Akiane Kramarik é uma artista autodidata em pintura e poetisa. Ela nasceu em 1994 em Mount Morris, EUA. Filha de um ex-chefe de cozinha e de uma dona de casa.
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domingo, 18 de março de 2012
Pintura do rosto de Jesus Cristo por Akiane Kramarik
Akiane, durante a noite quando dormia, passou por uma experiência fora do corpo (projeção da consciência) onde um espírito a visitou e levou para conhecer um mundo cheio de cores, ele falou sobre o dom dela e disse que ela deveria aprender a usá-lo. Após esta experiência Akiane começou a desenhar aos quatro anos de idade, pintar aos seis e compor poesias aos sete anos. Aos doze anos ela fala russo, lituano, e a linguagem dos sinais. Ela também vem se destacando em suas aulas de música.
Akiane diz que sua arte é inspirada nas visões do "Paraíso", bem como em sua ligação com o "Criador". Sua arte inclui paisagens, vida selvagem, pessoas...
Com apenas oito anos de idade, Akiane se trancou no quarto e pediu pra Deus mostrar como era Jesus, na manhã seguinte um homem bateu na porta da casa dela dizendo que era carpinteiro e disse que seria o modelo para o quadro dela. As pinturas de Jesus que Akiane pintou são muito semelhantes ao rosto em 3D que os cientistas recriaram em 2010 baseado no Santo Sudário (3:33). Para obter uma visão tridimensional do rosto no manto, estes cientistas empregaram a mais avançada tecnologia 3D e recursos da computação gráfica revelando características jamais vistas.
As primeiras fotos deste vídeo que mostram algumas pinturas de cidades espirituais feitas por ela, (aos 7:07 min. no vídeo) lembram a colônia "Nosso Lar", tanto a arquitetura das construções quanto o muro da cidade. Akiane não conhece o livro "Nosso Lar" psicografado em 1940 por Chico Xavier e nem assistiu o filme pois quando ela pintou os quadros o filme nem existia.
Akiane Kramarik é uma artista autodidata em pintura e poetisa. Ela nasceu em 1994 em Mount Morris, EUA. Filha de um ex-chefe de cozinha e de uma dona de casa.
Akiane Kramarik é uma artista autodidata em pintura e poetisa. Ela nasceu em 1994 em Mount Morris, EUA. Filha de um ex-chefe de cozinha e de uma dona de casa.
• Site oficial de Akiane e suas belas obras
quinta-feira, 1 de março de 2012
Glândula Pineal: relacionamento com outras dimensões
Frequentemente, a glândula pineal surge como o centro de nosso relacionamento com outras dimensões, e tem sido assim nas mais variadas correntes religiosas e místicas, há milhares de anos. O especialista no assunto, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, conversou conosco sobre o assunto, mostrando os avanços da ciência no sentido de desvendar esse mistério. Paula Calloni de Souza
O mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal, ou epífise, é tida como a sede da alma. Para os praticantes do ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o "terceiro olho", que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês Renê Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que "existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente".
Atualmente, as pesquisas científicas parecem ter se voltado definitivamente para o estudo mais atento desta glândula. Estaria a humanidade próxima da comprovação científica da integração entre o corpo e a alma? Haveria um órgão responsável pela interação entre o homem e o mundo espiritual? Seria a mediunidade, de fato, um atributo biológico e não um conceito religioso, como postulou Allan Kardec?
Para responder a estas e outras perguntas, a revista Espiritismo e Ciência conversou com o psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, Dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Diretor-clínico do Instituto Pineal Mind, e diretor presidente da Amesp (Associação Médico-Espírita de São Paulo), Sérgio Felipe de Oliveira é um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, e vem ganhando destaque nos meios de comunicação com suas pesquisas acerca do papel da glândula pineal em fenômenos ligados à mediunidade.
O que é psicobiofísica?
É a ciência que integra a psicologia, a física e a biologia. Na biologia, estudamos o lobo frontal, responsável pela crítica da razão; mas o cérebro funciona eletricamente - aí entra a física, que serve de substrato para o pensamento crítico, que é o psicológico.
Quando surgiu seu interesse no aprofundamento do estudo da pineal?
Foi por volta de 1979/80, quando eu estava estudando a obra de André Luiz, psicografada por Chico Xavier. Em Missionários da Luz, a pineal é claramente citada. Nesta mesma época, eu já pleiteava o curso de Medicina. No colégio, estudando Filosofia, fiquei impressionado com a obra de Descartes, que dizia que a alma se ligava ao corpo pela pineal. Quando entrei na faculdade, corri atrás destas questões, do espiritual, da alma e de como isso se integra ao corpo.
O que é a glândula pineal, onde está localizada e qual a sua função no organismo?
A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers, os elementos externos que regem as noções de tempo. Por exemplo, o Sol é um Zeitberger que influencia a pineal, regendo 0 ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa. Agora, o tempo é uma região do espaço. A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Faz sentido perguntarmos: "Será que a partir da quarta dimensão já existe vida espiritual?" Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.
Outros animais possuem a epífise? Ela está relacionada à consciência?
Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios, por exemplo, pois ela sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.
Esta glândula seria resquício de algum órgão que está se atrofiando, ou estaria ligada a uma capacidade psíquica a ser desenvolvida?
Eu acredito que a pineal evoluiu de um órgão fotorreceptor para um órgão neuroendócrino. A pineal não explica integralmente o fenômeno mediúnico, como simplesmente os olhos não explicam a visão. Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem. É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona, você não vê nada. A pineal, no que diz respeito à mediunidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular. Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal. Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento. A mediunidade está ligada a uma questão de senso-percepção.
Então, a ela não basta a existência da glândula pineal, mas sim, todo o cone que vai até o córtex frontal, que é onde você faz a crítica daquilo que absorve. A mediunidade é uma função de senso (captar)-percepção (faz a crítica do que está acontecendo). Então, a mediunidade é uma função humana.
A pineal converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos? Isso é comprovado cientificamente?
Sim, isso é comprovado. Quem provou isso foram os cientistas Vollrath e Semm, que têm artigos publicados na revista científica Nature, de 1988.
A parapsicologia diz que estes campos eletromagnéticos podem afetar a mente humana. O Dr. Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, fez experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas nos lobos temporais. As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido "visões" e sentiram presenças espirituais. O Dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas O que o senhor teria a dizer sob isso?
Veja, o espiritual age pelo campo eletromagnético. Então, dizer que este campo interfere no cérebro não contraria a hipótese de uma influência espiritual. Porque, se há uma interferência espiritual, esta se dá justamente pelo campo eletromagnético. Quando se fala do espiritual, em Deus, a interferência acontece na natureza pelas leis da própria natureza. Se o campo magnético interfere no cérebro, a espiritualidade interfere no cérebro pelo campo magnético. Uma coisa não anula a outra. Pelo contrário, complementam-se.
A mediunidade seria atributo biológico e não um conceito religioso? Existe uma controvérsia no meio cientifico a esse respeito?
A mediunidade é um atributo biológico, acredito, que acontece pelo funcionamento da pineal, que capta o campo eletromagnético, através do qual a espiritualidade interfere. Não só no espiritismo, mas em qualquer expressão de religiosidade, ativa se a mediunidade, que é uma ligação com o mundo espiritual.
