, como é um centro situado entre a cabeça e o peito, sofre repercussão dos outros centros, constantemente.

Por isso os grandes iniciados sempre ensinaram sobre o silêncio, para manter esse centro conservado.

Aquele silêncio que capta a criatividade e melhora a expressão.

Esse é outro centro sobrecarregado pela correria do mundo moderno e pela necessidade premente de estar acelerado.

A visualização de uma jóia incrustada no centro laríngeo favorece o descanso desse centro; favorece a meditação suave e seu equilíbrio energético.

O centro peitoral – chacra cardíaco - é, por excelência, o canal de toda transformação afetiva, em que o homem instintivo se transforma em espiritual.

É o centro alquímico verdadeiro!

A verdadeira transformação ocorre no centro cardíaco.

Todo amor, toda qualidade afetiva, todo abraço, todo idealismo por algo melhor está no chacra do coração.

Toda cura, todo toque terapêutico e toda assistência espiritual vibra nesse centro.

Inclusive, é um chacra capaz de abraçar humanidades situadas em outros orbes.

É o centro que dissolve o egoísmo e o bairrismo planetário - o racismo, os preconceitos sexuais, sociais, econômicos e de qualquer espécie.

Esse centro é um sol peitoral que jamais poderá ser envenenado pelas péssimas vibrações da vingança.

O ódio gera uma energia viscosa e escura, que adere no centro cardíaco como uma espécie de piche consciencial.

Jamais permitam desejos de vingança acalentados!

Por mais ocultos que eles estejam, são observados extrafisicamente.

O sol peitoral não pode ser nublado pelas nuvens do ódio nem envenenado por maledicência alguma.

O centro abdominal – chacra umbilical - é, por excelência, o centro das emoções densas, misturadas com o processo da alimentação normal.

É um centro de grande vitalidade!

Também é altamente sobrecarregado pela tensão emocional.

Porém, é um centro terno e suave para quem souber trabalhar com ele; para quem imaginar um sol umbilical!

É como um sol suave e generoso, que vai se expandindo, não pela força, mas pelo sentimento, pela generosidade, que não está apenas no centro peitoral, também flui no centro umbilical, apaziguando os órgãos abdominais, toda a região da cintura e das costas e equilibrando as emoções mais densas.

É um centro de grande capacidade ectoplásmica!

E tem alta ressonância com as energias dos vegetais, com as energias do mar e do vento e com as energias da natureza em geral.

A energia verde é excelente para este centro - o verde esmeralda; o verde da natureza!

O centro sexual – chamado de chacra sacro - é, por excelência, o centro da reprodução.

Também é o centro que traz toda a sensação corporal de calor ou de frio, através da pele.

É o centro do prazer!

É também um centro altamente sobrecarregado, seja pela repressão sexual, ou por sua exacerbação.

É necessário visualizar um sol no baixo ventre - um sol branco, o mais brilhante possível -, para que limpe as formas mentais aderidas, não somente desta vida, mas de outras também, e de uma eventual sexualidade mal resolvida.

O centro da base da coluna – chacra básico – é a sede dos desejos mais densos.

Muitas vezes, esse chacra é como se fosse um menino.

Ora, cheio de explosões emocionais em relação aos valores da terra; ora, tímido, com medo desses mesmos valores e da própria vida.

É um chacra muitas vezes minimizado em sua importância, por ser um centro que está na parte inferior do corpo.

Entretanto, é um verdadeiro sol que sustenta o equilíbrio do corpo!

E carrega o sangue de energia - a força vital planetária.

Nenhum dos sete centros pode ser menosprezado.

Cada um tem a sua importância no contexto vital do Ser.

Desde a base da coluna até o topo da cabeça, deve haver harmonia.

A base da coluna vibra, por excelência, na cor dourada - que é capaz de estabilizar o vermelho denso que vem da terra - harmonizando as outras energias e mantendo o equilíbrio do corpo saudável.

Os centros secundários têm relativa importância - como os centros energéticos dos pés -, por onde entra a energia planetária.

Esses pés, que sustentam o equilíbrio do corpo e que seguram, muitas vezes, a tensão e o cansaço corporal, por todo um dia.

É necessário acender os chacras das plantas dos pés, como se fossem dois sóis branco- fluorescentes pulsando suavemente e dando-lhes a devida atenção - tratando os pés com respeito, amor e agradecimento.

Os chacras das palmas das mãos são centros, por excelência, do toque, da cura e da gesticulação, expressando idéias e sentimentos.

