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quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Borboleta





"Havia uma garotinha que gostava de passear pelos jardins.

Um dia, ela viu uma borboleta espetada num espinho e muito cuidadosamente aproximou-se, soltando-a carinhosamente com suas mãozinhas. Nisso a borboleta começou a voar.

Antes de sua partida, porém, a borboleta disse à garotinha:
– Por sua bondade menina linda, vou conceder-lhe seu maior desejo.

A garotinha pensou por um momento e replicou:
– Quero ser feliz.

A borboleta inclinou-se e sussurrou algo no ouvido da garotinha desaparecendo subitamente em seguida.

A garota crescia e ninguém que a rodeava era mais feliz do que ela.

Sempre que alguém lhe perguntava sobre o segredo de sua felicidade, ela somente sorria e respondia:
– Soltei a borboleta e ela me fez ser feliz.

Quando ficou bem velhinha, os vizinhos temeram que o seu segredo fabuloso pudesse morrer com ela.
– Diga-nos, por favor – eles imploravam – diga-nos o que a borboleta lhe disse.

E a amável velhinha sorriu dizendo:
– Ela me disse simplesmente que todas as pessoas, por mais seguras que pudessem parecer, precisavam de mim, e desde então dediquei minha vida a ajudar todos que me rodeavam."



Todos precisamos de ajuda em algum momento da vida. Quando você ajuda alguém, por menor que seja essa ajuda, você está liberando felicidade para sua vida.

Felicidade implica em ajudar o próximo, se doar. E não pense que sua ajuda é pouca diante dos olhos dos outros. Sempre haverá quem reconheça com grandeza o seu ato. Ainda que você não receba agradecimento a contento, tenha certeza de que Deus, em sua plenitude estará retribuindo sua ajuda quando você menos esperar.

Quando se doa sem esperar nada em troca, a recompensa é bem maior do que tudo aquilo que um dia almejamos na vida!

O segredo da felicidade está em viver fazendo sua parte para que o mundo seja mais humano, mais solidário, mais digno de se viver. Se assim o fizer, a recompensa não tardará a bater à sua porta trazendo-lhe a felicidade!

Autor Desconhecido

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Qual é o segredo? Cuidar do jardim...




Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.

Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mario Quintana

domingo, 15 de abril de 2012

sábado, 7 de abril de 2012

A Festa da Páscoa (Antroposofia)


A Páscoa é uma festa repleta de imagens fortes e marcantes. No hemisfério sul, ela ocorre no outono, no primeiro domingo após a primeira lua cheia. 

A Páscoa é sempre comemorada no domingo, mostrando uma relação com o Sol, astro que rege esse dia da semana, mas também tem relação com a Lua cheia, lembrando que a lua não tem luz própria, apenas reflete a luz do sol.

Antigamente, porém, ela acontecia apenas no hemisfério norte, na época da primavera, quando as pessoas ainda tinham grande relação com as forças da natureza. Naquela época, sobreviver ao rigor do inverno era um grande desafio, e chegar à primavera era motivo de grande celebração. Era nesta época do ano que a vida recomeçava, as cores retornavam, tudo desabrochava. Era a vitória da vida sobre a morte.

A palavra Páscoa, vem do hebraico 'Pessach', que significa passagem. Quando Moisés desafiou o faraó e conduziu seu povo rumo à Terra Prometida, libertando-os da escravidão. Neste fato histórico, mais uma vez ocorreu a vitória da vida sobre a morte.

Na tradição cristã, a Páscoa novamente ocupa uma importância fundamental. Após os quarenta dias da quaresma e depois de refletir sobre os acontecimentos vivenciados por Jesus Cristo durante a Semana Santa (domingo de ramos, condenação da figueira, encontro com adversários no templo, unção, santa ceia e lava pés, morte, descida ao reino dos mortos e ressurreição), os cristãos comemoram, no domingo de Páscoa, a glória da ressurreição de Cristo.

Com sua paixão, morte e ressurreição, Cristo deixou-nos o precioso legado de uma nova vida após a morte, e quando seu corpo e sangue penetraram nas profundezas da terra ela se torna um centro de luz, vivificada pelo Eu do Cristo. Diante desta consciência, podemos refletir sobre nossas atitudes perante esta Terra, nosso planeta, tão sagrado.

