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segunda-feira, 19 de março de 2012

Aura


A aura é um tipo de radiação invisível, embora luminosa, que lembra um halo ao redor do corpo físico. Ela tem paralelo com o campo de força eletromagnético pelo fato de envolver o corpo com um campo de energia biomagnética que funciona como um barômetro de seus processos fisiológicos. Todas as formas de vida tem uma aura composta de frequências vibracionais emitidas por partículas fundamentais do corpo.

A aura humana varia muito em tamanho, densidade e cor, além de consistir de diferentes raios de luz colorida, cada um, associado a um orgão do corpo. A vibração e a tonalidade de uma aura depende da evolução espiritual da pessoa, assim como de sua saúde geral. Quanto mais equilibrado e saúdavel você é, maior é seu campo áurico.

A forma, a cor e a força dos raios variam de pessoa para pessoa, refletindo sua personalidade, humor, emoções e experiências. Por exemplo, muito vermelho na aura indica a presença de raiva, enquanto o azul está relacionado ao idealismo. Aqueles que tem uma aura com bordas mal definidas são suscetíveis à influência dos outros, enquanto um contorno forte e bem delineado pode indicar uma pessoa de temperamento agressivo ou defensivo, decorrente de uma profunda insegurança.

A aura é um reflexo do sistema imunológico. Quanto mais forte a aura, mais resistente você é às doenças. A aura pode irradiar-se a uma distância de noventa centímetros ou até a um metro e vinte do corpo, e sua energia impregna todo sistema de corpos sutis. Quando estamos doentes, nossa aura se contrai, mantendo-se próxima ao corpo numa tentativa de conservar energia vital.

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

As tres Estrelas



O tema das Três Estrelas constitui a essência filosófica da Aura-Soma, o núcleo central do sistema. Considero-o de real importância na medida em que, através deste conhecimento, podemos ter acesso a todos os nossos potenciais criativos que são a expressão mais autêntica de nossa alma. Ao entrarmos conscientemente em sintonia com as qualidades irradiantes de nossa natureza fundamental e também a expressarmos, podemos obter as respostas àquelas três clássicas perguntas que fazemos quando chegamos a determinado ponto no caminho do autodesenvolvimento: 


"Quem sou eu? De onde vim? Para onde vou?" 


Como resultado deste esclarecimento interno podemos contribuir de forma mais eficaz para o desenvolvimento e consequente evolução pessoal e do Planeta.


A Estrela da Terra

Todos nós possuímos, localizadas em nossos corpos sutis, o que se pode denominar de "Três Estrelas": 




  •   a Estrela da Alma, localizada na região do 8ª chacra, 10 a 20 centímetros acima da cabeça; 
  •   a Estrela da Encarnação, situada na região entre o 2º e o 3º chacras, e 
  •   a Estrela da Terra, localizada 10 a 20 centímetros abaixo dos pés, no chacra da terra. 



Estas estrelas contêm os registros passados, presentes e futuros de todos os seres que fomos, somos e seremos como consciências planetárias e terrestres.

A Estrela da Terra contém o registro de tudo o que vivenciamos e experimentamos por meio de uma consciência terrestre. Ela encerra o nosso destino na Terra para esta vida atual. Isto representa o que viemos cumprir e aperfeiçoar no contexto do carma e darma que geramos durante toda a nossa existência aqui neste planeta.

O primeiro passo rumo ao desenvolvimento de nós mesmos é através do contato com a energia vermelha. A consciência deve fixar-se na Terra, neste planeta que escolhemos encarnar e que também se estrutura, basicamente, através de uma consciência nuclear e de um corpo de luz e que deseja evoluir e tornar-se ele mesmo, uma estrela. Ao aprofundarmos a experiência na energia vermelha ativamos esta Estrela de forma a nos desenvolvermos e adquirirmos sabedoria no plano da Terra.

A energia vermelha está associada, principalmente, a questões de sobrevivência. É a energia que nos mantém vivos no sentido da preservação da própria vida, que impulsiona a perpetuação da espécie e que também está associada à paixão e à agressividade. Na medida em que nos aprofundamos na experiência terrena temos a oportunidade de elevarmo-nos um pouco acima, pelo despertar da energia rosa, que é o vermelho que, paulatinamente, vai se iluminando e tornando-se sutil. Esta energia traz a consciência do amor mais terno, delicado e desinteressado e a motivação elevada e altruísta, e não tão egoísta e autocentrada como a da energia vermelha, já que as questões de sobrevivência vão deixando de ocupar o primeiro plano.

Nesse processo de ancoração da consciência na terra permitimos que a energia rosa gradualmente se eleve e toque a Estrela da Encarnação e, então, o nosso destino começa a desenvolver-se permeado igualmente pela informação que começa a ser acessada da Estrela da Alma.



A Estrela da Encarnação

A Estrela da Encarnação é descrita como um resplandecente diamante situado no centro do nosso ser, na região dourada, onde a aura verdadeira é abrigada. A aura verdadeira é um campo de energia que envolve a célula primordial e que surge a partir de nossa concepção. No exato momento em que ocorre a fecundação do espermatozóide de nosso pai com o óvulo de nossa mãe, houve uma explosão de energia e nossa consciência foi atraída por uma Mandala constituída por uma estrela amarela de cinco pontas posta sobre um fundo azul. Este evento abriu caminho para a luz da Estrela da Encarnação. O azul e o amarelo da Mandala da Concepção combinam-se para dar origem ao rosa, energia sobre a qual se assenta a base filosófica da Aura-Soma.


A Estrela da Encarnação é preenchida pelas cores da aura verdadeira, que é a cor do raio da alma, e pela cor do raio da personalidade, que é formada a partir da combinação da linhagem genética de nossos pais. A combinação de ambas as cores revela a nossa potencial missão.

Há um holograma abrigado no meio desta Estrela que contém a informação de toda a nossa vida planetária e universal e de todos os seres que um dia fomos, somos e seremos. A informação nele contida só pode ser ativada por meio da energia magenta, que começa a fluir a partir do oitavo chacra, onde se localiza a Estrela da Alma. Este holograma, então, contém os registros akásicos da própria Estrela da Alma, que podem ser acessados a partir da Estrela da Encarnação, quando a energia magenta começa a fluir e se funde com a energia rosa e dourada desta Estrela.

A região onde está situada - entre o 2º e o 3º chacra, três dedos acima do umbigo, três dedos para dentro - é a área Dourada. A energia dourada representa a sabedoria que adquirimos ao longo da existência, o nosso verdadeiro Eu, o "ouro" que trouxemos e que viemos compartilhar. Podemos experimentar a serenidade e o equilíbrio a partir da sintonia com o âmago da consciência por meio da respiração consciente, levando o prana até esta área dourada. Para que esta Estrela seja ativada é necessário que resgatemos o amor incondicional por nós mesmos, que é o amor que independe de reconhecimento externo para ser sentido e exercitado, a principal ferramenta de que podemos lançar mão para liberarmo-nos do mecanismo de dependência de coisas externas para condicionar o nosso bem-estar interno. Neste processo de cultivar o amor interno e compartilhá-lo com o semelhante, começamos a ativar a Estrela da Encarnação e a acessar toda a sabedoria da alma contida nesta Estrela.