São excelentes para dispersão de energias pesadas em torno, através dos diversos métodos de manipulação manual da energia.

Desde as plantas dos pés ao alto da cabeça, o mesmo ser brilhante, com todos os centros potencializados pela força da vontade, pela disciplina perene e pela consciência que trabalha.

Os chacras são centros de força vital!

Por eles, são feitas leituras psíquicas e espirituais.

Neles, seres de outros planos lêem tudo aquilo que vai dentro das energias de alguém.

Seres que se apresentam com formas só de luz, sem a limitação da forma humanóide, quando observam o ser humano, como no presente momento, o fazem por esses chacras.

Eles não observam a forma humana, mas os centros energéticos!

Os centros inferiores estão ligados à Terra: agradeça ao planeta, por hospedá-lo por mais uma vida!

Os centros superiores estão ligados ao Cosmos, ao qual se agradece toda a amplitude e novas oportunidades de conhecimento futuro.

O homem está entre o Céu e a Terra.

É um elemento híbrido: veio das estrelas, mas ocupa um invólucro terrestre.

Tem as duas naturezas em si mesmo: é filho da terra e é filho do espaço!

Deve saudar sua Mãe-Terra; deve saudar o Pai-Espaço!

Tudo isso dentro do próprio coração.

Quando pensar em alguém querido que partiu, selecione um dos sete centros principais e tente sentir aquela consciência por esse chacra.

Pode ser qualquer um dos centros principais, e isso varia de dia para dia, de acordo com as circunstâncias de vida de cada pessoa.

Uma hora, você vai sentir isso no coração; outra hora, na testa.

Portanto, é necessário entrar, de um a um, nesses chacras e perceber por onde é que você está mais sensível naquele momento.

Sempre focando a consciência no centro luminoso escolhido.

E, ali, suavemente, asculte psiquicamente o universo à sua volta; perceba o que está no ambiente e eleve a vibração, para perceber algo a mais.

Pense na pessoa amada, sem dramas e sem emoções torpes.

Pense num contato sadio de pessoas que se amam e que se abraçam e sorriem...

E que se alegram no contato!

E, por aquele centro, sinta a presença do ser amado, que pode estar em um outro plano, ou até mesmo em um outro orbe.

Mas há a conexão psíquica pelos chacras.

Essa é a chave mediúnica avançada: sentir psiquicamente pelos chacras; se comunicar e se ligar pelos centros vitais.

É possibilidade de qualquer estudante espiritual, de qualquer nível.

Demanda trabalho e esforço, porém é factível para qualquer pessoa dedicada.

Sempre lembrando que esse é um profundo mergulho de espírito.

Deve haver amor!

Deve haver elevação da consciência e objetivos nobres.

Se o contato for feito por apego, a tendência é que outras entidades entrem na corrente da comunicação e estraguem o processo.

O contato precisa ser feito de alto nível, de consciência a consciência, para que ambas fiquem felizes, lá e aqui.

Chega de contato lacrimoso.

Chega de dramas entre os homens e os espíritos.

Chega de ilusão.

O contato precisa ser saudável!

Consciências avançadas com consciências avançadas, seguindo no caminho do infinito...

Nada de dramas no contato espiritual!

É hora desse contato ser alegre, consciente e dinâmico.

É hora de vocês apertarem as mãos uns dos outros, entre planos - abraçarem uns aos outros.

Mesmo que os corpos – denso e sutil -, não sejam mais compatíveis, os chacras o são.

E, pela ligação energética e psíquica entre eles, daqui e de lá, é feita a conexão.

Nenhum iniciado sadio foi contra o exercício da mediunidade nos tempos antigos.

O que sempre se alertou foi sobre o contato inquieto e aflitivo com as entidades extrafísicas dramáticas e trevosas.

E, conhecendo o ser humano e seus apegos, é mais do que certo que contatos elevados não se darão facilmente; não enquanto o ser humano não transcender os limites dos sentidos e das emoções grossas.

Se o contato for através de perspectivas avançadas, nada poderá interpor-se entre as consciências.

Mas que esse contato seja por objetivos nobres e que, inclusive, realize trabalhos de assistência espiritual no processo.

Que não seja um contato por curiosidade ou por mediocridade.

Que seja de consciência a consciência.

Ou, como diziam os antigos mestres: de coração dourado a coração dourado...

Para que tudo brilhe!

Na Terra ou no Espaço, que tudo brilhe!