Um hindu, um católico, um judeu ou um protestante que estiver fazendo uma prece, está ativando sua capacidade de sintonizar com um plano espiritual. Isso é o que se chama mediunidade, que é intermediar. Então, isso não é uma bandeira religiosa, mas uma função natural, existente em todas as religiões. E isso deve acontecer através do campo magnético, sem dúvida. Se a espiritualidade interfere, é pelo campo eletromagnético, que depois é convertido, pela pineal, em estímulos eletroneuroquímicos. Não existe controvérsia entre ciência e espiritualidade, porque a ciência não nega a vida após a morte. Não nega a mediunidade. Não nega a existência do espírito. Também não há uma prova final de que tudo isto existe. Não existe oposição entre o espiritual e o científico. Você pode abordar o espiritual com metodologia científica, e o espiritismo sempre vai optar pela ciência. Essa é uma condição precípua do pensamento espírita. Os cientistas materialistas que disserem "esta é minha opinião pessoal", estarão sendo coerentes. Mas se disserem que a opção materialista é a opinião da ciência, estarão subvertendo aquilo que é a ciência. A American Medicai Association, do Ministério da Saúde dos EUA, possui vários trabalhos publicados sobre mediunidade e a glândula pineal. O Hospital das Clínicas sempre teve tradição de pesquisas na área da espiritualidade e espiritismo. Isso não é muito divulgado pela imprensa, mas existe um grupo de psiquiatras lá defendendo teses sobre isso.
Como são feitas as experiências em laboratório?
Existem dois tipos: um, que é a experiência de pesquisa das estruturas do cérebro, responsáveis pela integração espírito/corpo; e outra, que é a pesquisa clínica, das pessoas em transe mediúnico. São testes de hormônios, eletroencefalogramas, tomografias, ressonância magnética, mapeamento cerebral, entre outros. A coleta de hormônios, por exemplo, pode ser feita enquanto o paciente está em estado de transe. E os resultados apresentam alterações significativas.
As alterações em exames de tomografia, por exemplo, são exclusivas ou condizentes com outras patologias? O senhor descarta a hipótese de uma crise convulsiva?
Isso é bem claro: a suspeita de uma interferência espiritual surge quando a alteração nos exames não justifica a dimensão ou a proporção dos sintomas. Por exemplo: o indivíduo tem uma crise convulsiva fortíssima, é feito o eletroencefalograma e aparece uma lesão pequena. Não há, então, uma coerência entre o que está acontecendo e o que o exame está mostrando. A reação não é proporcional à causa. A mediunidade mexe com o sistema nervoso autônomo - descarga de adrenalina, aceleração do ritmo cardíaco, aumento da pressão arterial.
Como o senhor diferencia doença mental de mediunidade?
Na doença mental, o paciente não tem crítica da razão; no transe mediúnico, ele tem essa crítica. Quando o médium diz que incorporou tal entidade espiritual, mas que ele, médium, continua sendo determinada pessoa, ele usou a crítica, julgou racionalmente o que aconteceu. Agora, um indivíduo que diz ser Napoleão Bonaparte? Aí ele perdeu a crítica da razão. Essa é a diferença. O que não quer dizer que o indivíduo que esteja em psicose não possa estarem transe também. A mediunidade se instala no indivíduo são, ou pode dar uma dimensão muito maior a uma doença. A mediunidade sempre vai dar um efeito superlativo. Se a pessoa alimenta bons sentimentos, ela cresce. Se ela tem uma doença, aquela doença pode ficar fora de controle.
É verdade que a pineal se calcifica com a meia-idade? E essa calcificação prejudica a mediunidade?
Não, a pineal não se calcifica; ela forma cristais de apatita, e isso independe da idade. Estes cristais têm a ver com o perfil da função da glândula. Uma criança pode ter estes cristais na pineal em grande quantidade enquanto um adulto pode não ter nada. Percebemos, pelas pesquisas, que quando um adulto tem muito destes cristais na pineal, ele tem mais facilidade de sequestrar o campo eletromagnético. Quando a pessoa tem muito desses cristais e sequestra esse campo magnético, esse campo chega num cristal e ele é repelido e rebatido pelos outros cristais, e este indivíduo então apresenta mais facilidade no fenômeno da incorporação. Ele incorpora o campo com as informações do universo mental de outrem. É possível visualizar estes cristais na tomografia. Observamos que quando o paciente tem muita facilidade de desdobramento, ele não apresenta estes cristais.
As crianças teriam mais sensibilidade mediúnica?
A mediunidade na criança é diferente da de um adulto. É uma mediunidade anímica, é de saída. Ela sai do corpo e entra em contato com o mundo espiritual.
A pineal pode ser estimulada com a entoação de mantras, como pregam os místicos?
A glândula está localizada em uma área cheia de líquido. Talvez o som desses mantras faça vibrar o líquido, provocando alguma reação na glândula. Os cristais também recebem influências de vibração. Deve vibrar o líquor, a glândula, alterando o metabolismo. Teria lógica.
Glândula Pineal - Dr. Sérgio Felipe de Oliveira
Revista Espiritismo E Ciência
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Glândula Pineal: a união do corpo e da alma
Frequentemente, a glândula pineal surge como o centro de nosso relacionamento com outras dimensões, e tem sido assim nas mais variadas correntes religiosas e místicas, há milhares de anos. O especialista no assunto, dr. Sérgio Felipe de Oliveira, conversou conosco sobre o assunto, mostrando os avanços da ciência no sentido de desvendar esse mistério.
- Paula Calloni de Souza
O mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal, ou epífise, é tida como a sede da alma. Para os praticantes do ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o "terceiro olho", que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês Renê Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que "existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente".
Atualmente, as pesquisas científicas parecem ter se voltado definitivamente para o estudo mais atento desta glândula. Estaria a humanidade próxima da comprovação científica da integração entre o corpo e a alma? Haveria um órgão responsável pela interação entre o homem e o mundo espiritual? Seria a mediunidade, de fato, um atributo biológico e não um conceito religioso, como postulou Allan Kardec?
Para responder a estas e outras perguntas, a revista Espiritismo e Ciência conversou com o psiquiatra e mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo, dr. Sérgio Felipe de Oliveira. Diretor-clínico do Instituto Pineal Mind, e diretorpresidente da AMESP (Associação Médico-Espírita de São Paulo), Sérgio Felipe de Oliveira é um dos maiores pesquisadores na área de Psicobiofísica da USP, e vem ganhando destaque nos meios de comunicação com suas pesquisas acerca do papel da glândula pineal em fenômenos ligados à mediunidade.
Fale um pouco sobre seu trabalho à frente da AMESP e do Instituto Pineal Mind.
A AMESP é uma associação de utilidade pública que reúne médicos dedicados ao estudo da relação entre a medicina e a espiritualidade. O Pineal Mind é minha clínica, um instituto de saúde mental, onde fazemos pesquisas e atendemos psicoses, síndromes cerebro-vasculares, ansiedades, depressão, psicoses infantis, uso de drogas e álcool. Temos um setor de psiconcologia (psicologia aplicada ao câncer) e estudamos também os aspectos psicossomáticos ligados à cardiologia, etc. Agora, particularmente nas pesquisas comportamentais, eu estudo os estados de transe e a mediunidade. Mas não pesquiso só a glândula pineal; ela é o que eu pesquiso no cérebro, interessado em entender a relação entre corpo e espírito.
O que é psicobiofísica?
