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quarta-feira, 6 de agosto de 2014

O corpo conta uma história





A SABEDORIA DO CORPO 
O corpo nunca mente, já que sua forma reflete quem somos por dentro. Se levamos a cabeça baixa, temos os ombros encolhidos, o peito fechado e os pés pesados, tudo isso pode mostrar sentimentos de debilidade e resignação. Ao contrário, se portamos a cabeça erguida, os ombros abertos, respiramos com facilidade e caminhamos com passos ligeiros, isso geralmente indica confiança e vitalidade. 

O modo em que nos apresentamos diante do mundo está condicionado por nossas crenças, medos e emoções, e os tecidos corporais adotam uma forma determinada para apoiar este estado mental. Nossos traumas físicos e psicológicos, nossas experiências, nossos pensamentos e sentimentos mais profundos e nosso caráter se manifestam através do padrão estrutural adotado por nosso corpo. É como Marilyn Ferguson assinala – “ao longo dos anos nosso corpo se converte em uma autobiografia ambulante que fala, tanto a estranhos como a amigos, das cargas e tensões de nossa vida.” As impressões de qualquer experiência negativa a que nos submetemos permanecem contidas no corpo como inércia, que acaba se tornando fixa pela impossibilidade de acesso aos recursos que nos liberariam delas, afetando a capacidade do corpo de expressar sua Saúde intrínseca. 

COMO SE INTRODUZ A INFELICIDADE NA CÉLULA? 
O fato de que os pensamentos e sentimentos têm uma relação direta com o corpo é cada vez mais amplamente aceito. Através de estudos científicos no campo da psico-neuro-imunologia têm sido descobertos uma série de mecanismos corporais através dos quais se estabelecem estas conexões. Por exemplo, foi descoberta uma relação entre nossos estados psicológicos e o modo como se ativa nossa resposta imunológica. Atualmente se sabe que existem uma série de mecanismos de feedback que traduzem experiências psicológicas em funcionamento físico. Uma investigação realizada pelo Dr.Pritbin na Universidade de Stanford demonstra a forma como padrões habituais de pensamento podem criar sulcos neurais no córtex cerebral. Os padrões mentais se convertem literalmente em sulcos anatômicos no cérebro, que influenciarão o modo em que o sistema nervoso central expressa sua motilidade e, desta maneira, afetando o movimento dos tecidos e fluidos relacionados com ele. 

FEEDBACK CIRCULAR:
 A fragmentação do movimento respiratório primário se correlaciona com uma fragmentação do funcionamento da totalidade da pessoa. Os padrões fisiológicos e as experiências emocionais se perpetuam mutuamente. A influência da mente na matéria e da matéria na mente parece ser um sistema de feedback circular, na qual um afeta o outro. À medida em que deixamos adormecidas as experiências psicológicas, os padrões corporais correlacionados se tornam fixos e influenciam nossas experiências. O que chamamos de ”consciência” e nossa expressão corporal são um continuum. Quando nosso continuum mente-corpo-emoção se alinha harmoniosamente, o Sopro da Vida se manifesta com integridade e equilíbrio. 

EXPERIÊNCIA EMOCIONAL:
 As lesões físicas podem estar associadas com emoções particulares. Se os tecidos se contraem para proteger-nos da tensão ou do trauma, os sentimentos que temos nesse momento podem permanecer como elemento presente na contração. As emoções fortes contribuem no desenvolvimento da inércia. A impressão que temos de uma emoção, frequentemente tem um papel significativo na manutenção de um padrão inercial. Deste modo, um fulcro pode incluir tecidos, fluidos e potências que se tornaram inerciais e, ao mesmo tempo podem conter emoções, sentimentos, crenças e pontos de vista que se mantiveram retidos. 

EXPERIÊNCIAS CONGELADAS: 
Mesmo sendo natural e inevitável experimentar sofrimento em nossas vidas, este pode se manter preso no corpo e continuar mostrando-se em ciclos repetitivos como experiências congeladas, se não somos capazes de nos liberar delas. Assim, levamos nossas experiências físicas e emocionais como se fossem uma bagagem extra que formará uma parte intrínseca de nossas vidas. Isso geralmente ocorre num nível inconsciente. Qualquer nova tensão que tenhamos que enfrentar, será influenciada pelo nosso condicionamento prévio. Como é sabido, “enxergamos o mundo de acordo com a cor das lentes que usamos”. Por isso nossas respostas ante situações novas parece um “disco arranhado” que segue reações pré-estabelecidas que nos mantém presos ao passado em vez de permanecermos abertos, no presente. Como consequência disso, nossa matriz original de saúde ficará fragmentada. 

REAÇÕES DESMEDIDAS: 
Algumas vezes, nossos traumas anteriores são estimulados com um mínimo de provocação. Se existe muita potência ou energia acumulada por trás de um padrão inercial, nossas reações poderão ser muito fortes. Se há também emoções intensas associadas a esse padrão, nossa resposta poderá ser como uma “bomba-relógio” preparada para explodir a qualquer momento. Deste modo, ao reestimular velhos traumas, nossas reações emocionais podem vir a ser desmedidase e desproporcionadas. Casos de extrema sensibilidade e frequentes explosões emocionais são bons exemplos. 

O PAPEL DO TECIDO CONJUNTIVO: 
A pesar da inércia psicológica poder ser manifestada em qualquer lugar do corpo, parece que o tecido conjuntivo desempenha um papel particularmente importante no armazenamento dessas experiências, como “memórias tissulares”. A interligação das fáscias ao longo do corpo oferece, frequentemente, um meio muito apropriado para o armazenamento das energias emocionais que se encontram retidas. Por exemplo, a raiva contida pode transformar-se em um diafragma restringido, com tensão no plexo solar, que, por sua vez, pode originar problemas digestivos ou dores nas costas. A interconexão das fáscias mantém esta situação. Quando acessamos estados de equilíbrio nos tecidos fasciais, as forças inerciais que mantêm este tipo de contração podem dissipar-se. Em geral, neste momento, as emoções surgem na superfície.