A energia do amor é a única energia motivadora da alma. Sem amor não há como contatarmos nossa verdadeira essência e sem entrarmos em contato com a alma, não podemos nos sintonizar com nosso verdadeiro propósito, isto é, aquele que está em sintonia com a própria alma.

Na medida em que esta Estrela é ativada a energia rosa sobe mais um pouco acionando a Esmeralda do Coração. Ao ativarmos a energia verde-esmeralda do chacra cardíaco, a sincronicidade pode começar a operar em nossas vidas e aquela sensação de estar no lugar certo, no momento certo e com as pessoas certas começa a se tornar realidade. Começamos a perceber que não há necessidade de fazermos qualquer esforço para obtermos o que desejamos, pois estamos no caminho certo, em sintonia com a nossa verdade. A permanência na consciência da unidade e beleza do coração somente ocorre quando passamos pela Estrela da Encarnação, como resultado do processo de individuação. No desabrochar deste processo começamos a permanecer mais neste espaço e compreender qual a nossa missão e a forma de desenvolvê-la.

A Estrela da Alma


A Estrela da Alma localiza-se acima de nossa cabeça, na região magenta ou 8º chacra. Na medida em que ativamos esta Estrela podemos ter acesso àquelas informações de todas as nossas existências nos mais diversos planetas, sistemas solares e galáxias, assim como acessarmos o potencial do ser plenamente realizado que viremos a ser. É o que se denomina de consciência monádica.

Ao ativarmos a Estrela da Alma e a energia magenta começamos a expressar o amor incondicional concreta e criativamente, e assim ativamos a energia turquesa através do chacra Ananda Khanda ou 4 1/2 chacra, localizado do lado direito do peito um pouco acima do chacra cardíaco. Este aspecto da consciência se traduz como a expressão criativa do coração ou do lado sentimental do ser e está associado ao processo de individuação, aquela etapa evolutiva da vida em que começamos a nos perguntar: "Quem Sou?" A energia turquesa está associada à inteligência emocional e a uma comunicação mais ampla que fala não só à mente mas aos sentimentos e à alma.

É a comunicação da sabedoria do espírito em sintonia com a sabedoria da alma, trazendo paz à comunicação interna. Neste momento passamos a ouvir e a comunicar a voz de nossa consciência superior acessada por meio da intuição. Tal energia também se relaciona com a disseminação da comunicação a exemplo da mídia e da internet e à tecnologia e ao uso dos cristais enquanto captadores, transformadores e doadores de energia. Esta é a cor da Nova Era, já que é a Era da Comunicação e também é a energia brincalhona e criativa dos golfinhos.

As Três Estrelas surgem simultaneamente no momento da concepção e as Estrelas da Alma e da Terra dão suporte ao desenvolvimento da Estrela da Encarnação. A energia amorosa estará sempre presente em todas as etapas de desenvolvimento da consciência, desde a ativação da Estrela da Terra, passando pela Estrela da Encarnação, Esmeralda do Coração, Ananda Khanda e finalmente a Estrela da Alma.

A consciência magenta é a consciência do amor divino e o amor colocado nas pequenas coisas do dia-a-dia. Também simboliza o desejo pela perfeição e harmonia. Na medida em que ativamos esta energia, ativamos mais ainda a Estrela da Encarnação e a Estrela da Terra, de forma que as três consciências ali contidas tornam-se uma só. Assim, as missões que desempenhamos como seres humanos, almas e mônadas também se harmonizam e se fundem o que significa que, neste estágio, nos tornamos seres plenamente realizados e passamos a funcionar como verdadeiros focos de consciência individualizada. Verdadeiros sóis radiantes e doadores de amor e sabedoria. Nesta fase temos a real possibilidade de sabermos quem somos, de onde viemos e para onde vamos, uma vez terminado o "estágio" na consciência deste plano de terceira dimensão.

No contexto de uma leitura de Aura-Soma pode-se considerar o potencial da Estrela da Encarnação através da análise da cor que aparece na porção inferior do primeiro frasco, a Estrela da Terra na parte superior do mesmo frasco e o potencial de expressão da Estrela da Alma como resultado da mistura das cores da porção superior e inferior do primeiro frasco.

O que a Aura-Soma pode oferecer de mais fantástico é a possibilidade da disseminação da luz.

Vocês já devem ter uma noção de que estamos todos conectados através de verdadeiras redes ou teias de energia. Isto significa que criamos laços energéticos com todos aqueles seres com os quais nos relacionamos (inclusive negativamente). Quando estamos trabalhando nossos campos energéticos - sede de todos os desequilíbrios que possamos ter - com os instrumentos que a Aura-Soma utiliza como matéria-prima, isto é, as ervas e plantas medicinais, essências das árvores, flores, cristais e gemas preciosas, óleos essenciais e energias dos reinos da cor e da luz, também estamos contribuindo para a evolução de todos aqueles que estão ligados a nós. Eles podem ser beneficiados através da ressonância energética, na medida em que as energias com as quais estamos trabalhando entram em sintonia com aquelas que precisam equilibrar. Isto significa que quando apenas uma pessoa está em processo terapêutico com os produtos essenciais e sutis da Aura-Soma, ela pode estar beneficiando um sem número de pessoas que estão ligadas a ela e que precisam de determinada energia para o seu bem-estar e equilíbrio.

Já pude constatar na prática a realidade desta afirmação, tanto em relação a pessoas a mim relacionadas - que energeticamente estavam sendo beneficiadas indiretamente pelo fato de eu estar usando os produtos em mim mesma - como o efeito da ressonância em mim de um óleo balanceado que uma pessoa a mim ligada estava usando. E tenho que lhes dizer de novo, isto é fantástico. Como uma amiga minha comentou após lhe ter contado este benefício, é uma terapia muito generosa... E não poderia ser diferente, tendo em vista que em todos os produtos da Aura-Soma a energia rosa, isto é, a do amor, está presente.
Estes elementos dos reinos mineral, vegetal e humano se combinam de muitas maneiras de forma a criar entre si verdadeiras chaves ou códigos de luz que ao entrar em ressonância com nossos corpos sutis liberam informações que os ajudam a "limpá-los" e a desbloqueá-los permitindo a passagem da luz. Tais códigos de energia também ajudam na liberação das informações contidas em nosso código genético ou DNA, propiciando que as 12 hélices das fitas do DNA possam ser ativadas de forma a proporcionar saltos quânticos em nossa consciência. Assim, nossa linhagem estelar pode começar a ser acessada e ativada de forma a alinhar nossos corpos de luz e a contribuir para que a vida planetária como um todo possa ascender. 


Fonte: Daniele Alvim 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Aura e suas Cores




O corpo humano cria à sua volta uma luz clara ( esbranquiçada ), é a consequência da movimentação da energia ( bio energia ). Esta luz é a aura material. Como um corpo vivo possui vibrações oriundas da qualidade e forma dos pensamentos humanos, o resultado destas vibrações é a aura espiritual. Esta Aura manifesta-se por cores e significados diversos.