É a ciência que integra a psicologia, a física e a biologia. Na biologia, estudamos o lobo frontal, responsável pela crítica da razão; mas o cérebro funciona eletricamente - aí entra a física, que serve de substrato para o pensamento crítico, que é o psicológico.
Quando surgiu seu interesse no aprofundamento do estudo da pineal?
Foi por volta de 1979/80, quando eu estava estudando a obra de André Luiz, psicografada por Chico Xavier. Em Missionários da Luz, a pineal é claramente citada. Nesta mesma época, eu já pleiteava o curso de Medicina. No colégio, estudando Filosofia, fiquei impressionado com a obra de Descartes, que dizia que a alma se ligava ao corpo pela pineal.Quando entrei na faculdade, corri atrás destas questões, do espiritual, da alma e de como isso se integra ao corpo.
O que é a glândula píneal, onde está localizada e qual a sua função no organismo?
A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do Sol e da Lua. A pineal obedece aos chamados Zeitbergers, os elementos externos que regem as noções de tempo. Por exemplo, o Sol é um Zeitberger que influencia a pineal, regendo 0 ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Existe também o Zeitberger interno, que são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa. Agora, o tempo é uma região do espaço. A dimensão espaço-tempo é a quarta dimensão. Então, a glândula que te dá a noção de tempo está em contato com a quarta dimensão. Faz sentido perguntarmos: "Será que a partir da quarta dimensão já existe vida espiritual?" Nós vivemos em três dimensões e nos relacionamos com a quarta, através do tempo. A pineal é a única estrutura do corpo que transpõe essa dimensão, que é capaz de captar informações que estão além dessa dimensão nossa. A afirmação de Descartes, do ponto em que a alma se liga ao corpo, tem uma lógica até na questão física, que é esta glândula que lida com a outra dimensão, e isso é um fato.
Outros animais possuem a epífise? Ela está relacionada á consciência?
Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios, por exemplo, pois ela sintoniza o campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.
Esta glândula seria resquício de algum órgão que está se atrofiando, ou estaria ligada a uma capacidade psíquica a ser desenvolvida?
Eu acredito que a pineal evoluiu de um órgão fotorreceptor para um órgão neuroendócrino. A pineal não explica integralmente o fenômeno mediúnico, como simplesmente os olhos não explicam a visão. Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem. É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona, você não vê nada. A pineal, no que diz respeito à mediunidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular. Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal. Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento. A mediunidade está ligada a uma questão de senso-percepção.
Então, a ela não basta a existência da glândula pineal, mas sim, todo o cone que vai até o córtex frontal, que é onde você faz a crítica daquilo que absorve. A mediunidade é uma função de senso (captar) - percepção (faz a crítica do que está acontecendo). Então, a mediunidade é uma função humana.
A pineal converte ondas eletromagnéticas em estímulos neuroquímicos? Isso é comprovado cientificamente?
Sim, isso é comprovado. Quem provou isso foram os cientistas Vollrath e Semm, que têm artigos publicados na revista científica Nature, de 1988.
A parapsicologia diz que estes campos eletromagnéticos podem afetar a mente humana. O Dr. Michael Persinger, da Laurentian University, no Canadá, fez experiências com um capacete que emite ondas eletromagnéticas nos lobos temporais. As pessoas submetidas a essas experiências teriam tido "visões" e sentiram presenças espirituais. O Dr. Persinger atribui esses fenômenos à influência dessas ondas eletromagnéticas O que o senhor teria a dizer sob isso?
Veja, o espiritual age pelo campo eletromagnético. Então, dizer que este campo interfere no cérebro não contraria a hipótese de uma influência espiritual. Porque, se há uma interferência espiritual, esta se dá justamente pelo campo eletromagnético. Quando se fala do espiritual, em Deus, a interferência acontece na natureza pelas leis da própria natureza. Se o campo magnético interfere no cérebro, a espiritualidade interfere no cérebro pelo campo magnético. Uma coisa não anula a outra. Pelo contrário, complementam-se.
A mediunidade seria atributo biológico e não um conceito religioso? Existe uma controvérsia no meio cientifico a esse respeito?
A mediunidade é um atributo biológico, acredito, que acontece pelo funcionamento da pineal, que capta o campo eletromagnético, através do qual a espiritualidade interfere. Não só no espiritismo, mas em qualquer expressão de religiosidade, ativa se a mediunidade, que é uma ligação com o mundo espiritual.
Um hindu, um católico, um judeu ou um protestante que estiver fazendo uma prece, está ativando sua capacidade de sintonizar com um plano espiritual. Isso é o que se chama mediunidade, que é intermediar. Então, isso não é uma bandeira religiosa, mas uma função natural, existente em todas as religiões. E isso deve acontecer através do campo magnético, sem dúvida. Se a espiritualidade interfere, é pelo campo eletromagnético, que depois é convertido, pela pineal, em estímulos eletroneuroquímicos. Não existe controvérsia entre ciência e espiritualidade, porque a ciência não nega a vida após a morte. Não nega a mediunidade. Não nega a existência do espírito. Também não há uma prova final de que tudo isto existe. Não existe oposição entre o espiritual e o científico. Você pode abordar o espiritual com metodologia científica, e o espiritismo sempre vai optar pela ciência. Essa é uma condição precípua do pensamento espírita. Os cientistas materialistas que disserem "esta é minha opinião pessoal", estarão sendo coerentes. Mas se disserem que a opção materialista é a opinião da ciência, estarão subvertendo aquilo que é a ciência. A American Medicai Association, do Ministério da Saúde dos EUA, possui vários trabalhos publicados sobre mediunidade e a glândula pineal. O Hospital das Clínicas sempre teve tradição de pesquisas na área da espiritualidade e espiritismo. Isso não é muito divulgado pela imprensa, mas existe um grupo de psiquiatras lá defendendo teses sobre isso.
Como são feitas as experiências em laboratório?
Existem dois tipos: um, que é a experiência de pesquisa das estruturas do cérebro, responsáveis pela integração espírito/corpo; e outra, que é a pesquisa clínica, das pessoas em transe mediúnico. São testes de hormônios, eletroencefalogramas, tomografias, ressonância magnética, mapeamento cerebral, entre outros. A coleta de hormônios, por exemplo, pode ser feita enquanto o paciente está em estado de transe. E os resultados apresentam alterações significativas.
As alterações em exames de tomografia, por exemplo, são exclusivas ou condizentes com outras patologias? O senhor descarta a hipótese de uma crise convulsiva?
Isso é bem claro: a suspeita de uma interferência espiritual surge quando a alteração nos exames não justifica a dimensão ou a proporção dos sintomas. Por exemplo: o indivíduo tem uma crise convulsiva fortíssima, é feito o eletroencefalograma e aparece uma lesão pequena. Não há, então, uma coerência entre o que está acontecendo e o que o exame está mostrando. A reação não é proporcional à causa. A mediunidade mexe com o sistema nervoso autônomo - descarga de adrenalina, aceleração do ritmo cardíaco, aumento da pressão arterial.
Como o senhor diferencia doença mental de mediunidade?