A MEMÓRIA DOS TECIDOS: 
Para resumir, podemos dizer que nossas emoções, atitudes e padrões de estrutura e função corporais, se refletem, se estimulam e se mantém mutuamente. As experiências emocionais e as crenças psicológicas dão forma aos tecidos do corpo e estes, por sua vez, nos predispõe a manifestar certas emoções e atitudes. O corpo e a mente se apoiam mutuamente. Quando os pensamentos e as emoções fluem livremente, nossas experiências acontecem de forma livre também, sem apegos. Entretanto, as experiências psicológicas repetitivas ou as que nos sobrecarregam emocionalmente podem tornar-se inerciais e, deste modo, armazenar-se no corpo em forma de memória nos tecidos. Segundo Ken Dychtwald, o corpo se transforma em um “armazém de emoções e crenças”. As forças inerciais que permanecem retidas podem manter as memórias nos tecidos muito tempo depois que o evento estressante tenha ocorrido. Desse modo as emoções seguem repetindo-se ciclicamente sem se resolver. Consequentemente um fulcro inercial pode estar composto por uma série de camadas distintas: uma contração que afeta o movimento dos tecidos e fluidos junto com emoções associadas que ficaram envolvidas pelos tecidos e, por sua vez, tudo isso pode estar sendo mantido por forças subjacentes que se tornaram inerciais. Muitas vezes as emoções e atitudes são os elementos que desempenham o papel mais importante na dinâmica dos tecidos. Essa inércia só conseguirá se dissipar se encontrarmos os recursos, o espaço necessário e as habilidades para liberar as experiências retidas. O elemento fundamental do tratamento craniossacral está em criar as condições que permitem a liberação dessas experiências. Para isso é fundamental acumular e favorecer a expressão de nossos recursos intrínsecos. Esse processo, às vezes, envolve a consciência da emoção associada com a inércia, mas nem sempre isso é necessário. Muitas vezes as coisas se dissolvem… se estamos prontos ou preparados para isso. Por outro lado, a repetição vivencial das experiências traumáticas, em vez de ser uma ação terapêutica, pode vir a retraumatizar-nos, se não temos os recursos para reviver estas experiências mantendo um claro sentido de nós mesmos.

MICHAEL KERN é Terapeuta Craniossacral, Osteopata e Naturopata e atende em Londres. É co-fundador da Fundação Educacional para a Terapia Craniossacral, na Inglaterra, professor do Colégio de Osteopatas, da Associação Internacional Cranial e da Universidade de Westminster. Também promove cursos de Terapia Craniossacral nos Estados Unidos, Suíça e Itália.

Fonte: Livro “Wisdom in the body - A Craniosacral approach to essential health”, de Michael Kern 

sexta-feira, 19 de julho de 2013

...ser aquele que nascemos para ser...






"O privilégio de toda uma vida 
é ser aquele que nascemos para ser. 

Siga a sua bem-aventurança, 
lá onde há um profundo sentido do seu ser, 
lá onde seu corpo e sua alma querem ir. 

Encontre a paixão da sua vida e siga-a, 
siga o caminho que não é caminho. 

Quando tiver essa sensação, 
fique aí e não deixe ninguém arrancá-lo desse lugar. 

E portas se abrirão onde antes não havia portas 
e você sequer imaginava que pudesse haver" 

Joseph Campbell


sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Frequência Vibracional / Padrão Vibratório / Cura Vibracional / Campo Vibracional






No Universo que nos rodeia, nós e tudo o mais somos apenas formas de energia, cada um sendo emissor de uma frequência própria de vibrações.



Vivemos rodeados por correntes vibratórias, emitimos e recebemos vibrações através de nosso Eixo Solar, e para controlar tudo isso temos que ter o controle de nossa mente.



Mabel Collins, em seu livro “Luz no Caminho”, escreveu: 


“Em ti está a luz do mundo, a única que pode ser projetada sobre o caminho. Se és incapaz de percebê-la dentro de ti, é inútil que a procures em outra parte. Esta luz está fora do teu alcance, porque, quando chegares a ela, já não te encontrarás a ti mesmo. Quando houveres encontrado o começo do caminho a estrela da tua alma deixará ver sua luz e, com sua claridade, perceberás como é grande a escuridão no meio da qual ela brilha. Mas, não deixes que o espanto e o temor te dominem; mantém teus olhos fixos na pequena luz, e ela irá crescendo!”



Esta luz é alimentada pelo nosso padrão vibratório – o somatório de nossos campos bioeletromagnéticos – que se projeta, por nossos chakras, e através de nosso Eixo Solar, nos liga ao mundo exterior.



Na Natureza, onde a escala natural - mineral, vegetal e animal - apresenta, em cada nível, uma complexidade maior na formação de seus seres, os mais adiantados apresentam órgãos que vibram, cada um, independentemente do outro, mas compondo uma resultante que é a vibração daquele ser.



No Homem, uma mudança na frequência de um órgão, da sua bioenergia, determina a doença.


Por isso, seriam usadas as vibrações para corrigir e normalizar a frequência vibratória desse órgão “doente”.



Pelos estudos modernos e científicos, tanto como acontece com vegetais e animais, as células do corpo humano selecionam e rejeitam certas vibrações, podendo, mesmo, por ação de uma vibração, alterar sua frequência e o seu campo eletromagnético, gerando, caso seja uma vibração negativa, uma despolarização de graves consequências para o órgão que compõem.



Aquele que se dedica à Lei do Auxílio e busca dentro de si mesmo o conhecimento das leis universais e das frequências de energia que nos envolvem, tende a cumprir melhor a jornada de sua Vida e desvenda os mistérios da Morte. 


Sua mente se torna mais clara, suas decisões são mais firmes, suas ações e reações são mais seguras, suas dores são menos sofridas!



Melhoram sua convivência porque passam a vibrar o Bem e a receber boas vibrações. 


Já nos foi dito que podemos avaliar nossa posição neste nosso Universo, a cada momento, pelo balanço entre as vibrações positivas e negativas que nos atingem.



O padrão vibratório é o que determina o Bem ou o Mal do ser, porque emite sua condição real. 


Não adianta querer esconder ou enganar os outros, porque o padrão vibratório revela a verdadeira natureza do seu emissor, emitindo vibrações a partir de sua aura e atingindo aqueles que estão perto, que podem detectar o nível das vibrações e os leva a reagirem ou a se protegerem.