Outra imagem, que claramente mostra à idéia de vida, morte e ressurreição é a metamorfose da lagarta em borboleta, representando a morte do corpo, a transformação e o renascer. A imagem arquetípica da borboleta que, quando lagarta, fecha-se num escuro casulo deixando a luz e o calor transformarem sua existência em cor e leveza.

O coelho e os ovos também possuem um significado especial nas comemorações pascais. O ovo representa uma vida interior, ainda em estado germinal, que se desenvolve, rompe uma casca dura e em seguida desabrocha em sua plenitude, assim como Cristo ressuscitado saiu de sua tumba. O coelho, por sua vez, representa um animal puro, digno de carregar e trazer os ovos da Páscoa. Além disso, é um animal muito fértil, que se reproduz com facilidade.

Atualmente, porém, a Páscoa, assim como as outras festas anuais, não é encarada sob um ponto de vista espiritual. Na maioria das vezes, não vivenciamos a possibilidade de deixar morrer em nós o que não queremos mais, o que já não nos serve, e também não permitimos que o novo em nós possa florescer. Deveríamos ter claro dentro de nós a possibilidade da vida, morte e ressurreição de hábitos, atitudes e modos de pensar, para tornarmos pessoas melhores, menos endurecidos e insensíveis diante da realidade atual, com seus constantes altos e baixos. Se tivermos consciência da necessidade de cada um realizar este exercício interior, poderemos então resgatar o real sentido da Páscoa.

Por Silberto Azevedo e Eliane Azevedo

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Amor... Voce já sentiu 'borboletas no estômago'? E 'arrepio no coração'?


‎"Para mim o amor tem que ter...
sensação de borboletas no estômago...
palpitação no coração...
rubor na face...
sorriso envergonhado...
arrepio no coração...

Aaaah... arrepio no coração...
esse amor é prá sempre...
por muitas vidas..."

Autor Desconhecido

sábado, 24 de dezembro de 2011

Cantos de Natal (Antroposofia)


1. No pinheirinho
No pinheirinho as luzes brilham
Festivamente com amor
E os homens todos na Terra esperam,
Só pela vinda do Senhor.

2. Ó vinde crianças
Ó vinde crianças, ó vinde a Belém
Ó vinde ao presépio, não falte ninguém.
E vede que Deus nesta noite nos deu
Seu filho Jesus, por nós todos nasceu

3. Borboleta
Borboleta pequenina, saia fora do rosal
Venha ver as lindas flores, que hoje é dia de Natal.
Sou a linda borboleta, sou pequena e sou faceira
Vivo no meio das flores, procurando quem me queira.

4. Canta o galo
Bate asas canta o galo dizendo Cristo nasceu (bis).
Cantam os anjos nas alturas: Glória in “exerci” Deus (bis)
Olha que abraço que meu bem me dá (bis)
O meu amor é este, não há outro igual.

5. Feliz Natal
Feliz Natal é o que nós desejamos
A toda a gente de boa vontade
Feliz Natal para o rico e para o pobre
Natal de fé, Natal de paz o de bondade.

6. Surgem Anjos
Surgem anjos proclamando: Paz na Terra e a Deus louvor!
Vão seus hinos ecoando nas montanhas em redor:
Gló-ó-ó-ó-ria, glória a Deus nas alturas (bis).

7. Alegria de Natal
Pinheirinhos que alegria! trá—lá-lá
Sinos tocam noite e dia , trá-lá-lá
É Natal que vem chegando, trá-lá-lá
Vamos pois cantarolando trá-lá-lá
Mais um ano vai se embora trá-lá-lá


Margarethe Hauschka

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Saudades do mundo que eu vejo


Há saudades que caminham comigo aconchegadas num lugar gostoso que a memória tem. Sei que estão lá, mesmo quando demoro um bocado de tempo para apreciar as histórias que me contam. São porta-jóias que guardam encantos que não morrem. Caixinhas de música, que, ao serem abertas, derramam melodias que me fazem dançar com elas de novo. São saudades capazes de amenizar o frio de alguns instantes com os seus braços de sol.

Mas existem também saudades que pousam no meu coração de vez em quando e ficam de lá me olhando com aquele olho comprido do quer escuta. Não falam de lugares, pessoas ou épocas da minha vida. São espelhos que não refletem feições conhecidas. São saudades que entornam perfumes que somente a alma reconhece. Que sobrevoam regiões por onde apenas as emoções caminham. Que destampam ausências que a gente algumas vezes prefere ignorar.