Na doença mental, o paciente não tem crítica da razão; no transe mediúnico, ele tem essa crítica. Quando o médium diz que incorporou tal entidade espiritual, mas que ele, médium, continua sendo determinada pessoa, ele usou a crítica, julgou racionalmente o que aconteceu. Agora, um indivíduo que diz ser Napoleão Bonaparte? Aí ele perdeu a crítica da razão. Essa é a diferença. O que não quer dizer que o indivíduo que esteja em psicose não possa estarem transe também. A mediunidade se instala no indivíduo são, ou pode dar uma dimensão muito maior a uma doença. A mediunidade sempre vai dar um efeito superlativo. Se a pessoa alimenta bons sentimentos, ela cresce. Se ela tem uma doença, aquela doença pode ficar fora de controle.
É verdade que a pineal se calcifica com a meia-idade? E essa calcificação prejudica a mediunidade?
Não, a pineal não se calcifica; ela forma cristais de apatita, e isso independe da idade. Estes cristais têm a ver com o perfil da função da glândula. Uma criança pode ter estes cristais na pineal em grande quantidade enquanto um adulto pode não ter nada. Percebemos, pelas pesquisas, que quando um adulto tem muito destes cristais na pineal, ele tem mais facilidade de sequestrar o campo eletromagnético. Quando a pessoa tem muito desses cristais e sequestra esse campo magnético, esse campo chega num cristal e ele é repelido e rebatido pelos outros cristais, e este indivíduo então apresenta mais facilidade no fenômeno da incorporação. Ele incorpora o campo com as informações do universo mental de outrem. É possível visualizar estes cristais na tomografia. Observamos que quando o paciente tem muita facilidade de desdobramento, ele não apresenta estes cristais.
As crianças teriam mais sensibilidade mediúnica?
A mediunidade na criança é diferente da de um adulto. É uma mediunidade anímica, é de saída. Ela sai do corpo e entra em contato com o mundo espiritual.
A pineal pode ser estimulada com a entoação de mantras, como pregam os místicos?
A glândula está localizada em uma área cheia de líquido. Talvez o som desses mantras faça vibrar o líquido, provocando alguma reação na glândula. Os cristais também recebem influências de vibração. Deve vibrar o líquor, a glândula, alterando o metabolismo. Teria lógica.
Em que se concentrarão seus próximos estudos?
Estou preparando um estudo sobre Cronogenética da Reencarnação. Mas, sobre isso, falarei mais detalhadamente em 2003, durante o Congresso Médico-Espírita.
Revista Espiritismo e Ciência
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domingo, 26 de setembro de 2010
O Caminho do Conhecimento / Antroposofia

Consideramos nosso dever proporcionar ao leitor alguns esclarecimentos, à guisa de respostas, à pergunta que ele certamente já vinha formulando desde os primeiros trechos deste livro:
Como é que se pode saber algo dos mundos superiores, com que grau de probabilidade podemos admitir as comunicações feitas por Rudolf Steiner e outros a seu respeito?
Cabe aqui uma primeira observação.
A própria Antroposofia indica os meios que permitem, em certas circunstâncias, verificar, pela própria experiência, os fenômenos ocultos por ela descritos.
Mas, talvez, a grande maioria dos homens não esteja interessada nem inclinada a seguir esse caminho.
Muitos procurarão conhecer e compreender a Antroposofia e suas realizações sem submeter-se a esse processo de iniciação.
Essa atitude é perfeitamente compreensível.
Em matéria de ciência, a "prova" da verdade (se é que podemos falar assim; na realidade, a ciência moderna passou a ser bem modesta em suas esperanças de descobrir a "verdade") se faz pela verificação dos fatos e princípios cuja existência é afirmada.
Não vamos entrar numa discussão estéril sobre o valor de tal "verificação", já que as próprias escolas filosóficas discordam veementemente sobre esse assunto.
Fatos supra-sensíveis podem ser observados e interpretados apenas pelo vidente. Mas qualquer pessoa dotada de inteligência e bom-senso pode compreender as descrições e interpretações fornecidas pelo vidente e indagar se elas se enquadram nos fenômenos normais da vida comum.
Essa atitude objetiva, isenta de preconceitos, permite a todo homem sensato constatar:
*Os fatos supra-sensíveis afirmados pela Antroposofia formam um todo coerente, sem contradição intrínseca.
*Não estão em oposição ou desacordo com nenhum fato da nossa ciência comum.
*Explicam inúmeros fenômenos, que a ciência comum é incapaz de explicar.
*De maneira idêntica ou semelhante, tais fatos foram afirmados por todos os grandes iniciados de épocas passadas.
Nada disso constitui uma "prova", no sentido comum do termo; mas não há dúvida de que a ciência espiritual antroposófica possa satisfazer qualquer espírito crítico, devido ao seu alto grau de verossimilhança, à seriedade de suas atitudes, ao caráter científico dos seus métodos e, principalmente, aos estupendos resultados obtidos por suas realizações práticas.
A vidência, que permite observar conscientemente fenômenos supra-sensíveis, não é, hoje em dia, uma faculdade comum; ela o era em tempos remotos, e o será novamente em tempos futuros.
Nesse intervalo, a capacidade de vivenciar a realidade dos mundos superiores pode ser adquirida mediante uma transformação que consiste no despertar de órgãos de percepção superior, órgãos esses que fazem parte dos corpos não físicos do homem.
"Iniciação" é o nome dado ao processo pelo qual se consegue esse despertar; existe uma vivência atávica e inata da qual não falaremos aqui.
O que caracteriza a iniciação antroposófica é o fato de que esta procura obter o despertar dos órgãos de percepção supra-sensível por um caminho inteiramente consciente.
Cabe aqui uma primeira observação.
A própria Antroposofia indica os meios que permitem, em certas circunstâncias, verificar, pela própria experiência, os fenômenos ocultos por ela descritos.
Mas, talvez, a grande maioria dos homens não esteja interessada nem inclinada a seguir esse caminho.
Muitos procurarão conhecer e compreender a Antroposofia e suas realizações sem submeter-se a esse processo de iniciação.
Essa atitude é perfeitamente compreensível.
Em matéria de ciência, a "prova" da verdade (se é que podemos falar assim; na realidade, a ciência moderna passou a ser bem modesta em suas esperanças de descobrir a "verdade") se faz pela verificação dos fatos e princípios cuja existência é afirmada.
Não vamos entrar numa discussão estéril sobre o valor de tal "verificação", já que as próprias escolas filosóficas discordam veementemente sobre esse assunto.
Fatos supra-sensíveis podem ser observados e interpretados apenas pelo vidente. Mas qualquer pessoa dotada de inteligência e bom-senso pode compreender as descrições e interpretações fornecidas pelo vidente e indagar se elas se enquadram nos fenômenos normais da vida comum.
Essa atitude objetiva, isenta de preconceitos, permite a todo homem sensato constatar:
*Os fatos supra-sensíveis afirmados pela Antroposofia formam um todo coerente, sem contradição intrínseca.
*Não estão em oposição ou desacordo com nenhum fato da nossa ciência comum.
*Explicam inúmeros fenômenos, que a ciência comum é incapaz de explicar.
*De maneira idêntica ou semelhante, tais fatos foram afirmados por todos os grandes iniciados de épocas passadas.
Nada disso constitui uma "prova", no sentido comum do termo; mas não há dúvida de que a ciência espiritual antroposófica possa satisfazer qualquer espírito crítico, devido ao seu alto grau de verossimilhança, à seriedade de suas atitudes, ao caráter científico dos seus métodos e, principalmente, aos estupendos resultados obtidos por suas realizações práticas.
A vidência, que permite observar conscientemente fenômenos supra-sensíveis, não é, hoje em dia, uma faculdade comum; ela o era em tempos remotos, e o será novamente em tempos futuros.