É fundamental manter o padrão vibratório elevado para ficar imune às baixas vibrações. 


O de baixo não atinge o de cima, isto é, aquele que mantém o equilíbrio e elevadas as suas vibrações não é atingido pelas vibrações de padrão mais baixo.



A Ciência, desde 1967, desvendou a bioenergia, gerada pelos campos bioeletromagnéticos, e começou a medir a aura ou eletroaura, seu potencial e ação das correntes elétricas biológicas nos tecidos vivos. 


A medição demonstrou que os campos mais importantes são, pela ordem, o do cérebro, os dos joelhos e o do coração.



O campo do cérebro aumenta de volume com o simples pensamento de um movimento ou por causa de sonhos ditos ideomotores. 

Verificou-se que as vibrações que aparecem no eletroaurograma funcionam como um radar, sendo projetadas e gerando ecos, retornos, que as pessoas mais sensíveis conseguem captar e interpretar. 


Os cientistas estão estudando se este seria o mecanismo das transmissões telepáticas.



Nos anos 70, as pesquisas demonstraram que o gerador elétrico das diferenças de potencial é a pele, em que a face externa (mucosa) corresponde ao positivo e a interna (serosa) ao negativo, que tornam a pele um órgão perceptivo e reativo altamente sensível às condições vibracionais do ambiente.



A ação deste gerador elétrico cutâneo é feita através do transporte ativo de íons de sódio entre as células epiteliais, favorecido pela absorção do sal no Anoday.



Conscientes de que vivemos em um Universo vibracional, devemos ter o cuidado de evitar os geradores de baixa vibração, que existem nos três reinos da Natureza - mineral, vegetal e animal. 


Como qualquer ser é passível de se emanar com forças de qualquer polo, positivas ou negativas, corremos riscos não só com pessoas, mas com animais, plantas, objetos e até mesmo com nosso lar ou nosso local de trabalho material.



Uma emissão vibratória que nos atinge e faz com que baixemos nosso padrão, agrega em nós partículas de neutron que se tornam negativas e formam atmosfera fluídica pesada ao nosso redor e nos afasta da sintonia com os planos superiores, nos dando a sensação de angústia e opressão.



Sabemos que é impossível o controle de tudo e, então, o melhor é nos protegermos, mantendo nosso padrão vibratório no máximo que conseguirmos, ficando, assim, imune às baixas vibrações.



Quando, num lar, existem brigas, desarmonia e até mesmo ódios, o ambiente se impregna de vibrações maléficas, que impregnam o ambiente, os objetos, plantas e animais, causando mal-estar a quem ali chega. 


Além disso, serve como atração para espíritos desencarnados que, pela afinidade, se instalam no local, aumentando a desarmonia, porque esta gera a energia de que se alimentam.



As plantas, sensíveis, demonstram seu baixo padrão pela falta de flores, de vitalidade; os animais se tornam excitados e violentos; as pessoas irritadas e enfermiças. 

Tudo fruto do padrão vibratório! 


E o pior é que isso pode ser inconscientemente passado à frente: um objeto daquele ambiente é dado a outra pessoa, em outro lugar, mas leva impregnações de baixo padrão que continuam a ser vibradas, causando o mal.



Por isso existem inúmeras histórias de objetos que dão azar, como, por exemplo, os aquários, e ao se adquirir ou receber objetos antigos, que já passaram por muitos ambientes e foram emanados por diferentes forças, deve-se ter o cuidado de fazer uma limpeza energética deles: lavá-los com água fluidificada e fazer uma prece, sempre que possível, tentando mudar aquele padrão vibratório.



A realidade é que vivemos num Universo onde tudo é vibração em diferentes padrões e temos que aprender a manter nosso padrão vibratório com relação ao mundo que nos rodeia, tanto no plano físico como no plano espiritual, pelo controle da energia mental. 


Nossa mente está imersa num oceano de vibrações que recebemos e emitimos continuadamente.



Temos que aprender o controle da mente, o controle de nosso padrão vibratório, da harmonização de nosso Eixo Solar. 

Aprendemos, também, que o maior perigo está quando nos iludimos com a ideia de que alguém - encarnado ou desencarnado - está vibrando em nós com maldade, quando temos a consciência de que nós é que provocamos essa vibração ao julgarmos que ele está vibrando em nós. 


Mesmo que o fato exista, não devemos dar atenção pois, levados pelo julgamento, a nossa tendência é baixarmos nosso padrão, ficando vulneráveis às vibrações que nos foram endereçadas.



Nosso pensar é uma contínua projeção fluídica, uma emissão vibratória através do Eixo Solar, que emitimos na horizontal e recebemos na vertical, em um canal por onde flui, dos planos superiores, energia na qualidade e na quantidade correspondentes ao nosso padrão vibratório. 


Este canal pode ser obstruído por nossos pensamentos negativos, que atraem vibrações baixas de nossas vidas passadas e ativam nosso centro coronário, provocando a queda de nosso padrão vibracional.



Quando mentalizamos um cobrador - encarnado ou desencarnado -, o impacto das vibrações atinge nosso plexo, causando angústia, e devemos, então, mentalizar nossos Mentores, pedindo que possamos receber forças positivas e que elas possam alcançar, também, aquele cobrador que foi mentalizado. 


A concentração e o amor neste pedido farão com que nosso equilíbrio seja refeito e restabelecido nosso canal de emissão e de recepção.



Quando nos deixamos envolver por uma vibração negativa, partículas de neutron ficam carregadas negativamente, formando áreas densas em nossa aura, que podem ir se acumulando perigosamente e nos afastando da Espiritualidade Maior. 


Quanto mais aumentam essas áreas, mais negativos vamos ficando.



O maior cuidado para nos mantermos livres de vibrações negativas é devido ao fato de que quanto mais controle tivermos em nossa energia mental maior nosso poder de cura, até mesmo à distância.



Aprendemos que temos sete planos vibratórios, nos quais trabalhamos ao mesmo tempo, porém com consciência apenas do plano físico, sensorial.



As vibrações atraem sempre as similares, pela afinidade vinculando almas, corações e pensamentos.



