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domingo, 4 de maio de 2014
Pergunta a Ti Mesmo
Por Atapoã da Costa Feliz
Inverno de 2012
Pergunta a Ti Mesmo
"Ao contrário do que muita gente pensa, todas as coisas, inclusive as inanimadas, têm muita serventia. Até uma simples samambaia de plástico serve para ornamentar uma sala.
Forçoso é concluir, então, que não estamos aqui à toa.
Fixado este ponto, pergunta a ti próprio a que vieste.
Indaga que legado de tua autoria ficará para a Humanidade...
Medita, procura descobrir quais são as tuas tendências, aversões e preferências.
Lembra que desenvolver nada mais é do que retirar o envoltório grosseiro, camada por camada, e com elas livrar-te-ás, em definitivo, das imperfeições, até ressurgir, deslumbrante, o verdadeiro Eu.
Anota que todos os bons pensamentos, convertidos em boas ações, farão a retirada das substâncias toscas sobrepostas, tornando cada vez mais leve o fardo que na tua invigilância colocaste no teu alforje.
Antes de criticares uma obra literária, científica ou artística do teu irmão, indaga a ti mesmo se já fizeste algo semelhante. Se a resposta for negativa, não tens capacidade para criticar porque tu és inexperto. Se afirmativa, nem pensarás em censurar um trabalho do teu colega.
Observa que, segundo a Sabedoria Antiga, quanto mais desejares o bem ao próximo e menos a ti próprio, mais leve será o fardo e menor o número de vezes de peregrinação que repetes por insondável evo.
Verás, por conseguinte, que não será nenhum gesto magnânimo de tua parte; apenas estarás recompondo o que tiraste indevidamente.
Percebe que os obstáculos encontradiços aqui e ali já se repetiram por várias oportunidades e tu ainda não conseguiste transpor; caso contrário, não reapareceriam.
Não percas tempo com as recordações que te aborrecem; também não deixes os maus pensamentos povoarem a tua mente, verdadeiras âncoras que nos impedem de atingir a meta. Substitui por algo agradável. Sempre que ocorrer um mau pensamento, lembra daquela flor orvalhada ou da sombra de uma grande árvore, tantas quantas vezes forem necessárias, até cessarem as investidas do hóspede pernicioso. Dali para frente, a substituição será automática.
Se ainda não escreveste um livro; não plantaste uma árvore; não fizeste uma música; não pintaste uma paisagem, nem tiraste uma foto, DÁ UM SORRISO."
Publicação autorizada pelo autor
sábado, 22 de setembro de 2012
Estágios da Consciência
Muitos sábios falaram em níveis de consciência. A consciência é uma só, mas ela se manifesta em vários níveis. Quando a consciência se manifesta, cada nível tem uma frequência de onda diferente.
Tudo no universo está em movimento, em constante vibração, o que significa que tudo se inter-relaciona através de uma vibração característica.
Como todos os sete estágios da consciência estão presentes no ser humano, a questão não é em que estágio ele está, mas em qual ele está funcionando agora. Qual está sendo a sua possibilidade agora. Porque num próximo momento você pode estar funcionando a partir de um outro prisma de consciência. Nós todos flutuamos por esses estágios.
Num dia só podemos estar uma hora com medo de não ter dinheiro no futuro e não ter onde morar (o medo do primeiro estágio), e depois de uma hora ter medo de ficar sozinho (o medo básico do segundo estágio), e mais adiante ter medo de perder o controle da vida ou uma profunda falta de confiança diante de tudo (terceiro estágio).
Esse artigo é só para brincar com esses conceitos, e ver como a nossa mente reage diante dos outros e dos acontecimentos.
Em cada nível a mente percebe o mundo de uma maneira. Aquele que vê o mundo com os olhos do amor e da compaixão abriu seu coração, e está funcionando do quarto nível para cima, muito diferente da pessoa que está só com medos da vida, sentindo-se separada de Deus, desamparada e solitária.
Mas são apenas níveis mentais, não são realidades fixas. Sempre a questão é:
Quais os meus níveis preponderantes?
Quais os meus níveis habituais?
É apenas para isso que ajuda falar desses níveis. E para notarmos que cada um deles é natural acontecer. O universo é inteligente. Você já notou que seu cabelo cresce sem você controlar? E que sua unha cresce, seu sangue circula, sua respiração acontece, sem você escolher? O universo é mágico e surpreendente. Quantas coisas estão acontecendo e não sendo feitas por nós, seres humanos.
Porque nós achamos então que podemos controlar tudo que acontece ao redor? Cada nível tem sua função e é perfeito em si mesmo. Nós somos os vários níveis. Mesmo que você não conheça alguns níveis, não importa.
Nós precisamos conhecer bem alguns níveis, pois todos são importantes na evolução da consciência. Não é uma questão de que você não deveria ter medo. Nós precisamos sentir Medo para então conhecermos o seu oposto. O oposto do medo é o Amor.
Mas como o branco pode ser conhecido sem o preto? Como o baixo pode ser conhecido sem o alto? Como o alegre pode ser conhecido sem o triste? Como o sucesso pode ser conhecido sem o fracasso? Se você não tem o contraste, não pode conhecer.
Sem os três primeiros níveis de consciência, não é possível conhecer os demais. É do carvão que nasce o diamante.