Nesse intervalo, a capacidade de vivenciar a realidade dos mundos superiores pode ser adquirida mediante uma transformação que consiste no despertar de órgãos de percepção superior, órgãos esses que fazem parte dos corpos não físicos do homem.
"Iniciação" é o nome dado ao processo pelo qual se consegue esse despertar; existe uma vivência atávica e inata da qual não falaremos aqui.
O que caracteriza a iniciação antroposófica é o fato de que esta procura obter o despertar dos órgãos de percepção supra-sensível por um caminho inteiramente consciente.
Nada fica na penumbra de estados semi-conscientes ou inconscientes, ou no enlevo de estados extáticos ou orgiásticos.
O homem que se encaminha pela senda da iniciação tampouco fica na dependência de qualquer hierofante ou guru.
Na Antiguidade, a iniciação era conseguida nos Mistérios dos templos e oráculos.
O iniciado ou neófito recebia durante anos um ensinamento profundo e era submetido a um treino intenso da vontade, de perseverança, da coragem e outras qualidades.
O homem que se encaminha pela senda da iniciação tampouco fica na dependência de qualquer hierofante ou guru.
Na Antiguidade, a iniciação era conseguida nos Mistérios dos templos e oráculos.
O iniciado ou neófito recebia durante anos um ensinamento profundo e era submetido a um treino intenso da vontade, de perseverança, da coragem e outras qualidades.
Chegado o momento da iniciação propriamente dita, o seu mestre o fazia adormecer e, durante um sono de três dias e meio, manipulava o corpo etérico por praxes mágicas de maneira a quase separá-lo do corpo físico; isso o capacitava a acompanhar o "eu" em suas peregrinações pelos mundos espirituais.
Ao acordar, o candidato era um "iluminado", porque o corpo etérico que acompanhara o "eu" tinha agora a lembrança de toda a realidade espiritual vivenciada por este.
O iniciado sabia, nessa altura, por experiência própria, que o mundo espiritual existia.
Por meio de novos exercícios, ele aprofundava ainda mais esses conhecimentos.
A preparação anterior era necessária para permitir ao indivíduo suportar conscientemente tais vivências.
Essa iniciação era originalmente praticada no fundo dos Mistérios.
Mais tarde, estes degeneraram, e somente alguns círculos muito fechados e secretos passavam a uns poucos escolhidos a sabedoria iniciática, enquanto a maior parte dos homens já se tinha afastado do contato com os mundos superiores.
Ao acordar, o candidato era um "iluminado", porque o corpo etérico que acompanhara o "eu" tinha agora a lembrança de toda a realidade espiritual vivenciada por este.
O iniciado sabia, nessa altura, por experiência própria, que o mundo espiritual existia.
Por meio de novos exercícios, ele aprofundava ainda mais esses conhecimentos.
A preparação anterior era necessária para permitir ao indivíduo suportar conscientemente tais vivências.
Essa iniciação era originalmente praticada no fundo dos Mistérios.
Mais tarde, estes degeneraram, e somente alguns círculos muito fechados e secretos passavam a uns poucos escolhidos a sabedoria iniciática, enquanto a maior parte dos homens já se tinha afastado do contato com os mundos superiores.
Havia sempre fraternidades ocultas, como os cabalistas, os cavaleiros do Graal ou os rosacruzes autênticos, ordens como a dos Templários, correntes heréticas como a dos cátaros, escolas filosóficas como a de Chartres e indivíduos "místicos" ou alquimistas, desacreditados e perseguidos pelas religiões oficiais.
A própria maçonaria era originalmente uma sociedade esotérica.
Hoje o indivíduo que pretende seguir uma evolução iniciática não precisa pertencer a nenhuma seita ou sociedade oculta.
A própria maçonaria era originalmente uma sociedade esotérica.
Hoje o indivíduo que pretende seguir uma evolução iniciática não precisa pertencer a nenhuma seita ou sociedade oculta.
Sozinho, com plena consciência, pode, por meio de certos exercícios espirituais, elevar-se pouco a pouco à clarividência.
Tais exercícios têm por finalidade o despertar gradativo dos órgãos de percepção supra sensível; por meio deles consegue-se uma transformação da substancialidade astral e etérica.
Como estamos aqui em domínios não-físicos, o leitor não estranhará que atividades não-físicas, como pensamentos, sentimentos, atitudes morais, etc., constituem instrumentos desta transformação.
Como no mundo físico, certos obstáculos desse domínio podem impossibilitar um processo qualquer a ele ligado; assim, certas atitudes ou atividades mentais, sentimentais ou morais erradas podem tornar qualquer evolução iniciática impossível, ou deturpar-lhe completamente o sentido e os resultados.
Erros, visões falsas e enganos são o resultado de quem quer forçar um desenvolvimento oculto sem a observação de uma série de regras básicas.
A não-observação de tais regras abre caminho à atuação de seres espirituais interessados em impedir uma evolução iniciática certa e harmoniosa.
Daí a possibilidade de ilusões e erros crassos, característicos de movimentos esotéricos charlatanescos e de práticas altamente condenáveis como o mediunismo e a vidência conseguida pela simples aplicação de substâncias químicas, como as drogas e os psicotrópicos modernos.
Nesta breve exposição devemos limitar-nos a alguns aspectos gerais e as linhas que se seguem pretendem apenas completar a imagem que o leitor já fez da Antroposofia.
Para maiores detalhes, deve-se estudar as obras de Rudolf Steiner sobre esse assunto.
Antes de começar os exercícios propriamente ditos, o aluno espiritual deverá conseguir o domínio e a harmonização consciente de todas as suas faculdades mentais e anímìcas. Isso parece fácil, mas o estudioso aplicado verá como é difícil essa harmonização.
Deve-se aspirar à perfeita serenidade dos sentimentos, vencendo qualquer impulso descontrolado de simpatia ou antipatia.
Nesta breve exposição devemos limitar-nos a alguns aspectos gerais e as linhas que se seguem pretendem apenas completar a imagem que o leitor já fez da Antroposofia.
Para maiores detalhes, deve-se estudar as obras de Rudolf Steiner sobre esse assunto.
Antes de começar os exercícios propriamente ditos, o aluno espiritual deverá conseguir o domínio e a harmonização consciente de todas as suas faculdades mentais e anímìcas. Isso parece fácil, mas o estudioso aplicado verá como é difícil essa harmonização.
Deve-se aspirar à perfeita serenidade dos sentimentos, vencendo qualquer impulso descontrolado de simpatia ou antipatia.
A mesma serenidade deve reinar no pensar, ou antes, o candidato deve esforçar-se por controlar, ao menos cinco minutos por dia, a sua atividade mental de tal maneira que pense somente naquilo em que quer pensar (tente o leitor dirigir os seus pensamentos durante dois minutos para qualquer assunto sem desvio algum, verá como esse exercício de aparência tão ingênua é, na realidade. difícil ...).
A vontade deverá ser treinada por exercícios de perseverança.
De maneira geral, o aluno espiritual deve abrir-se ao mundo, praticar uma atitude realmente positiva e igual frente ao mundo, impregnando de amor e de consciência todos os seus atos.
Nada, nesses exercícios, implica numa fuga do mundo ou em estados de enlevo.
Ao contrário, o aluno deve ser mais realista, mais positivo, mais consciente do que antes e continuar com zelo redobrado em todos os seus afazeres profissionais, familiares e sociais em geral.