E que os homens, da Terra ou do Espaço, sejam felizes!

Tanto os que estão na carne, quanto os que estão fora dela.

- Notas:
* Tradicionalmente, dentro de estudos espiritualistas ocidentais, quando se faz uma correlação dos chacras com as cores, se utiliza a classificação de cores oriunda da refração da luz no espectro, na seguinte sequência:

- Vermelho / chacra básico;
- Laranja / chacra sexual;
- Amarelo / chacra umbilical;
- Verde / chacra cardíaco;
- Azul celeste / chacra laríngeo;
- Índigo / chacra frontal;
- Violeta / chacra coronário.

Contudo, essa correlação não é absoluta, pois os chacras mudam de cores de acordo com os pensamentos e sentimentos da pessoa.

Aqui nesse estudo, a visualização das cores está relacionada ao ponto de vista extrafísico dos mentores espirituais sobre o tema.

As cores sugeridas por eles são úteis para as condições específicas que eles apontaram na comunicação.

Ou seja, são visualizações direcionadas às cores que equilibrariam melhor os chacras sob certas condições.


Por Wagner Borges

terça-feira, 28 de setembro de 2010

7 Chakras



Chacras - do sânscrito – são os centros de força situados no corpo energético e que têm como função principal a absorção de energia – prana , chi – do meio ambiente para o interior do campo energético e do corpo físico. Além disso, servem de ponte energética entre o corpo espiritual e o corpo físico.

Os principais chacras, que estão conectados com as sete glândulas que compõem o sistema endócrino, são sete: coronário, frontal, laríngeo, cardíaco, umbilical, sexual e básico. Suas características básicas são as seguintes:


– Chacra Coronário – é o centro de força situado no topo da cabeça, por onde entram as energias celestes. É o chacra responsável pela expansão da consciência e pela captação das idéias elevadas. É também chamado de chacra da coroa. Em sânscrito, o seu nome é Sahashara, o lótus das mil pétalas. Está ligado à glândula pineal.


Obs.: A pineal é a glândula mais alta do sistema endócrino, situada bem no centro da cabeça, logo abaixo dos dois hemisférios cerebrais. Essa glândula está ligada ao chacra coronário, que, por sua vez, se abre no topo da cabeça, mas tem a sua raiz energética situada dentro dela. Devido a essa ligação sutil, a pineal – também chamada de epífise – é o ponto de ligação das energias superiores no corpo denso e, por extensão, tem muita importância nos fenômenos anímico-mediúnicos, incluindo nisso as projeções da consciência para fora do corpo físico.


– Chacra Frontal – é o centro de força situado na área da glabela, no espaço espiritual interno da testa. Está ligado à glândula hipófise – pituitária – e tem relação direta com os diversos fenômenos de clarividência, intuição e percepções parapsíquicas. É o chacra da aprendizagem e do conhecimento. Em sânscrito, ele é conhecido como Ajna, o centro de comando.


– Chacra Laríngeo – é o centro de força situado em frente da garganta. É o responsável pela energização da boca, garganta e órgãos respiratórios. Está ligado à glândula tireóide. Bem desenvolvido, facilita a psicofonia e a clariaudiência. É considerado também como um filtro energético que bloqueia as energias emocionais, para que elas não cheguem até os chacras da cabeça. É o chacra responsável pela expressão criativa – comunicação – do ser humano no mundo. O seu nome em sânscrito é Vishudda, o purificador.


– Chacra Cardíaco – é o centro de força responsável pela energização do sistema cárdio-respiratório. É considerado o canal de movimentação dos sentimentos. Por isso, é o chacra mais afetado pelo desequilíbrio emocional. Bem desenvolvido, torna-se um canal de amor para o trabalho de assistência espiritual. Está ligado à glândula timo. O seu nome em sânscrito é Anahata, o inviolável, o invicto, o som sutil do espírito imperecível.


– Chacra Umbilical – é o centro de força abdominal, responsável pela energização do sistema digestório. Está ligado ao pâncreas. É considerado o chacra das emoções inferiores. Quando está bloqueado, causa enjôo, medo ou irritação. Bem desenvolvido, facilita a percepção das energias ambientais. É chamado em sânscrito de Manipura, a cidade das jóias.