Interpretação das cores

Azul

Esta é a cor da paz de espírito, da tranquilidade e da calma. Os tons mais claros são indicadores de uma imaginação geradora e de grande capacidade intuitiva. Os mais escuros revelam a solidão e o isolamento. Este estado de espírito, indicado pelo azul-escuro pode ser um indicador da procura do divino. Os tons mais fortes do azul apontam para uma postura honesta e uma grande capacidade de avaliação. Finalmente as diferentes cores e tons de azul como se estivessem todas misturadas, são indicadoras de bloqueios a diversos níveis.

Cor-de-laranja

A cor alaranjada indica sentimentos fortes entre os quais estão a ambição e o orgulho. É a coragem, a alegria e grande sociabilidade. Ela indica a abertura espiritual a vários níveis, inclusivamente o astral. A combinação dos diversos tons laranja mostra-nos umas cores mais claras outras mais escuras. Essas combinações, podem revelar outras situações entre as quais sentimentos de medo ou preocupação e ainda de alguma vaidade.

Vermelha

É a cor das paixões violentas, da raiva e sensualidade. Refletem energias bastante poderosas e geradoras de vida. O vermelho indica grandes capacidades a nível mental. Afeta o sistema circulatório, bem como aparelho reprodutor. Indica ainda grandes capacidades de ordem mental. O vermelho manchado por diversos tons da mesma cor é ou pode indicar sentimentos descontrolados, agressividade e precipitação.

Cor-de-rosa

É a afeição e o amor. Indica compaixão e pureza. Sociabilidade, alegria e um sentimento de compartilhar o que a vida tem de bom. Necessidade de sentir que à sua volta tudo e todos se sintam bem. Normalmente, quando esta cor faz parte da aura, indica que se tratam de pessoas afáveis e de certa maneira com uma postura reservada e modesta. A mistura de diversos tons de rosa pode indicar sentimentos contraditórios, como verdade ou ausência da mesma.

Verde

Esta cor pode indicar sentimentos extremos que vão desde sensibilidade e grande compaixão até a motivações como o engano, o artifício e a rudeza. Pode ser a calma e a honestidade (entenda-se neste caso, honestidade como ser de confiança). As pessoas que possuem esta cor na sua aura geralmente são dotadas com a capacidade de curar. Os tons verdes escuros podem refletir, inveja, ciúme e doença física. Os verdes claros, educação, serenidade e paz.

Cinzento

Pode indicar uma procura do essencial no referente a capacidades extra sensitivas. Pode demonstrar estados depressivos, tristeza e também egoísmo. Os tons mais escuros do cinzento podem indiciar desequilíbrios físicos. Também são reveladores de uma vontade de não deixar nada por terminar. Os tons escuros ainda podem demonstrar mentira e hipocrisia. Os cinzentos-claros a angústia, o medo e a dúvida.

Preto

Esta cor, pode ser considerada com um coeficiente elevado de dificuldade na sua interpretação. Pode indicar tragédias, morte e doença. No entanto, também pode ser uma cor de proteção, purificação, auto limpeza e todas as formas de defesa em relação a males vindos do exterior, tal como invejas, pragas e mau-olhado. Pode indicar ainda formas de desequilíbrios. Finalmente, em função da própria pessoa poderá indicar, sentimentos de ódio, vingança e acção maléfica. Esta cor necessita de uma leitura muito cuidadosa.

Branco

O branco pode-se considerar uma cor primária, uma vez que normalmente é a primeira a ver-se. É o conjunto interno de todas as cores e sempre que aparece, é associado a uma delas. O branco como cor de uma aura é a pureza, amor, caridade e todas as formas de transmitir algo de bom. Finalmente pode significar a abertura do espírito a uma maior criatividade. Uma cor branca azulada é sempre o conjunto de todos os sentimentos de bondade e amor.

Amarelo

Numa aura, esta cor é uma das primeiras e pode considerar-se das mais fáceis de ser detectada. O tom amarelo claro normalmente quando é visível à volta da cabeça junto à linha do cabelo é possível que indique optimismo. O amarelo significa a actividade mental. Pode indicar evolução, luz, sabedoria e intelecto. O amarelo é a capacidade e a clarividência, pode considerar-se como o despertar do ser para formas evoluídas de faculdades psíquicas e de uma elevada sensibilidade.
Finalmente, os diversos tons de amarelo, como se estivessem manchados, podem indicar uma excessiva atividade mental. Pode também ser indicador de um sentido crítico excessivo





De uma forma resumida podem-se interpretar as cores da aura como sendo:

Vermelho: Fogo, paixão, energia e atividade.

Amarelo: Intelectualidade, análise, otimismo e procura do essencial.

Laranja: Auto – expressão, vontade, ambição e pensamentos laterais.

Azul: Amor, honestidade, paz, sensibilidade e satisfação.

Verde: Equilíbrio, estabilidade, capacidade de cura e ensino.

Turquesa: Demonstra imaginação, criatividade e poder de comunicação.

Rosa: Compaixão, calor humano e respeito próprio.

Violeta: É o discernimento, o místico, o erótico e o charme.

É possível verem-se ainda outras cores e tons, que não foram indicados. Quando acontece, seguindo metodologias que mais à frente se indicará, pode-se fazer a respectiva interpretação que nem sempre tem o mesmo significado. Pelo menos é o que a experiência indica.

Pode ainda suceder que algumas pessoas “vejam” auras que na realidade não existem e que podem ser o resultado de alguma forma de distúrbio da visão, ou outro tipo de situações como por exemplo: reflexos, retenção temporária de uma outra cor que vimos. A leitura da aura necessita de uma grande preparação mental antes de se iniciar o processo, para que se reduza ao mínimo a possibilidade de visões deformadas das cores. A aura pode inclusivamente mostrar cores que estão momentaneamente relacionadas com o meio ambiente, o estado emocional da pessoa e muitas outras situações

Assim, nada melhor que criar condições de paz emocional para que a visão e a interpretação sejam correctas. A meditação, uma vela branca, uma música suave, ajudam a encontrar a forma ideal de visualizar uma aura.

O efeito das cores

O que seria do amarelo se todos gostassem do vermelho?

Para cada personalidade existe uma cor preferida.

Conheça a influência de cada uma delas sobre o nosso organismo.

O efeito e as influências das cores sobre os seres humanos são muitos e variados e, por isso, merecem um estudo especial. Para facilitar o entendimento do assunto e estabelecer uma ordem informativa, usaremos apenas oito cores, divididas em cores primárias ou básicas, e secundárias ou auxiliares.

Cores primárias: azul, vermelho, verde e amarelo.

Cores secundárias: preto, cinzento, castanho e violeta. As variações entre as tonalidades da mesma cor são ignoradas para ajudar a uma melhor compreensão e também porque não determinam diferenças marcantes quanto aos resultados.

O branco não é citado, pois não é uma cor em si, mas o conjunto de todas as cores; portanto, possui um efeito neutro, não muito significativo em cromoterapia.

O preto, que igualmente não é uma cor, mas a total ausência de cor, é incluído porque produz uma grande influência sobre os seres humanos.