Aliás, esses exercícios limitar-se-ao no começo a alguns minutos por dia.
É preciso, porém, regularidade e perseverança que, em si, já constituem um exercício.
Sem praticar esse treino de harmonização das suas faculdades intelectuais, sentimentais e volitivas, o candidato procurará em vão o desenvolvimento dos órgãos de percepção superior latentes, por meio de exercícios iniciáticos.
De maneira geral, o aluno espiritual deve abrir-se ao mundo, praticar uma atitude realmente positiva e igual frente ao mundo, impregnando de amor e de consciência todos os seus atos.
Nada, nesses exercícios, implica numa fuga do mundo ou em estados de enlevo.
Ao contrário, o aluno deve ser mais realista, mais positivo, mais consciente do que antes e continuar com zelo redobrado em todos os seus afazeres profissionais, familiares e sociais em geral.
Aliás, esses exercícios limitar-se-ao no começo a alguns minutos por dia.
É preciso, porém, regularidade e perseverança que, em si, já constituem um exercício.
Sem praticar esse treino de harmonização das suas faculdades intelectuais, sentimentais e volitivas, o candidato procurará em vão o desenvolvimento dos órgãos de percepção superior latentes, por meio de exercícios iniciáticos.
Estes começam pela representação mental de certos símbolos, frases ou versos, sem que o aluno se deixe influenciar por qualquer impressão sensível e sem que os seus pensamentos se desviem do objeto da representarão.
Essa concentração chama-se "meditação".
Como fruto das meditações, inúmeras vezes repetidas com paciência, com a maior humildade espiritual e sem qualquer curiosidade, embora com plena consciência mental, o meditante pode ter uma sensação fugaz e indescritível de visões não-físicas, quais sonhos conscientes, nos quais as imagens lhe vêm "de fora".
Como essa impressão se assemelha a uma imagem, esta primeira etapa se chama "consciência imaginativa" ou "imaginação".
Ela é caracterizada pela transformação constante das "imagens". Ao mesmo tempo o candidato verifica que está num estado de alerta mental, e que seu pensar Ihe parece realizar-se sem a intervenção do cérebro.
Mediante uma perseverança férrea, essas sensações, esporádicas no começo, podem tornar-se mais frequentes e regulares.
Ela é caracterizada pela transformação constante das "imagens". Ao mesmo tempo o candidato verifica que está num estado de alerta mental, e que seu pensar Ihe parece realizar-se sem a intervenção do cérebro.
Mediante uma perseverança férrea, essas sensações, esporádicas no começo, podem tornar-se mais frequentes e regulares.
Ao mesmo tempo, notar-se-á que o sono se torna mais consciente e mais transparente.
Os sonhos parecem tomar um sentido mais concreto.
O vidente perceberá esse nascimento da clarividência num outro indivíduo através de uma transformação da aura.
O vidente perceberá esse nascimento da clarividência num outro indivíduo através de uma transformação da aura.
Ao mesmo tempo "verá" que certos órgãos astrais do aluno se destacam mais que antes.
Trata-se de órgãos de forma "redonda" situados, na maior parte, no eixo do corpo, a alturas variadas.
Esses órgãos, os chamados "flores de loto" ou chacras, tornam-se mais "luzentes" e começam a apresentar movimentos rotativos.
Essa clarividência persistirá somente durante a meditação.
Nos intervalos, o homem voltará aos seus misteres costumeiros, procurando ainda mais o controle e a harmonização das suas faculdades.
Com efeito, estas se disjuntam de certa maneira sob a influência da iniciação; é como se o pensar, o sentir, o querer, fossem caminhar em direções diversas ou até opostas.
Já empregamos várias palavras como "redondo", "luzente" ou "visão" para descrever fenômenos supra-sensíveis.
Trata-se naturalmente apenas de equivalentes das nossas impressões sensoriais.
Pouco a pouco, o aluno terá também vivências comparáveis ao calor, ao frio, aos sons, à luz, e notará que essas impressões sensoriais superiores correspondem a uma realidade ainda mais elevada, que se manifesta através dessas sensações.
Para chegar a essa realidade subjacente, ele deverá elevar-se a um grau mais alto de vidência, a segunda etapa chamada "consciência inspirada" ou inspiração.
Trata-se de órgãos de forma "redonda" situados, na maior parte, no eixo do corpo, a alturas variadas.
Esses órgãos, os chamados "flores de loto" ou chacras, tornam-se mais "luzentes" e começam a apresentar movimentos rotativos.
Essa clarividência persistirá somente durante a meditação.
Nos intervalos, o homem voltará aos seus misteres costumeiros, procurando ainda mais o controle e a harmonização das suas faculdades.
Com efeito, estas se disjuntam de certa maneira sob a influência da iniciação; é como se o pensar, o sentir, o querer, fossem caminhar em direções diversas ou até opostas.
Já empregamos várias palavras como "redondo", "luzente" ou "visão" para descrever fenômenos supra-sensíveis.
Trata-se naturalmente apenas de equivalentes das nossas impressões sensoriais.
Pouco a pouco, o aluno terá também vivências comparáveis ao calor, ao frio, aos sons, à luz, e notará que essas impressões sensoriais superiores correspondem a uma realidade ainda mais elevada, que se manifesta através dessas sensações.
Para chegar a essa realidade subjacente, ele deverá elevar-se a um grau mais alto de vidência, a segunda etapa chamada "consciência inspirada" ou inspiração.
Para tal o aluno espiritual procura eliminar, por um ato de vontade, os símbolos ou frases, objeto da sua concentração, concentrando-se no "vazio" produzido por essa eliminação consciente.
Se tiver sucesso, "perceberá" seres espirituais que se escondiam "atrás" das imagens do primeiro grau de vidência.
É como se percebesse agora o vento, quando antes "via" só os objetos movidos pelo mesmo.
Nesse segundo grau de conhecimento superior ele começará a ter a capacidade de "ler" na crônica do Akasha; ele estenderá o seu campo de observação até a sua existência anterior ao nascimento; conseguirá também "acompanhar" os mortos em sua existência post-mortem.
Ao mesmo tempo, seu corpo etérico, sofrerá uma transformação e desenvolverá órgãos novos.
O iniciado verificará que correntes etéricas o preenchem, irradiando para fora do seu corpo.
A sua própria aura se transforma, e o seu corpo etérico cresce para além dos limites do corpo físico.
O terceiro grau de consciência superior é o da intuição.
O aluno tentará chegar a ele fixando a atenção em sua própria atividade mental, durante o tempo em que se concentrar na meditação.
Nesse segundo grau de conhecimento superior ele começará a ter a capacidade de "ler" na crônica do Akasha; ele estenderá o seu campo de observação até a sua existência anterior ao nascimento; conseguirá também "acompanhar" os mortos em sua existência post-mortem.
Ao mesmo tempo, seu corpo etérico, sofrerá uma transformação e desenvolverá órgãos novos.
O iniciado verificará que correntes etéricas o preenchem, irradiando para fora do seu corpo.
A sua própria aura se transforma, e o seu corpo etérico cresce para além dos limites do corpo físico.
O terceiro grau de consciência superior é o da intuição.
O aluno tentará chegar a ele fixando a atenção em sua própria atividade mental, durante o tempo em que se concentrar na meditação.