– Chacra Sexual – é o centro de força responsável pela energização dos órgãos sexuais. Está ligado às gônadas: testículos no homem; ovários na mulher. Quando está bloqueado, causa impotência sexual ou desânimo. Quando super-excitado, causa intenso desejo sexual. Bem desenvolvido, estimula o melhor funcionamento dos outros chacras e ajuda no despertar da kundalini . É o chacra da troca sexual e da alegria. O seu nome em sânscrito é Swadhistana; a morada do eu – ou morada do sol; ou a morada do prazer.


– Chacra Básico – é o centro de força situado na área da base da coluna. É o responsável pela absorção da energia telúrica e pelo estímulo direto da energia no corpo e na circulação do sangue. Está ligado às glândulas supra-renais e tem relação direta com os fenômenos bionergéticos e parapsíquicos oriundos da ativação da kundalini. O seu nome em sânscrito é Muladhara, a base e fundamento do corpo.


Por Wagner Borges

sábado, 25 de setembro de 2010

Respiração do Rejuvenescimento


A 3 Respirações


São comuns pessoas que se queixam de problemas respiratórios. Algumas reclamam que estão sempre cansadas, não têm fôlego e encontram-se sem energia.

Tomar consciência de nossa respiração, de como respiramos habitualmente e de como devemos respirar é um dos pontos fundamentais do Yoga.

No exercício das posturas devemos permanecer com a atenção constantemente voltada para o modo como estamos respirando.

Durante o relaxamento, é o ritmo da respiração que nos leva para a via da serenidade, aquietando a nossa mente e permitindo que o corpo descanse.

Para que tomemos consciência da nossa capacidade plena de respiração e de como, controlando-a, podemos ganhar saúde, vitalidade, capacidade de concentração, serenidade, clareza mental e equanimidade, o Yoga oferece inúmeros exercícios respiratórios.

Entretanto, há um exercício denominado “Respiração Completa” que pode ser considerado como aquele que está na base de todos os outros.

É nele que vamos tomar consciência da nossa plena capacidade respiratória levando o ar para as três regiões de nossos pulmões:


a região baixa, abdominal ou diafragmática,


a região média intercostal ou torácica,


e a região alta ou subclavicular.


Com a vida acelerada e sedentária que a maioria das pessoas leva nas cidades grandes perde-se a percepção de como deve ser a respiração.

Em geral, respira-se “curtinho” e nos níveis mais altos de nossos pulmões.

Muitas pessoas respiram sem movimentar as costelas ou o abdômen adequadamente, mantendo quase sempre o torso rígido.


Quando você pratica uma respiração completa:

Logo abaixo dos pulmões há um músculo laminado, denominado diafragma, que separa o peito do abdômen.

Na medida em que o ar é insuflado para as partes baixa, média e alta, o diafragma se contrai, deslocando-se para baixo empurrando os órgãos do abdômen enquanto este se expande e a caixa torácica expande-se para fora e para cima.

Na expiração, o diafragma relaxa-se enquanto o abdômen, a caixa torácica e a parte alta do peito se contraem naturalmente.

A posição ideal para se começar a respiração completa é estar deitado de costas com as pernas alongadas ou então flexionadas, como a pessoa preferir.

É importante observar que na respiração completa tanto a inspiração como a expiração devem ser feitas pelo nariz.

Antes de iniciarmos devemos fazer três exercícios preliminares que têm como função fazer com que a pessoa aprenda a colocar a sua respiração no abdômen, na caixa torácica e no alto do peito.


Vejamos como se faz.

Exercícios preliminares:


Respiração diafragmática, baixa ou abdominal

Para sentir melhor esta respiração coloque as mãos sobre o abdômen.

Ao levar o ar para a parte baixa dos pulmões, pode-se observar que o abdômen sobe na inspiração e desce na expiração.

Esta respiração é calmante, relaxante e sedante.

Ela atua nos nossos centros de energia inferiores, baixando os níveis de ansiedade, apaziguando emoções e a mente como um todo.

Ao realizar esta respiração abdominal de modo consciente é possível observar que, aos poucos, o ritmo da respiração se alonga e torna-se semelhante à respiração do sono profundo.

É como a respiração durante o sono de uma criança que está dormindo beatificamente.

Ao fazer esta respiração sinta-se como esta criança em plena idade da inocência, entregue a este sono gostoso.

Em situações de stress e ansiedade, a nossa respiração encurta-se e fica bloqueada, limitada aos níveis superiores de nossos pulmões, sobretudo à parte alta.

Respira-se “curtinho” e, na maioria dos casos, só se faz esta respiração alta.