Os sete estágios:
O primeiro estágio da consciência no ser humano é caracterizado pela busca da sobrevivência. Um teto onde morar, algo para comer. É a base para a formação de um ser humano. Um corpo sadio, um corpo saudável.
O segundo estágio da consciência em nós é o caracterizado pelo desejo de sexo e poder. O desejo de dominar, a competição, e o sexo pelo sexo. Não há encontro de dois seres, apenas o encontro de dois corpos. Se para preencher seu vazio a pessoa precisa estar sempre no controle de tudo, ela estará funcionando a partir do segundo nível de consciência. A mente vive sob o império do medo neste estágio. Medo de perder o controle. Medo de não possuir o outro. Medo de perder o poder.
O terceiro estágio na consciência humana tem como ponto marcante os relacionamentos. É um relacionamento mais profundo que o do segundo estágio, porque agora, além do sexo, há ternura, carinho, amor, atenção, cuidado. É claro, há também posse, controle, inveja e ciúme neste relacionamento, mas traz infinitas possibilidades a mais que o segundo. A grande maioria dos relacionamentos de amor que conhecemos se comporta dessa maneira: marcante troca de sentimentos que variam de bons a ruins.
O quarto estágio é o Amor. A consciência humana marcada pelo quarto estágio vibratório da mente experimenta o Amor. Este amor não é uma alternância entre amor e ódio. É um Amor, com letra maiúscula. Neste nível funcionamos numa entrega à vida. Este é o chamado chacra do coração. Você vê a vida como um milagre vivo.
Há vislumbres do amor que as pessoas são, porque quando a mente está funcionando neste quarto nível de consciência muitos problemas e dificuldades desaparecem. Há um engano de que podemos mudar os nossos problemas. Os problemas não desaparecem. Na verdade o que acontece é que você funciona em outro nível. Um outro nível de consciência. É como se você visse um filme. As vezes é aventura, outras é drama. O que muda é o filme. Há problemas em um nível que não há em outro. A percepção de tudo muda. Quando a percepção da mente muda, o que acontece? Todo aquele mundo que você construía é visto de uma outra forma. Porque o mundo e a vida é o conjunto de crenças e sentimentos pessoais que temos sobre o mundo e a vida. Aquilo que penso ou sinto é minha percepção. Mas há outras maneiras de sentir e ver as mesmas coisas. Muitos terapeutas, psicólogos, estão cientes da beleza do quarto estágio. Eles podem ajudar as pessoas que ainda estão envolvidas no medo, insegurança, e em relacionamentos co-dependentes (terceiro nível), aqueles que não aprenderam a se amar e a respeitar sua personalidade como um trampolim para Deus. Mas o quarto nível é muito frágil. Nele ainda é fácil se identificar com os problemas e conflitos dos três primeiros níveis.
Você já conheceu pessoas que você sabe que são muito amorosas, mas ao mesmo tempo se metem em muitas armadilhas? Pois é, há pessoas extremamente amorosas, que conhecem muito bem a compaixão e o amor pelo outro, mas os seus próprios pensamentos e sentimentos por si mesmos os abalam muitas vezes. São pessoas amorosas, mas ainda sofrem de insegurança e medo da vida. Então a vida vai as encaminhando para conhecer o quinto nível. Perceba uma coisa interessante: os níveis são regidos por sentimentos e pensamentos, não é mesmo? Pensamentos e sentimentos de medo, amor, culpa,ansiedade, leveza... Estes são os filmes: Pensamentos e sentimentos são filmes, que nesse caso são o que diferenciam um nível de mente para outro. Uma necessidade de outra.
Mas quem é você neste caso?
Um nível de mente ou aquele que percebe que os níveis mudam?
Se você percebe que os níveis mudam e que você está se identificando ora com um, ora com outro, note que a mudança de foco criará uma nova percepção em você. Se você é aquele que vê o filme, aquele que nota que os níveis mudam, você é a pura consciência que vê. Essa pura consciência que vê nós chamamos de observador.
A meditação é o início desse ponto de vista novo.
No quinto nível vibratório de mente você nota que há um observador que se identifica com a mente. Ou seja, você percebe que há algo em você que observa e que não é aquilo que observa. Este observador foi chamado por algumas religiões de Espírito Santo.
Quando você percebe que este observador é você, e você não é quem você pensava que era (o conteúdo dos três primeiros níveis, que são pensamentos, sentimentos passados, e sensações corporais), então você está tomando consciência do quinto nível, que é pura observação sem julgamento, pois não há conceitos a serem julgados neste nível.
O quinto nível vê os quatro primeiros níveis sem julgar, sem comparar, sem analisar, sem comentar, sem dar opinião, sem usar lógica, sem argumentar.
O quinto nível é apura observação.
A prática da meditação em essência é isto. Os buscadores aprendem a observar os pensamentos, sentimentos e sensações corporais sem julgar "bom ou mau", e a isso chamam de meditação.
Quem julga são os quatro níveis primeiros - A MENTE CONSCIENTE, que está sempre em comparação. É o nível do ego ativo. Se você apenas nota a mente julgar, você aprende devagarinho a separar o julgador, do observador que nota o julgador.
Quando você aprende a observar que quem está julgando é sua mente (quatro primeiros níveis de consciência da mente), e que seu quinto nível é puramente silencioso e cheio de amor, você percebe que pensamentos e sentimentos o incomodam quando você se identifica totalmente com eles.