Nos planos espirituais a hierarquia existe pela qualidade do padrão vibratório dos espíritos, tendo como única base a virtude - qualidades morais conquistadas pelo trabalho e pelo sofrimento -, estando estacionados em faixas mais baixas aqueles que permanecem no erro pela baixa faixa vibracional, fruto de seus próprios padrões psíquico e moral. 


Também nós, encarnados, vivemos essa situação, pois atraímos e emitimos de conformidade com nosso padrão vibratório.



Quando emitimos uma vibração mental com nossas invocações - pedindo ao Pai pelos enfermos, nos hospitais e em seus leitos de dor -, ou projetamos uma vibração fluídica com a emissão de ectoplasma - doutrinando um espírito ou na Lei de um ritual - nosso sucesso ou fracasso vai depender única e exclusivamente do padrão vibratório que tivermos refletindo naquele momento.



Vamos recordar as palavras de Jesus (Mateus, V, 12-16): 

“Vós sois o sal da Terra; se o sal se tiver se tornado insípido, como se poderá restaurar-lhe o sabor? Para nada mais presta senão ser lançado fora e pisado pelos homens. Vós sois a luz do mundo! Não se pode esconder uma cidade situada sobre um monte; e ninguém acende uma candeia e a coloca sob o alqueire, mas no velador e, assim, ilumina todos os que estão na casa. De tal modo brilhe a vossa luz diante dos homens, que eles vejam as vossas obras e glorifiquem o vosso Pai que está nos Céus!”

Nossa vibração é que dá sabor ao sal e luminosidade ao nosso espírito. 

Temos que ter a preocupação de manter a nossa frequência vibratória, nossa vibração, sempre forte e positiva, para que não perca o sabor e nem seu brilho, vivendo, praticando, ensinando, e vivendo no Amor ajudando os que precisam de esperança, de um conforto, de uma palavra amiga, sempre com amor, tolerância e humildade.



Meu Comentário:

Todas as pessoas e seres animais, vegetais e minerais vivem interligados.
Toda ação reflete ou repercute uma reação.
Nenhum ato está isolado em suas consequências...
Vivemos com sentimentos, pensamentos e ações... a cada segundo... minuto...
Tanto o Bem, como o Mal... Ou seja, a nossa Luz ou a nossa Sobra se expandem e se propagam em ondas que cobrem distâncias imensas... e vibram e reverberam em intensidade... se propagam...
Se nós vibrarmos na maior parte do tempo a nossa Luz... ao invés da nossa Sombra... essa será a frequência vibratória emitida, e também recebida... ação e reação... princípio da física...
Se cuidarmos dos nossos sentimentos e pensamentos a sintonia que oferecemos como frequência vibratória...receberá como reflexo de retorno a mesma sintonia...
Se emitirmos em frequência: amor, paz, alegria, felicidade, enfim, sentimentos e pensamentos em harmonia nesse estado...assim será a nossa vida!
Tudo que nos envolve, o tempo todo, é um reflexo dos nossos sentimentos, pensamentos e atitudes!


Acesse aqui:

sábado, 1 de dezembro de 2012

Física Quântica e Crenças


Como nossas crenças determinam nosso comportamento e biologia. 

Qual o impacto da minha transformação pessoal no planeta e na minha saúde? 

A resposta para essa questão depende muito do contexto que nutre os significados da sua mente. Contextos são o pano de fundo para os significados. A mente necessita de contextos. É o que nos torna diferentes de máquinas. Computadores obedecem a um algoritmo previamente formulado. Não são criativos. O ser humano dotado de um cérebro quântico, através de sua mente, é capaz de dar significado a tudo. Essa capacidade fornece o comportamento, as ações. Conforme dou valor aos temas, aos contextos, meu comportamento reflete isso. Se acredito que fazer o bem sendo uma pessoa boa irá beneficiar a minha saúde, então, o meu comportamento irá refletir essa crença. Minhas ações representará essa crença sutil. O contrário também é válido: se acredito que vivemos em uma selva de competidores e que o mais forte sobrevive, então, minhas ações representará essa crença sutil. Se acredito que todos nós somos seres interconectados em um campo fundamental, minhas ações representará essa crença. Do contrário, se acredito que todos nós somos seres separados, individualistas, minhas ações representará essa crença sutil. Se acredito que sou capaz e possuo as potencialidades para a realização de uma meta, minhas ações representará essa crença. Contrariamente, se acredito que não nasci para isso, se me considero incapaz, minhas ações representará esta minha crença. Temos um sistema de crenças. A melhor definição de crença que já li foi: “Crenças são grades de uma cela invisível que o prendem a uma vida que é menor do que se poderia ter verdadeiramente”. Sempre poderemos ir além. As crenças limitantes criam grades mais fortes; as crenças não limitantes facilitam um pouco mais. 

Essas crenças, ou como querem os cientistas, esses “mindsets” são subconscientes. Os mindsets são informações constantes que circulam pelo sistema nervoso que alimentam nossas células. Percebo o mundo. Temos um sistema nervoso para isso. Temos um cérebro com 100 bilhões de células chamadas neurônios que disparam a cada ato de percepção. Para se ter uma idéia das infinitas possibilidades de conexão que podem ser realizadas por nossas células cerebrais vejam esses números: Cada neurônio é capaz de realizar 5000 conexões com outros neurônios. Essas conexões são chamadas de sinapses. Os neurônios obtém esses sinais como uma explosão de substâncias químicas chamadas neurotransmissores. Um único neurônio dispara cerda de 5 a 50 vezes por segundo. Ler uma frase requer quatrilhões de sinais dentro da cabeça. Cada sinal carrega uma informação. O sistema nervoso faz circular essas informações da mesma maneira que o sangue circula por nossas veias e artérias. O número de combinações possíveis desses 100 bilhões de neurônios é cerca de 10 à milionésima potência. É o número 1 seguidos de um milhão de zeros. Esse número é superior ao número de estrelas do universo. Eventos mentais baseiam-se em ligações temporárias de sinapses que tomam forma e se dispersam, geralmente em segundos. Somos capazes também de formar circuitos duradouros fortalecendo as conexões entre si. O cérebro interage com outros sistemas do corpo que por sua vez interage com o mundo. Mente e cérebro tem uma interação profunda e codependente. A mente é capaz de modelar o cérebro e o cérebro de influenciar a mente. A transformação da mente, na maneira de dar significados aos contextos, modifica os circuitos cerebrais através de novas conexões modificando o comportamento, modificando minhas ações. Entender que esses mindsets são capazes de moldar o comportamento é fácil compreender. Entender como esses mindsets (crenças) coordenam a biologia celular requer uma nova visão de mundo. Cosmovisão, paradigma, visão de mundo são os fornecedores de contextos para a mente dar significado. Como já refletimos anteriormente, os significados atuais são falhos, pois foram nutridos por contextos fornecidos por uma maneira limitante de ver o mundo. A filosofia determinista da física de Newton nos forneceu mindsets limitadores. Temos agora a chance de dar novos significados em nossa vidas, de maneira criativa, com insights poderosos e solucionar os problemas herdados da cosmovisão anterior. Possuímos infinitas possibilidades de conexões. Isso traduz uma capacidade de neuro plasticidade e de significados ainda não imaginados. Percepções e memórias. Somos condicionados em nossas escolhas pelas memórias. Somos condicionados a perceber o mundo da mesma forma que estamos percebendo atualmente. Presos pela grade invisível de nossas crenças (mindset). 