Azul

O azul é uma cor suave, que induz à calma, tranquilidade, ternura, afectuosidade, paz e segurança. Favorece as actividades intelectuais e a meditação. É uma cor passiva, concêntrica, perceptiva, sensível e unificadora.

A contemplação do azul determina a profundidade, sentimento de comunhão no infinito, sensação de leveza e felicidade. É a cor preferida das pessoas calmas, seguras, equilibradas e leais. O azul estimula na personalidade a doçura, o equilíbrio, a sensatez e a ternura. É a cor da compaixão, da paz de espírito, da ética, da integridade e da confiança.

Favorece a criação e a manutenção de um ambiente calmo nas nossas casas ou locais de trabalho.

Num sentido mais profundo, o azul é a cor da nossa identificação com o planeta, que visto do espaço é azul. Nas suas tonalidades mais escuras, o azul é relacionado com o infinito profundo e a eternidade; nos seus tons mais claros, ao êxtase místico. Quando existe aversão ao azul pode significar confusão e instabilidade mental, inquietação, ansiedade, inconstância, orgulho e rebeldia.

Efeitos orgânicos

Redução suave da frequência cardíaca, diminuição do ritmo respiratório, redução da pressão sanguínea, inibidor de descargas de adrenalina, ligeiro efeito hipnótico no sistema nervoso central. Com a redução dos ritmos cardio-circulatórios, respiratórios e nervosos, o organismo tem uma melhoria considerável no que se refere a energia.

Indicações

Nos casos de estresse, cansaço, convalescença, pressão alta, obesidade, taquicardia, palpitação, nervosismo, insónia, ira, irritabilidade, temperamento agressivo, ciúme, medo, insegurança, ansiedade, alcoolismo, convulsões, esgotamento nervoso, agitação psicomotora e neuroses.

Contra-indicações

O azul não possui contra-indicações. Uma ligeira contra-indicação em casos de medos muitos acentuados ou fobias.

Vermelho

Uma cor ativa e estimulante, que transmite impulsividade, avidez, excitabilidade, impulso sexual e desejo. O vermelho favorece a força de vontade, a conquista, a vitória, a gloria e a capacidade de liderança. A sua contemplação estimula a acção, a luta, a conquista. É a cor das pessoas possuidoras de magnetismo pessoal e de grande força vital psíquica ou orgânica. São pessoas dinâmicas, instáveis, empreendedoras e às vezes até violentas em casos extremos.

O vermelho é preferido por preguiçosos e deprimidos. É rejeitado por pessoas agitadas e irritáveis. Estes sintomas podem aparecer mesmo quando há carência de energia, como nos casos de cansaço extremo.

Efeitos orgânicos

Aumenta a pulsação, a frequência cardíaca, a pressão arterial e o ritmo respiratório. Estimula a força vital, a actividade nervosa e glandular e favorece a contração da musculatura.

Indicações

Alterações cardiovasculares não congestivas, pressão baixa, insuficiência cardíaca, anemias, fraquezas nervosas, convalescenças, impotência sexual, frigidez, tristeza, depressão, melancolia, desinteresse pela vida e pelas coisas, excesso de práticas psíquicas (ioga, meditação, etc.), doenças musculares atróficas, paralisias musculares, preguiça e doenças debilitantes de uma maneira geral.

Contra indicações

Ira, nervosismo, neurastenia, tensão emocional excessiva, pressão alta, excitação sexual, tensão pré-menstrual, paranóias, esquizofrenias com estados de agitação, fase maníaca da psicose maníaco-depressiva, cãibras musculares, doenças do fígado e da vesícula biliar, insónia e excitabilidade exagerada.

Preto

O preto transmite uma sensação de renúncia, entrega, abandono e introspecção. A sua condição de total ausência de cores relaciona-a simbolicamente com a ideia do nada, do vazio. Por isso expressa a concepção abstracta do zero, da negação, do espaço infinito, do não ser, do não (o branco dá a ideia do sim). Preto e branco são tons extremos que estão ligados ao simbolismo cabalístico do alfa e do ómega, do princípio e do fim.

O preto significa também o destino e a morte, favorece a auto-análise e permite um conhecimento do indivíduo no seu processo existencial. No Ocidente, o preto é a cor do luto por expressar melhor a eternidade no seu sentido mais profundo: a não existência.

As pessoas que preferem o preto ou têm atração por ele são estranhas, distantes, taciturnas, procuram a renúncia e o isolamento. É a cor predileta dos monges e outros tipos de religiosos, pois permite um maior contato com o inconsciente e com a vida interior.

Indicações

O preto tem o efeito de isolar; por isso, muitas vezes é usado antes de uma aplicação específica, para neutralizar o paciente da influência das outras cores. Também pode funcionar como antídoto ao efeito indesejável de uma determinada cor. Tem ainda o curioso efeito de aumentar a capacidade de ação das outras cores, quando é aplicada simultaneamente com essas cores.

Contra-indicações

O preto é contra-indicado, nas roupas, em caso de tristeza excessiva, depressão, melancolia, medo, senilidade e paranóia. Por isso, nunca deveria ser usado por pessoas que acabaram de perder um ente querido – o amarelo seria mais indicado. A tradição do uso do preto como a cor de luto era comum entre os sacerdotes durante as cerimónias fúnebres.

CINZENTO

Trata-se de uma cor neutra e isenta de qualquer capacidade de influenciar o ser humano, já que é o equilíbrio entre o preto e o branco, exactamente o meio do espectro cromático. O cinzento não emite estímulo psicológico. Em qualquer tonalidade que se apresente, não produz nem tensão nem relaxamento: é completamente neutro. Transmite essa mesma neutralidade que dá uma a sensação de equilíbrio e estabilidade. As pessoas que têm atração pelo cinzento sentem a necessidade de procurar o equilíbrio, a redução dos conflitos psicológicos e podem estar carentes de energia vital. O cinzento é o preferido por aqueles que procuram isolar-se do mundo ou não se identificam com os padrões e valores mundanos.

Efeitos orgânicos

O cinzento não exerce influência sobre os órgãos e as funções orgânicas ou metabólicas.

Indicações

O cinzento é indicado quando se deseja reduzir uma tendência psicológica ou emocional. Ele ajuda a melhorar os defeitos do carácter através da auto-análise e do auto-conhecimento. O cinzento melhora os temperamentos irascíveis.

Contra-indicações

Nos casos de distanciamento da realidade, nas esquizofrenias, no autismo, em casos de memória fraca e desorientação no tempo e no espaço.

Castanho

O castanho representa a estabilidade, a necessidade de segurança, a dependência, a disciplina e a uniformidade e desenvolvendo o sentido das responsabilidades. Como o castanho é uma espécie de vermelho escurecido, ele possui a vitalidade e a força impulsiva do vermelho, só que de forma atenuada pelo preto neutralizador. Assim, o castanho é uma cor que transmite uma vitalidade passiva. É uma cor indiferente, habitualmente preferida por religiosos e caminhantes. Por isso é que se diz que o castanho realça a importância das raízes, do lar e do conjunto social.

Indicações

Nos casos de instabilidade, indisciplina, neurastenia, psicose maníaco-depressiva, atritos familiares e rebeldia infantil.