Aprender a se desidentificar dos pensamentos e sentimentos passados é meditar. Os pensamentos e sentimentos estão lá, mas não são mais controlados pelo ego. E um milagre acontece: toda aquela energia que estávamos colocando para fora é guardada dentro. É por isso que as pessoas dizem que a yoga e a meditação ajudam a conservar energia. Sua mente fica mais clara. E você deixa de criar problemas desnecessários.
Dizem os sábios, que os sexto e sétimo estágios são experienciados pela graça divina.
"Você não pode fazer nada para alcançar a iluminação", dizia Buda. Porque a iluminação é uma entrega total a Deus.
Jesus Cristo entregou totalmente quando disse: "Pai, Seja feita a Tua Vontade".
Gautama Buda entregou quando disse: "Descobri que não há eu, que tudo é vazio, que a vida faz tudo por mim".
Krishnamurti dizia: "O pensamento é passado. Descubra o que está presente Agora".
Osho disse: "Iluminação acontece quando não há nenhum desejo de ser diferente do que você é. Então Deus te ilumina com sua graça quando você relaxa e confia."
O sábio Gurdjieff dizia: "Você não tem um centro. O centro é sua alma. Você é, nesse instante, muitos desejos desconexos. Você tem de trabalhar para descobrir seucentro."
O sábio hindu Yogananda dizia: "Só um coração que conhece o amor pode ver Deus."
O professor pode te ajudar a conhecer o que ele conhece. Se um professor espiritual conheceu através da experiência os cinco primeiros níveis de mente, e aprendeu a se estabelecer no observador, simplesmente relaxando e observando seus pensamentos e sentimentos, ele pode ensinar outros, ajudar amigos, a se estabelecer no observador, no quinto nível.
Este é o último ensinamento. Os outros ensinamentos são na verdade aprofundamentos na entrega do ego, aprofundamentos na confiança, que não há nada que se possa fazer pois é a vida a Grande Mestra.
Um mestre iluminado pode criar uma energia para iluminação. Ele cria um campo de energia búdica. Um mestre iluminado conhece todos os níveis, e portanto, conhece truques, e tem uma clareza total do funcionamento da grande mente cósmica, ou seja, daquilo que chamamos de níveis de consciência.
Um mestre iluminado simplesmente desapareceu como 'eu', porque ele não quer mais controlar a vida. Mas ele tem um ego que o ajuda a falar com você. Quando você chama seu nome ele reconhece. A única diferença é que ele conhece os níveis e não se identifica com nenhum, pois ele sabe que não é nenhum nível, mas puramente consciência além de qualquer nível. Consciência que observa os níveis. Um mestre iluminado vê a vida com uma grande brincadeira cósmica. Vê tudo como uma coisa só, e não julga aquilo que vê. E nota que todas as pessoas são na verdade iluminadas, apenas precisam realizar isto.
Swami Sambodh Nasseb
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
Sustentabilidade: começa dentro de voce
A sustentabilidade começa dentro de você: mais do que preservar o meio ambiente, é preciso reciclar as emoções!
Ouvimos cada vez mais falar sobre sustentabilidade. Mas você sabe o que esse termo significa?
É comum associarmos sustentabilidade às questões ambientais, porém, ela é bem mais abrangente do que isso. Está ligada à nossa sobrevivência e existência. Afinal, somente otimizando todos os aspectos da vida poderemos criar as condições necessárias para que nós e o planeta possamos viver em harmonia.
A base de toda e qualquer estrutura coletiva é formada, antes de tudo, por indivíduos. Muito se fala dessa sustentabilidade que se trata do coletivo, das políticas, das tecnologias e das tendências que vêm do coletivo para o indivíduo. A sustentabilidade costuma ser tratada de fora para dentro. Porém, se são os indivíduos que conduzem essas diretrizes e ações para o ambiente e para o coletivo, como seres insustentáveis poderão ser capazes de conduzir ações sustentáveis? A insustentabilidade do planeta é, antes de tudo, uma insustentabilidade de cada um dos seus quase 7 bilhões de indivíduos!
Sustentabilidade além do aspecto físico
Ao levar nossa visão para o indivíduo, vou abordar nós, seres humanos, de maneira mais profunda. Sempre considerando, além de nossos aspectos físicos, os aspectos mais sutis: emocional, mental e espiritual. Ainda que algumas possam tentar ser mais abrangentes e alcançar esses níveis mais sutis, as discussões sobre sustentabilidade, assim como seus resultados e ações decorrentes, ainda trabalham demasiadamente focadas apenas no nível físico. Isso porque como indivíduos, levamos nossa vida focada prioritariamente neste âmbito.
Prestamos atenção à saúde de nosso corpo e de nossa vida material e financeira, mas não damos igual valor aos nossos aspectos sutis, à nossa saúde emocional, mental e espiritual. E quando buscamos trabalhá-los, tentamos lidar com eles da mesma maneira como lidamos com nossos aspectos físicos. No meu trabalho, canso de ouvir a pergunta: "o que eu tenho que fazer para me sentir melhor?".
Não adianta determinarmos em nossa agenda que hoje estaremos alegres, amanhã tristes e depois de amanhã alegres de novo, cumprindo isso como mais uma tarefa do dia-a-dia. Trabalhar e "resolver" nossas questões emocionais, mentais e espirituais não é algo que possamos fazer somente de forma racional e prática. Nossos aspectos sutis não funcionam exatamente como nossos aspectos físicos.