A consciência intuitiva permitirá ao iniciado conhecer "de dentro" os seres que, na inspiração, percebeu "de fora".
Penetrará neles e, por assim dizer, vive-los-á, tornando-se "uno" com eles.
Isso lhe permite conhecer-lhes a vida interior e o estado de consciência.
Ao mesmo tempo, o iniciado, se torna pouco a pouco capaz de vivenciar as próprias encarnações passadas.
As três fases da iniciação - imaginação, inspiração e intuição - não se seguem necessariamente uma à outra.
Pode haver simultaneamente experiências pertencentes a vários graus de consciência.
Mas sempre, ao "voltar" à consciência cotidiana, o homem deverá viver uma vida normal, procurando fortalecer o seu eu que continua ameaçado pelas tendências "centrífugas" acima mencionadas.
Em seus estados de vidência, o iniciado vive agora nos mundos de seu eu iria percorrer normalmente apenas depois da morte.
Entre as experiências mais incisivas estão dois encontros:
*O primeiro coloca-o à frente do chamado "guarda do limiar": é a sua própria astralidade ainda imperfeita, o conjunto das suas forças anímicas impuras, o qual se lhe opõe, qual um sósia, barrando-lhe o caminho. Enquanto a visão desse monstro lhe aparece em sua meditação, o candidato sabe que ainda não está maduro para trilhar o caminho que leva às regiões superiores dos mundos espirituais.
*O segundo encontro não é menos terrível. Mas desta vez é uma visão sublime, que faz sentir ao homem a insignificância do seu ser. É um ente brilhante, puríssimo, poderosíssimo, que lhe aparece, aniquilando-o e elevando-o ao mesmo tempo. É uma visão do Eu Cósmico total, daquele ser que é como que a personificação do eu humano ideal: o Cristo.
Paramos aqui com essas breves indicações relativas ao caminho iniciático.
Palavras humanas não permitem descrever os mundos superiores.
As experiências relatadas pelos iniciados são, na realidade, indescritíveis.
Em tempos modernos houve só um que as traduzisse em termos terrenos acessíveis ao raciocínio comum.
Foi Rudolf Steiner, que cumpriu assim a tarefa histórica de ser o iniciador de um movimento que deverá levar o ser humano, em tempos futuros, a uma reintegração consciente nos mundos superiores.
Esse estado deverá ser alcançado quando o homem terminar sua missão terrena.
Ao mesmo tempo, o iniciado, se torna pouco a pouco capaz de vivenciar as próprias encarnações passadas.
As três fases da iniciação - imaginação, inspiração e intuição - não se seguem necessariamente uma à outra.
Pode haver simultaneamente experiências pertencentes a vários graus de consciência.
Mas sempre, ao "voltar" à consciência cotidiana, o homem deverá viver uma vida normal, procurando fortalecer o seu eu que continua ameaçado pelas tendências "centrífugas" acima mencionadas.
Em seus estados de vidência, o iniciado vive agora nos mundos de seu eu iria percorrer normalmente apenas depois da morte.
Entre as experiências mais incisivas estão dois encontros:
*O primeiro coloca-o à frente do chamado "guarda do limiar": é a sua própria astralidade ainda imperfeita, o conjunto das suas forças anímicas impuras, o qual se lhe opõe, qual um sósia, barrando-lhe o caminho. Enquanto a visão desse monstro lhe aparece em sua meditação, o candidato sabe que ainda não está maduro para trilhar o caminho que leva às regiões superiores dos mundos espirituais.
*O segundo encontro não é menos terrível. Mas desta vez é uma visão sublime, que faz sentir ao homem a insignificância do seu ser. É um ente brilhante, puríssimo, poderosíssimo, que lhe aparece, aniquilando-o e elevando-o ao mesmo tempo. É uma visão do Eu Cósmico total, daquele ser que é como que a personificação do eu humano ideal: o Cristo.
Paramos aqui com essas breves indicações relativas ao caminho iniciático.
Palavras humanas não permitem descrever os mundos superiores.
As experiências relatadas pelos iniciados são, na realidade, indescritíveis.
Em tempos modernos houve só um que as traduzisse em termos terrenos acessíveis ao raciocínio comum.
Foi Rudolf Steiner, que cumpriu assim a tarefa histórica de ser o iniciador de um movimento que deverá levar o ser humano, em tempos futuros, a uma reintegração consciente nos mundos superiores.
Esse estado deverá ser alcançado quando o homem terminar sua missão terrena.
Livro: Noções Básicas de Antroposofia / Rudolf Steiner
Editora Antroposófica
Fonte:
sociedade antroposófica brasileira
sab
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Glândula Pineal e a Espiritualidade Por Dr. Sérgio Felipe de Oliveira

"A pineal é um sensor capaz de 'ver' o mundo espiritual e de coligá-lo com a estrutura biológica. É uma glândula, portanto, que 'vive' o dualismo Espírito-Matéria. O cérebro capta o magnetismo externo através da glândula pineal".
Dr. Sérgio Felipe de Oliveira é psiquiatra e neurocientista, mestre em Ciências pela USP e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de: Psicologia, Física e Biologia. É pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo. Em seu estudo chegou à conclusão acima.
Vídeo da Palestra:
Pineal: A Glândula da Vida Espiritual do Homem

A epífise neural ou glândula pineal ou simplesmente pineal é uma pequena glândula endócrina localizada perto do centro do cérebro, entre os dois hemisférios.
Apesar das funções desta glândula serem muito discutidas, parece não haver dúvidas quanto ao importante papel que ela exerce na regulação dos chamados ciclos circadianos, que são os ciclos vitais (principalmente o sono) e no controle das atividades sexuais e de reprodução.
Em torno do 4º e 5º mês de vida intra-uterina a glândula Pineal já apresenta células e tecido de sustentação, alcançando 2mm de diâmetro.
Durante este período, via de regra o espírito reencarnante começa a perder a consciência atingindo rapidamente a total inconsciência.
Na pineal é que as expansões energéticas do perispírito prendem-se mais profundamente, sendo por isto chamada "a glândula da vida espiritual"
Não existindo duas pessoas com uma Pineal igual a outra, como nas impressões digitais.
À medida que o desenvolvimento da Pineal se processa cada vez mais se acentua a união com as energias espirituais que impulsionam todo o desenvolvimento fetal modelado pelas matrizes perispirituais.
As modificações que ocorrem na glândula pineal são observáveis até os dois anos de idade.
À medida que o desenvolvimento da Pineal se processa cada vez mais se acentua a união com as energias espirituais que impulsionam todo o desenvolvimento fetal modelado pelas matrizes perispirituais.
As modificações que ocorrem na glândula pineal são observáveis até os dois anos de idade.
Daí até 6 ou 7 anos, as transformações são muito lentas.
É exatamente neste período entre 6 ou 7 anos que a reencarnação poderia ser considerada como definitiva pois o espírito passa a ter fixação completa ao organismo biológico e principalmente à Pineal.
A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos.
Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno.
Como ela faz isso?
Captando as radiações do sol e da lua.
A pineal obedece a estímulos externos e internos.
Por exemplo, o Sol é um estímulo externos que regem as noções de tempo e que influencia a pineal, regendo o ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio melatonina.
Isso dá ao organismo a referência de horário.
Os estímulo internos são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa.
Também produz naturalmente traços do químico dimetiltriptamina (ou DMT), que é alucinógeno (encontrado no chá Ayahuasca).