São saudades de um mundo que tem cheiro de quintal lá da infância da gente. Que é macio para todos os seres que nem lençol recém-trocado. Que tem o timbre de voz amada quando toca o nosso ouvido. Um mundo bacana onde as pessoas têm clima de passeio. Onde não existem armas, visíveis ou não. Onde a gente vive com o sentimento de estar brincando de roda uns com os outros: se um leva um tombo reflete na roda inteira.

São saudades de um mundo contente feito céu estrelado. Feito flor abraçada por borboleta. Feito café da tarde com bolinho de chuva. Onde a gente se sente tranqüilo como se descansasse num cafuné. Onde, em vez de nos orgulharmos por carregar tanto peso, a gente se orgulha por ser capaz de viver com mais leveza. Um mundo onde as pessoas confiam umas nas outras, não pode ser de outro jeito se estamos em família na humanidade. Um mundo onde a culpa deixou de ser uma desculpa para não sermos felizes. São saudades de um mundo onde o respeito não tem cheiro de mofo: todos somos iguais e todos somos diferentes e isso é claro, natural e indiscutível.

São saudades de um mundo que lembra a pureza de amarelinha desenhada com giz no terreno da escola. Que lembra a alegria de chegar no céu quando a gente pulava amarelinha. Que lembra a melodia gostosa da risada do amigo. Saudades de um mundo sem hipocrisia. Sem diz-que-me-diz-que. Sem jogo. Ninguém quer ferir ninguém, por nenhum motivo. As boas intenções são mesmo boas. Há em cada pessoa um cuidado, um bem-querer, um zelo amoroso, com relação a todas as outras, porque essa é a natureza do coração humano. Um mundo onde todas as formas de vida são abençoadas por todas as formas de vida.

São saudades de um mundo onde a gente pode falar de coisas inocentes sem temer parecer ridículo. Onde podemos ser sensíveis e expressar a nossa sensibilidade sem sermos olhados como vítimas de uma doença grave. Onde a busca pelo conforto da alma é tão necessária quanto a busca pelo conforto do corpo. Onde podemos caminhar pelas ruas, descontraídos, sem temer ser atacados por outro ser humano. Um mundo no qual, em vez de propagar o medo, as pessoas utilizam a sua energia para propagar o amor. Saudades de um mundo que às vezes eu sinto tão intensamente que já parece de verdade. Já parece existir, de alguma forma. Um mundo no qual habito toda vez que eu o vejo.

Por Ana Jácomo

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O voar da borboleta...


Esta experiência é única. Nela ocorre algo que nunca poderemos esquecer e que não poderemos também explicar. [...] Em um itinerário espiritual, deve-se fazer desta experiência uma oportunidade de iniciação. Não considerá-la como algo que jamais se reproduzirá ou como uma graça maravilhosa que queremos que se repita a todo instante. Porque esta experiência é uma revelação de nossa natureza verdadeira.

[...] São momentos em que, efetivamente, a paz dura um pouco mais e onde, no interior de nossa mente, o silêncio torna-se algo real. [...] é preciso acolher estes momentos gratificantes com gratidão, mas, ao mesmo tempo, não se apegar a eles e não procura-los. [...] Porque, se nós nos apegamos a estes momentos, se quisermos reencontrá-los sem cessar, em lugar de nos ajudarem a avançar, eles nos param, nos bloqueiam, fazendo-nos entrar em uma espécie de complacência com eles. [...] A vida, porém, é uma grande mestra e se encarrega de tirar nossas ilusões.

[...] E o sinal de que a experiência numinosa realmente nos tocou é que não podemos mais viver da mesma maneira que antes. [...] Porque podemos ter tido experiências maravilhosas e magníficas, mas concretamente, em que elas mudaram as nossas vidas? O que mudou em nossa vida cotidiana? Dessa maneira, podemos ter necessidade de uma prática, de um método em nosso itinerário.

[...] ao final de um itinerário espiritual não sobra muito da imagem que se tinha de si mesmo no início do processo. É como se houvesse uma morte de si mesmo. Mas esta morte não é o fim. O que alguns chamam de morte da lagarta, outros chamam de nascimento da borboleta.