Mas como humanidade, ainda não percebemos essa diferença e não aprendemos a lidar com nosso próprio mundo das emoções, pensamentos e alma. Tentamos resolver tudo de forma racional e prática, e nos sentimos perdidos e frustrados quando nossas abordagens não funcionam.
Tendemos a levar em conta e a dar credibilidade somente àquilo que é racionalmente comprovado por números e estatísticas. A realidade deve ser demonstrada de maneira racional e física.
Porém, se em nossa essência somos também seres emocionais, mentais e espirituais, como deixaremos isso de lado?
Como poderemos trabalhar uma verdadeira sustentabilidade sem nos trabalhar de maneira verdadeiramente integrada?
Reproduzimos essa falta de integração em nossas vidas individuais, distorcendo as diretrizes que direcionam nossa maneira de viver e ser coletivamente. Nos preocupamos em separar e reciclar lixo, em economizar água, defender as florestas. De fato é importante cuidar do ambiente coletivo físico. Porém, isso é apenas uma das dimensões da sustentabilidade.
Será que limpamos e reciclamos nossas emoções e pensamentos, gerando uma atmosfera emocional e mental coletiva saudável?
Será que otimizamos nossas energias em forma de atitudes, pensamentos e ações positivas na maneira como nos relacionamos com os outros e com o ambiente?
É preciso haver uma sustentabilidade individual antes de levá-la para o coletivo, pois só assim a sustentabilidade será sólida e verdadeira. De outra maneira, ela se torna parcial, até ilusória, e nos faz continuar a empurrar os verdadeiros problemas com a barriga.
Pode parecer contraditório falar de algo individual quando tratamos de um conceito que se trata de um nível tão coletivo como a sustentabilidade planetária. Porém, a coletividade é antes de tudo um conjunto de indivíduos muito bem trabalhados, e que por terem seus limites e responsabilidades bem definidos são capazes de interagir de maneira equilibrada.
Para chegar à tal sustentabilidade individual precisamos aprender a sermos egoístas de maneira positiva. Esse "egoísmo" ao qual me refiro aqui é positivo para a coletividade, e até essencial a ela, e não o egoísmo que desagrega o coletivo.
É conquistado pelo exercício individual de observar a si mesmo e ao outro, sem julgamentos e pela desconstrução dos falsos bons comportamentos e atitudes.
Em nome do coletivo, tentamos atropelar aqueles que pensam diferente de nós, em clima de preconceito e julgamento, sem nem mesmo tentar uma real conciliação. Em nome do bem, fazemos boas ações pelo ambiente e pelos outros que na verdade não necessariamente beneficiam quem está lá fora, mas sim a sua própria carência e necessidade de ser reconhecido pelos outros. Em nome do que é justo, impomos nossa verdade ao outro sem nem ao menos tentar buscar compreender a verdade que ele traz dentro de si.
Sustentabilidade pode ser um caminho para a felicidade
Ao nos desfazermos das nossas falsas intenções e assumirmos para nós mesmos nossos verdadeiros e distorcidos impulsos, começamos o trabalho de "purificar" as energias que nos impulsionam, a poluição interna em nossas motivações e intenções. Não adianta acharmos que o mundo está errado e que nós estamos cobertos de razão, e por isso ficarmos bravos.
Podemos não concordar com alguém ou com o mundo, e nos sentirmos revoltados por alguns instantes, mas se não transformarmos essa raiva em amor - pelo outro, pela humanidade, pelo planeta, ou simplesmente Amor, um impulso genuíno de fazer o bem - todo o trabalho que fizermos na "boa intenção" de ajudar, fazer o certo e o bem, na realidade será movido pela má intenção (raiva, irritação, revolta, vingança, competição, julgamentos externados ou apenas pensados no silêncio de si, etc.) disfarçada de boa intenção. Isso significa alimentar o emocional, mental e espiritual coletivo de maneira negativa. E pior, exalar negatividade disfarçada de boas intenções, justiça, de algo "certo".
Criamos uma energia de contradição e ilusão, afinal, nós mesmos acreditamos estar fazendo algo pelo bem, e que no nível físico até pode parecer ser o bem mesmo. Porém, nos níveis sutis alimenta somente a negatividade. Vamos criando uma polarização, um abismo entre o que aparenta ser e o que realmente é na essência. São nessas percepções e atitudes pequenas, mas de importância gigantesca, que podemos começar a trabalhar nossa sustentabilidade humana e contribuir para a sustentabilidade integrada do planeta.
O que isso tem a ver com a nossa vida?
Como afeta o nosso dia-a-dia?
Trabalhar a sustentabilidade dentro de nós significa, na prática, sermos pessoas mais bem resolvidas e felizes, e por isso capazes de interagir coletivamente de maneira harmoniosa. No final das contas, trabalhar a sustentabilidade integrada é trabalhar pela nossa própria felicidade antes de tudo.
Então, convido você a refletir e a trabalhar a sustentabilidade sob essa visão integrada, de dentro para fora, afinal, o mínimo que pode acontecer é você se tornar mais apto para a felicidade! Não soa nada mal, não é?
Por Ceci Akamatsu
quarta-feira, 6 de junho de 2012
Mahatma Gandhi
“Não tente adivinhar o que as pessoas pensam a seu respeito.
Faça a sua parte, se doe sem medo.
O que importa mesmo é o que você é.
Mesmo que outras pessoas não se importem.