Como criar um novo mundo a partir de um novo ser? Dar saltos descontínuos de significados é o objetivo. Como escolher sermos saudáveis a partir de nossos condicionamentos de escolhas que nos tornaram doentes? Dar saltos descontínuos de significados ainda é o objetivo. Reconhecer que atuamos em um espaço que interconecta a todos. Um potencial de informações podem ser acessados. Outras conexões podem ser criadas. Circuitos podem ser formados em nossas células cerebrais capazes de representar uma nova percepção e uma nova memória. Responder ou reagir no mesmo nível de consciência que gerou o problema que o incomodou chama-se vingança. Responder ou reagir em um nível de consciência diferente e superior ao que gerou o problema que o incomodou chama-se transcender, chama-se dar um salto descontínuo de compreensão e significado. Esse tipo de comportamento está refletindo uma crença diferente capaz de ir além da percepção aparente de separação que vivenciamos o mundo. A física quântica e a filosofia monista da consciência está modificando a cosmovisão, está modificando a maneira como percebemos o mundo. Estamos tentando criar novos circuitos cerebrais, novas representações, nova realidade, novos comportamentos, nova biologia e funcionamento celular mais saudável. Comportamento e biologia estão separados? Os genes determinam meu comportamento? Os genes determinam a minha biologia? Esta visão é antiga, porém possui fortes circuitos cerebrais que o representam, nutridos por contextos gerados por uma visão de mundo mecanicista e determinista. A maioria das pesquisas científicas atuais são baseadas nesse tipo de mentalidade. 

Vamos pensar um pouco na biologia. Em nossas células. Em nossas desarmonias celulares. Vejam e percebam a necessidade do “mergulho” em nosso interior em busca de autoconhecimento, em busca de aspectos negligenciados ou esquecidos e inconscientes porém não inócuos: nossas sombras. Qual o elo de ligação entre esses aspectos sutis de nossa consciência – varridos para o porão do inconsciente – e a saúde. É nesse processo de transformação que devemos focar. As minhas raivas, os meus ódios, os meus rancores, o meu comportamento não digno, meus pensamentos sorrateiros, minhas reações explosivas e instintivas, meu egoismo, meu orgulho, minhas vaidades. Meu EGO. Aspectos que circulam em minha esfera psíquica e surgem refletidos no comportamento. Pois então, esses aspectos informam nossas células. Há uma comunicação e interação desses mindsets, que circulam pelo sistema nervoso e interagem com outros sistemas do corpo, informando ao DNA o que fazer. O modo como isso funciona está em um nível subconsciente e automático. A cura de nossas doenças, os casos de remissão espontânea de tumores malignos passam por essa compreensão. A física quântica pode auxiliar em todos esses aspectos. Ela permite a compreensão de como nossas escolhas devem e necessitam ir além do EGO. Aqui temos uma sutileza. Necessitamos de “auto sinceridade” e “auto honestidade”. Compromisso real com a transformação. Quero realmente ser criativo ou continuar oco? Os fatos e os dados estão a disposição de quem queira percorrer o caminho do coração. 

Mudar. Transformar. Criatividade quântica. Saltos descontínuos de significado. Mente. Cérebro. Mente-cérebro. DNA. Comportamento. Biologia. Crenças. Condicionamentos e hábitos. Novo. Contextos. Cosmovisão. Paradigma. Física Quântica. Consciência. Quando despertarmos para uma realidade diferente. O despertar é pessoal e intransferível. Quando tudo isso começar a fazer algum sentido em sua vida. Quando você estiver motivado para essa transformação. Quando você viver e experienciar essa realidade. Dessa maneira. Você estará pronto para um salto de compreensão para um novo significado. Estará pronto para a criatividade quântica. Estará pronto para a coerência em suas ações. Cada um de nós atuando nesse campo primordial na qual estamos todos “mergulhados” que nos sustenta e nos dá forma. Quando nos modificarmos e acessarmos esse campo com nossa transformação, percebendo aquilo que não percebíamos, vivendo aquilo que não vivenciávamos, se comportando de maneira que não comportávamos, modificaremos esses campo e outras pessoas começarão de maneira mais fácil acessar essa rede de informações e, então, iniciaremos uma nova etapa de paz, com novos significados e novos contextos. 

Qual o impacto da minha transformação no planeta e na minha saúde? 

A comunicação entre o sutil e o físico é uma via de duas mãos. Isso permite uma reinterpretação, inclusive de Lamarck. Assimilação gênica a partir do campo morfogenético é possível. A epigenética ou a genética do citoplasma merece uma atenção especial. O citoplasma da célula possui mecanismos capazes de informar o núcleo. O citoplasma é susceptível de ser influenciado pelo meio ambiente. Esse meio ambiente é muito mais que o meio ambiente planetário. Temos nosso próprio meio ambiente constituído por nossos pensamentos e sentimentos. A saúde e a doença merecem uma visão mais ampla onde se valorizem não apenas células atípicas, vírus, bactérias, protozoários, alterações climáticas e alterações genéticas. A substância do pensamento, do sentimento, do campo do ponto zero, das partículas elementares, dos átomos, das moléculas, dos órgãos, do cérebro é a mesma. Frequência, vibração, oscilações, ressonâncias são diferentes. Uma verdadeira potencialidade de possibilidades a disposição da consciência. A consciência escolhe simultaneamente de forma descontinua e não local. Eu posso fazer um novo mundo a partir de um novo ser. O planeta agradece! Sua saúde agradece! Abraços fraternos. 