Fonte:
Jean-Yves Leloup em Terapeutas do Deserto (com Leonardo Boff, Editora Vozes, Petrópolis, 2002)


Músicas:
City Building (Johann Johannsson)
Agnus Dei (Samuel Barber)
Magnificat (Vladimir Godar)
Madrigals of The Rose (Harold Budd)
O Dulcissime Amator (Hildegard von Bingen)
Sketch Pad with Trumpet and Voice (Peter Gabriel)
Sven-G-Englar (Sigur Ros)
Sense of Touch (Mark Isham)
Taniec (Jacaszek)
Trois Coleurs: Rouge (Zgbiniew Preisner)
All Day (Jan Steele)
Saravejo (Max Richter)

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Borboletas... Por Mario Quintana


Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande.

As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.

Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém.

As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida.

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você.

O segredo é não cuidar das borboletas e sim cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mário Quintana

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Tudo o que precisamos: Amor! Por Yehuda Berg


A maioria de nós, em um momento ou outro, já lutou com o amor. Tivemos nossos corações partidos, nos tornamos dependentes ou simplesmente não sentimos amor algum. Mas não importa o que possamos pensar, não importa quão duros nossos corações tenham se tornado por vezes, não podemos fugir da verdade – precisamos de amor e precisamos dar amor.

Não permita que a aparente simplicidade do amor torne você cego para sua importância. Esta semana, o Zohar nos traz dois ensinamentos incrivelmente belos sobre o assunto.

1. A capacidade de amar e a qualidade do nosso amor é um presente da Luz do Criador.

2. Quanto mais usarmos nosso amor de forma positiva, compartilhando, mais amor receberemos para compartilhar. Por outro lado, se usarmos nosso amor deforma egoísta e negativa, então nossa capacidade de amar diminuirá.

Se você entender e praticar esses ensinamentos, não só aumentará a quantidade e a qualidade do amor que terá em sua vida, como também a quantidade de amor que se revelará no mundo. Pelo Zohar, fica claro que devemos correr atrás e aproveitar todas as oportunidades de compartilhar o nosso amor.

Outro segredo poderoso sobre o amor é que cada um de nós influencia a forma como os canais desse mesmo amor se abrem e fecham para o mundo! Quando não estamos amando ou quando usamos nosso amor para manipular ou punir, estamos diminuindo o amor existente no mundo.

Nossas ações importam. Tudo está conectado. É importante apreciar nosso poder, que infelizmente a maioria de nós subestima.

Os efeitos das nossas ações nesse mundo físico se espalham pelos mundos espirituais. Assim como nossas ações reverberam através dos Mundos Superiores, sua ressonância se torna cada vez mais forte, de forma muito semelhante ao Efeito Borboleta. Em 1972, os cientistas explicaram o fenômeno extraordinário de que o menor dos atos em um lugar pode ter um efeito imenso do outro lado do mundo (o exemplo que usaram foi o bater das asas de uma borboleta no Brasil causando um tornado no Texas).

Os kabalistas têm conhecimento deste fenômeno há mais de quatro mil anos. Mas eles o levam um passo adiante: uma ação espiritual aparentemente pequena, um simples ato de compartilhar, pode fazer com que uma incrível quantidade de Luz seja revelada no mundo.

Infelizmente, como nossos sentidos são limitados a enxergar apenas essa dimensão física, subestimamos de forma grosseira o efeito positivo das nossas ações e certamente dos nossos atos aparentemente menores. Precisamos lembrar constantemente que nosso poder é muito maior do que nos permitimos acreditar e que o efeito positivo das nossas ações – sejam elas grandes ou pequenas – é muito mais do que jamais poderíamos imaginar.

Uma coisa é certa sobre o mundo atual: não existe suficiente amor sendo compartilhado por um número suficiente de pessoas, e todos nós precisamos assumir essa responsabilidade e reconhecer que estamos contribuindo para isso.

Tudo de bom,

Yehuda

Fonte:

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Transformação: Para voce que gosta de Borboletas!



"Alguns em frenética correria; outros, talvez mais ocultos, dedicam-se a transformação de si mesmos."

"Some individuals in frantic rush, others, perhaps more hidden, are dedicated to transforming themselves."

Nelson Eulálio

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

O segredo é... cuidar do jardim...



Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.


Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.

Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.

No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

Mario Quintana

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A borboleta é apenas a borboleta...



"Passa uma borboleta por diante de mim
E pela primeira vez no Universo eu reparo
Que as borboletas não têm cor nem movimento,

Assim como as flores não têm perfume nem cor.
A cor é que tem cor nas asas da borboleta,
No movimento da borboleta o movimento é que se move,
O perfume é que tem perfume no perfume da flor.

A borboleta é apenas a borboleta
E a flor é apenas flor."

Alberto Caeiro