Atitudes simples podem melhorar sua vida.
Não julgue para não ser julgado.
Um covarde é incapaz de demonstrar amor,
isso é privilégio dos corajosos.”
Mahatma Gandhi
terça-feira, 22 de maio de 2012
Olhar...
Mudar o mundo,
é mudar o olhar.
Do olhar que estreita e subtrai,
para o olhar que amplia e engrandece.
Do olhar que julga e condena,
para o olhar que compreende e perdoa.
Do olhar que teme e se esquiva,
para o olhar que confia e atreve.
Do olhar que separa e exclui,
para o olhar que acolhe e religa.
Todos os olhares
num só Olhar.
O olhar da inocência
e o olhar da vigilância.
O olhar da justiça
e o olhar de misericórdia.
Todos os olhares
num só Olhar.
Olhar de criança que brinca,
na Primavera,
Olhar do adulto que labora,
no verão,
Olhar maduro que oferta,
no Outono,
Olhar de prece e de silêncio,
no Inverno.
O olhar de quem nasce,
o olhar de quem passa,
o olhar de quem parte.
Olhares da existência no Olhar de Essência.
Todos os olhares
num só Olhar.
Dançar de roda na órbita do olhar,
dançar de guerreiro em volta da fogueira do olhar,
dançar de Ser no olhar do Amor.
Dançar e brincar de olhar.
Olhar o porvir,
do instante que nasce,
no coração palpitante
da transmutação.
Viva o novo olhar!
Olhe a vida de novo!
Novo olhar, novo viver!
Mudar o mundo
É mudar o olhar.
É alto olhar,
Altar do olhar.
É ousar viver,
É viver no ousar.
É amar viver,
É viver para amar.
Só então partir,
Para o Grande Olhar.
Todos os olhares
num só Olhar.
Num mesmo Olhar.
Supremo Olhar.
Olhar.
Roberto Crema
Epílogo do livro Antigos e Novos Terapeutas – abordagem transdisciplinar em terapia.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Voce quer descobrir, conhecer e sentir o amor?
Se queres descobrir o amor em teu ser,
primeiro observa
o nascimento das flores sobre as pedras,
o nascimento da borboleta em seu casulo tão limitado...
Observa o sol nascendo e iluminando
o que há pouco era só escuridão...
Se queres conhecer o amor,
observa o movimento gracioso dos ventos
por entre as flores
e vê as sementes sendo lançadas para outros solos,
transformando-os,
delicadamente, sem pressa...
Observa a generosidade
com que a natureza te acolhe,
mostrando com seus movimentos
a importância de te sentires como ela te sente.
Se queres sentir amor,
olha para os teus irmãos
com a disposição de,
sem julgamento,
vendo-os como eles são...
Olha para ti e aceita o que vem do teu coração,
banhando teu ser de luz e confiança...
Se queres compartilhar o amor,
apenas estende tua intenção
e ela chegará ao mundo e a ti retornará,
trazendo-te as bênçãos Daquele que sorri com tua conduta.
Se queres prosseguir com o amor,
procura viver de acordo
com as dádivas que te foram dadas...
Apenas caminha por entre os percursos
que para ti já estão preparados e vai...
vai com tua luz,
iluminando o que parece ser escuro,
respeitando cada ser que o teu caminho acolher,
compartilhando o teu conhecer,
a tua alegria
e a tua integridade enquanto Filho de Deus.
Autor Desconhecido
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Voce soltaria as mãos? Voce tem certeza?
Audio com Reverendo Aldo Quintão
Na ternura de Deus
Voce soltaria as mãos?
Clique aqui para ouvir:
Sensacional !!!
Fonte:
Catedral Anglicana de São Paulo
domingo, 13 de novembro de 2011
Orai e Vigiai
Este trecho de carta do Prof. Hermógenes a um de seus alunos nos traz, de forma direta, a aplicação do ensinamento de Jesus, Orai e Vigiai, com especial ênfase em Vigiai. O evitar da autocompaixão, como apresentado no texto, nos traz o alerta da meditação e observação dos padrões mentais negativos que ocupam nosso espaço mental. A disciplina de evitá-los e substituí-los por outros padrões, em que a vida, a positividade e a fé são valorizados repercute em poder de ação e é curativo. A conexão desta busca e movimento, com a fé cristã, alinha a carta do Prof. Hermógenes aos ensinamentos da terapia transpessoal, integral e da filosofia perene.
"Você tem motivos para ter muita pena de si mesmo. Não se pode negar. Desde sua origem, tem sido um desafiado pela adversidade. Mas ter motivos não significa que seja conveniente alimentar autocompaixão.
Igual ao ressentimento, a autocompaixão arruína a alma. Agrava o mal que já existe e engendra outros. Fique alerta contra qualquer tendência a autocondoer-se. Reaja, tendo compreensão contra esta sua tendência de querer que lhe confiram a medalha de campeão de sofrimento. Acostume-se a evitar que tenham "peninha" de você, principalmente se for você aquele que se compadece.
Pelo que tenho constatado, posso pensar que uma enorme parte de seu drama está correndo por conta do devastador sentimento de autocomiseração, que ressalta de suas cartas queixosas. Não é verdade que você diz para si mesmo - "coitado de mim, que sofri tais e tais problemas...!"? Não estou certo? Não é verdade que você gasta tempo a comparar-se mentalmente com outros rapazes que são atletas vitoriosos com as moças...?