Contra-indicações

Auto-disciplina excessiva, apego familiar exagerado, dependência afetiva, dependência psicológica à família ou ao grupo e ao isolamento.

Violeta

O violeta é uma resultante da mistura do vermelho com o azul, conservando as propriedades de ambos, embora seja uma cor distinta. O violeta tenta unificar a conquista impulsiva do vermelho com a entrega delicada do azul. É a cor da identificação com o lado misterioso da vida. Permite a sensação de fusão entre sujeito e o objeto, entre o indivíduo e o todo. É, definitivamente, uma cor ligada ao encantamento, ao sonho, ao estado mágico da mente, aos desejos espirituais, ao deleite espiritual ou astral.

O violeta é uma cor preferida mais pelas crianças ou por pessoas imaturas ou que estejam em processo de procura de um sentimento espiritual para as suas vidas. Mas isso não que dizer que a escolha do violeta signifique falta de maturidade ou de dependência. Quem prefere o violeta é claramente sensível e delicado. É a cor das pessoas que têm insegurança emocional e uma certa instabilidade psíquica. O violeta é uma cor feminina, transmitindo misticismo, identificação cósmica, intimidade sensível, encantamento e irrealidade.

Efeitos orgânicos

O violeta atua em diversos órgãos, produzindo equilíbrio entre o sistema simpático e parassimpático.

Indicações

Carência afetiva, auto-destruição, crises de personalidade, materialismo excessivo, remorso e sentimento acentuado de culpa.

Contra-indicações

Mistificação, manias, psicose, vícios de drogas, alcoolismo, hipoglicemia, fanatismo e dispersão mental.

Aplicações da cromoterapia

As cores afetam profundamente as nossas energias vitais e as nossas emoções. Saiba como aplicá-las de modo a harmonizar os aspectos físicos e mentais.

Na medida em que o nosso organismo se relaciona com o meio ambiente, recebe estímulos constantes sob a forma de cores e luzes. Isso sucede também com as plantas e os animais. A sensação de bem-estar, de amplitude, de serenidade e paz que experimentamos numa floresta não se deve apenas ao ar puro e ao aroma agreste, mas à grande influência que a cor verde exerce sobre as nossas vibrações mais subtis.

Fonte: fonte de luz

Aura Colour Meanings

sábado, 8 de janeiro de 2011

Mudrás: Efeitos Terapêuticos / Parte 2/2



Temos vários tipos de mudras alguns são para a alma, outros para o corpo e mente.

1. MUDRA PARA SAUDAÇÃO

Este mudra de acordo com Mesko [2000] representa o Mudra da Adoração Divina é o simbolo universal da oração, demonstra nossa humildade diante do poder Divino.
"Anjali mudra" de acordo com Bonwitt [1987] representa o gesto de Saudação de uma pessoa.
"Pronam mudra" de acordo com Braga [2008] representa o gesto de Saudação por excelência.
Transmite sentimentos positivos, de pacificação. É a união das energias passiva e ativa, como também o contato de todos os chakras, ativando assim a energia.
"Atmanjali mudra" de acordo com Menen [2007] representa o gesto de Namastê, ou seja um gesto de Saudação. Representa o reconhecimento da alma de uma pessoa pela a alma de outra pessoa.

Execução:

Una as palmas das mãos frente ao peito, com os dedos voltados para cima.
Menen [2007] cita que deve - se fechar os olhos e inclinar um pouco a cabeca e opcional.
Esse mudra é utilizado também em frente da testa, trabalhando o chakra Ajna para abertura da consciência de acordo com Braga [2008] .

Efeito terapêutico:

O significado universal é a saudação. A saudação, a forca que existe em Si Mesmo interligado a Essência Divina. A execução deste mudra nos conecta com a forca Divina, concentrando a mente, pacificando o nosso ser.


2. MUDRA PARA ORIENTAÇÃO

Este mudra de acordo com Mesko [2000] representa o Mudra da orientação.
"Pushpaputa" de acordo com Bonwitt [1987] e Braga [2008] representa a mão cheia de flores, como também: oferenda, purificação, água, curar e elevar.

Execução:

Una as mãos em forma de concha, com as palmas voltadas para o céu.
Mesko [2000] cita para olhar para as mãos (opcional).

Efeito terapêutico:

Significado da doação e do recebimento. Como o provérbio popular ¡§Quem planta colhe¡¨ e citado na biblia ¡§Nao erreis: Deus nao se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifara¡§ (Gl. 6:7). Então, concentre-se, respire lento e profundamente, ofereça, peça e receberá.


3. MUDRA PARA SUPERAR O MEDO

Este mudra de acordo com Mesko [2000], Bonwitt [1987], Menen [2007], Kupfer[1999] representa a superação do medo, confiança, benção, proteção.
"Abhaya Mudra", de acordo com Bonwitt [1987], Braga [2008] e Menen [2007] utilizam o mesmo nome, já no budismo japones é chamado de Se-Mou-I. Aparece na iconografia do hinduismo nas representações de Ganesha, Shiva Nataraja e suas shaktis de acordo com Kupfer[1999].

Execução:

De acordo com Mesko [2000], dobre o cotovelo esquerdo e ponha a mão diante do umbigo, com a palma da mão voltada para cima.
Levante a mão direita e coloque-a acima da linha do ombro direito, com a palma da mão voltada para frente, polegar e demais dedos esticados.
De acordo com Bonwitt [1987], se eleva a mão direita e a mão esquerda segura uma corda, representação do sacerdote que tem o poder de levar os seres vivos a salvação.
A mão elevada significa querer bem, honestidade, dignidade, sinceridade, sabedoria.
De acordo com Menen [2007], se eleva a mão direita e a mão esquerda fica sobre a coxa esquerda, no colo ou sobre o coração.
De acordo com Braga [2008], se eleva a mão direita, com a palma da mão para a frente e o dorso da mão esquerda fica voltada para frente e baixo da linha da mão esquerda.
Escolha o que melhor combina com voce.

Efeito terapêutico:

Significado de superação e conquista. O medo nos impede de agir e acaba atraindo exatamente o que não desejamos. Então, concentre-se e respire lento e profundamente e sinta-se seguro, envolvido por uma luz de cor violeta.


4. MUDRA PARA PERDOAR

Este mudra de acordo com Menen [2007], representa o perdão.
De acordo com Bonwitt [1987], esse gesto representa a misericórdia, o voto feito por Buda de mostrar a todos os seres humanos o caminho da libertação. Possui o nome de Varada mudra.

Execução:

De acordo com Menen [2007], vire a palma da mão esquerda para frente e os dedos ficam voltados para baixo.
Coloque a mão direita no colo ou sobre a coxa.

Efeito terapêutico:

Significado de desculpar, renunciar. Então concentre-se e reflita sobre o perdão. Como a oração do Pai Nosso ¡§...perdoai as nossas ofensas, assim como nos perdoamos a quem nos tem ofendido...¡¨ Sinta o coração leve e livre para perdoar e ser perdoado.


5. MUDRA PARA EQUILÍBRIO ENERGÉTICO

Este mudra de acordo com Mesko [2000] e utilizado para equilíbrio energético.