Milton Moura 

Fonte: 

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

A Respiração / Eckhart Tolle


Podemos descobrir o espaço interior criando lacunas no fluxo de pensamentos. Sem elas, o pensamento se torna repetitivo, desprovido de inspiração, sem nenhuma centelha criativa - e é assim que ele é para a maioria das pessoas. Não precisamos nos preocupar com a duração dessas lacunas. Alguns segundos bastam. 

Aos poucos, elas irão aumentar por si mesmas, sem nenhum esforço de nossa parte. Mais importante do que fazer com que sejam longas é criá-las com frequência para que nossas atividades diárias e nosso fluxo de pensamento sejam entremeados por espaços. 

Certa ocasião alguém me mostrou a programação anual de uma grande organização espiritual. Quando a examinei, fiquei impressionado pela rica seleção de seminários e palestras interessantes. A pessoa me perguntou se eu poderia recomendar uma ou duas atividades. 

"Não sei, não. Todas elas me parecem muito interessantes. Mas eu conheço esta: tome consciência da sua respiração sempre que puder, toda vez que se lembrar. Faça isso durante um ano e terá uma experiência transformadora bem mais forte do que a participação em qualquer uma dessas atividades. E é de graça." 

Tomar consciência da respiração faz com que a atenção se afaste do pensamento e produz espaço. É uma maneira de gerar consciência. 

Embora a plenitude da consciência já esteja presente como o não-manifestado, estamos aqui para levar a consciência a essa dimensão. 

Tome consciência da sua respiração. Observe a sensação do ato de respirar. Sinta o movimento de entrada e saída do ar ocorrendo em seu corpo. Veja como o peito e o abdômen se expande e se contrai ligeiramente quando você inspira e expira. 

Basta uma respiração consciente para produzir espaço onde antes havia a sucessão ininterrupta de pensamentos. Uma respiração consciente (duas ou três seria ainda melhor) feita muitas vezes ao dia é uma maneira excelente de criar espaços em sua vida. 

Mesmo que você medite sobre sua respiração por duas horas ou mais, o que é uma prática adotada por algumas pessoas, uma respiração basta para deixá-lo consciente. O resto são lembranças ou expectativas, isto é, pensamentos. 

Na verdade, respirar não é algo que façamos, mas algo que testemunhamos. A respiração acontece por si mesma. Ela é produzida pela inteligência inerente ao corpo. 

Portanto, basta observá-la. Essa atividade não envolve nem tensão nem esforço. Além disso, note a breve suspensão do fôlego - sobretudo no ponto de parada no fim da expiração - antes de começar a inspirar de novo. 

Muitas pessoas têm a respiração curta, o que não é natural. Quanto mais tomamos consciência da respiração, mais sua profundidade se estabelece sozinha. 

Como a respiração não tem forma própria, ela tem sido equiparada ao espírito - a Vida sem uma forma específica - desde tempos ancestrais. 

"O Senhor Deus formou, pois, o homem do barro da terra, e inspirou-lhe nas narinas um sopro de vida; e o homem se tornou um ser vivente." 

A palavra alemã para respiração - atmen - tem origem no termo sânscrito atman, que significa o espírito divino que nos habita, ou o Deus interior. 

O fato de a respiração não ter forma é uma das razões pelas quais a consciência da respiração é uma maneira eficaz de criar espaços na nossa vida, de produzir consciência. Ela é um excelente objeto de meditação justamente porque não é um objeto, não tem contorno nem forma. 

O outro motivo é que a respiração é um dos mais sutis e aparentemente insignificantes fenômenos, a "menor coisa", que, segundo Nietzsche, constitui a "melhor felicidade". Cabe a você decidir se vai ou não praticar a consciência da respiração como verdadeira meditação formal. 

No entanto, a meditação formal não substitui o empenho em criar a consciência do espaço na sua vida cotidiana. 

Ao tomarmos consciência da respiração, nos vemos forçados a nos concentrar no momento presente - o segredo de toda a transformação interior, espiritual. 

Sempre que nos tornamos conscientes da respiração, estamos absolutamente no presente. Percebemos também que não conseguimos pensar e nos manter conscientes da respiração ao mesmo tempo. 

 A respiração consciente suspende a atividade mental. No entanto, longe de estarmos em transe ou semi-despertos, permanecemos acordados e alerta. Não ficamos abaixo do nível do pensamento, e sim acima dele. 

E, se observarmos com mais atenção, veremos que essas duas coisas - nosso pleno estado de presença e a interrupção do pensamento sem a perda da consciência - são, na verdade a mesma coisa: o surgimento da consciência do espaço. 

Livro O Despertar de uma Nova Consciência de Eckhart Tolle 

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Sistema de crenças: como se instalam no cérebro


Com rapidez não leia as palavras, só as cores.


E aí?
Como foi?
Tente mais uma vez.

A capacidade de nosso cérebro de perceber as letras na sequência certa é mais forte do que a nossa percepção das cores.

Então podemos chegar à conclusão de que estamos presos, condicionados nos nossos costumes e experiências. Uma informação, uma vez registrada no nosso cérebro tem a possibilidade de passar a ser sempre processada do mesmo jeito, repetidamente.

Temos, então, que ver as coisas como elas são, e não como pensamos que são.

A percepção de padrões nos facilita a vida, mas como pode ser percebido através do simples exercício acima, isto pode nos limitar.

No momento em que percebemos padrões repetitivos e queremos mudá-los, começa a nossa jornada em direção à cura, ao bem-estar, a harmonia e ao equilíbrio.

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quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Meditação: Simples + mente... meditar!


Para quem já pratica ou praticou meditação, sabe que é algo impossível de definir.