Em caso de intenso nervosismo torna-se uma respiração alta sincopada que pode até, em situações extremas, assemelhar-se ao choro convulsivo da criança que soluça.

Nestas situações de stress e ansiedade, recomenda-se então fazer as respirações abdominais que acalmam e relaxam.

Nos casos em que há dores, sobretudo abdominais e de cabeça, esta respiração baixa consideravelmente o limiar dessas dores chegando, por vezes, a eliminá-las por completo.

É por isto que a respiração abdominal é também chamada de respiração sedante.


Respiração média, intercostal, ou torácica

Coloque as mãos sobre as costelas.

Ao levar o ar exclusivamente para esta parte média dos pulmões podemos observar que as costelas se afastam expandindo ao máximo toda esta região intercostal.

Na expiração sentimos que as costelas se aproximam novamente.

Esta respiração média expande e fortalece os músculos do tórax abrindo o peito, fortalecendo também os músculos que sustentam a coluna dorsal, favorecendo uma postura correta.

Em situações de timidez, de medo, de falta de autoconfiança podemos observar que o peito se fecha, a coluna dorsal se curva.

As respirações médias perdem o vigor e não se respira na capacidade plena desta região do tórax.

A respiração torácica consciente atua nos centros de energia do plexo solar e do plexo cardíaco, abrindo-nos para sentimentos de destemor, de iniciativa, de determinação, de autoconfiança, de receptividade, de doação e de amor universal.

Uma vez percebidos os três níveis de respiração de nossos pulmões podemos passar então para a respiração completa.

Solte os braços ao longo do corpo.


Respiração alta ou subclavicular

Leve suas mãos para a região logo abaixo das clavículas.

Ao conduzir o ar para esta região alta dos pulmões observamos que os ombros sobem um pouco em direção às orelhas e depois descem novamente na expiração.

Esta respiração é um pouco mais difícil de ser percebida isoladamente quando se está começando a tomar consciência dos três níveis de respiração dos pulmões.

Para percebê-la melhor devemos levar o ar para a parte média dos pulmões e, em seguida, continuar a preenchê-los na região mais alta até a sua capacidade plena.

É nesta região que se concentra mais a respiração em situações de stress e ansiedade e muitas pessoas respiram quase que exclusivamente nela.

São respirações bem mais curtas uma vez que o espaço dos pulmões nesta região é menor. A respiração alta como exercício consciente é importante para que percebamos os três níveis de respiração além de trazer benefícios à região da garganta, ativar as glândulas da tireóide, fortalecer os músculos do pescoço, beneficiar a audição e a emissão da voz.

Do ponto de vista energético atua no centro da garganta, desenvolvendo a criatividade e a expressão.


A respiração completa

Conduza o ar primeiramente para a parte baixa dos pulmões, depois para a parte média e em seguida para a parte alta.

A expiração pode ser feita de cima para baixo, eliminando primeiro o ar da parte alta, depois da média e por último da baixa.

Alguns autores recomendam que, se for mais cômodo, a expiração pode também ser feita de baixo para cima.

A meu ver, o que é realmente essencial na expiração é que a eliminação do ar seja realizada conscientemente percebendo-se os três níveis dos pulmões e esvaziando-os totalmente.

É fundamental, portanto, estar consciente do movimento ondular da respiração completa e realizá-la na capacidade plena dos pulmões, tanto na inspiração preenchendo-os completamente, como na expiração esvaziando-os totalmente.

Depois de algum tempo de prática é possível fazer a respiração completa de modo mais fluente passando de um nível dos pulmões para o outro naturalmente.
A respiração completa é calmante, revitalizante e tonificante.

Atua como uma massagem interna beneficiando o coração e os órgãos abdominais, tonificando o aparelho respiratório, o sistema endócrino e o sistema nervoso.

Garante melhor oxigenação do sangue purificando-o e liberando o organismo de toxinas pelas expirações completas.

Nutre e revitaliza o sangue na inspiração completa.

Não bastasse tudo isso há algo “a mais” que a respiração completa traz como benefício: ao inspirarmos estamos captando, além de oxigênio, a energia prânica.

Prana, segundo o Yoga, é a energia vital que está presente no ar que respiramos, nos alimentos que ingerimos, na água que bebemos, enfim, em toda a energia que move o Universo.

Tanto mais prana ingerimos quanto maior for a pureza destes elementos.

Sinta, então, ao fazer a respiração completa que você capta junto com o oxigênio essa energia prânica e experimente o bem-estar ao mentalizá-la nutrindo e harmonizando todo o seu ser.