Execução:

Unir o polegar ao indicador, permaneça tres minutos para inicantes, depois o polegar ao médio e assim por diante.

Efeito terapêutico:

O polegar toca o indicador, ativa o chakra muladhara, energizando as pernas, sendo assim, os praticantes se sentem mais calmos e concentrados.
O polegar toca o médio, trabalha a paciência. Como para fortalecer os nervos Mesko[2000]
O polegar toca o anular, trabalha a autoconfiança. Como o Mayura Mudra.
O polegar toca o mínimo, trabalha a intuição. Como o Budhi Mudra.
Então concentre-se, respire lento e profundamente, una os dedos e trabalhe cada conexão, sinta-se envolvido por essa energia.


6. MUDRA PARA EQUILÍBRIO DA ÁGUA EXISTENTE NO ORGANISMO.

De acordo com Menen [2007], este mudra de nome Budhi mudra e também utilizado para equilibrar a água existente no organismo.

Execução:

Una o polegar ao dedo mínimo, com as palmas das voltadas para cima.

Efeito terapêutico:

Una as extremidades do polegar com o dedo minimo com as palmas das mãos voltadas para cima.
Inspire profundamente e expire lentamente, concentre-se e sinta o equilíbrio da água que existe em voce.


7. MUDRA PARA CONCENTRAÇÃO

De acordo com Menen [2007], este mudra de nome Jnana mudra quando executado com uma mão: representa a união do Ser Divino com o indivíduo.
O gesto da sabedoria e com as duas Samyukta mudra ou Shraddha prana kriya significa verdade, lealdade, atenção, referente a dinamização da energia vital de acordo com Kupfer [1999].

Execução:

Una as extremidades do polegar com o indicador e as palmas das mãos voltadas para cima.

Efeito terapêutico:

Em sinal de receptividade, concentração e organização mental.
Sinta a leve união dos dedos polegar e indicador.
Vá inspirando profundamente e expire lentamente.
Concentre-se na sua respiração, sinta os pensamentos como leves nuvens que são levadas pelo vento.
Permaneça concentrada na respiração.


8. MUDRA PARA PACIÊNCIA

Este mudra de acordo com Mesko [2000] e utilizado para cultivar a paciência e a tolerância, após ter feito tudo que estava ao seu alcance, relaxe e cultive a paciência.

Execução:

Eleve as mãos, unindo o polegar ao dedo médio e alongue os demais.
As palmas das mãos ficam voltadas para frente.

Efeito terapêutico:

Anule qualquer força contrária a calma e a tranquilidade.
Concentre-se na respiração e pratique a paciência.


9. MUDRA PARA IMUNIDADE

Este mudra de acordo com Mesko [2000] é utilizado para ativar a glândula timo, libera o muco dos pulmões e ajuda a perder peso.
Este mudra chama-se Linga mudra.

Execução:

Una os dedos entrelacando-os, eleve um dos polegares para o alto e o outro polegar una ao dedo indicador rodeando o dedo polegar elevado.
Mãos frente ao peito.

Efeito terapêutico:

Concentre-se, respire lento e profundamente e sinta o calor das mãos, relaxe os ombros a cada expiração.
Visualize uma luz de cor amarela, revitalizando todo o seu corpo.


10. MUDRA PARA ELIMINAR A DEPRESSÃO

Este mudra de acordo com Mesko [2000] e utilizado em momentos sombrios, angustiantes.
Faz com que o sofrimento e as dificuldades dêem lugar ao poder e a força, de modo a alterar o seu padrão de pensamento.

Execução:

Sente-se confortavelmente com a coluna ereta.
Alongue os braços para frente e una o dorso das mãos, unindo as falanges.
Respire lento e profundamente, concentre-se na respiração, sinta a energia circular no coração, na garganta

Efeito terapêutico:

O posicionamento dos braços, das mãos e dos dedos envia vibrações positivas ao cérebro, afetando as glândulas de maneira que contribuirá para acabar com a depressão.
Desbloqueando os chakras Anahata, Vishuda, Ajna.


11. MUDRA PARA SUPERAR AS DIFICULDADES

Este mudra de acordo com Mesko [2000] e uma ferramenta que colabora para nos ajudar a ver as dificuldades como oportunidades para o crescimento, mantendo os padrões da mente e do cérebro numa frequência positiva.

Execução:

Sente-se com as costas eretas, feche os punhos com os polegares para fora.
Eleve os braços fazendo um círculo e depois abaixe os abrindo o círculo.
Faça por algumas respirações e permanece concentrado o restante do tempo para o tratamento.

Efeito terapêutico:

Concentre-se, respire lento e profundamente.
Esse mudra trabalha o chakra Sahasrara nos conectando com as energias cósmicas, de modo a alterar os padrões de pensamento, assim como, circulando a energia do corpo e removendo as dificuldades.

Caso de Uso

Os mudras terapêuticos foram trabalhados em cinco pessoas. De personalidades diferentes, sendo que uma prática yoga e as outras quatro não conhecem o yoga, sendo assim, nunca praticaram yoga. Todas as pessoas são ansiosas e querem trabalhar a paciência. Os mudras escolhidos foram:
*Jnana mudra para trabalhar a concentração, a integração da Essência individual com a Essência Cósmica;
* Bhudi mudra para trabalhar a água existente no organismo e a intuição;
* Linga mudra para aumentar a imunidade, a resistência do corpo;
* Varada mudra para trabalhar o perdão.
A escolha dos mudras fez-se apos a análise das pessoas que se propuseram a se tratarem com eles. Foi proposto o minimo de quatro dias seguidos para a execução dos mudras. Uma cartilha foi passada para as pessoas, com a forma de execução dos mudras.

CONCLUSÃO

O sucesso da terapia dos mudras depende inteiramente do indivíduo e sua conexão com as forças cósmicas. Sua permissão para que haja uma mudança de comportamento e pensamento.


Fonte:
Ariane Luciano Paulino
Padmi Núcleo de Yoga e Arte 2009
pdf internet

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Mudrás: Biomagnetismo e Como Praticar / Parte 1/2




História do biomagnetismo

Na Grécia antiga o pastor de ovelhas Magnes, percebeu que os pregos de suas sandálias eram atraídas por uma rocha devido a alguma força desconhecida. Essa rocha passou a ser chamada como Magnes e hoje é conhecida como Magnetita. Magnes utilizou pedaços pequenos dessa rocha em suas sandálias de modo que caminha-se longas distâncias sem se cansar. Salgado[2007].

O professor Adilson de Oliveira do Departamento de Física da Universidade Federal de São Carlos, “há evidências de que os chineses, há cerca de 3.500 anos, descobriram que uma agulha sobre um determinado tipo de material, quando deixado livre, sempre apontaria para uma direção particular” (a direção Norte-Sul), que hoje conhecemos por bússola. Manfrinato [2007].

Os povos antigos árabes, chineses, egípcios, usavam ímas para efeitos curativos. Geomânticos chineses registraram efeitos sutis sobre o campo magnético da terra sobre a saúde das pessoas, utilizando bússolas sensíveis para monitorar as condições geomagnéticas, no primeiro século depois de Cristo. O médico persa Ali Abbas usava o magnetismo para tratamento de “espasmos” e ”gota”. Gerber [2002].