Se não faz assim é porque é anormal. Se faz é normal. Mas chegou a hora de deixar esta normalidade estúpida, que só lhe tem feito mal.
Convido-o para ver as coisas de frente, mas sem cometer o erro de botar fermento na dor, sem invejar quem parece estar sem dor, sem recriminar o destino, sem rancor para a vida, sem ódio para aqueles que parecem responsáveis pelo que você sofre. Entende o que quero dizer? Quero você de mente pura, mente capaz de ter clareza e poder de ver.
Quando quero que assim seja, estou convidando você para uma faixa de anormalidade, diferente da normalidade insana, isto é, da vulgaridade, da mesmificada massa de pessoas medíocres, adormecidas e incapazes de perceber as coisas como as coisas são. Quero você numa abençoada faixa de sabedoria, numa corajosa anormalidade, que os homens normais não compreendem e da qual talvez nunca ouviram falar. Convido-o para manter-se tranquilo, para serenamente situar-se, e poder ver em cada adversidade um estímulo para amadurecer. Que suas dores sejam o que as esporas são para um cavalo de montaria. o estímulo para avançar, para romper caminho, para chegar seguro à meta.
Resumindo e continuando a falar franco, amigo, acho que sua mente tem sido mais eficiente em atormentá-lo do que todos os agentes de seu destino, de seu karma. O ódio a... tem lhe prejudicado mais do que a ele. Sua auto-piedade o tem enfraquecido mais do que qualquer doença, podendo mesmo ser a causa principal de sua enfermidade.
Analise sua mente. Procure perceber o mal que, assim desgovernada, lhe tem feito. Limpe-a de seus nefastos conteúdos (ódio, dúvida, autocompaixão). Vigie sua mente. Não deixe sua imaginação assim, desastrosamente solta. Não se entregue inconscientemente à amargura autocultivada. Não permita a entrada de pensamentos deprimentes. Não se esqueça de que todas as vidas são tremendos dramas, e, assim, desista de ser campeão. Renuncie ao pódio de padecentes.
Não seja ingrato com Deus. Quantas coisas positivas em sua existência! Quanta coisa boa em você! A insistência em ver apenas o negativo o impede de ver o que há de positivo, isto é, aquilo que o faria perder o "emprego de coitadinho", que você, tolamente, vem mantendo. Se continua insistência em arrolar somente os aspectos sombrios de seu destino e em esquecer os luminosos. Tenha paciência filho - não haverá salvação para você, pois você não quer mesmo ser salvo. Seja vigilante! "Orai e vigiai", recomenda o Cristo."
Prof. Hermógenes
Yoga Paz Com a Vida, p.145
Fonte:
http://www.cienciameditativa.com/
sábado, 12 de novembro de 2011
Os quatro compromissos
Seja impecável com sua palavra
• Fale com integridade. Diga somente o que pretende dizer. Evite o uso da palavra para falar contra si mesmo ou desdizeres sobre os outros. Use o poder da sua palavra na direção da Verdade e do Amor. Não tome nada como pessoal.
• Saiba que nada do que os outros fazem é por sua causa. O que os outros dizem e fazem é uma projeção da sua própria realidade, do seu próprio sonho. Quando você estiver imune às opiniões e ações dos outros, você deixará de ser vítima de sofrimento desnecessário. Não faça suposições.
• Encontre a coragem para fazer perguntas e expressar-se sobre o que você realmente quer. Comunique-se com os outros o mais claramente possível para evitar mal-entendidos, tristezas e dramas.Com apenas este acordo você poderá transformar completamente sua vida. Faça o seu melhor sempre.
• O seu melhor está a mudar constantemente a cada momento: será diferente consoante você se encontre saudável ou doente. Em qualquer circunstância, simplesmente faça o seu melhor e você evitará auto-julgamentos, julgamentos, abusos ou auto-arrependimento.
Um livro revelador da Sabedoria Tolteca
Don Miguel Ruiz
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Fica triste apenas...
Quando alguém de quem gostas muito te estiver a fazer mal... Fica triste. Entra em contato com a tua dor pelas almas que não se conseguem entender. Fica simplesmente triste. Se estiveres mesmo triste, chora. O choro que vier será bem-vindo. E mostra a tua tristeza. Explica como isso te dói, e como era bom se se resolvesse. Convida essa alma a abrir o seu coração. Sem mágoa. Sem julgamento.
O julgamento é o que normalmente estraga as relações. A pessoa não abre o coração porque julga o outro. E como julga o outro, pensa que o outro também o julga. E fica zangado. E julga mais ainda e o círculo vicioso alimenta-se de uma maneira drástica. Esse é o círculo da dor.
Depois de mostrares o quanto te dói, pede para que essa pessoa abra o coração, por ti. Que se harmonize, por ti. Que se interiorize, por ti. E vais receber um favor. E vais saber sempre que aquela pessoa fez aquilo por ti. E vais agradecer.
E vais saber sempre que as pessoas fazem coisas por ti. E vais sempre receber. E vais sempre agradecer. E elas vão sentir, e vão fazer mais ainda, e vais agradecer mais ainda. E este é o círculo da felicidade.
Fonte:
O Livro da Luz
Pergunte, O Céu Responde,
de Alexandra Solnado
sábado, 8 de outubro de 2011
O Amor... O Amor? ...É... O amor...