Meditação é um estado de ser, um estado de consciência alerta, uma experiência de estar em si, estar consigo, algo muito pessoal. 

Portanto, a melhor forma de conhecer a meditação é vivenciando-a, praticando-a.  

As técnicas e práticas de meditação são muitas e partem de vários credos, técnicas e filosofias. 

A maioria destas inúmeras técnicas são de escolas orientais, milenares, que chegaram ao ocidente adaptadas e formatadas para os tempos atuais. Mas entenda que são técnicas para alcançar o estado meditativo que é natural

Um homem sem estresse, presente, desperto, alerta, atento, aberto é um ser meditativo.

E o que cada técnica propõe é que um dia este estado esteja instalado 24 horas por dia. Neste momento, o estado de gratidão acontece e; tudo o que acontece a sua volta estará sendo percebido e recebido para poder ser vivido, transformado, otimizado, resolvido.

Assim, a "explicação" ou abordagem de cada técnica costuma ser algo mental, intelectual. Que considero importante para fazer escolhas (qual técnica me atrai), encontrar a motivação, o entusiasmo. Para nós ocidentais, esta parte é primordial, pois nos dá as bases para este iniciar, este difícil e adiado resgate do estado meditativo, do estar consigo, do observar os pensamentos e padrões.

Já os benefícios e resultados são algo 100% vivencial. E cada dia é um dia, cada técnica uma camada a ser lapidada, cada mestre um mero facilitador. E, estes benefícios são o propósito, a essência da meditação: 
  • alinhar, 
  • harmonizar os corpos, 
  • harmonizar os chacras (centros de energia), 
  • encontrar a mente neutra, que percebe, que cria, que sintoniza a paz e a serenidade. 

Somente nesta mente neutra é possível o encontro com a Alma e as Forças da Criação. Segundo Espinosa, o mundo das idéias ou Deus.

Existem inúmeros textos que passam uma "idéia" do que vem a ser a meditação a partir da vivência e experiência de vários buscadores tão especiais. A pluralidade de textos é para que ninguém se prenda a qualquer fronteira e possa discernir com liberdade qual a linguagem ou caminho que mais lhe toca. Assim, todos vocês terão a possibilidade de entrar em contato com o entendimento e sentimento de todos estes "seres" e seguir sua "busca" com mais esclarecimento e novas referências.

Vocês terão também a possibilidade de desmistificar, ao longo de uma série de textos sobre a meditação, que a cura emocional/espiritual não está na eliminação dos desafios ou na chegada ao pote do ouro (um relacionamento, uma casa, uma viagem, um emprego, um filho, dinheiro, etc.). O encontro do buscador está na capacidade dele entrar em contato, através da meditação, em estados mais elevados de consciência e perceber a vida por um novo portal de entendimento.

Eu li recentemente: "A dor - as idas às nossas profundezas para realizarmos as nossas curas - faz parte dos processos de crescimento aqui na Terra, entretanto o sofrimento é uma questão de livre-arbítrio."

Outra frase fantástica que explica porque o ser humano nunca está feliz, mesmo após sua chegada no pote de ouro: “A doença é não receber o bem. A gratidão é fundamental para receber o bem”. Porque a felicidade não é fugaz, ela é eterna se somos capazes de perceber e receber o bem que a cada segundo a vida nos oferece. Seja na forma de desafio ou de colheita.

O mal é não perceber e receber o bem. 

A gratidão é fundamental para usufruir e vibrar no bem.

E a gratidão é um estado “de graça” que vem de brinde no Ser meditativo.

Por Conceição Trucom

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Saúde: O Corpo é um espelho de nossas Crenças


"Embora muitas pessoas me vejam como alguém com o poder de curar os outros, eu não curo ninguém. Meu trabalho é ajudar as pessoas a compreenderem como seus pensamentos criam, constantemente, suas próprias experiências de vida - todas elas, tanto as boas quanto as que chamamos de más experiências. 

Você já se viu indo para o trabalho remoendo ressentimentos em relação a um colega ou alimentando sua insegurança por causa de uma tarefa que lhe foi solicitada? É um exemplo simples, mas que ajuda a entender o que afirmo. 

Se, em vez de pensar negativamente, você procurasse pensar nas razões que poderiam ter levado o companheiro de escritório à atitude agressiva, e imaginasse formas afetuosas de resolver o conflito, seu encontro com ele poderia gerar uma aproximação feliz para ambos. Se, em vez de inventariar suas próprias falhas, você tomasse consciência de sua capacidade e repetisse para si que poderia realizar a tarefa solicitada com sucesso - pedindo ajuda se precisasse, provavelmente você a desempenharia com outro ânimo e competência. 

Nossos pensamentos podem, da mesma forma, estar contribuindo para o bem-estar ou para o mal-estar de nossos corpos. Não queremos ficar doentes e, no entanto, precisamos de cada doença que contraímos. É a maneira que nossos corpos encontram para nos dizerem que estamos com uma idéia errada, com uma percepção falsa, e que precisamos mudar nossa forma de pensar. 

Tenho uma amiga que precisou passar por uma pneumonia grave para concluir que era indispensável mudar seu ritmo de vida e fazer uma terapia que a ajudasse a rever seus relacionamentos. 

Há pessoas que usam a doença como forma de não assumir compromissos, mantendo-se permanentemente numa situação fragilizada. 

Cada doença é uma lição que precisamos aprender. Por favor, não fique só reclamando: "quero me livrar desta doença." Isso não vai trazer a cura que você deseja e você não vai aprender a lição de que necessita. Não se coloque também numa atitude defensiva, como se a doença fosse uma espécie de acusação. Não se trata de condenar nem de sentir nenhuma culpa. Tanto na doença quanto em qualquer situação de vida, o importante é observar o que está acontecendo conosco para entender o que precisa ser libertado e transformado. 

Então eu lhe digo: é hora de se curar, de tornar sua vida e seu corpo íntegros, que significa que você deseja investir na sua saúde. 

Eu sei que você tem, dentro de si, tudo de que precisa para conseguir isso. Quando você começar a compreender o processo que leva à saúde ou à doença, será capaz de assumir o controle consciente das mudanças que deseja fazer. 