Sabemos que na Segunda Guerra Mundial, pombos foram utilizados como mensageiros, por sua capacidade de voar acima das linhas dos campos magnéticos da terra; campo geomagnético e desse modo conseguir se orientar por elas de forma a retornar a seu local de partida. Mas além dos pombos, as borboletas, as abelhas, moscas, golfinhos, baleias e tartarugas também utilizam o campo geomagnético para se orientarem, criando uma nova área de estudo que a Magnetobiologia. Manfrinato [2007].

Biomagnetismo é a ciência que estuda os campos magnéticos gerados pelo nosso corpo. Não é um fenômeno que ocorre somente na natureza, também ocorre com os seres humanos. Salgado [2008].


Campos magnéticos no ser humano

Com o avanço das pesquisas possibilitou o estudo de como esses campos magnéticos são gerados no corpo humano.

O cérebro gera constantemente correntes elétricas. Alguns órgãos, como o estômago e o coração geram seu campo magnético através da contração.

O coração gera seu campo no momento de bombear o sangue para o corpo e o estômago no momento da digestão. A contração produz uma corrente que gera um campo magnético e esse fato é conhecido como a Lei de Ampére.

Os órgãos apresentam diferentes graus de magnetismo.

O coração, o baço e o fígado apresentam o paramagnetismo, que é um fato que ocorre constantemente em todo o nosso corpo.


Já o fígado como contém ferritina, quando ocorre o paramagnetismo os íons de ferro tende a se alinhar e reforçar o campo.


Temos substâncias diamagnéticas, ou seja, gera um campo magnético em oposição ao campo aplicado, repelindo-o e isso ocorre pela maior parte dos tecidos de nosso corpo que possui água em abundância. Temos também ferromagnetismo, ou seja, que se orientam na direção do campo aplicado, ou seja, é a atração dos matérias que contém ferro (dos íons de ferro na mesma direção). Manfrinato [2007].

O professor Oswaldo Baffa, da Universidade de São Paulo, campus Ribeirão Preto “As moléculas de hemoglobina do sangue têm átomos de ferro. Diversas enzimas possuem metais no seu centro ativo para fazer a catálise e, portanto, possuem ferro e manganês”. Assim sendo, o nosso corpo possui partículas magnéticas. Manfrinato [2007].

Temos mais de 23 elementos químicos em nosso corpo. 

Sendo o Oxigênio faz parte da água e das moléculas orgânicas (carbono e hidrogênio), como também é necessário para a respiração celular, produz trifosfato de adenosina, substância rica em energia.
O Carbono é encontrado em toda molécula orgânica.
O Hidrogênio faz parte da água e de todas as moléculas orgânicas.
O Nitrogênio componente de proteínas e ácidos nucléicos.
O Potássio é o cátion mais abundante dentro da célula, é importante na condução de impulsos nervosos e na contração muscular. A falta ou excesso pode fazer o coração parar.
O Cobre é antioxidante, compõe diversas enzimas que ajudam na produção da energia celular, na formação de tecidoos conectivos e na produção de melanina.
O Flúor protege os dentes.
O Sódio controla o volume do sangue que circula no organismo, como também, para a condução de impulsos nervosos e contração muscular.
O Cálcio contribui para a rigidez dos ossos e dentes, necessário para a coagulação sanguínea e contração muscular.
O Manganês é antioxidante, ativa enzimas que metabolizam os carboidratos, aminoácidos e colesterol, como também na formação de cartilagem e ossos.
O Molibdênio auxilia em várias reações no organismo como no metabolismo de aminoácidos e toxinas, como também na formação de ácido úrico, sua eliminação é pela urina e bile.
O Selênio é antioxidante e participa da síntese de hormônios tireoidianos.
O Ferro é antioxidante, envolvido no transporte de oxigênio para a célula, transporte de elétrons para a energia e síntese de DNA.
O Zinco participa do metabolismo de aproximadamente cem enzimas é importante para o crescimento, a imunidade do organismo, na reprodução, na função neurológica.
O Fósforo fundamental para o desempenho celular, como produzir e estocar energia. Junto com o cálcio forma ossos e dentes.
O Cobalto compõe a vitamina B12,  formadora das células vermelhas do sangue.
O Enxofre elimina metais pesados como mercúrio e o chumbo.
O Cromo potencializa a insulina, evitando o acúmulo de açúcar no sangue.
O Magnésio ajuda na produção de energia, síntese do DNA, RNA e proteínas e transporte de ferro para a membrana celular.
O Cloro neutraliza os fluídos.
O Iodo fundamental nos hormônios tireoidianos, que são responsáveis pelo crescimento, metabolismo, função reprodutiva.
O Alumínio, Boro, Estanho, Silício e Vanádio são encontrados em doses mínimas mas fundamentais para o equilíbrio do organismo.

Tecnologia

Hoje em dia temos: Eletrocardiograma que mede os impulsos elétricos do coração, o eletroencefalograma mede a corrente elétrica do cérebro. O SQUID (Dispositivo Supercondutor de Inferência Quântica) que mede o campo magnético em volta do corpo, ou, o coração do feto dentro da barriga da mãe, como também tem outras aplicações como medir de ondas gravitacionais e etc. Temos também, o Vegatest que foi desenvolvido na Alemanha e regulado em alta sensibilidade, utilizando pontos do EAV3, para determinar o mais apropriado medicamento homeopático, além de diagnosticar o nível energético dos órgãos. Manfrinato [2007].
Os fenômenos do corpo podem ser medidos por meio elétricos, mecânicos, térmicos e medicamentosos.


MUDRÁS

Mudrás são selos, gestos, é uma palavra sânscrita, derivada das raízes “mud” significa encanto e “rati” dar.
Os mudrás são utilizados para despertar e harmonizar a energia que circulam nos chakras.
"Hastas mudrás" são mudrás com as mãos.
Sendo que cada dedo tem sua representatividade, como também possuem terminações nervosas e são canais de energia.
Yogi Kumar é um senhor que ensina yoga e Mudrás de cura. Pratica mais de 20 Mudrás por dia e crê que pode curar qualquer doença por meio dos Mudrás. De acordo com Rajendar os Mudrás podem melhorar o corpo; proporcionar paz, como também alívio instantâneo de muitas doenças; pode curar indisposições de ouvido até ataque cardíaco. Menen [2007].

As mãos possuem uma linguagem universal.

Mãos que estendem em concha para pedir e se deslocam convexas para dar e que se fecha para guardar o que não pode ser revelado. Como também, “Dar uma mão” é prestar ajuda; “Estar em boas mãos” é entregar alguém a confiança de outrem; “Ficar na mão” é ser enganado; “Dar a mão a palmatória” é admitir que errou e o que é “Feito com mãos de mestre” é fazer com habilidade.