2. Saúde é paz interior. Curar é abandonar o medo.
3. Dar e receber são a mesma coisa.
4. Podemos nos desprender do passado e do futuro.
5. O agora é o único tempo que existe e cada instante é para nos doarmos.
6. Podemos aprender a amar a nós mesmos e aos outros perdoando, ao invés de julgando.
7. Podemos nos transformar em pessoas que vêem o amor e o que une, em lugar de pessoas que vêem o erro e o que desune.
8. Podemos escolher nos direcionar para a paz interior, independentemente do que está acontecendo no exterior.
9. Somos alunos e professores uns dos outros.
10. Podemos nos concentrar na totalidade da vida e não nos seus fragmentos.
11. Sendo o Amor eterno, não existe razão para temer a dor e a morte.
12. Podemos sempre ver a nós mesmos e aos outros como seres que ou oferecem amor ou suplicam ajuda.
Fonte:
Livro "Um Curso em Milagres"
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Alfabeto do Amigo
A ceita voce, como voce é.
B ota fé em você.
C hama-o ao telefone só pra dizer "OI".
D á-lhe amor incondicional.
E nsina-lhe o que sabe de bom.
F az-lhe favores que outros não fariam.
G rava na memória bons momentos passados com você.
H umor não lhe falta pra fazer você sorrir.
I nterpreta com bondade tudo o que você diz.
J amais o julga, esteja você certo ou errado.
L ivra-o da solidão.
M anda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.
N unca o deixa em abandono.
O ferece ajuda quando vê sua necessidade.
P erdoa e compreende suas falhas humanas.
Q uer vê-lo sempre feliz.
R i com você e chora quando você chora.
S empre se faz presente nos momentos de aflição.
T oma suas dores e evita que o maltratem.
U m sorriso seu basta para fazê-lo feliz.
V ence o inimigo invencível junto com você.
X inga e briga por você.
Z ela, enfim, pela jóia que você representa.
B ota fé em você.
C hama-o ao telefone só pra dizer "OI".
D á-lhe amor incondicional.
E nsina-lhe o que sabe de bom.
F az-lhe favores que outros não fariam.
G rava na memória bons momentos passados com você.
H umor não lhe falta pra fazer você sorrir.
I nterpreta com bondade tudo o que você diz.
J amais o julga, esteja você certo ou errado.
L ivra-o da solidão.
M anda-lhe pensamentos de ternura e gratidão.
N unca o deixa em abandono.
O ferece ajuda quando vê sua necessidade.
P erdoa e compreende suas falhas humanas.
Q uer vê-lo sempre feliz.
R i com você e chora quando você chora.
S empre se faz presente nos momentos de aflição.
T oma suas dores e evita que o maltratem.
U m sorriso seu basta para fazê-lo feliz.
V ence o inimigo invencível junto com você.
X inga e briga por você.
Z ela, enfim, pela jóia que você representa.
domingo, 11 de setembro de 2011
Viver primeiro...
Perdoar primeiro, julgar depois...
Amar primeiro, educar depois...
Esquecer primeiro, aprender depois.
Libertar primeiro, ensinar depois...
Alimentar primeiro, cantar depois...
Possuir primeiro, contemplar depois...
Agir primeiro, julgar depois.
Navegar primeiro, aportar depois...
Viver primeiro, morrer depois."
Mário Quintana
domingo, 4 de setembro de 2011
É possível curar todos os relacionamentos?
Curar nossos relacionamentos é a nossa própria escolha, já que na verdade não são os outros que estamos perdoando realmente. São apenas nossas próprias atitudes e julgamentos a respeito deles que precisam ser perdoados. São os nossos pensamentos e julgamentos hoje, e não mais a outra pessoa, que nos causam dor no presente. E já que estes pensamentos e julgamentos são nossos, apenas nossos, somos nós que precisamos nos empenhar em perdoar, em mudar nossa mente e nos libertar das queixas passadas.
É Possivel Curar Todos Os Relacionamentos?
Sim! É possível curar não apenas alguns, mas todos os nossos relacionamentos. Podemos fazê-lo desistindo de qualquer forma preconcebida, ou dos roteiros mentais que tenhamos escrito sobre os outros. Podemos fazer isso nos dispondo a acabar com todas as queixas e pensamentos de agressividade.
Sim! É possível curar não apenas alguns, mas todos os nossos relacionamentos. Podemos fazê-lo desistindo de qualquer forma preconcebida, ou dos roteiros mentais que tenhamos escrito sobre os outros. Podemos fazer isso nos dispondo a acabar com todas as queixas e pensamentos de agressividade.
E podemos fazer isso por meio do processo do perdão.
- Reconhecendo que não somos vítimas dos nossos relacionamentos e, sim, participantes deles.
- Optando por ver os outros como seres que nos amam ou, caso os percebamos como nossos agressores, optando por vê-los como seres cheios de medo que clamam por amor.
- Lembrando que aquilo que percebemos nos outros e no mundo exterior é uma projeção dos pensamentos - quer positivos quer negativos - contidos em nossa mente.
- Tornando-nos "buscadores de amor" em vez de "buscadores de defeitos."
- Direcionando a nós mesmos e escolhendo ser interiormente pacíficos, não importando o que esteja acontecendo fora de nós.
Podemos começar a reconhecer que a cura dos nossos relacionamentos está diretamente ligada à Cura das Atitudes que estamos conservando em nossa mente a respeito desses relacionamentos.