É um processo muito emocionante que vai se tornar uma das aventuras mais felizes da sua vida.  

Acredito que existe um centro de sabedoria dentro de cada um de nós e que, quando estamos prontos para fazer mudanças positivas, atraímos o que é necessário para nos ajudar. Pode ter certeza de que alguma coisa dentro de você se transformou e o processo de cura já começou. 

Pare um instante a leitura e diga em voz alta: Eu já comecei o meu processo de cura. 

O corpo é um espelho das nossas crenças e dos nossos pensamentos mais íntimos. O corpo está sempre conversando conosco. É preciso aprender a escutar o que ele tem a dizer. Cada célula reage a cada pensamento seu, a cada palavra que você pronuncia. Por isso, se prolongamos durante muito tempo determinadas formas de pensar e de falar, elas irão produzir comportamentos e posturas corporais, assim como um maior ou menor bem-estar. Suas palavras e pensamentos contribuem para sua saúde ou sua doença. 

Uma pessoa que está sempre com o rosto fechado provavelmente não tem muitos pensamentos alegres e amorosos. Os rostos e corpos dos mais velhos mostram claramente como foi sua vida e seus comportamentos. 

Pare um pouco e pense: que aparência eu vou ter quando entrar na terceira idade? Como acredito que todos nós nascemos com o direito de ser completamente saudáveis e satisfeitos em todas as áreas de nossas vidas, quero ajudar você a conquistar esse direito agora. 

Algumas das coisas que vou sugerir talvez pareçam simples demais, mas fique sabendo que estas idéias foram testadas muitas vezes com enorme sucesso. Elas funcionam de verdade. Antes de continuar a ler este texto, repare no seu corpo. Coloque-se numa posição confortável, respire fundo e procure relaxar. Abra-se para acolher todas as idéias, aceitando apenas as que se aplicam ou fazem sentido para você. Acredito que toda doença é uma criação própria. É claro que não dizemos quero ter tal doença, mas criamos um ambiente mental que faz com que a doença apareça e se desenvolva. 

Volto a repetir: nossos diálogos interiores provocam reações em cada célula do corpo. Ouvi um médico dizer recentemente: "Se um cirurgião operar um paciente sem fazer coisa alguma para ajudar a descobrir e curar a causa da doença, ele estará apenas adiando o problema, pois o paciente criará um outro mal-estar." Não basta tratar o sintoma. Precisamos eliminar a causa da doença. 

E para isso precisamos penetrar no lugar, dentro de nós mesmos, onde o processo teve início. 

Somos profundamente responsáveis por quase todas as experiências por que passamos em nossas vidas. Tanto as melhores quanto as piores. Porque, como já disse, somos nós que criamos nossas experiências através dos pensamentos que temos e das palavras que pronunciamos. O universo apóia completamente nosso diálogo interior. 

Nosso subconsciente aceita como verdade aquilo em que escolhemos acreditar. Isto significa que o que acredito ser verdade a meu próprio respeito e a respeito da vida se tornará verdade para mim. 

Essa é uma escolha que você faz. É claro que os pensamentos vêm à cabeça sem nosso controle, mas, ao reconhecê-los, você pode alimentá-los ou procurar desapegar-se deles, tentando olhar a realidade de outra perspectiva. Temos também o impulso de pronunciar certas palavras, mas somos capazes de silenciá-las ou substituí-las por outras mais amorosas, impregnadas de compreensão e tolerância. 

O que pensamos e sentimos a respeito de nós mesmos e de nossa vida formou-se desde criança, pelas reações e comportamentos dos adultos que nos rodeavam. Assim, se você viveu com pessoas assustadas ou com pessoas extremamente infelizes, aprendeu uma porção de coisas negativas a seu próprio respeito e a respeito da vida. E é possível que ainda acredite nelas. Não estou dizendo isso para que culpemos nossos pais. Eles provavelmente foram vítimas de seus próprios pais e não podiam nos ensinar o que não sabiam. Se sua mãe não gostava dela mesma e se seu pai não sabia ser carinhoso e atento, eles não teriam condições de ensinar você a se amar e a se tratar com carinho e atenção. Por mais bem intencionados que fossem. Acredito que escolhemos nossos pais. 

Cada um de nós decide encarnar neste planeta em épocas e locais específicos. Fazemos assim porque estamos neste mundo para aprender as lições que nos farão avançar em nosso caminho espiritual. Para isso, escolhemos nosso sexo, nossa cor, nosso país e as pessoas que nos farão ter as experiências de que precisamos para evoluir. 

Muitas vezes, quando crescemos, acusamos nossos pais e nos queixamos: "foi você quem fez isto comigo, a culpa é sua". Mas, na verdade, nós os escolhemos, porque era com eles que podíamos viver aquilo que queríamos aprender a superar. Passamos a vida criando experiências que combinem com as crenças adquiridas na infância. 

Olhe para trás e observe quantas vezes você passou pelo mesmo tipo de relacionamento e pela mesma qualidade de problema. É bem possível que você tenha criado essas experiências repetidamente porque elas refletem o que você pensa a seu respeito. 

Mas não adianta ficar remoendo os problemas do passado, porque é o momento presente que importa. O que aconteceu no passado, até este momento, foi criado por você, com seus próprios pensamentos e antigas crenças, sem que você se desse conta. 

Mas o que você escolhe pensar, acreditar e dizer hoje, neste exato lugar, neste exato momento, está criando o seu futuro. Seu diálogo interior de agora está criando o seu amanhã, a semana que vem, o próximo mês e o ano que vem. 

Então, preste atenção no que você está pensando neste instante. 

Você quer que este pensamento crie o seu futuro? 

Ele é negativo ou é positivo? 

Observe, preste atenção. 

Não existe certo ou errado no que pensamos, e volto a dizer que não quero nunca explorar o sentimento de culpa. Pelo contrário, quero eliminá-lo, porque ele paralisa e não faz crescer. 

Estou querendo apenas que você entre em contato com o que está pensando, porque, em geral nós tomamos muito pouca consciência do que se passa em nossas mentes e em nossos corpos. Só prestamos atenção quando ficamos doentes ou quando sentimos dor. E, se não sabemos o que está se passando dentro de nós, como poderemos mudar?"

Por Louise Hay