Bem as mãos são objetos da filosofia, da poesia, prosa. O orador romano Sêneca disse: “Uma mão lava a outra” ao se referir ao ato de solidariedade. As mãos transmitem imagens dramáticas, como também podem ser de “veludo” quando acariciam ou roubam, como podem ser de mártir quando suplicam por justiça. Podem “chorar” ou “rir”, como podem “amaldiçoar” como “abençoar’’ OastesA [1990]. A união das mãos como gesto de oração. Esse gesto foi reconhecido pelo Papa Nicolau I (857-867) como um gesto dos cristãos reconhecendo que são servos e prisioneiros do Senhor. A mão erguida como gesto de poder. Para Moisés, foi à abertura do Mar Vermelho. “E Tu, levanta o teu cajado, estende a mão sobre o mar e divide-o, para que os filhos de Israel caminhem em seco pelo meio do mar. (Êxodo 14:16)” Bonwitt [1987]. 

Os Mudrás são utilizados no budismo tibetano e japonês, no tantrismo, na dança indiana e grega, no Hatha Yoga. Sendo no tantrismo ele está ligado ao ritual do corpo – mudrás, da palavra– mantra, do espírito - visualização, a invocação da imagem de deus ou da deusa para que a pessoa se torne uma divindade.

A dança indiana e a grega é um modo utilizado para a comunicação com os deuses. Os gregos utilizavam movimentos manuais para se expressar. Aristóteles dizia que a arte gestual era uma imitação dos tipos de ações humanas. Já segundo Bharata dizia que a dança é a imitação de estados interiores. Bonwitt [1987].

PRÁTICA DOS MUDRÁS

Os mudrás podem ser praticados a qualquer hora e a qualquer momento.

Se você é iniciante, o melhor é praticá-lo em um local em que se consiga concentrar com maior facilidade, ou seja, um lugar tranqüilo e arejado.

Acomode o corpo de forma confortável em uma cadeira ou assente - se no chão sobre uma almofada com as pernas cruzadas.

O importante é manter a coluna ereta, de modo confortável sem dor.

Não pratique quando estiver de estômago cheio, pois a energia de seu corpo-mente estará concentrada no abdômen.

Aguarde uma hora para iniciar a prática.

Se você é iniciante, o tempo para realizar um mudrá é de três minutos e ao menos duas vezes ao dia. Esses minutos são essenciais para se acostumar a concentrar, a direcionar o pensamento para o sentido do mudrá que esteja realizando e assim sentir a energia circulando em seu corpo.

Assim que conseguir evocar sua energia, aumente o tempo para onze minutos, e por fim pratique trinta minutos uma vez por dia.

A respiração é fundamental, respire lento e profundamente.

Ao inspirar, relaxe o abdômen e permita que o peito se expanda, ao expirar, esvazie o peito e contraia o estômago para esvaziar o ar da parte baixa dos pulmões.

Essa respiração o ajudará a relaxar, acalmar.

Alguns mudrás exigiram uma respiração curta e rápida.

Para as pessoas que possuem problemas cardíacos e pressão alta, devem executá-la com menos vigor e poucas vezes.

Se sentir que a mente está longe volte a se concentrar na respiração.

Quando estiver mais centrado você concentrar em um ponto entre as sobrancelhas, ou seja, no terceiro olho.

O olhar feche os olhos e olhe para dentro de você.

Você tem também a opção de manter os olhos semi-abertos ou olhar fixamente um ponto a sua frente na linha dos olhos.

Outra opção é concentrar-se no terceiro olho.

Faça o modo mais confortável para você.

Ativar a mente é outro ponto a ser considerado na prática nos mudrás.

Para realizá-la primeiro utilizaremos a visualização.

Por exemplo: o mudrá para a orientação.

Primeiramente temos que nos acalmar e nos concentrar. A sabedoria é um dom que temos e as soluções para os nossos problemas encontram-se dentro de nós. Então peça e receberá e visualize-se tranqüilo e sinta-se como se o problema estivesse solucionado, visualize uma luz branca e faça afirmações positivas, oração ou um mantra. Assim você ativará a mente em busca da sabedoria espiritual, a sua energia entra no Universo e a solução surgirá.

Chakras

Os chakras são centros energéticos, localizados ao longo da coluna vertebral e sua energia percorre nosso corpo sempre em sentido horário, influenciando na nossa saúde emocional, espiritual e física.
O primeiro chakra é o Muládhara , localizado na base da coluna, sua cor é vermelha e a glândula de atuação são as gônadas (ovários e testículos), representa a sobrevivência, determinação, coragem.
O segundo chakra é o Swadhisthána, localizado na área dos órgãos sexuais(na virilha e entre os ovários) sua glândula de atuação são as gônadas e sua cor é laranja.
O terceiro Manipúra localizado no umbigo (Ego) e suas glândulas de atuação são as glândulas supra-renais/pâncreas e sua cor amarela.
O quarto Anáhata, localizado no centro do tórax (Amor) e sua glândula de atuação é o timo e sua cor verde.
O Quinto Vishuddha, localizado no centro da garganta (verdade) e sua glândula de atuação é o tireóide / paratireóide e sua cor azul.
O Sexto Ajna, localizado entre as sobrancelhas (intuição) e sua glândula de atuação pituitáriae sua cor é a índigo.
O Sétimo Sahasrára, localizado no topo da cabeça e sua glândula de atuação é a pineal( Sabedoria Divina) e a sua cor é a violeta. Yoga [2007].

Mas Mesko [2000] informa que o segundo chakra que atua nas glândulas supra-renais, o sexto chakra atua na glândula pineal e o sétimo na glândula pituitária. As fontes informam divergências o que nos leva a crer que devemos levar em conta o bom senso.
Além dos setes chakras que são canais de energia, o Hatha Yoga pradipika cita 72 mil canais ou correntes elétricas chamadas de Nadis, que partem da nossa coluna para todo o corpo. Cada mudrá, ativa, direciona e libera a energia que flui por esses canais, estimulando os centros nervosos, os órgãos, músculos e glândulas.

As cores são utilizadas para energizar as partes do corpo. Visualizar as cores em todo o corpo ou direcionar ao chakra, determinada cor e local especifico, irá ativá-lo e alterando o seu estado de espírito.

O vermelho representa vitalidade, ligando – o a terra. 
O laranja representa a criatividade, fortalece a sexualidade. 
O amarelo representa energia. 
O verde representa saúde. 
O azul representa a tranqüilidade. 
O índigo representa a intuição. 
O violeta representa ligação com a Consciência Cósmica.
O branco representa pureza.
A cor é formada de sete faixas, cada faixa tem uma cor que está relacionadacom a cor dos chakras.

A aura é formada de vibrações eletromagnéticas, um elemento etéreo, imaterial que emana e envolve seres.
A aura nos mostra a leitura emocional do nosso corpo físico.

A fotografia Kirlian é um modo de leitura desse campo energético. Wikipédia [2008].

Os dedos possuem várias representações, a representação escolhida neste documento foi: 

polegar – fogo,
indicador – ar, 
médio – éter,
anular – terra,
mínimo – água.

Ao executar os mudrás, simplesmente sinta o seu corpo, seja um observador de si mesmo.

Fonte:
Ariane Luciano Paulino
Padmi Núcleo de Yoga