Por tudo isso a respiração completa é considerada a respiração do rejuvenescimento.

Com ela restabelecemos a saúde, a vitalidade e a energia física, e atingimos a serenidade emocional e a clareza mental.

Fonte: gnosis

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Ciência descobre a Luz no Corpo Humano



Por Nosso Corpo Circula Luz!

Li há algum tempo na revista DSalud um artigo que apóia tudo aquilo que para nós já é tão legítimo: que somos energia, somos seres de luz.

Vejam, então, que os nossos sisudos cientistas foram capazes de demonstrar que assim é: que os canais energéticos que as culturas orientais conhecem há milênios e que descobriram de forma empírica, por revelações (de forma surpreendente para os racionais ocidentais), existem na realidade científica racional a qual estamos acostumados!!

O que não passa por essa racionalidade e essa ciência não existe oficialmente.

Pois bem, os chakras, os canais energéticos, os meridianos, a pura energia e o reiki, inclusive a conexão entre humanos, já existem para a ciência.

Em resumo: foi descoberto que a água dentro do organismo se manifesta na forma de cristal líquido (como as telas dos computadores), uma cristalização que permite conservar as propriedades dos cristais óticos (sua capacidade de armazenar informação e vibrar a determinadas freqüências) e dos líquidos (sua capacidade de fluir) ao mesmo tempo.

Isto significa: ela retem memória.

Lembram-se das fotos dos cristais de água do Dr. Masaru Emoto?

Dito isto, não podemos esquecer que 75% de nosso corpo é água (para um bebê este percentual é de 95%), daí a importância desta descoberta.

A água conduziria os biofótons (informação eletromagnética) - o CHI, o Ki, o prana -, a velocidades inimagináveis através de nosso corpo.

Por nossas veias (eletromagnéticas) circula luz!

Além disso foi descoberta uma rede ferroso-férrica de moléculas (de ferro) que graças às diferenças de potencial (geradas porque se oxidam e reduzem constantemente estas partículas) produzem energias eletromagnéticas que circulam por todo o nosso corpo, nutrindo-o e protegendo as reações bioquímicas (amplamente conhecidas por nossos cientistas) que sustentam nossa saúde.

Casualmente estas redes são mais densas justamente em um local que coincide com um canal central diante da coluna, e possuem sete bolas de macromoléculas coincidindo com os lugares descritos como chakras, protegendo as glândulas mais importantes do organismo, onde se desenvolvem as reações bioquímicas essenciais para a vida.

Bem, o cristal líquido ficaria dentro das células e seria influenciado pelo campo magnético descrito, emitiria energia de determinados e diferentes comprimentos de onda para seu exterior, o que constituiria a aura, e captaria, como uma grande antena parabólica, informação externa.

Nossas moléculas de cristal líquido estariam fixadas dentro da rede ferroso-férrica, e serviriam como lugar de armazenagem de informação.

A cientista que fez tão estupenda descoberta diz admitir que o ser humano seja formado por um corpo magnético, outro bioquímico e outro mental.

Se o corpo magnético se desorienta ou danifica, deixa de proteger a estrutura bioquímica e a enfermidade surge.

Se trabalhamos energeticamente sobre nosso organismo, reparamos a estrutura magnética e, conseqüentemente, a estrutura bioquímica também se recupera e, por extensão, a saúde..

Constantemente, através dos chakras, nosso corpo se nutre da energia que nos rodeia para poder funcionar bioquimicamente de forma correta.

Bem, isso é tudo.

Podem ver de forma ampliada no seguinte endereço (em espanhol): dsalud com reflexão seguinte é lógica e é uma conseqüência deste artigo.

Se nosso corpo é luz e por ele circula luz, o mais lógico é que a luz do sol tenha um efeito de bateria de recarga sobre o mesmo.

(…) Nosso corpo, por deficiências de alimentação e por costumes nocivos, perderia em alguns casos essa capacidade de distribuir luz harmoniosamente através de suas células, ocasionando problemas de saúde e estados de estresse.

A ação da luz solar teria o objetivo de regenerar e, posteriormente, recarregar todo esse circuito, para então recompô-lo, elevando sua vibração e desenvolvendo as partes ainda não acessadas de nosso cérebro (deixamos de utilizar cerca de 80%).

Aí então poderemos estabelecer a reconexão com nosso mundo espiritual.

Jorge Carmona

Fonte:
noticias sadhanayoga