Afirmações:
1- Escolho curar meu relacionamento comigo mesmo deixando que o hábito de julgar a mim mesmo se vá.
2 - Escolho unir-me aos outros, em vez de me separar deles, abandonando meus julgamentos sobre eles.
3 - Escolho rasgar todos os roteiros que escrevi para o modo como acho que as pessoas deveriam ser em minha vida.
4 - Escolho lembrar que o que realmente conta em meus relacionamentos não é quanto eu faço ou digo... mas sim com quanto amor eu faço ou digo.
5 - As palavras que eu escolho em minhas comunicações sempre determinam se minha intenção é unir ou separar.
6 - Hoje, eu escolho lembrar-me de que realmente mereço o direito de ser feliz.
7 - Hoje, eu escolho desistir de me sentir uma vítima dos meus relacionamentos e assumirei a responsabilidade por minha vida.
8 - Sempre que ficar preso no passado ou no futuro, escolherei lembrar-me de que o amor só pode ser vivenciado no presente.
9 - Posso optar pelo amor em vez do medo, em todos os meus relacionamentos.
Defesas refletem feridas.
Ataques são gritos por amor.
Relacionamentos são oportunidades de saber quem somos.
Um Curso em Milagres
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Eu não quero julgar. Mas...
Antes de você julgar a si mesmo por julgar outra pessoa, considere isto:
É uma coisa boa que isto esteja acontecendo porque está ativando algo dentro, alguma parte de você está gritando por correção.
Lembre: a Luz coloca ao nosso redor espelhos que nos refletem o que as nossas almas precisam corrigir.
Não odeie o espelho!
Refoque naquilo que esteja vindo para você.
Você verá que na medida que você começa a trabalhar em sua reação - e encontrar a fonte oculta - o julgamento sairá e entendimento tomará o lugar.
Yehuda Berg
sexta-feira, 1 de julho de 2011
A Cura dos Relacionamentos: Uma Escolha
Em última análise, curar nossos relacionamentos é a nossa própria escolha, já que na verdade não são os outros que estamos perdoando realmente.
São apenas as nossas próprias atitudes e julgamentos a respeito deles que precisam ser perdoados.
São os nossos pensamentos e julgamentos hoje, e não mais a outra pessoa, que nos causam dor no presente.
E já que estes pensamentos e julgamentos são nossos, apenas nossos, somos nós que precisamos nos empenhar em perdoar, em mudar nossa mente e nos libertar das queixas passadas.
Enfim, é o nosso relacionamento com nós mesmos que precisa ser curado, e apenas nós podemos fazer isso, se esta for a nossa escolha.
É possível curar todos os nossos relacionamentos?
Sim! É possível curar não apenas alguns, mas todos os nossos relacionamentos.
Podemos fazê-lo desistindo de qualquer forma preconcebida, ou dos roteiros mentais que tenhamos escrito sobre os outros.
Podemos fazer isso nos dispondo a acabar com todas as queixas e pensamentos de agressividade.
E podemos fazer isso por meio do processo do perdão.
Podemos fazer isso:
* Reconhecendo que não somos vítimas dos nossos relacionamentos e, sim, participantes deles.
* Assumindo a responsabilidade pelos nossos pensamentos, pelas nossas escolhas e emoções, e não censurando a outra pessoa por aquilo que aconteceu no relacionamento.
* Optando por ver os outros como seres que nos amam ou, caso os percebamos como nossos agressores, optando por vê-los como seres cheios de medo que clamam por amor.
* Lembrando que aquilo que percebemos nos outros e no mundo exterior é uma projeção dos pensamentos - quer positivos quer negativos - contidos em nossa mente.
* Aprendendo a amar a nós mesmos e aos outros, perdoando em vez de julgar.
* Direcionando a nós mesmos e escolhendo ser interiormente pacíficos, não importando o que esteja acontecendo fora de nós.
Essas idéias podem afetar literalmente todos os aspectos da nossa vida.
Podemos começar a lançar um novo olhar sobre o mundo e sobre todos os nossos relacionamentos.
Podemos começar a reconhecer que a cura dos nossos relacionamento está diretamente ligada à Cura das Atitudes que estamos conservando em nossa mente a respeito desses relacionamentos.
Afirmações:
1 - Escolho curar meu relacionamento comigo mesmo deixando que o hábito de julgar a mim mesmo se vá.
2 - Escolho unir-me aos outros, em vez de me separar deles, abandonando meus julgamentos sobre eles.
3 - Escolho rasgar todos os roteiros que escrevi para o modo como acho que as pessoas deveriam ser em minha vida.
4 - Escolho lembrar que o que realmente conta em meus relacionamentos não é quanto eu faço ou digo, mas sim com quanto amor eu faço ou digo.
5 - As palavras que eu escolho em minhas comunicações sempre determinam se minha intenção é unir ou separar.
6 - Será por meio dos meus relacionamentos que eu vivenciarei o amor incondicional.
7 - Hoje, eu escolho lembrar-me de que realmente mereço o direito de ser feliz.
8 - Hoje, eu escolho desistir de me sentir uma vítima dos meus relacionamentos e assumirei a responsabilidade por minha vida.
9 - Sempre que ficar preso no passado ou no futuro, escolherei lembrar-me de que o amor só pode ser vivenciado no presente.
10 - Posso optar pelo amor em vez do medo, em todos os meus relacionamentos.
Por Gerald Jampolsky e Diane Cincirione
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