Para termos um sono reparador é necessário que a Melatonina seja secretada adequadamente pela pineal e supõe-se ainda que outras funções sejam exercidas por este hormônio, tais como a de regulação térmica do organismo e alterações do comportamento sexual.
A produção da Melatonina esta diretamente ligada à presença da luz.
Também produz naturalmente traços do químico dimetiltriptamina (ou DMT), que é alucinógeno (encontrado no chá Ayahuasca).
Para termos um sono reparador é necessário que a Melatonina seja secretada adequadamente pela pineal e supõe-se ainda que outras funções sejam exercidas por este hormônio, tais como a de regulação térmica do organismo e alterações do comportamento sexual.
A produção da Melatonina esta diretamente ligada à presença da luz.
Quando a luz incide na retina o nervo óptico e as demais conexões neuronais levam até a glândula pineal essas informações inibindo a produção do hormônio.
A maior produção da Melatonina ocorre à noite, entre 2:00 e 3:00 horas da manhã, num ritmo de vida normal, e esta produção aumentada produz sono.
A glândula pineal é uma estrutura cinza-avermelhada do tamanho aproximado de uma ervilha (8 mm em humanos), facilmente visível em radiografias simples de crânio devido a um tipo de calcificação existente nela.
Na verdade, alguns pesquisadores defendem a tese de que a pineal não se calcifica; ela forma cristais de apatita, independente da pessoa.
Estes cristais têm a ver com o perfil da função da glândula.
Uma criança pode ter estes cristais na pineal em grande quantidade enquanto um adulto pode não ter nada.
Percebemos, pelas pesquisas, que quando um adulto tem muito destes cristais na pineal, ele tem mais facilidade de seqüestrar campos eletromagnéticos, essas vibrações eletromagnéticas chegam num cristal e ele é repelido e rebatido pelos outros cristais, e este indivíduo então apresenta mais facilidade no fenômeno da incorporação.
Ele incorpora o campo com as informações do universo mental de outrem.
Observamos também que quando o paciente tem muita facilidade de desdobramento, ele não apresenta estes cristais.
Os cristais de apatita (um dos poucos minerais produzidos por sistemas biológicos), vibram conforme as ondas eletromagnéticas que captam, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a orientação de uma andorinha em suas migrações.
Os cristais de apatita (um dos poucos minerais produzidos por sistemas biológicos), vibram conforme as ondas eletromagnéticas que captam, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a orientação de uma andorinha em suas migrações.
No ser humano, torna-se capaz de interagir com outras áreas do cérebro como o córtex cerebral, por exemplo, que é capaz de decodificar essas informações.
Já nos outros animais, essa interação seria menos desenvolvida.
Esta teoria pretende explicar fenômenos paranormais como a clarividência, a telepatia e a mediunidade.
Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios, por exemplo, pois ela sintoniza com este tipo de campo magnético.
Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, é um terceiro olho, literalmente.
Quando a espiritualidade se comunica é através de emissões eletromagnéticas, essas emissões são captadas pela pineal que depois é convertido, em estímulos eletroneuroquí micos; e apesar dessa alegações de que a pineal seria uma "antena" por onde a alma transmitiria os pensamentos para o cérebro, a extração completa da glândula por cirurgia, realizada em casos de tumores benignos ou malignos, não leva a morte ou qualquer alteração na capacidade de pensamento.
O Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, em seu estudo sobre a pineal, chegou à seguinte conclusão:
"A pineal é um sensor capaz de 'ver' o mundo espiritual”
É uma glândula, portanto, que 'vive' o dualismo espírito-matéria.
O cérebro capta o magnetismo externo através da glândula pineal".
Outro cientista, Levdig, expressou-se de forma semelhante ao dizer que a glândula Pineal seria o órgão responsável pelo "sexto sentido" .
Com a forma de pinha (ou de grão), é considerada por estas correntes religioso-filosó ficas como um terceiro olho devido à sua semelhança estrutural com o órgão visual.
Com a forma de pinha (ou de grão), é considerada por estas correntes religioso-filosó ficas como um terceiro olho devido à sua semelhança estrutural com o órgão visual.
Localizada no centro geográfico do cérebro, seria um órgão atrofiado em mutação com relação em nossos ancestrais.
A pineal não explica integralmente o fenômeno mediúnico, como simplesmente os olhos não explicam a visão.
Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem.
É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona, você não vê nada.
A pineal, no que diz respeito à mediunidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular.
Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal.
Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento.
A mediunidade está ligada a uma questão de senso-percepção.
Então, a ela não basta a existência da glândula pineal, mas sim, todo o cone que vai até o córtex frontal, que é onde você faz a crítica daquilo que absorve.
A mediunidade é uma função de senso (captar)-percepção (faz a crítica do que está acontecendo) .
Então, a mediunidade é uma função humana.
Mantras:
Mantras:
A glândula está localizada em uma área cheia de líquido.
Talvez o som desses mantras faça vibrar o líquido, provocando alguma reação na glândula.
Os cristais também recebem influências de vibração.
Vibrando o liquido, vibra a glândula, alterando o metabolismo.
Teria lógica!
Chakras:
Chakras:
Algumas correntes defendem que o Ajna origina-se a partir da glândula pineal, muito embora outras, através do livro Os Chakras, de Leadbeater, fale que na maioria dos indivíduos o vórtice dos Chakras Coronário e Ajna convergem para a glândula pituitária, mas em alguns casos (médiuns? sensitivos?) o Coronário se inclina até a pineal.
Confusão estabelecida, a maioria da bibliografia consultada encontramos o seguinte: “a relação dos chakras com glândulas é, segundo conhecimentos mais recentes, e médicos espiritualistas de alto discernimento, uma relação simbólica, por equivalência de funcionalidade.
E ainda assim indireta, uma vez que os chakras se ligariam aos plexos, e estes sim às glândulas endócrinas".
Então, ao meu ver, parece ser uma questão de discutir o sexo dos anjos, já que a coisa toda é metafísica, energética, e não física.
Então, ao meu ver, parece ser uma questão de discutir o sexo dos anjos, já que a coisa toda é metafísica, energética, e não física.
Seja como for, pra explicar de uma forma didática e prática, o Ajna atua sobre a glândula HIPÓFISE (pituitária, embaixo), enquanto o Coronário atua sobre a glândula EPÍFISE (pineal, em cima).
O Chakra coronário é a sede da perfeição maior no homem.
Nele vivemos e nos sentimos em Deus.
Quando o chakra coronário começa a se abrir, você experimenta cada vez mais aqueles momentos em que a separação entre o ser interior e a vdia exterior é anulada.
Sua consciência fica totalmente quieta e plena.
Com o crescente desdobramento do chakra coronário, esses momentos ocorrem com maior freqüência e se tornam cada vez mais claros, até se transformarem numa realidade permanente, não havendo emtão nenhum retrocesso em sua evolução.
Ocorre a Felicidade pura.
Quando você não se abre para as realidades espirituais, mantendo esse chakra menos desenvolvido, poderão aparecer sentimentos de insegurança e de desorientação, talvez você sinta uma certa incensatez em sua vida e provável até que surja o medo da morte, impelindo a você criar mecanismos de fuga através de novas atividades, ou se impondo mais responsabilidades.
Bibliografia:
guia heu nom
Bibliografia:
guia heu nom
ajornada
virtualpsy
saindodamatrix
Fonte: gianfardoni blog
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