terça-feira, 2 de novembro de 2010

Compartilhando a arte e o ensinamento ao desapego





Tal qual um dos trabalhos impressionantes
dos monges budistas
que fazem as mandalas de sal colorido...
.... feitas com o maior cuidado
e com a maior dedicação,
elas são desmanchadas
logo depois de prontas
para demonstrar
a transitoriedade das coisas na vida,
mesmo que elas exijam o maior esforço.

Assim é que nós devemos encarar o dia-a-dia.

Sempre prontos para começar tudo de novo, se preciso for.

Perca o referencial de vez em quando.

Saia de sua zona de conforto.

Dê oportunidade ao imprevisível.

Nada é mais certo do que a incerteza.

As coisas têm o valor que nós damos a elas...

“ PANTA REI” é uma expressão do pensador Heráclito, que significa “TUDO MUDA” (tudo flui, nada persiste...)

E ele usava como metáfora filosófica a ideia de pisar num rio, que um milésimo de segundo depois de pisado, já não era mais feito da mesma água.

A SAÚDE - A nossa maior dádiva!
A ORAÇÃO - a solução para os dias atuais com a Terra em transição!
A PAZ - busque-a na sua Energia Vital, no interior do seu ser!
O AMOR - o elo, a razão e o entendimento para tudo!
O PERDÃO - a ascensão espiritual!
O TRABALHO - é o nosso estímulo!
A HUMILDADE - é a sabedoria!
O ORGULHO – é a maior DOENÇA da ALMA!
O PERDÃO - é a chave para a Felicidade...

Nada real pode ser ameaçado.
Nada irreal existe.
Nisso está a Paz de Deus.


Os Monges Budistas fazem mandalas de sal colorido, as quais são feitas com o maior cuidado e dedicação.
Depois de prontas, essas mandalas são desmanchadas para demonstrar a transitoriedade das coisas na vida, mesmo que elas exijam o maior esforço.
Assim é que nós devemos encarar o dia-a-dia.
Sempre prontos para começar tudo de novo, se preciso for.
O desapego é um dos mais importantes ensinamentos budistas.
Muitos dos problemas da vida são causados pelo apego.

Existe uma famosa história zen sobre um mestre e seu discípulo.
Os dois estavam a caminho da aldeia vizinha quando chegaram a um rio caudaloso e viram na margem, uma bela moça tentando atravessá-lo.
O mestre zen ofereceu-lhe ajuda e, erguendo-a nos braços, levou-a até a outra margem.
E depois cada qual seguiu seu caminho.
Mas o discípulo ficou bastante perturbado, pois o mestre sempre lhe ensinara que um monge nunca deve se aproximar de uma mulher, nunca deve tocar uma mulher.
O discípulo pensou e repensou o assunto; por fim, ao voltarem para o templo, não conseguiu mais se conter e disse ao mestre:
—Mestre, o senhor me ensina dia após dia a nunca tocar uma mulher e, apesar disso, o senhor pegou aquela bela moça nos braços e atravessou o rio com ela.
— Tolo – respondeu o mestre – Eu deixei a moça na outra margem do rio.
Você ainda a está carregando.

As coisas têm o valor que nós damos a elas...

Todas as coisas na vida e no mundo estão em constante mutação; por isso, não devemos nos tornar apegados a elas.

Ensinamento Budista

Fonte: dharma net
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